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PRODUZIDO PELA RT FEATURES, ‘A VIDA INVISÍVEL’, DE KARIM AÏNOUZ, É SELECIONADO PARA REPRESENTAR O BRASIL NO OSCAR DE 2020

PRODUZIDO PELA RT FEATURES, ‘A VIDA INVISÍVEL’, DE KARIM AÏNOUZ, É SELECIONADO PARA REPRESENTAR O BRASIL NO OSCAR DE 2020

Sétimo longa-metragem do diretor cearense concorrerá a uma vaga entre os indicados finais da categoria de melhor filme internacional, cujo resultado será divulgado pela academia americana no dia 13 de janeiro

O longa-metragem ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, foi eleito nesta terça-feira pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de melhor filme internacional no Oscar de 2020. A lista final de indicados será revelada pela academia americana no dia 13 de janeiro.

A produção, que traz no elenco Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavia Gusmão e Fernanda Montenegro – como atriz convidada –, será lançada antecipadamente nas telas do Nordeste no dia 19 de setembro, enquanto estreia nas outras regiões do país no dia 31 de outubro.

O diretor dedica a indicação a todas as mulheres e às trabalhadoras e trabalhadores do audiovisual brasileiro.

"É uma alegria incomensurável. É uma realização não só para o filme em si, mas para todas as mulheres do mundo, para os trabalhadores e trabalhadoras do audiovisual e para o país como um todo. É uma honra estar junto com outros filmes tão importantes que celebram esse momento singular do cinema brasileiro. Espero que possamos fazer jus a essa indicação e representar o Brasil na lista final da premiação", comemora Aïnouz.

"Isso demonstra que a cultura cinematográfica brasileira, num momento como esse, nos credencia como artistas e cidadãos. Karim merece", exalta Fernanda Montenegro.

O produtor Rodrigo Teixeira, por sua vez, enaltece a força do filme, cuja primeira exibição em território brasileiro acontece nesta sexta-feira, 30 de agosto, na abertura do Cine Ceará 2019.

"É uma das maiores emoções da minha vida. Estar nessa corrida junto com um filme tão especial como Bacurau, que também vem tendo grande reconhecimento por onde passa, só engrandece o valor dessa indicação", celebra o produtor.

Com distribuição conjunta da Sony Pictures e Vitrine Filmes, o sétimo longa-metragem da carreira do diretor cearense vem conquistando prêmios importantes nos principais festivais do mundo, como o Grand Prix da mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes – inédito na história do cinema brasileiro –, além de prêmios do público de Melhor Filme e do júri de Melhor Fotografia, no Festival de Cinema de Lima; e o CineCoPro Award, no Festival de Munique.

A Vida Invisível’ terá distribuição nos EUA pela Amazon Studios e já foi vendido para mais de 30 países, incluindo Grécia; França; Polônia; China; Hungria; Eslovênia; Croácia; Luxemburgo; Bélgica; Holanda; Sérvia; Argélia; Egito; Irã; Israel; Jordânia; Líbia; Marrocos; Emirados Árabes; Reino Unido; Portugal; Itália; Coréia do Sul; Rússia; Cazaquistão; Ucrânia; Taiwan; Suíça; Espanha e Turquia.

O longa já recebeu elogios de algumas das mais prestigiosas publicações do segmento de cinema no mundo. Segundo David Rooney, do The Hollywood Reporter – que relacionou o filme entre os 10 melhores do Festival de Cannes –, "‘A Vida Invisível’ é um drama assombroso que celebra a resiliência das mulheres, mesmo quando elas toleram existências combalidas". O crítico ainda chamou a atenção para as texturas brilhantes, as cores ousadas e os sons exuberantes que servem para "intensificar a intimidade do deslumbrante melodrama de Karim Aïnouz sobre mulheres cujas mentalidades independentes permanecem inalteradas, mesmo quando seus sonhos são destruídos por uma sociedade patriarcal sufocante".

Já para Lee Marshall, do Screen Daily, que também elegeu ‘A Vida Invisível’ como um dos filmes imperdíveis do festival, Karim prova que o "eletrizante e emocionante" filme de época pode ser apresentado de forma verdadeira e ao mesmo tempo ser um deleite. "Com a forte reação crítica e o boca-a-boca que essa contundente e bem-acabada saga familiar parece suscitar, é quase certo que o filme viaje para além do Brasil e dos territórios de língua portuguesa", prevê o crítico, que adverte: "É melhor você deixar um lenço separado para as cenas finais".

O jornalista Guy Lodge, da Variety, por sua vez, afirma que o longa-metragem pode ser considerado "um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro".

Livre adaptação do romance de Martha Batalha, ‘A Vida Invisível’ é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã Pola Pandora, braço de produção da The Match Factory, de Michael Weber e Viola Fügen, além da Sony Pictures, Canal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual), e conta com o financiamento do fundo alemão Medienboard Berlin Brandenburg e do Fundo Setorial do Audiovisual/Ancine.

SOBRE O FILME

Definido pelo cineasta como um melodrama tropical, a obra apresenta nos papeis principais duas jovens estreantes no cinema. Tanto Carol Duarte, reconhecida por seu trabalho na TV aberta, como Julia Stockler, experiente atriz de teatro, foram escolhidas após participarem de um concorrido teste com mais de 300 candidatas. O elenco traz ainda Fernanda Montenegro, como atriz convidada, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui e Maria Manoella.

