'O MAU EXEMPLO DE CAMERON POST', dirigido por Desiree Akhavan, estreia nos cinema dia 18 de abril

“O MAU EXEMPLO DE CAMERON POST” ABORDA A POLÊMICA CURA GAY

Distribuído pela Pandora Filmes, longa estreia nos cinemas dia 18 de abril, e traz Chloë Grace Moretz no papel principal 

Sinopse    

Cameron Post (Chloë Grace Moretz) era considerada uma adolescente comum até que foi pega beijando outra menina. Por isso, é mandada para um centro de terapia de conversão que corrige adolescentes com atração por pessoas do mesmo gênero. No local, em meio a tantas atividades estranhas, conhece outros jovens gays na mesma situação que ela, e finalmente a garota sente que encontrou sua turma.  


O MAU EXEMPLO DE CAMERON POST (THE MISEDUCATION OF CAMERON POST)    
 

Direção: Desiree Akhavan  
Roteiro: Desiree Akhavan e Cecilia Frugiuele  
Elenco: Chloë Grace Moretz, Sasha Lane, Steven Hauck, Quinn Shephard  
Ano: 2018  
País: EUA    
Duração: 91 min    
Classificação: a definir    
   
SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.   
   
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores. 

‘O ÚLTIMO LANCE’, dirigido por Klaus Härö, estreia dia 18 de Abril

FILME ‘O ÚLTIMO LANCE’, ESTREIA EM 18 DE ABRIL

 

Longa do diretor finlandês Klaus Härö chega aos cinemas brasileiros com distribuição da Cineart Filmes

Sinopse

 

Um velho negociante de arte, Olavi (72), está prestes a se aposentar. O homem, que sempre colocou negócios e arte antes de tudo e não consegue imaginar a vida sem trabalho vê, em um último leilão, a oportunidade de fazer o negócio da sua vida. Ao ver um quadro antigo à venda, ele suspeita que seja muito mais valioso do que o valor do lance inicial e decide correr atrás dessa oportunidade com o apoio do seu neto Otto. Mas, para realizar seu sonho, Olavi vai ter que enfrentar tanto a casa de leilões quanto seus próprios erros do passado.

 

O ÚLTIMO LANCE

 

Direção: Klaus Härö

Roteiro: Anna Heinämaa

Elenco: Heikki Nousiainen, Amos Brotherus, Pirjo Lonka

Ano: 2018

País: Finlândia

Duração: 95 min.

Classificação: a definir

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‘CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS’, dirigido por João Salaviza e Renée Nader Messora estreia dia 18 de Abril

‘CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS’, PREMIADO EM CANNES, JÁ TEM DATA DE ESTREIA NO BRASIL: 18 DE ABRIL

Longa também estreia em Portugal, em 14 de março, e na França, dia 8 de maio

SOBRE OS DIRETORES  

JOÃO SALAVIZA  

Nascido em Lisboa em 1984. Formado na ESTC, em Lisboa, e na Universidad del Cine, em Buenos Aires. Seu primeiro longa-metragem, MONTANHA, teve estreia mundial na Semana da Crítica do Festival de Veneza, em 2015. Veio na sequência de uma trilogia de curtas formada por RAFA (Berlinale Golden Bear 2012), ARENA (Palme d’Or no Festival de Cannes 2009) e CERRO NEGRO (Rotterdam em 2012). Recentemente voltou ao Festival de Berlim com os curtas ALTAS CIDADES DE OSSADAS e RUSSA (co-dirigido com Ricardo Alves Jr). CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS, co-dirigido com Renée Nader Messora, é seu segundo longa-metragem.  

RENÉE NADER MESSORA  

Nascida em São Paulo, em 1979. Formada em Direção de Fotografia pela Universidad del Cine, em Buenos Aires. Por 15 anos, trabalhou como assistente de direção no Brasil, Argentina e Portugal. Em 2009, Renée Nader Messora conheceu os Krahô e, desde então, ela trabalha com a comunidade, contribuindo na organização de um coletivo de jovens cinegrafistas. O foco do trabalho do grupo Mentuwajê Guardiões da Cultural é usar as ferramentas audiovisuais para o fortalecimento da identidade cultural e a autodeterminação da comunidade. CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS é seu primeiro longa-metragem.  

SOBRE A ENTREFILMES  

EntreFilmes é uma produtora sediada em Belo Horizonte, criada pelos cineastas Ricardo Alves Jr. e Pablo Lamar e pelo produtor Thiago Macêdo Correia. Tendo realizado diversos curtas-metragens exibidos em importantes festivais internacionais como: Berlim, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Festival de Locarno, Oberhausen, Rotterdam, Havana, BAFICI - Buenos Aires; tendo obras também exibidas no Centre Pompidou, em Paris, e no Museo Rainha Sofia, em Madrid. O primeiro longa da produtora é “Elon não Acredita na Morte” (2017), que teve sua estreia na Ásia no Festival de Internacional de Cinema de Macau, onde foi contemplado com o prêmio de Contribuição Artística e teve estreia europeia no Festival de Rotterdam. “Chuva é a Cantoria na Aldeia dos Mortos” (2018) foi o segundo longa-metragem produzido pela EntreFilmes, que teve estreia mundial no Festival de Cannes na mostra Un Certain Regard.  

SOBRE A EMBAÚBA FILMES  

A Embaúba Filmes é uma nova distribuidora de cinema brasileiro, sediada em Belo Horizonte. A empresa atua com a distribuição de filmes autorais em todas as suas etapas, incluindo festivais de cinema, lançamentos no circuito comercial, negociações e vendas no Brasil e no exterior. A empresa é dirigida por Daniel Queiroz, que vem de uma experiência prévia de mais de 10 anos como programador de cinema em salas (Cine Humberto Mauro e Cine 104) e festivais (Festival Internacional de Curtas de BH, Festival de Brasília, Semana de Cinema). A Embaúba possui em seu catálogo filmes como Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans; Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes; Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messara; Inaudito, de Gregório Gananian; Os Sonâmbulos, de Tiago Mata Machado; e A Rainha Nzinga Chegou, de Júnia Torres e Isabel Casimira. 

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Cinépolis e Pandora Filmes fecham parceria para exibição quinzenal de filmes independentes em 2019
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CINÉPOLIS E PANDORA FILMES FECHAM PARCERIA PARA EXIBIÇÃO QUINZENAL DE FILMES INDEPENDENTES EM 2019 

*Projeto acontecerá em 25 cidades do Brasil

Denominado Caixa de Pandora, o projeto foi criado com o objetivo de fortalecer a exibição de filmes independentes, de diversas nacionalidades, em cidades que atualmente não costumam receber esse tipo de produção.  

Quinzenalmente, 25 salas da rede Cinépolis, em 16 estados, abrirão espaço na programação para exibir conteúdo audiovisual culturalmente diversificado. A curadoria fica por conta da distribuidora Pandora Filmes, que completa 30 anos de mercado em 2019. Pretende-se, assim, promover e fomentar o cinema independente para além das grandes capitais brasileiras.  

A partir de abril de 2019, a Cinépolis começa a exibir em sua programação filmes inéditos nacionais e internacionais, de diretores consagrados e jovens talentos, com passagens nos festivais mais importantes mundo afora, como Cannes, Sundance, Veneza, Berlim e Toronto, que já fazem parte do histórico da Pandora Filmes. “Fico muito feliz que uma empresa do porte da Cinépolis entenda a importância da oferta diversificada de filmes para seu público e confie na curadoria da Pandora Filmes”, comemora André Sturm, sócio da Pandora Filmes.   

O presidente da Cinépolis Brasil, Luiz Gonzaga de Luca, também comemora a colaboração entre as empresas: “É com imensa alegria que anunciamos essa parceria com a Pandora. A Cinépolis é uma assídua incentivadora do cinema de arte, bem como de filmes independentes, e poder exibi-los em nossas salas, em circuito nacional, deixa-nos extremamentes felizes”.  

"A Pandora sempre buscou ampliar os horizontes da distribuição de filmes independentes no Brasil e este projeto com a Cinépolis é a síntese dessa missão, um grande estímulo à diversidade cultural”, completa Paula Cosenza, sócia da Pandora Filmes.  

O primeiro longa a ser exibido pelo Caixa de Pandora é o francês “Quando Margot Encontra Margot”, de Sophie Fillières, protagonizado pela premiada atriz Sandrine Kimberlain, em 4 de abril. Ainda em abril, no dia 18, estreia o polêmico “O Mau Exemplo de Cameron Post”, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance.  

Na primeira semana de maio, chega às telas da Cinépolis o novo longa da diretora Gabriela Amaral Almeida, “A Sombra do Pai”, com Julio Machado e Nina Medeiros. E no dia 16 de maio, “Compre-me um Revolver”, longa mexicano de Julio Hernández Cordón, exibido no último Festival de Cannes.  