"Eu trabalhei com um maravilhoso grupo de atrizes e atores. Eles são todos muito diferentes, de diferentes gerações, diferentes registros de atuação - e o desafio foi alcançar o mesmo tom, a mesma vibração", conta o diretor.

"Eu fiquei profundamente tocado quando eu li o livro. Disparou memórias intensas da minha vida. Eu fui criado no nordeste dos anos 60, numa sociedade machista e conservadora, dentro de uma família matriarcal. Os homens ou haviam ido embora ou eram ausentes. Numa cultura patriarcal, eu tive a oportunidade de crescer numa família onde as mulheres comandavam o espetáculo - elas eram as protagonistas", recorda Aïnouz. "O que me levou a adaptar ‘A Vida Invisível’ foi o desejo de dar visibilidade a tantas vidas invisíveis, como as de mulheres da geração da minha mãe, minha avó, das minhas tias e de tantas outras mulheres dessa época. As histórias dessas personagens não foram contadas o suficiente, seja em romances, livros de história ou no cinema", completa.

Segundo o diretor, trata-se de um melodrama tropical porque a abordagem mistura preceitos clássicos do gênero, mas com um olhar que busca se adaptar a uma contemporaneidade brasileira.

"Eu sempre quis fazer um melodrama que pudesse ser relevante para os nossos tempos. Como eu poderia me engajar com o gênero e ainda torná-lo contemporâneo e brasileiro? Como eu poderia criar um filme que fosse emocionante como uma grande ópera, em cores florescentes e saturadas, maior que a vida? Eu me lembrava de Janete Clair e das novelas lá do início. Eu queria fazer um melodrama tropical filmado no Rio de Janeiro, uma cidade entre a urbis e a floresta", pondera.

A colaboração de Rodrigo Teixeira com Karim começou nas origens do projeto. Ao receber o manuscrito de Martha Batalha, o produtor pensou imediatamente no diretor, não apenas pelo estilo de sua filmografia, mas também pela interseção entre o livro e a história familiar do diretor, onde observou a invisibilidade das mulheres conduzidas por uma geração machista.

"Quando eu li o livro eu pensei muito no Karim, tanto pela narrativa ter relação com a história pessoal de vida dele, especificamente com o momento que ele estava vivendo naquela época, e também porque o universo me remetia muito a dois filmes dele: ‘O Céu de Suely’ e ‘Seams’, o primeiro de sua carreira, ambos projetos que falam de mulheres fortes, que lutam para sobreviver na nossa sociedade", explica Teixeira. "Além disso, há tempos Karim me dizia que gostaria de filmar um melodrama, que queria realizar um longa que se aproximasse de Fassbinder, de Sirk. E vi nessa história da Martha Batalha um potencial melodrama a ser adaptado. Eu e Karim colaboramos há mais de 15 anos e fazia tempo que estávamos buscando uma grande história para voltarmos a fazer outro filme juntos", continua o produtor.

•••

As irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda – irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar com um príncipe encantado e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sozinha, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente.

Com roteiro assinado por Murilo Hauser, em colaboração com a uruguaia Inés Bortagaray e o próprio diretor, o longa – ambientado majoritariamente na década de 50 – foi rodado no Rio de Janeiro, nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristóvão.

A direção de fotografia é da francesa Hélène Louvart, que assina seu primeiro longa brasileiro e acumula trabalhos importantes na carreira, como os filmes ‘Pina’, de Wim Wenders; ‘The Smell of Us’, de Larry Clark; ‘As Praias de Agnes’, de Agnès Varda; e ‘Lázaro Feliz’, de Alice Rohwacher, entre outros. A alemã Heike Parplies, responsável pela edição do longa-metragem ‘Toni Erdmann’, da diretora Maren Ade, indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, assina a montagem.

SINOPSE

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

FICHA TÉCNICA

Direção: Karim Aïnouz
Roteiro: Murilo Hauser
Co-roteiro: Inés Bortagaray e Karim Aïnouz
Baseado na obra de Martha Batalha
Elenco: Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flávia Gusmão, Antônio Fonseca, Flavio Bauraqui, Maria Manoella e participação especial de Fernanda Montenegro.
Produtor: Rodrigo Teixeira
Co-produtores: Michael Weber e Viola Fügen.
Empresas produtoras: RT Features, Pola Pandora, Sony Pictures, Canal Brasil e Naymar.
Produtores Executivos: Camilo Cavalcanti, Mariana Coelho, Viviane Mendoça, Cécile Tollu-Polonowski, André Novis Produtor Associado: Michel Merkt
Diretora Assistente: Nina Kopko
Direção de Fotografia: Hélène Louvart (AFC)
Direção de Arte: Rodrigo Martirena
Figurino: Marina Franco
Maquiagem: Rosemary Paiva
Diretora de Produção: Silvia Sobral
Montagem: Heike Parplies (BFS)
Montagem de som: Waldir Xavier
Som direto: Laura Zimmerman
Música Original: Benedikt Schiefer
Mixagem: Björn Wiese
Idioma: Português
Gênero: Melodrama
Ano: 2019
País: Brasil