Sobre os filmes  

04/04 - Quando Margot Encontra Margot  
Margot (Agathe Bonitzer), 25 anos, tem uma vida despreocupada, pontuada por frequentes noitadas em Paris. Uma noite, durante uma festa, ela conhece outra Margot (Sandrine Kimberlain), 20 anos mais velha. Detalhes curiosos e grandes semelhanças fazem com que elas descubram que são a mesma pessoa em fases diferentes. Na manhã seguinte, no mesmo trem para Lyon, elas se deparam com Marc (Melvil Poupaud), o ex de uma delas, cujo charme desperta grande atração em ambas. Daí em diante, Margot e Margot acharão cada vez mais difícil se desligar uma da outra e também de Marc. Como seria reencontrar o seu próprio eu? Isto é o que Margot e Margot irão descobrir.   

18/04 – O Mau Exemplo de Cameron Post  
Cameron Post (Chloë Grace Moretz) era considerada uma adolescente comum até que foi pega beijando outra menina. Por isso, é mandada para um centro de terapia de conversão que corrige adolescentes com atração por pessoas do mesmo gênero. No local, em meio a tantas atividades estranhas, conhece outros jovens gays na mesma situação que ela, e finalmente a garota sente que encontrou sua turma.   

02/05 – A Sombra do Pai  
Quando uma criança é obrigada a virar o “adulto da casa” porque seu pai está doente e a sua mãe, morta, há uma inversão na ordem natural das coisas. A infância se transforma em saga. E a paternidade frustrada, em condenação.  

16/05 – Compra-me um Revólver  
O filme traz uma visão distópica de um México controlado inteiramente por cartéis, no qual as mulheres estão desaparecendo. Uma jovem usa uma máscara para esconder sua identidade e ajudar o pai a cuidar de um campo de beisebol frequentado pelos traficantes. Certo dia, ao acordar, a menina precisará lutar pela sua própria vida.  

Confira abaixo a lista dos complexos Cinépolis que participarão da Caixa de Pandora:   

São Paulo -Cinépolis JK Iguatemi  
Barueri - Cinépolis Iguatemi Alphaville  
Bauru - Cinépolis Nações Bauru  
Campinas - Cinépolis Campinas Shopping  
Guarulhos - Cinépolis Parque Maia  
Jundiaí - Cinépolis Jundiaí Shopping  
Sorocaba - Cinépolis Iguatemi Esplanada Sorocaba  
Ribeirão Preto - Cinépolis Iguatemi Ribeirão Preto  
São José do Rio Preto - Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto  
Rio de Janeiro - Cinépolis Lagoon São José - Cinépolis Continente Park  
Uberlândia - Cinépolis Center Shopping Uberlândia  
Curtiba - Cinépolis Pátio Batel  
Caxias do Sul - Cinépolis San Pelegrino  
Santa Maria - Cinépolis Praça Nova  
Olinda - Cinépolis Patteo Olinda  
Macapá - Cinépolis Amapá Garden  
João Pessoa - Cinépolis Manaíra Shopping  
São Luis - Cinépolis São Luís Shopping  
Natal - Cinépolis Natal Shopping   
Belém - Cinépolis Boulervard Belém  
Manaus - Cinépolis Millennium  
Salvador - Cinépolis Bela Vista  
Teresina - Cinépolis Rio Poty  
Fortaleza - Cinépolis RioMar Fortaleza  

Sobre a Cinépolis Brasil   
A Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, com um total de 704 cinemas, 5.707 salas 100% digitais, em quatorze países.   

Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente, opera 52 cinemas em todo o Brasil com 393 salas, com marcas destaque como Macro XE, IMAX, 4DX, VIP e Junior. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP do mundo e, no Brasil, foi a pioneira na implantação da tecnologia 4DX – que permite o movimento das poltronas e gera mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.   

Em 2019 e 2017, foi eleita a “Melhor Sala Premium” de São Paulo pelo Guia Divirta-se. Em 2018, pela terceira vez, o Cinépolis JK Iguatemi foi eleito pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo (2015, 2017 e 2018) e sua sala IMAX foi apontada como a melhor sala individual do circuito.  Em 2016 e 2017, a rede Cinépolis ficou em 1º lugar no “Prêmio Estadão Melhores Serviços”, na categoria redes de cinema.   

A constante inovação e o bom desempenho são reconhecidos com diversos prêmios, dentre eles: Melhor Exibidor por quatro anos consecutivos (2011, 2012, 2013 e 2014), concedido no Prêmio ED (Exibição & Distribuição), realizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo.   

Mais informações, acesse: http://www.cinepolis.com.br  

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SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes independentes, atuante desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Kieślowski, Angelopoulos, Wong Kar-Wai e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder.  

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre atuou com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steimberg, Rodolfo Nanni, Rubens Rewald, Ruy Guerra, Edgar Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meireles, Tata Amaral, entre outros. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.  

 
'QUANDO MARGOT ENCONTRA MARGOT', dirigido por Sophie Fillières, chega aos cinema dia 04 de abril

SANDRINE KIMBERLAIN PROTAGONIZA A COMÉDIA FRANCESA “QUANDO MARGOT ENCONTRA MARGOT”

Distribuído pela Pandora Filmes, longa francês acompanha uma mulher com a chance de revisitar seu passado, e estreia 04 de abril

Sinopse   
  
Margot (Agathe Bonitzer), 25 anos, tem uma vida despreocupada, pontuada por frequentes noitadas em Paris. Uma noite, durante uma festa, ela conhece outra Margot (Sandrine Kimberlain), 20 anos mais velha. Detalhes curiosos e grandes semelhanças fazem com que elas descubram que são a mesma pessoa em fases diferentes. Na manhã seguinte, no mesmo trem para Lyon, elas se deparam com Marc (Melvil Poupaud), o ex de uma delas, cujo charme desperta grande atração em ambas. Daí em diante, Margot e Margot acharão cada vez mais difícil se desligar uma da outra e também de Marc. Como seria reencontrar o seu próprio eu? Isto é o que Margot e Margot irão descobrir.   


QUANDO MARGOT ENCONTRA MARGOT (LA BELLE ET LA BELLE)  

Direção e Roteiro: Sophie Fillières  
Elenco: Sandrine Kiberlain, Agathe Bonitzer, Melvil Poupaud, Lucie Desclozeaux, Laurent Bateau e Théo Cholbi.  
Ano: 2018  
País: França  
Duração: 95 min   
Classificação: 14 anos

SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.    

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores. 

'UMA VIAGEM INESPERADA', de Juan José Jusid, estreia dia 28 de março

FILME “UMA VIAGEM INESPERADA”, DE JUAN JOSÉ JUSID, GANHA DATA DE ESTREIA

Coprodução entre Brasil e Argentina é protagonizada por Pablo Rago e conta com participação especial da atriz Débora Nascimento

Foto: Ana Rovati

Foto: Ana Rovati

Sinopse 
O engenheiro argentino Pablo vive feliz no Rio de Janeiro, ao lado da jovem Lucy. Ele se prepara para um momento importante na sua carreira: a inauguração de uma plataforma de exploração de petróleo. Mas o clima de comemoração dura pouco. Sua ex-mulher telefona para dizer que o filho adolescente do casal, Andrés, está prestes a ser expulso da escola. Pablo, então, deixa o Rio e volta a Buenos Aires, mas o reencontro com o garoto não será fácil.  

Ficha Técnica 

Direção: Juan José Jusid  
Roteiro: Juan José Jusid, Cesar Gómez Copello e Oliver Kolker  
Elenco: Pablo Rago, Tomás Wicz, Oliver Kolker, Débora Nascimento e Cecília Dopazo  
Produtores: Letícia Friedrich, Lourenço Sant'Anna, Oliver Kolker e Hernán Findling  
Produção: Boulevard Filmes, Funciona y Kuenta Producciones  
Distribuição: Boulevard Filmes  
Ano: 2018  
País: Argentina, Brasil  
Duração: 87 min  
Classificação: 14 anos  

Sobre a Boulevard Filmes  

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), "Filme Sobre um Bom Fim"(Boca Migotto), "A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro" (Leo Garcia, Zeca Brito), "Histórias que nosso cinema (não) contava" (Fernanda Pessoa) e "Açúcar" (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.   

'JORGINHO GUINLE - $Ó SE VIVE UMA VEZ', dirigido por Otavio Escobar estreia dia 21 de março

JORGE GUINLE - O MAIOR PLAYBOY DO BRASIL GANHA CINEBIOGRAFIA

JORGINHO GUINLE – $Ó SE VIVE UMA VEZ tem no elenco Saulo Segreto, Letícia Spiller, Guilhermina Guinle, Daniel Boaventura

Sinopse


Herdeiro de uma das famílias mais ricas do Brasil, no início do século XX, Jorge Guinle decidiu, desde moço, que não trabalharia um dia sequer na sua vida. Homem culto, generoso e encantador, Jorginho, como era conhecido, viveu no luxo e na riqueza, conheceu os homens mais poderosos e as mulheres mais desejadas do seu tempo e morreu pobre, aos oitenta e oito anos, por um erro de cálculo: não imaginou que ficaria tanto tempo sobre o planeta.  

Ficha Técnica

 

Direção: Otávio Escobar   
Elenco: Saulo Segreto, Letícia Spiller, Guilhermina Guinle, Daniel Boaventura  
Gênero: Docudrama  
Ano: 2018  
Duração: 91 minutos  
Classificação: A definir  

SOBRE A PANDORA FILMES   
    
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.  
     