SOBRE O DIRETOR

Formado em Arquitetura pela Universidade de Brasília, Aïnouz fez mestrado em Teoria e História do Cinema pela Universidade de Nova York e participou do Whitney Independent Study Program. Cineasta premiado e celebrado mundialmente, roteirista e artista visual, realizou diversos curtas-metragens, documentários e instalações. Dirigiu os longas-metragens ‘Madame Satã’ (2002), ‘O Céu de Suely’ (2006), ‘Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo’ (2009, codirigido com Marcelo Gomes), ‘O Abismo Prateado’ (2011, produzido pela RT Features), ‘Praia do Futuro’ (2014), além do documentário ‘Aeroporto Central’ (2018). O próximo longa-metragem, ‘A Vida Invisível’, tem previsão de lançamento no dia 31 de outubro de 2019. Para a televisão, codirigiu com Sergio Machado a minissérie ‘Alice’, filmada no Brasil e transmitida pelo canal HBO em 2008. Aïnouz é um dos tutores do laboratório de roteiros do Porto Iracema das Artes em Fortaleza e membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

SOBRE A RT FEATURES

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens ‘O Cheiro do Ralo’ (2006), ‘O Abismo Prateado’ (2010), ‘Tim Maia’ (2014), ‘Alemão’ (2014), ‘O Silêncio do Céu’ (2016) e a série ‘O Hipnotizador’ (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias tendo sido vencedor por Melhor Roteiro Adaptado. Em 2018, entre outros filmes, produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, protagonizado por Brad Pitt, com previsão de estreia em setembro.

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a criação de sua empresa, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na Quinzena dos Realizadores em 2017, e o segundo filme, Port Authority, foi selecionado para o Festival de Cannes e exibido na mostra oficial Un Certain Regard.

A RT Features também teve um terceiro filme exibido em Cannes, The Lighthouse de Robert Eggers, com Willem Dafoe e Robert Pattinson, esteve na Quinzena dos Realizadores, e levou o FIPRESCI – prêmio da crítica internacional, de Melhor Filme.

SOBRE A VITRINE FILMES

Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 140 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro, e "O Filmes da Minha Vida", de Selton Mello.

Mais recentemente a distribuidora lançou "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto de 2017 e "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.

Entre os lançamentos de 2019 estão "Divino Amor", dirigido por Gabriel Mascaro, "Bacurau", novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho em parceria com Juliano Dornelles, e "A Vida Invisível", Karim Aïnouz. Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine, que durante o ano todo irá lançar longas nacionais em diversas cidades do Brasil.

SOBRE A SONY PICTURES

A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Corporation of America, uma subsidiária da japonesa Sony Corporation. As operações globais da SPE abrangem produção, aquisição e distribuição de filmes em cinema, home entertainment, televisão e mídias digitais; uma rede global de canais; operação de estúdio, desenvolvimento de novos produtos audiovisuais, serviços e tecnologias. Tudo isto representa a distribuição de entretenimento em mais de 140 países.

Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2018, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 60 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Confissões de Adolescente, Um Tio Quase Perfeito e Entre Irmãs.

SOBRE O CANAL BRASIL

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com mais de 300 longas-metragens coproduzidos só nos últimos 10 anos. No ar há duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

Foto: Bruno Machado

Foto: Bruno Machado

"A VIDA INVISÍVEL", de Karim Aïnouz, estreará antecipadamente nas telonas do Nordeste do país no dia 19 de setembro

A VIDA INVISÍVEL’, DE KARIM AÏNOUZ, SERÁ LANÇADO EXCLUSIVAMENTE NOS CINEMAS DO NORDESTE NO DIA 19 DE SETEMBRO

Premiado longa-metragem, que está inscrito como um dos candidatos a representar o Brasil no Oscar de 2020, estreia nas outras regiões no dia 31 de outubro  

SINOPSE

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

FICHA TÉCNICA

Direção: Karim Aïnouz
Roteiro: Murilo Hauser
Co-roteiro: Inés Bortagaray e Karim Aïnouz
Baseado na obra de Martha Batalha
Elenco: Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flávia Gusmão, Antônio Fonseca, Flavio Bauraqui, Maria Manoella e participação especial de Fernanda Montenegro.
Produtor: Rodrigo Teixeira
Co-produtores: Michael Weber e Viola Fügen.
Empresas produtoras: RT Features, Pola Pandora, Sony Pictures, Canal Brasil e Naymar.
Produtores Executivos: Camilo Cavalcanti, Mariana Coelho, Viviane Mendoça, Cécile Tollu-Polonowski, André Novis Produtor Associado: Michel Merkt
Diretora Assistente: Nina Kopko
Direção de Fotografia: Hélène Louvart (AFC)
Direção de Arte: Rodrigo Martirena
Figurino: Marina Franco
Maquiagem: Rosemary Paiva
Diretora de Produção: Silvia Sobral
Montagem: Heike Parplies (BFS)
Montagem de som: Waldir Xavier
Som direto: Laura Zimmerman
Música Original: Benedikt Schiefer
Mixagem: Björn Wiese
Idioma: Português
Gênero: Melodrama
Ano: 2019
País: Brasil

SOBRE O DIRETOR

Formado em Arquitetura pela Universidade de Brasília, Aïnouz fez mestrado em Teoria e História do Cinema pela Universidade de Nova York e participou do Whitney Independent Study Program. Cineasta premiado e celebrado mundialmente, roteirista e artista visual, realizou diversos curtas-metragens, documentários e instalações. Dirigiu os longas-metragens ‘Madame Satã’ (2002), ‘O Céu de Suely’ (2006), ‘Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo’ (2009, codirigido com Marcelo Gomes), ‘O Abismo Prateado’ (2011, produzido pela RT Features), ‘Praia do Futuro’ (2014), além do documentário ‘Aeroporto Central’ (2018). O próximo longa-metragem, ‘A Vida Invisível’, tem previsão de lançamento no dia 31 de outubro de 2019. Para a televisão, codirigiu com Sergio Machado a minissérie ‘Alice’, filmada no Brasil e transmitida pelo canal HBO em 2008. Aïnouz é um dos tutores do laboratório de roteiros do Porto Iracema das Artes em Fortaleza e membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.