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.    

EstreiaSinny AssessoriaPandora Filmes
'UM AMOR INESPERADO', de Juan Vera, estreia em 14 de março

‘UM AMOR INESPERADO’, COM MERCEDES MORÁN E RICARDO DARÍN, ESTREIA EM 14 DE MARÇO


Longa dirigido por Juan Vera é uma comédia romântica sobre os conflitos do casamento  

SINOPSE  
  
Marcos e Ana são casados há 25 anos. Com a ida do único filho do casal para o exterior, os dois começam a se questionar sobre o futuro do relacionamento e decidem se separar para viver novas experiências. Em meio a aventuras bem-humoradas e descobertas sobre o amor e a rotina, os dois terminam, cada um, por encontrar um romance inesperado.  
  
FICHA TÉCNICA  
  
Direção: Juan Vera  
Roteiro: Juan Vera e Daniel Cúparo  
Elenco: Mercedes Morán, Ricardo Darín  
Ano: 2018  
Gênero: Comédia Romântica  
País: Argentina  
Classificação Indicativa: 14 anos  
  
SOBRE A PANDORA FILMES  
  
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.  

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.  
 

EstreiaSinny AssessoriaPandora Filmes
'ELEGIA DE UM CRIME' estreia dia 14 de Março

“ELEGIA DE UM CRIME” ESTREIA EM SÃO PAULO DIA 14 DE MARÇO

Documentário, que encerra a “trilogia do luto” do diretor Cristiano Burlan, entra em cartaz exclusivamente no CineSesc

SINOPSE   
  
Uberlândia, Minas Gerais, 24 de fevereiro de 2011. Isabel Burlan da Silva, mãe do diretor, é assassinada pelo parceiro. “Elegia de um crime” encerra a “Trilogia do luto”, que aborda a trágica história da família. Diante da impunidade, o filme mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel.  
  
FICHA TÉCNICA  

Direção: Cristiano Burlan  
Produção: Bela Filmes  
Coprodução: Sancho&Punta  
Produção executiva: Priscila Portella e Bruno Caticha  
Roteiro: Cristiano Burlan e Ana Carolina Marinho  
Direção de fotografia: Cristiano Burlan, Renato Maia e Henrique Zanoni  
Montagem: Cristiano Burlan e Renato Maia  
Edição de som: Julia Teles e Vanessa Gusmão  
Mixagem: Edson Secco  
Duração: 92 min  
Classificação indicativa: 14 anos  
Ano de produção: 2018  

SOBRE O DIRETOR  

CRISTIANO BURLAN nasceu em Porto Alegre. É diretor de cinema e teatro e professor. Sua filmografia contém mais de 20 filmes, entre ficções e documentários. Realizou a “Tetralogia em Preto e Branco” composta por quatro longas-metragens sobre a cidade de São Paulo, são eles: “Sinfonia De Um Homem Só”, “Amador”, “Hamlet” e “Fome” (premiado no último Festival de Brasília do Cinema Brasileiro). Seu documentário “Mataram meu irmão” (2013) foi o vencedor do É Tudo Verdade 2013, angariando os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e da Crítica, do 4º Festival SESC de Melhores Filmes como Melhor Documentário do Ano e do Prêmio do Governador do Estado de São Paulo como Melhor Filme. Em 2016, escreveu o roteiro do longa-metragem “A Mãe”, selecionado para o 7º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting e vencedor do prêmio de coprodução internacional para participar do Cinélatino, Rencontres de Toulouse – FRANCE. Em 2018, lançou seu último longa-metragem de ficção em que dirigiu e roteirizou, “Antes do Fim”, uma coprodução com o Canal Brasil que tem como protagonistas Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet. No mesmo ano, estreou no Festival É Tudo Verdade, em competição, o documentário “Elegia de um crime” sobre o assassinato de sua mãe. O filme encerra a “Trilogia do Luto” composta também pelos filmes “Construção” e “Mataram meu irmão”.  

SOBRE A VITRINE FILMES  
  
Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 130 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro. Recentemente a distribuidora lançou "O Filme da Minha Vida", terceiro longa como diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano.    
No ano passado, alguns dos mais importantes lançamentos da Vitrine foram "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional, "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles, exibido no Festival de Sundance e “Uma Noite de 12 Anos”, exibido no Festival de Veneza.    

Em 2019 a Vitrine Filmes fará sessões especiais em cinemas brasileiros de "Roma", dirigido por Alfonso Cuarón, vencedor de dois Globos de Ouro e indicado a dez Oscar. Entre os lançamentos do ano estão “A Nossa Espera”, coprodução França-Bélgica, dirigido por Guillaume Senez, “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro e com Dira Paes no elenco, “Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga, Karine Teles, Udo Kier e Silvero Pereira e "Pedro" novo longa da diretora Laís Bodanzky, produzido e protagonizado por Cauã Reymond  

Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine Petrobras, que durante o ano todo irá lançar 10 longas nacionais em mais de 25 cidades do Brasil. 

EstreiaSinny AssessoriaVitrine Filmes
'RAIVA', uma coprodução Portugal, Brasil e França, dirigida por Sérgio Tréfaut, estreia dia 07 de março

COPRODUÇÃO ENTRE BRASIL, PORTUGAL E FRANÇA, ‘RAIVA’ DE SÉRGIO TRÉFAUT ESTREIA DIA 07 DE MARÇO 

Filme que já foi exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema e no Festival Internacional de Cinema do Rio tem distribuição da Pandora Filmes

Sinopse  
  
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX, Raiva é um conto sobre o abuso e a revolta.  

Lista de Festivais  

Festival Internacional de Cinema de Moscovo, 2018 Competição internacional Prémio do júri internacional da Federação de Cineclubes da Rússia “Keen Eyes” Prémio da imprensa independente -jornal Kommersant   
IndieLisboa Festival Internacional de Cinema, 2018 Sessão de encerramento   
Filmfest München, 2018 Secção “International Independence”  
Seville European Film Festival, 2018 New Waves Competition   
Periferias Festival Internacional de Cinema, 2018 Prémio Tejo Internacional – Prémio do Público  
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, 2018   
Perso - Perugia Social Film Festival, 2018  
WAHFF - Waterloo Historical Film Festival, 2018  
  
Raiva   
Direção: Sérgio Tréfaut  
Roteiro: Sérgio Tréfaut  
Elenco: Isabel Ruth, Leonor Silveira, Hugo Bentes  
Ano: 2017  
País: Portugal, França, Brasil   
Duração: 100 min.  
Classificação:  14 anos
  
SOBRE A PANDORA FILMES  
  
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.  
  
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.         
 

SOBRE A REFINARIA FILMES  

Criada em 2002, a Refinaria Filmes produz documentários e ficções de autor, muitos em coprodução internacional. Dentre os títulos recentes finalizados estão, além de Raiva, os longas de ficção Pedro e Inês de António Ferreira (coprodução com Portugal e França) e Estive em Lisboa e lembrei de você de José Barahona (coprodução com Portugal); e o documentário Alma Clandestina de José Barahona, entre muitos outros.   
No momento, a Refinaria tem em pós-produção o documentário Nheengatu, filmado no Alto Rio Negro, e em desenvolvimento, a ficção Náufragos, com roteiro de José Eduardo Agualusa, e o novo documentário de Sérgio Tréfaut, Triste Brasil.  

'O ÚLTIMO TRAGO' estreia dia 07 de março

LONGA CEARENSE “O ÚLTIMO TRAGO” ESTREIA DIA 7 DE MARÇO

Produzido pela Alumbramento Filmes, com co-produção da Bananeira Filmes, filme é dirigido por Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti

Sinopse 


Uma mulher resgatada à beira da estrada incorpora o espírito de uma guerreira indígena desencadeando uma série de eventos que atravessam os tempos e os espaços. Do sertãonordestino ao litoral, séculos de lutas de dominação e resistência. 
 

FICHA TÉCNICA

   
Elenco: Rodrigo Fischer, Samya de Lavor, Vitor Colares Romulo Braga, Elisa Porto,  Stephane Brodt, Daniel Medina, Nataly Rocha, Mariana Nunes; Demick Lopes ; Fernando Piancó;  Ana Luiza Rios, Iara Lilu , Larissa Siqueira e Uirá dos Reis    
Roteiro: Francis Vogner dos Reis, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti     
Direção: Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti    
Casting: Marcelo Grabowsky    
1o assistente de direção: Daniel Lentini    
Produção executiva: Caroline Louise   
Coprodutora: Vania Catani   
Direção de produção: Ticiana Augusto Lima    
Produção de set:  Julia de Simone   
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo    
Som: Nicolas Hallet  

Direção de arte: Lia Damasceno e Thais de Campos   
Cenotécnico: Daniel Muskito    
Figurino: Themis Memória    
Maquiagem e caracterização: Guilherme Funari    
Montagem: Clarissa Campolina   
Edição de som e Mixagem: Pablo Lamar    
Colorista: Antoine d'Artemare   
Produtor de finalização: Caroline Louise, Luiz Pretti e Ricardo Pretti   
Projeto Gráfico: Fernanda Porto e Filipe Acácio.  

Gênero: Suspense-Faroeste 
Duração: 93 min  
Ano: 2016  
Classificação: a definir 

 

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Alumbramento - https://www.facebook.com/alumbramento/ 

Lume Filmes - https://www.facebook.com/lumefilmesoficial/  

SOBRE OS DIRETORES 


O ÚLTIMO TRAGO é o quinto longa-metragem dirigido e escrito de forma coletiva por Luiz e Ricardo Pretti e Pedro Diógenes. Antes, eles dirigiram juntos COM OS PUNHOS CERRADOS e, em parceria com Guto Parente, os filmes ESTRADA PARA YTHACA, OS MONSTROS e NO LUGAR ERRADO. Esses filmes foram todos exibidos e premiados em importantes festivais no Brasil e no exterior com destaque especial para o prêmio de melhor filme (júri oficial e júri da crítica) no Festival de Tiradentes e um prêmio especial do júri na competição internacional do BAFICI. (Argentina). Individualmente já dirigiram curtas e longas que foram exibidos em importantes festivais como Veneza (Orizzonti), duas vezes em Rotterdam (Spectrum), duas vezes em Oberhausen, Roma (Cinema XXI), Locarno (Corti d'autore) e Viennale (Propositions), entre muitos outros. Seu mais recente longa, COM OS PUNHOS CERRADOS, que teve sua estreia no Festival de Locarno em 2014, foi premiado no festival de Santa Maria da Feira (Portugal), Transcinema (Peru), Festival Del Cine B (Chile) e Cine Under (Recife). 

EstreiaSinny AssessoriaLume Filmes
‘LEMBRO MAIS DOS CORVOS’, estreia dia 21 de Fevereiro

‘LEMBRO MAIS DOS CORVOS’ DE GUSTAVO VINAGRE COM JULIA KATHARINE ESTREIA DIA 21 DE FEVEREIRO

O longa será exibido junto com o curta “Tea For Two”, de Julia Katharine, primeiro filme dirigido por uma pessoa trans a ser lançado no circuito comercial. 

Sinopse “LEMBRO MAIS DOS CORVOS”:  
Júlia conta histórias para atravessar uma noite de insônia.   

Lista de festivais e prêmios  
. Prêmio Joris Ivens Melhor Filme - 40th Cinéma du Reel    
. Prêmio do júri jovem de Melhor Filme - 40th Cinéma du Reel   
. Prêmio Helena Ignez para destaque feminino - 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes - Mostra Aurora Competitiva  
. Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa - 15º IndieLisboa   
. Prémio Especial do Júri canais TVCine & Series - 15º IndieLisboa   
. Art of the Real  Linconl Center NY - 2018  
. 29º FIDMarseille  
. Open City Documentary Festival in London, 2018  
. Viennale 2018  
. FilmFest Hamburg 2018  
. 25º Festival Mix Brasil  
. 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro  
. Brussels Pink Screens Film Festival 2018  
. International Human Rights Documentary Film Festival Inconvenient Films - Lithuanian 2018  

FICHA TÉCNICA  
Atriz: Julia Katharine  
direção: Gustavo Vinagre  
Roteiro: Gustavo Vinagre e Julia Katharine  
Produção Executiva: Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre  
Produção: Rodrigo Carneiro  
Ano: 2018  
Duração: 82 min.  
Classificação: 14 anos  

SOBRE O DIRETOR  

Gustavo Vinagre graduou-se em Letras pela USP. É formado em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, Cuba. Dirigiu os filmes: Dykeland (2009), parte do longa Fucking Differente - 60º Festival Internacional de Berlim - , Filme para Poeta Cego (2012), - 42º Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, La Llamada (2014), - prêmio de melhor curta-metragem nacional pelo júri da crítica no 42º Festival de Cinema de Gramado- , Nova Dubai (2014), - 44ºFestival Internacional de Cinema de Rotterdam - , Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos (2016), - 49º Festival de Brasília - e Filme Catástrofe (2017) - 28º Festival Internacional de Curtas de São Paulo.  

SOBRE A PRODUTORA  

A Carneiro Verde filmes é uma produtora fundada em 2014 pelos amigos e sócios Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre. Além de ter produzido três curtas-metragens, “Microsieverts”, “Marília” e “Copyleft”, em 2018 a produtora lançou seu primeiro longa-metragem “Lembro mais dos corvos”, que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Cinéma du Réel e no Indie Lisboa e tem sido exibido em importantes festivais. Em 2019 a produtora está lançando seu segundo longa “A rosa azul de Novalis”, já selecionado para a Mostra de Tiradentes, Berlinale e Cinéma du Réel.  

SOBRE A SESSÃO VITRINE PETROBRAS  

Cada filme da SESSÃO VITRINE PETROBRAS terá pelo menos uma sessão diária com horário fixo, nos mesmos cinemas de mais de 20 cidades. Os filmes ficarão em cartaz por no mínimo duas semanas em cada cidade. A intenção é que uma programação mensal e um horário fixo tornem-se um referencial e criem um público cativo.  

A SESSÃO VITRINE PETROBRAS acontece nas seguintes cidades: Rio Branco (Cine Teatro Recreio), Maceió (Cine Arte Pajuçara), Fortaleza (Cinema do Dragão), Brasília (Cine Brasília e Espaço Itaú de Cinema Brasília), Vitória (Sesc Gloria), Goiânia (Cine Cultura Goiânia e Lumiere Bouganville 5), São Luís (Cine Lume), João Pessoa (Cine Bangue), Recife (Cine São Luíz, FUNDAJ Cinema do Museu), Teresina (Cine Teresina), Curitiba (Cineplex Batel e Cinemateca de Curitiba), Niterói (Cine Arte UFF), Rio de Janeiro (Espaço Itaú de Cinema Botafogo e Estação Net Rio), Manaus (Casarão de Ideias), Aracaju (Cine Vitória), São Paulo (Espaço Itaú de Cinema Augusta, Cinesystem Morumbi Town e CineArte), Palmas (Cine Cultura Palmas), Porto Alegre (Cine Bancários), Salvador (Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha), Belo Horizonte (Cine Belas Artes, Cine 104), Santos (Cinespaço Miramar), Belém (Cine Líbero Luxardo) entre outras.  

‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro foi selecionado para o Festival de Berlim 2019
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‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE BERLIM, ESTREIA NACIONALMENTE NA 22ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

Documentário de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro será exibido na Mostra Fórum do festival alemão e em Tiradentes, dia 25 de janeiro

Depois de ser exibido no Festival de Brasília de 2018, na seção work in progress, e selecionado para a Mostra Fórum do Festival de Berlin 2019 ‘A Rosa Azul de Novalis’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro, estreia nacionalmente na Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontece de 18 a 26 de janeiro, em Tiradentes (MG).   
 

Com produção da Carneiro Verde Filmes e distribuição da Sessão Vitrine, o longa apresenta Marcelo (Marcelo Diorio), um homem que vive relembrando o passado, inclusive de outras encarnações. Numa delas, ela foi o poeta alemão Novalis, que perseguia uma rosa azul. 


A partir de Marcelo, seus dilemas e suas buscas, os diretores pretendem chamar atenção para o ânus, tornando esse buraco, considerado obscuro, o ponto de partida para a compreensão do personagem. “Colocar o cu em evidência nos parece essencial, uma vez que em 8 países o sexo anal pode levar à pena de morte e em mais de 80 países à prisão perpétua. Sem embargo, o cu é um centro produtor de excitação e prazer, é uma fábrica de reelaboração do corpo e de suas perspectivas, pois ele não está destinado a reprodução humana, colocando o sistema tradicional da representação sexo/gênero abaixo. O cu é democrático, todos podem acessá-lo, afinal, cada um tem o seu”, explicam os diretores.  

A proposta dos realizadores foi fazer um filme com um personagem e não sobre um personagem, abordando todos os aspectos deste, não apenas o seu lado “bonito”. Vinagre e Carneiro comentam o processo criativo: “Nosso trabalho parte sempre de uma realidade, para recriá-la, transformá-la em algo que de alguma forma possa colocar o espectador em xeque sobre algumas questões geralmente consideradas tabu, e ao mesmo tempo muitas coisas são também colocadas em xeque para o personagem que atua como si mesmo, e para nós, que dirigimos. Há sempre uma jornada de autoconhecimento. Não à toa, todos os nossos filmes tematizam traumas, e são extremamente falados, como numa sessão de psicanálise. ‘A Rosa Azul de Novalis’ não foge disso”.   
 

Serviço - Exibição na Mostra de Cinema de Tiradentes 
25/1 (sexta-feira), às 20h, Cine-Tenda  

Sinopse: 
Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos, possui uma memória inigualável. Revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue?  