SOBRE A RT FEATURES

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens ‘O Cheiro do Ralo’ (2006), ‘O Abismo Prateado’ (2010), ‘Tim Maia’ (2014), ‘Alemão’ (2014), ‘O Silêncio do Céu’ (2016) e a série ‘O Hipnotizador’ (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias tendo sido vencedor por Melhor Roteiro Adaptado. Em 2018, entre outros filmes, produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, protagonizado por Brad Pitt, com previsão de estreia em setembro.

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a criação de sua empresa, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na Quinzena dos Realizadores em 2017, e o segundo filme, Port Authority, foi selecionado para o Festival de Cannes e exibido na mostra oficial Un Certain Regard.

A RT Features também teve um terceiro filme exibido em Cannes, The Lighthouse de Robert Eggers, com Willem Dafoe e Robert Pattinson, esteve na Quinzena dos Realizadores, e levou o FIPRESCI – prêmio da crítica internacional, de Melhor Filme.

SOBRE A VITRINE FILMES

Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 140 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro, e “O Filmes da Minha Vida”, de Selton Mello.

Mais recentemente a distribuidora lançou "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto de 2017 e "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.

Entre os lançamentos de 2019 estão “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro, "Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho em parceria com Juliano Dornelles, e “A Vida Invisível”, Karim Aïnouz. Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine, que durante o ano todo irá lançar longas nacionais em diversas cidades do Brasil.

SOBRE A SONY PICTURES

A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Corporation of America, uma subsidiária da japonesa Sony Corporation. As operações globais da SPE abrangem produção, aquisição e distribuição de filmes em cinema, home entertainment, televisão e mídias digitais; uma rede global de canais; operação de estúdio, desenvolvimento de novos produtos audiovisuais, serviços e tecnologias. Tudo isto representa a distribuição de entretenimento em mais de 140 países.

Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2018, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 60 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Confissões de Adolescente, Um Tio Quase Perfeito e Entre Irmãs.

SOBRE O CANAL BRASIL

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com mais de 300 longas-metragens coproduzidos só nos últimos 10 anos. No ar há duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

Foto: Bruno Machado

Foto: Bruno Machado

‘PANDORA FILMES’ COMPLETA 30 ANOS E CELEBRA EXIBINDO CULTS EM 35 MM

PANDORA FILMES’ COMPLETA 30 ANOS E CELEBRA EXIBINDO CULTS EM 35 MM

Comemoração conta com programação especial no Petra Belas Artes, de 12 a 18 de setembro.

Em 2019, a Pandora Filmes completa 30 anos de atuação e para celebrar esta data realizará uma semana de programação especial, no Petra Belas Artes. 13 longas cult lançados no Brasil pela distribuidora serão exibidos em película, além de 2 filmes inéditos. Algumas sessões serão seguidas de debates, realizados em parceria com a Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Os ingressos da mostra também terão preço especial a R$ 18,00 (inteira) e R$ 9,00 (meia) e poderão ser adquiridos na bilheteria do cinema ou pelo www.cinebelasartes.com.br, na semana de abertura da mostra.  

“Nestes 30 anos pude realizar meu sonho de quando comecei: trazer para o Brasil o que de melhor era produzido no cinema mundial e relançar cópias restauradas de alguns dos maiores clássicos do cinema!!” comemora André Sturm.  

A abertura para convidados será em 11 de setembro, com a exibição de “Papicha”, longa inédito no Brasil, que foi um dos destaques do último Festival de Cannes e escolhido para representar a Argélia na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2020. Alguns ingressos serão sorteados para o público nas redes sociais da Pandora (@pandorafilmes).  

“Fui formada pelos filmes distribuídos pela Pandora e é muito legal poder contribuir com esta história que segue com a mesma ousadia no presente. Seguimos apostando em filmes que depois são contemplados com a Palma, o Oscar e outros prêmios importantes, o que certifica nosso olhar afiado para o que há de mais relevante na cinematografia mundial” celebra Paula Cosenza.  

Na programação, destaque para a exibição de “Trainspotting” com trilha sonora ao vivo, do indicado ao Oscar “As Bicicletas de Belleville”, “Amores Expressos”, primeiro filme de Wong Kar-Wai a estrear no país, e “Morte em Veneza”, de Luchino Visconti, que será exibido em cópia restaurada, além do inédito “Adoniran, meu nome é João Rubinato”, de Pedro Serrano.  