Festivais e Prêmios: 
. 22º Mostra de Cinema de Tiradentes - Mostra Aurora  
. 69º Berlinale - Berlin International Film Festival - Forum  
. 41º Cinéma du Réel - International Competition  

Fica técnica  
. Direção: Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro  
. Elenco: Marcelo Diorio, Majeca Angelucci, Marcos Hermanson Pomar, Thais de Almeida Prado, Estela Lapponi, Beatriz Pomar, Rafael Rudolf e Christian Sedemaka  
. Roteiro: Gustavo Vinagre e Marcelo Diorio  
. Produção: Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre  
. Produção de set: Edson Costa  
. Assistente de Direção: Beatriz Pomar  
. Fotografia: Bruno Risas  
. Assistente de Fotografia: Wilssa Esser  
. Som Direto: Ruben Valdés  
. Microfonista: Rodney Blanco  
. Música: Dominico Scarlatti - Fandango   
. Direção de Arte: Gabriel Pessoto  
. Figurino: João Marcos de Almeida  
. Maquiagem: Alma Negrot  
. Edição: Rodrigo Carneiro  
. Efeitos: Paulo Bueno e João Marcos de Almeida  
. Correção de Cor: Natalia Nora Martínez  
. Preparação de elenco: Gilda Nomacce  
. Arte do cartaz: Gabriel Pessoto  
. Design do cartaz: João Marcos de Almeida  
. Tradução para o inglês: Adriana Davanzzo  

Biografia dos diretores:  
Gustavo Vinagre graduou-se em Letras pela USP. É formado em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, Cuba. Dirigiu os filmes: Dykeland (2009), parte do longa Fucking Differente, Filme para Poeta Cego (2012), La Llamada (2014), Nova Dubai (2014), Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos (2016) e Filme Catástrofe (2017) - 28º Festival Internacional de Curtas de São Paulo.  

Rodrigo Carneiro é licenciado em história pela Universidade Federal de Ouro Preto. Se formou em montagem no curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba - EICTV. Foi pesquisador convidado do departamento de cinema da Faculty of Fine Arts da Universidade de Concordia - Montreal. Escreveu e dirigiu os curtas Marília, Microsieverts e Copyleft e o longa “A rosa azul de Novalis”, co-dirigido com Gustavo Vinagre. Editou diversos curtas, médias e longas metragens. Rodrigo é professor de montagem e trabalha como produtor executivo no Prodav das Tvs Públicas Ancine/FSA/EBC.  

 
Exposição “50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual”, com cerca de 90 obras, chega ao CCBB Brasília em 5 de fevereiro

Exposição “50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual”, com cerca de 90 obras, chega ao CCBB Brasília em 5 de fevereiro

A mostra reúne 30 artistas contemporâneos, como John DeAndrea, Ben Johnson, Craig Wylie, Javier Banegas, Ralph Goings, Raphaella Spence, Simon Hennessey e os brasileiros Fábio Magalhães, Giovanni Caramello, Hildebrando de Castro, Rafael Carneiro e Regina Silveira  

Além da exposição, a programação inclui um debate com a curadora e artistas participantes da mostra no dia 5 de fevereiro 

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De 5 de fevereiro a 28 de abril, o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília recebe a exposição “50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual”. Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra apresenta cerca de 90 obras das últimas cinco décadas, entre pinturas, esculturas, vídeos e instalações interativas, de 30 artistas internacionais e brasileiros, e faz um recorte inédito da realidade na arte. A mostra em itinerância foi visitada no CCBB de São Paulo por mais de 172.000 pessoas.  

O ineditismo da proposta é destacado pela curadora. Segundo ela, “o fenômeno da representação da realidade nunca foi tratado a partir do fotorrealismo, sendo este aprimorado através do hiper-realismo, seguido da perspectiva de expansão futura através da realidade virtual”. Tereza de Arruda ainda destaca a relação de identidade entre imagem e realidade, assim como a de verdade e realidade. “Justamente por essa aproximação, surge um certo estranhamento e desconforto no momento em que nos perguntamos o que é a realidade e qual sua importância na representação artística”, acrescenta.  

DO FOTORREALISMO À REALIDADE VIRTUAL  

A exposição “50 anos de realismo” resgata a pioneira geração de pintores do foto e hiper-realismo, incluindo nomes que participaram, em 1972, da “Documenta” de Kassel, como o inglês John Salt e o norte-americano Ralph Goings.  

Pintores dedicados às linhas contemporâneas do hiper-realismo têm um espaço especial dedicado a eles. As paisagens - tanto urbanas, como de natureza - de Ben Johnson, Raphaella Spence e Hildebrando de Castro dividem espaço com os retratos de Craig Wylie e Simon Hennessey e com a natureza-morta de Javier Banegas. Já mesclas destas representações podem ser encontradas na obra de Fábio Magalhães.  

A escultura hiper-realista também tem um espaço dedicado a ela, com obras tridimensionais de escultores de diversas gerações, como Giovani Caramello, John De Andrea e Peter Land. Finalizando, projeções espaciais e virtuais trazem o futuro para a exposição, com obras de realidade virtual de Akihiko Taniguchi, Bianca Kennedy, Fiona Valentine Thomann e Regina Silveira.  

Além das obras expostas, a mostra contará ainda com um debate sobre realismo na contemporaneidade, em 05 de fevereiro às 19h30. O bate-papo, com entrada gratuita, será mediado pela curadora da exposição, Tereza de Arruda, e contará com a participação de Maggie Bollaert, especialista em arte hiper-realista e consultora do evento, e dos artistas Hildebrando de Castro e Andreas Nicholas-Fischer.  

UMA DESCOBERTA EM ETAPAS  

A mostra será dividida em etapas, com os espaços demarcados pela temporalidade das obras. A primeira etapa traz a primeira geração de pintores do fotorrealismo e do hiper-realismo. É onde o público pode encontrar obras de artistas que estiveram na exposição “Documenta”, de Kassel, em 1972: um marco na exposição desta tendência para o mundo.  

Entre eles, está o inglês John Salt, que retrata em suas pinturas paisagens suburbanas ou parcialmente rurais do país, como carros e trailers abandonados, contrastando com a natureza imaculada e meticulosa da execução da obra. Outro nome é o do norte-americano Ralph Goings, cujas obras a óleo e aquarelas frequentemente representam o estilo de vida da classe operária americana, incluindo pinturas de caminhonetes, restaurantes populares e naturezas-mortas de produtos do cotidiano. 

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Paisagens são tema de obras de Ben Johnson e Hildebrando de Castro

Na segunda etapa da exposição estão os artistas que se dedicam às linhas contemporâneas do hiper-realismo. Em um primeiro momento, será possível apreciar retratos, em que se destaca o trabalho do zimbabuano Craig Wylie, conhecido pela surpreendente profundidade psicológica de suas pinturas, e o inglês Simon Hennessey, que apresenta em suas obras detalhes do rosto humano.   

Nesta etapa ainda será possível conferir trabalhos sobre paisagens da natureza e paisagens urbanas. Entre outras, as obras são assinadas pelo britânico Ben Johnson, que há mais de 40 anos desenvolve pinturas em grandes dimensões baseadas em espaços arquitetônicos e urbanos, desprovidas da presença humana, e por Raphaella Spence, também do Reino Unido, que cria pinturas hiper-realistas de paisagens em grandes dimensões, usando tinta a óleo. Há também a participação do pernambucano Hildebrando de Castro, que desde 2010, se dedica a representações geométricas inspiradas em fachadas de prédios modernistas.  

Avançando na exposição, Na categoria natureza-morta é possível conhecer as cores brilhantes e close-ups do espanhol Javier Banegas, que, geralmente, reproduz objetos alterados pela presença do homem, tais como aparas de lápis e potes de tinta.  

Nesta etapa será possível encontrar também a obra do baiano Fábio Magalhães, que mescla retrato, natureza-morta e paisagem. Sua representação do corpo humano transmite desconforto, transbordando, sem pudor, os limites entre fotografia e pintura.  

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Escultura de John DeAndrea e pintura do baiano Fábio Magalhães

Um espaço da exposição será destinado a obras tridimensionais de escultores de diferentes gerações do hiper-realismo. A proximidade do público com as obras traz um desconforto ao confrontar o ser e o aparentar. Esta etapa traz três artistas: o paulista Giovani Caramello, único escultor hiper-realista brasileiro, que aborda temas como tempo e efemeridade e estimula a reflexão sobre a impermanência com suas obras; o norte-americano John DeAndrea, pioneiro na criação e figuras humanas hiper-realistas, e o dinamarquês Peter Land, que usa o humor para explorar padrões humanos de comportamento.  

Na última etapa, chega-se às novas tecnologias com obras de realidade virtual, expostas em monitores, projeções espaciais ou com o auxílio de óculos de realidade virtual. Entre os artistas está o japonês Akihiko Taniguchi e seus modelos em 3D que reproduzem espaços do cotidiano e onde ele se expõe como protagonista.  

Ainda nesta etapa estão obras da alemã Bianca Kennedy e sua obra, literalmente, imersiva, e da francesa Fiona Valentine Thomann, na série TRACKER, onde modelos de 3D em realidade aumentada permitem diferentes dimensões e visões. A brasileira Regina Silveira completa a etapa com um vídeo de animação digital. Desde os anos 1970, Silveira utiliza mídias distintas em uma mesma obra, sendo pioneira na mescla de vídeo, fotografia, colagem, xerox e postais.  

SOBRE A CURADORA   

Nascida em São Paulo, em 1965, Tereza de Arruda é uma historiadora de arte e curadora independente que trabalha junto a instituições, museus e bienais. Estudou história da arte na Freie Universität Berlin, onde mora desde 1989. Entre as exposições com sua curadoria estão: 2018 Ilya und Emilia Kabakov, Two Times, Kunsthalle Rostock; José De Quadros, A Beleza do Inusitado, Sesc Santo André; 2017 Sigmar Polke, Die Editionen, me collectors room Berlin; Chiharu Shiota, Under the Skin, Kunsthalle Rostock; 2016 In your heart | In your city, Køs Denmark; Clemens Krauss, Little Emperors, MOCA – Museu de Arte Contemporânea de Chengdu; Kuba Libre, Kunsthalle Rostock; 2015 Bill Viola, Three Women, Bienal Internacional de Curitiba; InterAktionen Brasilien in Sacrow, Schloss Sacrow / Potsdam; 2014 ChinaArte Brasil, Oca Museu da Cidade, São Paulo; Wang Qingsong: Follow me!, Køs Museum for Kunst, Copenhague; 2013 Bienal de Curitiba; 2012/2011 Índia lado a lado, CCBB Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília; 2010 Se não neste período de tempo – Arte Contemporânea Alemã 1989-2010, Masp – Museu de Arte de São Paulo. Cocuradora e assessora da Bienal de Havana desde 1997. Cocuradora da Bienal Internacional de Curitiba desde 2009.  

“50 ANOS DE REALISMO – DO FOTORREALISMO À REALIDADE VIRTUAL”  
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília  
Endereço: SCES, Trecho 02, lote 22  
Período da exposição: 4 de fevereiro a 28 de abril de 2019 – Entrada gratuita  
Horário: terça a domingo, das 9h às 21h  
Telefone: (61) 3108-7600  
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência  
Clientes do Banco do Brasil têm 10% de desconto com Cartão Ourocard na cafeteria, restaurante e loja  

MostraSinny Assessoria
'NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO' de Camila José Donoso, selecionado para o Festival de Rotterdam
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DIRIGIDO POR CAMILA JOSÉ DONOSO “NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO” SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE ROTTERDAM

Coprodução entre Brasil e Chile, da mesma produtora de “Benzinho” e “Pendular”, está na mostra principal do Festival, a Tiger

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO de Camila José Donoso, acaba de ser selecionado para o Festival de Rotterdam, que acontece entre os dias 23 de janeiro e 3 de fevereiro, onde será exibido na Mostra Competitiva principal, a Mostra “Tiger”. A ideia para o filme surge através do relacionamento íntimo que a diretora tem com Josefina Ramirez, uma mulher extraordinária que, entre outras coisas, é avó de Camila. Nona surge do desejo da diretora de falar não somente sobre sua avó, mas sobre toda uma geração cuja vida foi marcada por inúmeras lutas que ocorreram no Chile, um país preso entre a cordilheira e o oceano.   

O roteiro de NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO baseia-se em eventos reais, imaginários, recriados, provenientes da vida de Josefina, que compõem um quadro heterogêneo e intrigante. Em seu primeiro filme, “Naomi Campbel”, a diretora fez um retrato documental de uma mulher transexual e a ficção ocorreu discretamente. Em NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, a ficção supera o mundo real, embora cada elemento seja derivado da vida de Josefina. “Eu queria que o personagem de Nona tivesse profundidade. Eu queria que o espectador descobrisse Nona como eu a conhecia; uma avó, uma dona de casa extrovertida que ocasionalmente mentia, uma mulher volúvel, e tudo aquilo que estava longe da femme fatale piromaníaca que mais tarde descobri. Eu queria que o espectador pudesse viver na intimidade de Nona, sem julgamento: pois a beleza de Nona também reside na complexidade, na ambivalência de seu caráter.”, explica a diretora.  

O filme conta com a atuação de não profissionais, como a própria avó da diretora interpretando a nona, Josefina Ramirez, as atrizes Gigi Reyes, Paula Dinamarca e Nancy Gómez e o ator brasileiro Eduardo Moscovis, que interpreta Pedro.   

O filme acompanha Nona, uma senhora dona de casa atípica, de 66 anos, que vive em autoexílio em uma cidade costeira no sul do Chile. Muito próximo a ela, em uma misteriosa floresta, ocorrem incêndios estranhos que são atribuídos ao diabo. Um dia, quando vento e o oceano parecem possuídos, toda a região testemunha um grande incêndio florestal que parece estar fora de controle. Dessa forma, NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO faz um paralelo entre a vida da personagem que parece calma e organizada, com a situação do Chile que parece calmo e próspero. No entanto, a vida de Nona tem as marcas de um passado violento, do qual ela não pode se desfazer e da mesma forma que acontece com o Chile hoje.  

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO é a estreia da diretora na ficção e é produzido por Rocío Romero, do Chile (Mimbre Producciones), Alexa Rivero da França (Altamar Films) , e pela brasileira Tatiana Leite, produtora do sucesso Benzinho, de Gustavo Pizzi e coprodutora de Pendular de Julia Murat. No Brasil a distribuição do longa será da Vitrine Filmes.  

Sinopse  

Depois de um ato de vingança contra seu ex-amante, Nona, de 66 anos, foge para sua casa de verão em Pichilemu, uma cidade costeira no Chile. Lá ela vive uma vida prosaica em aparente satisfação, até que uma série de incêndios florestais motiva a partida de muitos de seus vizinhos. As antigas ruas sombreadas são imbuídas de medo. A investigação policial não dá em nada e os poucos moradores remanescentes ficam cada vez mais especulativos sobre a possível causa. Surpreendentemente, a pequena casa de Nona não está danificada. Enquanto mais e mais casas pegam fogo, esse intrigante protagonista exibe os diferentes lados de sua personalidade: Nona, a avó, Nona, a amiga, Nona, a anarquista, Nona, a contadora de histórias, brincalhona, mentirosa - e Nona, a incendiária.  

Ficha Técnica  
NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO (Nona.Si me mojan yo los quemo)  
Direção e Roteiro:  Camila José Donoso  
Empresas produtoras: Mimbre Producciones, Bubbles Project, Altamar Films   
Produtoras: Rocío Romero, Tatiana Leite, Alexa Rivero   
Fotografia: Matías Ilanes   
Edição: Karen Akerman   
Direção de Arte: Nicolás Oyarce  
Direção de Som: Sebastián Arjona, Emilio Torres  
Gênero: Documentário/Ficção   
Países: Chile, Brasil e França   
Idioma: Espanhol   
Ano: 2018   
Duração: 86 min  
Elenco: Josefina Ramirez, Gigi Reyes, Paula Dinamarca, Eduardo Moscovis, Nancy Gómez   

SOBRE A DIRETORA 

Camila José Donoso nasceu no Chile em 1988. Estudou cinema e dirigiu curtas e performances em vídeo. Como diretora e roteirista, fez Naomi Campbel (FICValdivia e CPH: DOX, 2013) e Casa Roshell (Berlinale, 2017), ambos exibidos e premiados em festivais de cinema. Em 2016, fundou e criou a Transfrontera, um encontro entre o Chile, o Peru e a Bolívia, centrado no cinema e na política, com a presença de pessoas como Ignacio Agüero, entre outros. Em breve, lançará seu terceiro filme: "Nona: se me molham, eu os queimo."  

SOBRE A BUBBLES PROJECT 

Bubbles Project é uma produtora independente sediada no Rio de Janeiro, criada por Tatiana Leite em 2012, que concebe, produz e coproduz filmes, mostras, e festivais e cinema. 


Produziu o longa-metragem "Benzinho" (Loveling) de Gustavo Pizzi, em coprodução com a Mutante Cine (Uruguai) – Sundance 2018, Festival de Rotterdam 2018, Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Santa Maria da Feira 2018, Melhor Filme e Melhor Filme Pela Crítica (FIPRESCI) no Festival de Málaga 2018, Melhor Filme pela Crítica, Melhor Filme pelo Juri Popular, Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado 2018, e já foi vendido para 22 territórios. 


A Bubbles coproduziu com a Esquina Filmes, o longa metragem "Pendular", de Julia Murat (em coprodução com a França e Argentina), ganhador do prêmio FIPRESCI da mostra Panorama no Festival de Berlim 2017. 


Coproduziu com Argentina, Alemanha e Noruega, o filme "Família Submersa", de Maria Alché, que fez sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Locarno 2018. Também foi exibido no Festival de San Sebastian 2018, onde ganhou o prêmio de Melhor Filme na mostra Horizontes Latinos. Durante seu desenvolvimento, foi contemplado pelos fundos internacionais Sorfond e Vision Sud Est.  


Junto com o Chile e a França, a Bubbles está coproduzindo o filme "Nona", de Camila Jose Donoso, que fará sua estreia mundial na Tiger Competition do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, após ter sido exibido no Festival Internacional de Cinema de Jeonju, Coréia do Sul, como um work in progress. Com a Mira Filmes e a Nordic Factory (Dinamarca), a Bubbles Project está coproduzindo o filme "Cora" de Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani, em pós-produção. 