SERVIÇO  
30 ANOS DA PANDORA FILMES  
Data: de 12 a 18 de setembro  
Local: Petra Belas Artes  
Sala 4 – Aleijadinho  
Endereço: Rua da Consolação, 2423  
Preços: R$18,00 (inteira) / R$9,00 (meia) – exceto sessão com música ao vivo R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)  
Ingressos: disponíveis na bilheteria do cinema ou pelo www.cinebelasartes.com.br  

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO  

12/9, quinta-feira  
14h
O Gosto dos Outros (2000)
De Agnes Jaoui
Classificação indicativa: 12 anos

19h – sessão seguida de debate com Inácio Araújo e Luiz Carlos Merten  
O Passageiro, Profissão Repórter (1975)  
De Michelangelo Antonioni  
Classificação indicativa: 14 anos  

13/9, sexta-feira  
14h  
Concorrência Desleal (2000)  
De Ettore Scola  
Classificação indicativa: 12 anos  

19h – sessão seguida de debate com Fernando Oriente e Nayara Reynaud  
Filme: Paixão Selvagem (1976)  
De Serge Gainsbourg  
Classificação indicativa: 18 anos  

14/9, sábado  
14h  
As bicicletas de Belleville (2003)  
De Sylvain Chomet  
Classificação indicativa: 10 anos  

17h – sessão com música ao vivo – ingresso R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)  
Trainspotting (1996)  
De Danny Boyle  
Classificação indicativa: 14 anos  

19h  
Morte em Veneza (1971)  
De Luchino Visconti  
Classificação indicativa: 16 anos  

15/9, domingo  
14h  
Balão Vermelho/ Cavalo Branco (1956 / 1953)  
De Albert Lamorisse  
Classificação indicativa: livre  

19h  
Amores Expressos (1994)    
De Wong Kar-Wai  
Classificação indicativa: 14 anos  

16/9, segunda-feira  
14h  
Tomboy (2011)  
De Céline Sciamma  
Classificação indicativa: 10 anos  

19h – sessão seguida de debate com César Zamberlan e Neusa Barbosa  
Tabu (2000)  
De Nagisa Oshima  
Classificação indicativa: 16 anos  

17/9, terça-feira  
14h  
Adoniran, meu nome é João Rubinato (2019)  
De Pedro Serrano  
Classificação indicativa: 12 anos  

19h – sessão seguida de debate com Antônio Carlos Egypto e Luiza Lusvarghi  
A lei do desejo (1987)  
De Pedro Almodovar  
Classificação indicativa: 16 anos  

18/9, quarta-feira  
14h  
Medos privados em lugares públicos (2006)  
De Alain Resnais  
Classificação indicativa: 14 anos  

19h – sessão seguida de debate com Maria do Rosário Caetano e Beto Brant 
O Invasor (2001)  
De Beto Brant  
Classificação indicativa: 18 anos  

SOBRE A PANDORA FILMES


A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.  

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.  

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil. 

 
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Protagonizado por Regina Casé, novo filme de Sandra Kogut, TRÊS VERÕES é selecionado para o Festival de Toronto

PROTAGONIZADO POR REGINA CASÉ, NOVO FILME DE SANDRA KOGUT, TRÊS VERÕES É SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE TORONTO


Filme está na Mostra World Contemporary Cinema

TRÊS VERÕES, novo filme da diretora Sandra Kogut (Mutum e Campo Grande), terá estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), onde será exibido na mostra World Contemporary Cinema. O Festival é considerado um dos mais importantes do mundo e acontece na cidade canadense de 5 a 15 de setembro. O filme será distribuído no Brasil pela Vitrine Filmes e na França pela Paname Films.   

Protagonizado por Regina Casé, TRÊS VERÕES é um retrato do Brasil contemporâneo. Através do olhar de Madá (Regina Casé), uma caseira num condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. TRÊS VERÕES se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. O personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser : Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.  

"Dizem que se antes os brasileiros costumavam saber de cor o nome dos jogadores da seleção, hoje isso se transferiu para os nomes dos juízes do STF. A população passou a seguir os acontecimentos do país como quem acompanha uma novela, colada nos próximos capítulos. TRÊS VERÕES nasceu do desejo de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens  que estão geralmente num canto do quadro. Ou fora da tela. Os figurantes, os invisíveis. O que acontece com aqueles que orbitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona? De que maneira eles sofrem as consequências?", diz a diretora Sandra Kogut.  

Em 2015, tudo aparenta ir bem para o casal Edgar (Otávio Muller) e Marta (Gisele Fróes). Cercados de amigos, do sogro viúvo e do filho adolescente, eles celebram o Natal e o fim do ano numa festa espetacular. A única sombra é a chegada de um dos convidados usando uma tornozeleira eletrônica. Durante este curto período do ano, Madá e os outros empregados precisam se acostumar a conviver com os patrões e suas festas, que só aparecem nesta época. Mas no segundo verão, em 2016, vemos Madá sendo obrigada a desmarcar a mesma celebração. A partir daí os empregados são obrigados a usar a criatividade para lidar com os problemas que começam a surgir.  

"É um olhar sobre o momento que antecedeu os acontecimentos de 2018. Percebemos que os sinais do que vinha pela frente estavam todos ali, mas ninguém era capaz de enxergá-los", comenta a diretora Sandra Kogut.   