Também coproduziu o filme, "Aspirantes" (Hopefuls) de Ives Rosenfeld, que venceu a Carte Blanche no Festival de Locarno 2014 e recebeu os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival do Rio 2015, Melhor filme pela crítica na Mostra de São Paulo 2015, Prêmio especial para conjunto do elenco no festival Janela de Recife 2015, Melhor filme no Festival de Santa Maria da Feria em Portugal 2015, melhor roteiro e montagem no Festival de Filmes de Fronteiras, e foi exibido em competição nos Festivais de Karlovy Vary, Toulouse, Biarritz, Havana, Chicago, N.Y, Montreal, Adelaide, Kerala, entre outros. 


É produtora associada do filme "Órfãos do Eldorado" de Guilherme Coelho, que abriu a mostra de cinema de Tiradentes de 2015, e foi exibido nos Festivais do Rio, Mostra SP, Varsóvia, Chicago, entre outros. 


A Bubbles também está desenvolvendo os longas-metragens "Outros Tempos" de Christiane Jatahy (selecionado para o workshop PUENTES do EAVE, durante o Festival de Locarno 2013), "Neuros" de Guilherme Coelho (Selecionado para o Paris Coproduction Village), Regra 34 de Julia Murat (Berlinale Coproduction Market 2019), além dos primeiros longas-metragens "A Herança" de João Cândido Zacharias (Udine Film Festival – Far East Film), "Porco Espinho" de Eva Randolph, e "Malu" de Pedro Freire.  

SOBRE A MIMBRE PRODUCCIONES  

A produtora chilena Mimbre Producciones foi co-fundada por Rocío Romero e Daniela Camino em 2013, com o objetivo de fazer filmes que tenham uma perspectiva sensível e autoral. Ao desenvolver seus projetos de documentário e ficção, a Mimbre estabelece métodos criativos e estratégicos de produção, finanças e distribuição para filmes em diferentes estágios de produção.  


Dentre seus trabalhos mais recentes, podemos citar “Señora Gloria”, 2017, documentário dirigido por Víctor Fajnzylber; “Las Plantas”, 2015, de Roberto Doveris (FicValdivia 2015, Berlinale 2016); “If you listen carefully”, de Nícolas Gúzman, 2015, (seleção official FIDOCS and DOCS Buenos Aires); e Naomi Campbell, 2013, de Nicolás Videlas e Camila José Donoso (FicValdivia, LiberCine, Cinema Tropical).  


Os projetos “Alcones”, de Daniela Camino e César Borie, „130 children“, de Ainara Aparici, e “The Journey of Mona Lisa”, de Nicole Costa, estão em pós produção, enquanto os projetos “The Sequel” de Roberto Doveris e “Albertina” de César Borie estão em desenvolvimento.   
A Mimbre Producciones também está envolvida no projeto “Escola Transfrontera”, idealizado por Camila Jose Donoso, que ensina cinema no Chile, Perú e Bolívia.   

SOBRE A VITRINE FILMES  

Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 130 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro, além de "O Filme da Minha Vida", terceiro longa do diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano de 2017.  

Em 2018, alguns dos mais importantes lançamentos da Vitrine foram "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional, "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles,  e o uruguaio  “Uma Noite de 12 Anos”.  

Neste ano,  a Vitrine Filmes fará sessões especiais em cinemas brasileiros de "Roma", dirigido por Alfonso Cuarón e vencedor de dois Globos de Ouro. Entre os lançamentos do ano estão “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro e com Dira Paes no elenco, “Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga, Karine Teles e Udo Kier e "Pedro" novo longa da diretora Laís Bodanzky, protagonizado por Cauã Reymond.  
Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine Petrobras, que durante o ano todo irá lançar 10 longas nacionais e exibir diversos curtas em mais de 25 cidades do Brasil, ao preço máximo de R$ 12,00. 

 
'AS INESES’, estreia dia 14 de Fevereiro

FILME ARGENTINO 'AS INESES' ESTREIA DIA 14 DE FEVEREIRO 

Dirigido por Pablo José Meza filme conta a incrível história dos vizinhos García e suas filhas 

Sinopse   

AS INESES conta a história de Carmen e Rosa. As amigas e vizinhas, que por coincidência tem o mesmo sobrenome, ficam grávidas e tem suas bebês no mesmo dia. Porém, para surpresa de ambas ao receber suas bebês, percebem que suas filhas parecem terem sido trocadas por engano após o parto. O casal loiro recebe a bebê morena e o casal moreno, a bebê loira. A confusão se instaura e as mães decidem colocar o mesmo nome para as duas garotas: Ines Garcia.     

AS INESES    
(Argentina / Brasil, 2016)    

Direção: Pablo José Meza.     
Roteiro: Pablo Mezza e Victoria Mammolitti.     
Elenco: Luciano Cáceres, Brenda Gandini, María Leal, Valentina Bassi, André Ramiro, Rafael Sig, Fiona Pereira, Brisa Medina.     
Produção: Natacha Rébora, Pablo José Meza, Cláudio Fagundes, Pena Cabreira.     
Produtora:  Cinematres (Argentina) e Cubo Filmes (Brasil)     
Distribuição: Okna Produções    
Duração: 74 min    
País: Brasil e Argentina    

Sobre a Cubo Filmes    

Criada por Pena Cabreira e Cláudio Fagundes, a Cubo Filmes trabalha em quatro frentes distintas:   

# Núcleo Cloud - Os sonhos ganharam cenários infinitos e novas necessidades se criaram. O conceito multimídia é definitivo e novos espaços de difusão exigem novos formatos de comunicação; e é aí que se dá a inovação da linguagem, com mais tempo, mais informação, mais subjetividade, mais arte, mais sedução... Conteúdo e forma se renovam e se realimentam, o que exige experimentação e ousadia com olhar profissional, pois está em questão a voz contemporânea de marcas dispostas a competir em um mercado novo, sem perder a relação com sua clientela clássica. A Cubo Filmes, através de seu braço (e alma) Cloud, está preparada para ampliar e enriquecer este mercado desafiador com sua vasta experiência em todas as áreas audiovisuais: publicidade, marketing político, documentário, ficção, programas de TV e todas as possibilidades narrativas que as novas mídias proporcionam.   

# Núcleo Publicitário - TV, audiovisuais e 3D.   

# Núcleo Conteúdo - Filmes de longa e curta-metragem documental e de ficção juntamente com a Cubo Pós. Possui parceria com a Produtora Argentina Cinematres, fundada por Pablo José Meza e Natacha Rébora em 2002.    
Filmografia: Buenos Aires 100 km (2004), La Vieja de Atrás (2010) Alguns Dias Sin Musica (2013) Abismo Horizontal (em finalização)   

# Núcleo Campanha Política - Vencedora do Reed Awards (Campaigns & Elections - Reed Latino 2013), premiação que reconhece as melhores campanhas políticas das Américas com a Campanha do então eleito José Fortunati, prefeito de Porto Alegre.    
Com profissionais experientes e talentos da nova geração, a produtora sempre busca resultados diferenciados e criativos. Possui estrutura para grandes produções e promove cursos de roteiros, montagem e finalização. Em parceria com designers, artistas plásticos e escritores, exercita e amplia a linguagem cinematográfica.  

 

Sobre a Okna   

A OKNA Produções foi criada em 2006 como um bureau de produção especializado no desenvolvimento de produtos audiovisuais para todas as plataformas de mídia.

A empresa abre seu escopo de serviços ao se dedicar à distribuição de filmes brasileiros e estrangeiros, com destaque para o mercado latino-americano. Entre os títulos distribuídos constam “A Última Estrada da Praia”, de Fabiano de Souza, “Walachai” com direção de Rejane Zilles; e o documentário “Argus Montenegro e a Instabilidade do Tempo Forte”, dirigido por Pedro Isaias Lucas. Em 2017 lançou nos cinemas do Brasil o longa OS GOLFINHOS VÃO PARA O LESTE, longa-metragem uruguaio de estreia na direção de Gonzalo Delgado e Verónica Perrotta. O filme foi premiado no Festival de Cinema de Gramado, em 2016, com o Kikito de Melhor Atriz Filme Estrangeiro.

A Okna trabalhou na produção de lançamento do primeiro longa do premiado diretor Gustavo Spolidoro, “Ainda Orangotangos” (2007), que participou de mais de 20 festivais, recebendo os prêmios de Melhor Filme no Festival de Milão (Itália) e Melhor Ator no festival de Lima (Peru). Em 2014, seguindo esta trajetória na distribuição, a OKNA participou do lançamento do filme “Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa”, de Gustavo Galvão.    A empresa participou na divulgação e agendamento em salas de cinema dos filmes argentinos O Último Bandonéon, de Alejandro Saderman; O Fundo do Mar, de Damián Szifron; Buenos Aires 100km, de Pablo Meza; Herencia, de Paula Hernandez; Conversando com Mamãe, de Santiago Carlos Oves e Ilusão de Movimento, de Héctor Molina.