Além de Regina Casé, Rogério Fróes, Otávio Muller e Gisele Fróes, completam o elenco do filme Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel. Sobre o elenco a diretora diz: "Esse foi meu primeiro filme onde praticamente todos eram atores profissionais. Até então tinha trabalhado principalmente com não atores ou com um elenco misto. Fizemos tudo muito rápido, e numa energia maravilhosa. Regina é uma parceira de muitos anos. Tive a enorme felicidade de trabalhar com um elenco de ouro. Choramos e rimos sem parar no set."   

SINOPSE:   
A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma empregada e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.   

FICHA TÉCNICA:  
Direção: Sandra Kogut  
Elenco: Regina Casé, Otávio Muller, Gisele Fróes, Rogério Fróes, Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel  
Produção: Marcello Ludwig Maia e Laurent Lavolé  
Produtor Associado: Carlos Diegues  
Roteiro: Sandra Kogut e Iana Cossoy Paro  
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo  
Montagem: Sergio Mekler  e Luisa Marques  
Trilha Original: Berna Ceppas  
Direção de Arte: Marcos Pedroso e Thales Junqueira  
Figurino: Marina Franco  
Maquiagem: Ricardo Tavares  
Produção de Elenco: Marcela Altberg  
Som Direto: Bruno Armelin  
Edição de Som: Tomás Alem e Vincent Guillon  
Direção de Produção: Flávia Rosa Borges  
Produção Executiva: Marcello Ludwig Maia  
Assistente de direção: Lara Carmo  
Consultoria: Monica Almeida  
Distribuição: Vitrine Filmes  

SOBRE A DIRETORA 


Sandra Kogut fez seus primeiros trabalhos em 1984 e desde então vem utilizando diferentes mídias e formatos : ficções, documentários, filmes experimentais, instalações. Participou de exposições no Brasil e no exterior. Em 1996 foi uma das criadoras do programa "Brasil Legal", na Tv Globo, do qual foi a diretora-geral. Realizou a série experimental "Parabolic People" (rodada em Paris, Nova Iorque, Moscou, Tókio, Dakar e Rio) produzida pelo CICV Pierre Schaeffer (França); o curta "Lá e Cá" (com a atriz Regina Casé, co-produzido pela Tv francesa Canal Plus e pela Fundação McArthur nos Estados Unidos), os premiados documentários "Adiu Monde" e "Passagers d’Orsay" (produzido pelo Museu d’Orsay junto com a televisão francesa). Seu documentário "Um Passaporte Húngaro" (França/ Bélgica / Hungria / Brasil) foi lançado nos cinemas brasileiros em 2003, recebendo prêmios internacionais e sendo objeto de estudos e teses em vários países. Seus trabalhos foram premiados em diversos festivais internacionais  (Rio, Berlin, Oberhausen, Kiev, Leipzig, Locarno, Havana, Rotterdam e muitos outros)  e foram exibidos no MoMA em NY,  Guggenheim Museum, Forum des Images em Paris, Harvard Film Archives nos EUA (onde foi realizada uma retrospectiva completa) entre outros. "Mutum" seu primeiro longa-metragem de ficção – baseado no livro "Campo Geral" de João Guimarães Rosa – teve sua estreia mundial no Festival de Cannes 2007, na Quinzena dos Realizadores, recebendo mais de vinte prêmios nacionais e internacionais, e foi lançado comercialmente numa dezena de países.   

Em 2011/2012 Sandra passou um ano em Berlim como convidada da DAAD Berliner Künstlerprogramm.Foi professora na Escola Superior de Belas Artes em Strasbourg (França) e nas universidades americanas de Princeton, Columbia (Film Program) e University of California San Diego / UCSD. Foi Visiting Scholar na New York University  entre 2008 e 2011.   

"Campo Grande" seu último longa-metragem de ficção, uma coprodução Brasil/França, teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto e foi premiado nos festivais do Rio, Mar del Plata, Havana, Málaga entre outros.  
Há três anos é comentarista do programa Estudio i, na Globonews.    

SOBRE A VITRINE FILMES  


Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 140 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro, e "O Filmes da Minha Vida", de Selton Mello.   
  
Mais recentemente a distribuidora lançou "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto de 2017 e "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.   
  
Entre os lançamentos de 2019 estão "Divino Amor", dirigido por Gabriel Mascaro, "Bacurau", novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho em parceria com Juliano Dornelles, e "A Vida Invisível", Karim Aïnouz. Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine, que durante o ano todo irá lançar longas nacionais em diversas cidades do Brasil. 

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Projeto ‘CAIXA DE PANDORA’, parceria entre CINÉPOLIS e PANDORA FILMES, anuncia próximos lançamentos
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PROJETO ‘CAIXA DE PANDORA’, PARCERIA ENTRE CINÉPOLIS E PANDORA FILMES, ANUNCIA PRÓXIMOS LANÇAMENTOS 

*Vinte cinemas da rede participam do projeto no segundo semestre de 2019    

*Ingressos terão preço a partir de R$ 6,00  

Depois de uma pausa nas férias escolares, o projeto CAIXA DE PANDORA, parceria entre a rede Cinépolis e a distribuidora Pandora Filmes, retorna em agosto com filmes inéditos e premiados. No segundo semestre de 2019, 20 salas da rede, em 13 Estados, exibirão as produções independentes, ampliando o repertório disponível em muitas cidades fora do eixo Rio-São Paulo.

Uma novidade importante é que o valor do ingresso foi revisto e, a partir de agosto, passa a ser de R$ 12,00 inteira e R$ 6,00 meia. Os filmes continuam a ser exibidos em horário nobre, ou seja, após 18h. Após avaliação, alguns complexos saíram e outros entraram.

"Após os primeiros meses do projeto, pudemos fazer uma balanço e melhorá-lo. Junto à Cinépolis revimos o circuito e adequamos o valor do ingresso, chegando a um formato que agrade ao público que gosta de cinema", comenta André Sturm.

"A Cinépolis é uma assídua incentivadora do cinema de arte, bem como de filmes independentes, e a continuidade do projeto é importante para formação de público. Além disso, o Caixa de Pandora propicia a discussão de temas contemporâneos abordados na maioria dos filmes exibidos, possibilitando a reflexão cultural do público", afirma o presidente da Cinépolis Brasil, Luiz Gonzaga de Luca

"A Pandora continua selecionando filmes de qualidade artística com potencial de agradar ao público que busca um cinema potente e diversificado e que chega tão pouco aos cinemas de shopping e multiplex", comenta Paula Cosenza, sócia da Pandora Filmes.

O próximo filme a ser lançado, em 29 de agosto, é "Minha Lua de Mel Polonesa", uma deliciosa comédia dirigida por Elise Otzenberger. No filme, um casal francês, de origem judaica, decide fazer uma viagem romântica para Polônia. Ele não está muito empolgado, já ela não vê a hora de conhecer a cidade natal de sua avó. Nessa esperança de se reconectar com suas raízes, ela acaba descobrindo mais do que esperava sobre sua família.

Em 12 de setembro estreia "Adeus à Noite", de André Téchiné. O longa, selecionado para o último Festival de Berlim, traz Catherine Deneuve no papel de uma avó que precisa compreender o que está acontecendo com seu neto, antes que seja tarde demais para o garoto. Ainda em setembro, chega aos cinemas "O Menino que Fazia Rir", de Caroline Link, diretora do vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro "Nenhum Lugar na África".

"Papicha", um dos destaque do Festival de Cannes 2019, é o lançamento de outubro da CAIXA DE PANDORA. O primeiro longa de Mounia Meddour foi o escolhido para representar a Argélia na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2020.

SOBRE OS FILMES

29/8 – Minha Lua de Mel Polonesa
Direção: Elise Otzenberger
Anna e Adam, um jovem casal de Paris com origens judaicas polonesas, partem pela primeira vez rumo à Polônia. Eles foram convidados para comemorar os 75 anos da destruição da comunidade de nascimento do avô de Adam. Enquanto ele parece pouco animado com a viagem, Anna está ansiosa para descobrir o país, que também é a terra natal de sua avó. Finalmente, lá vão eles em busca de suas origens em uma jornada cheia de surpresas, durante a qual não encontrarão exatamente o que procuram.

12/9 – Adeus à Noite
Direção: André Téchiné
Muriel está emocionada ao ver Alex, seu neto, que veio passar alguns dias na casa dela, antes de ir morar no Canadá. Intrigada com o comportamento do rapaz, Muriel logo descobre que ele está mentindo para ela. A verdade é que Alex está se preparando para uma outra vida. Desesperada, ela terá de agir muito rapidamente.

26/9 – O Menino que Fazia Rir
Direção: Caroline Link
Alemanha, 1972. Hans-Peter é um menino gordinho de nove anos que cresce na segurança de sua família e de parentes que adoram se divertir. À primeira vista, ele pode não ser o cara mais popular, mas ele tem um talento para fazer os outros rirem, o que ele refina diariamente na loja da esquina de sua avó. No entanto, sua mãe, outrora uma mulher alegre, fica mais e mais deprimida depois de uma operação. Então, o pai do garoto o deixa sob os cuidados de suas duas avós, ambas com grandes corações e fortes personalidades. Esse apoio afetivo faz com que Hans-Peter sobreviva ao tumulto emocional e use seus talentos cômicos para curar suas feridas e fazer as pessoas rirem junto com ele.

31/10 – Papicha
Direção: Mounia Meddour
Argélia, anos 1990. Nedjma, uma estudante de 18 anos apaixonada por design de moda, se recusa a deixar que os trágicos acontecimentos da Guerra Civil da Argélia a impeçam de experimentar uma vida normal e sair à noite com sua amiga Wassila. À medida que o clima social se torna mais conservador, ela rejeita as novas proibições impostas pelos radicais e decide lutar por sua liberdade e independência apresentando um desfile de moda.

COMPLEXOS CINÉPOLIS QUE PARTICIPAM DA CAIXA DE PANDORA

Barueri (SP) - Cinépolis Iguatemi Alphaville
Bauru (SP) - Cinépolis Bauru*
Belém (PA) - Cinépolis Parque Belém
Campinas (SP) - Cinépolis Campinas Galleria
Cuiabá (MS) - Cinépolis Estação Cuiabá
Curitiba (PR) - Cinépolis Pátio Batel
Fortaleza (CE) - Cinépolis RioMar Fortaleza
João Pessoa (PB) - Cinépolis Manaíra
Jundiaí (SP) - Cinépolis Jundiaí Shopping*
Manaus (AM) - Cinépolis Millenium
Natal (RN) -Cinépolis Natal Shopping
Olinda (PE) - Cinépolis Patteo Olinda
Ribeirão Preto (SP) - Cinépolis Santa Úrsula
Rio de Janeiro (RJ) - Cinépolis Rio Design
Salvador (BA) - Cinépolis Bela Vista
São José do Rio Preto (SP) - Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto*
São Luís (MA) - Cinépolis São Luís
São Paulo (SP) - Cinépolis JK Iguatemi
Sorocaba (SP) - Cinépolis Iguatemi Esplanada
Teresina (PI) - Cinépolis Rio Poty