 
Filmagens no Brasil de 'O TRAIDOR', longa de Marco Bellocchio
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ENCERRAM AS FILMAGENS NO BRASIL DE O TRAIDOR, FILME DE MARCO BELLOCCHIO 

O longa-metragem é uma coprodução Itália, Brasil, Alemanha e França e conta com Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido no elenco 


Encerram as filmagens de O Traidor, longa-metragem filmado 8 semanas na Itália, 2 na Alemanha e 2 Brasil; e conta com paisagens da cidade do Rio de Janeiro em seu roteiro. Dirigido por Marco Bellocchio, é uma coprodução Itália-Brasil-Alemanha-França Brasil, uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). O filme é uma biografia de Tommaso Buscetta, o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante no caso “Cosa Nostra” em um ato de traição heroica, e é estrelado por Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido. A distribuição no Brasil será feita pela Fenix Filmes e Pandora Filmes. 


Com roteiro de Marco Bellocchio, Bibbiana Santella, Ludovica Rampoldi e Francesco Piccolo, a intrigante história italiana mostra a perseguição de Buschetta pela família Corleonni, seu exilio no Rio de Janeiro e o emocionante julgamento (Maxiprocesso) onde pela primeira vez foi revelado publicamente o funcionamento interno da “Cosa Nostra”. O filme será majoritariamente falado em italiano e com algumas cenas em português. 


Marco Bellocchio é diretor de cinema, roteirista e ator italiano Uma das personalidades italianas mais importantes, no meio intelectual e cultural, ganhou em 1991 o Urso de Prata - Prêmio Especial do Júri no 41º Festival Internacional de Cinema de Berlim por seu filme “The Conviction”. Em 2011, Bellocchio foi premiado com o Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza por sua carreira cinematográfica. Em 2006, seu filme “The Wedding Director” foi exibido na seção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes. Em 2009, dirigiu “Vincere”, que esteve na principal competição do Festival de Cinema de Cannes. Seu filme de 2012 “Dormant Beauty” foi selecionado para competir pelo Leão de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O longa é produzido por Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg.  

Sinopse   
Tommaso Buscetta, mafioso que se exilou no Brasil tentando deixar a vida de crimes, é preso e mandado de volta para a Itália. Durante o processo que se segue, ele, sentindo que a máfia abandonou os princípios sobre os quais foi fundada, faz um acordo com o estado para depor conta seus ex-colegas. Vamos aos poucos conhecendo as amizades e inimizades que trouxeram a situação até este ponto, enquanto Tommaso revê aqueles com quem um dia se associou.  

Ficha Técnica 
Elenco: Pierfrancesco Favino como Tommaso Buscetta   
Maria Fernanda Candido como Cristina  
Direção: Marco Bellocchio  
Direção de Fotografia: Vladan Rodovic  
Direção de Arte: Andrea Castorina e Daniela Vilela  
Figurino: Daria Calvelli e Gabriella Marra  
Montagem: Maria Francesca Calvelli  
Produzido por: Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg  
Produtor Delegado Brasil: André Ristum  
Produtoras: IBC Movie, Kavac Film, Rai Cinema, Gullane, Match Farctory Productions e AD Vitam  
Distribuição Brasil: Fenix Filmes e Pandora Filmes

 
‘SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS’ estreia dia 24 de Janeiro

‘SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS’ MOSTRA DE FORMA LÚDICA E LEVE OS DESAFIOS ENFRENTADOS POR UM MENINO DE 10 ANOS COM PARALISIA CEREBRAL PARCIAL

Distribuído pela Cineart Filmes, o premiado longa tem a sua estreia brasileira no dia 24 de janeiro

Sinopse  
Jovan, de dez anos, está acostumado com a sua rotina entre casa, escola e fisioterapia. Tímido e sem muitos amigos, o garoto, que tem paralisia cerebral parcical, se refugia em um mundo imaginário, onde ele é Shade, um super-herói que combate, na ficção, as bruxas e bullies que o atormentam na vida real. Tudo muda quando ele conhece a corajosa e determinada Milica, sua nova colega de escola, que logo o convence a embarcar em uma caça às bruxas de verdade: libertar o pai da garota de sua madrasta, que ela acredita tê-lo enfeitiçado. Para seguir com essa missão, Jovan vai precisar enfrentar também as suas próprias limitações, inseguranças e descobrir o poder de amizades verdadeiras.  


SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS  
Direção: Rasko Miljkovic  
Roteiro: Milos Kreckovic e Marko Manojlovic   
Elenco: Mihajlo Milavic, Silma Mahmuti, Jelena Djokic  
Gênero: Drama / Fantasia  
País: Sérvia e Macedonia  
Ano: 2018  
Duração: 90 min  
Classificação: a definir 


SOBRE A CINEART FILMES 

A Cineart Filmes é uma distribuidora 100% brasileira e independente que tem, como principal objetivo, compartilhar conteúdos audiovisuais de alta qualidade. Trabalhando tanto com obras nacionais quanto internacionais, independente do gênero, o nosso compromisso é sempre o de oferecer cultura e entretenimento de qualidade ao maior número de pessoas possíveis. Para isso, além de valorizar o cinema nacional e abrir espaço para as produções regionais, a CineartFilmes participa dos maiores festivais e feiras de cinema do mundo, como Cannes, Toronto, Berlim.
 
Nossa intenção é de alcançar cada vez mais o mercado exibidor e as redes de distribuição, sempre buscando conteúdos diversificados e de qualidade dentro e fora do Brasil. Assim, com ética nas relações e compromisso com os parceiros, vamos ampliando as nossas fronteiras, fortalecendo a indústria audiovisual no Brasil e no mundo, levando mais longe a magia do cinema.
Preocupada em trabalhar sempre com conteúdos de alta qualidade, a Cineart Filmes busca um relacionamento próximo com os seus parceiros produtores desde as etapas iniciais, acreditando que esse envolvimento contribui para o sucesso comercial do projeto, através da elaboração de planejamentos específicos e cuidadosamente pensados para cada trabalho, procurando traçar o perfil e o tamanho ideal de cada lançamento.

 
'BOI DE LÁGRIMAS' estreia dia 24 de Janeiro

'BOI DE LÁGRIMAS' DE FREDERICO MACHADO ESTREIA DIA 24 DE JANEIRO

Filme é uma crônica psicológica dos novos tempos, sobre uma família envolvida com cultura popular, nos dias das manifestações políticas no Brasil

Sinopse 

BOI DE LÁGRIMAS é uma crônica psicológica dos novos tempos, sobre uma família envolvida com cultura popular, nos dias das manifestações políticas no Brasil. Com referências de David Lynch, Glauber Rocha e Sergei Eisenstein, o filme faz parte do projeto FILME POLÍTICO que envolve os diretores Frederico Machado, Cristiano Burlan, Dellani Lima e Taciano Valério.  

Ficha técnica 
Direção, Produção, Fotografia, Roteiro: Frederico Machado  
Produção Executiva: Mônica Mello  
Montagem e Desenho de Som: André Garros e Daniel Costa  
Elenco: Auro Juriciê, Hilther Frazão, Rosa Ewerton Jara, Guilherme Verde e Júlia Martins  
Distribuição: Lume Filmes  
Duração: 55 minutos  
Ano: 2018  
Classificação: 14 anos  

 
Filme de estreia de Armando Praça, ‘GRETA’ foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim
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FILME DE ESTREIA DE ARMANDO PRAÇA, ‘GRETA’ FOI SELECIONADO PARA A MOSTRA PANORAMA DO FESTIVAL DE BERLIM

Com distribuição da Pandora Filmes, longa traz Marco Nanini no elenco



Marco Nanini está de volta aos cinemas na pele de Pedro, um enfermeiro homossexual de 70 anos, fã fervoroso de Greta Garbo. É em torno do personagem que a trama de “GRETA”, longa de estreia de Armando Praça, se desenvolve. O filme foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019. 
 
No longa, Pedro (Marco Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para sua melhor amiga, Daniela (Denise Weiberg). Para conseguir internar a amiga travesti no hospital lotado, ele precisa ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Jean pede ajuda para fugir do hospital, e Pedro vê a chance de conseguir salvar a amiga, que sofre de uma insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean na sua casa até a sua recuperação, e os dois acabam se envolvendo amorosamente. 
 
Ambientado em Fortaleza, o filme é livremente inspirado na peça Greta Garbo Quem Diria Acabou no Irajá, do dramaturgo Fernando Melo. “GRETA” será distribuído pela Pandora Filmes. 
 
Sinopse
 
Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos, fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weiberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também cause mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.
 
Ficha Técnica
 
Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar 
 
SOBRE O DIRETOR
 
Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido. 
 
SOBRE A CARNAVAL FILMES
 
Fundada e dirigida pelos experientes produtores João Vieira Jr. e Nara Aragão, Carnaval Filmes tem foco em conteúdo original e cinema autoral. Em parceria com mentes criativas, tem entre seus recentes lançamentos os documentários Estou me guardando para quando o carnaval chegar, de Marcelo Gomes e Casa, de Letícia Simões, o longa de ficção Greta, de Armando Praça e a série infantil de animação Bia Desenha, para a TV Brasil.
 
Se prepara para filmar em 2019 a série Chão de Estrelas, de Hilton Lacerda, para o Canal Brasil e desenvolve o projeto de série de animação Dó Ré Mi Fadas e a série de ficção De volta para Casa.
 
Seus próximos lançamentos serão os longas Vestido branco, véu e grinalda, de Marcelo Gomes e Fim de Festa, de Hilton Lacerda
 
SOBRE A PANDORA FILMES
 
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.