SOBRE A CINÉPOLIS BRASIL

A Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, com um total de 738 cinemas, 5.941 salas 100% digitais, em quinze países.
Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente, opera 56 cinemas em todo o Brasil com 415 salas, com marcas destaque como Macro XE, IMAX, 4DX, VIP e Junior. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP do mundo e, no Brasil, foi a pioneira na implantação da tecnologia 4DX – que permite o movimento das poltronas e gera mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.

Em 2019 e 2017, foi eleita a "Melhor Sala Premium" de São Paulo pelo Guia Divirta-se. Em 2018, pela terceira vez, o Cinépolis JK Iguatemi foi eleito pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo (2015, 2017 e 2018) e sua sala IMAX foi apontada como a melhor sala individual do circuito. Em 2016 e 2017, a rede Cinépolis ficou em 1º lugar no "Prêmio Estadão Melhores Serviços", na categoria redes de cinema.

A constante inovação e o bom desempenho são reconhecidos com diversos prêmios, dentre eles: Melhor Exibidor por quatro anos consecutivos (2011, 2012, 2013 e 2014), concedido no Prêmio ED (Exibição & Distribuição), realizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo.

Mais informações, acesse: http://www.cinepolis.com.br

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SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem "The Square – A Arte da Discórdia", de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e "O Apartamento", de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se "Greta", de Armando Praça; "O Traidor", de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e "O Caso Morel" de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 25 cidades do Brasil.

 
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Filme produzido pela RT Features abrirá a 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

FILME PRODUZIDO PELA RT FEATURES ABRIRÁ A 43ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA EM SÃO PAULO

Wasp Network dirigido por Olivier Assayas abrirá o evento após ser exibido no Festival de Veneza

O novo filme de Olivier Assayas, “WASP NETWORK”, abrirá a 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que ocorre de 17 a 30 de outubro. O longa, que é inspirado na obra Os Últimos soldados da Guerra fria, de Fernando Morais,  foi produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira e concorre ao prêmio máximo do Festival de Veneza, o Leão de Ouro.  Gael Garcia Bernal e Wagner Moura, que estão no elenco ao lado de Penélope Cruz, confirmaram presença na abertura da Mostra. Além da nova obra, outros títulos de Assayas serão exibidos no evento.  

Rodado em Cuba e nas Ilhas Canárias, “WASP NETWORK” é a história real de espiões cubanos em solo americano, que revela os tentáculos de uma rede terrorista na Flórida com ramificações na América Central e com o consentimento do governo dos EUA. Nos anos 1990, quando grupos contrários a Fidel Castro realizaram ataques terroristas em Cuba, o governo cubano revidou enviando agentes que se infiltraram nessas organizações.

SOBRE A RT FEATURES  
  
Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).  

No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e o indicado ao Oscar Me Chame Pelo Seu Nome (2017). Em 2018, a RT Features produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, e, no Brasil, A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, ambos com previsão de estreia para esse ano.  

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na Quinzena dos Realizadores em 2017 e os próximos estão em fase de produção. 

Wasp Network

Wasp Network

RT Features tem duas produções selecionadas para o Festival de Cinema de Veneza

‘“WASP NETWORK” e “AD ASTRA”, duas produções que nasceram no escritório da RT Features, em São Paulo, começam a trilhar seu caminho pelo mundo, com a estreia mundial na mostra competitiva do Festival de Cinema de Veneza, que acontece de 28 de agosto a 7 de setembro na cidade italiana.  

Para o produtor Rodrigo Teixeira, é uma honra ter essas duas produções com DNA brasileiro selecionadas para um dos mais importantes festivais de cinema do mundo. “Trabalhar com James Gray e Olivier Assayas, diretores reconhecidos e já premiados em Veneza, é um sonho realizado, além do elenco estelar que compõe ambos os filmes. Posso, sem dúvida, afirmar que essas produções foram das mais desafiadoras da história da RT”, comenta.  

Uma produção Brasil, França e Espanha, desenvolvida e produzida por Rodrigo Teixeira, em co produção com os Estúdios Orange e de Adrian Guerra, rodado em Cuba e nas Ilhas Canárias, “WASP NETWORK” é um thriller de espionagem escrito e dirigido por Olivier Assayas e protagonizado por Penelope Cruz, Gael Garcia Bernal, Edgar Ramirez e Wagner Moura. O roteiro é baseado no livro de Fernando Morais, Os Últimos Soldados da Guerra Fria, publicado em 2011. O longa, que foi filmado em Cuba, tem coprodução dos estúdios Orange e de Adrian Guerra. 

Do diretor James Gray, “AD ASTRA” traz no elenco Brad Pitt, Liv Tyler, Donald Sutherland e Tommy Lee Jones. O longa, que acompanha a viagem espacial de um astronauta em busca de seu pai, tem produção da RT Features, em parceria com a New Regency Pictures e a Twentieth Century Fox. A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para 26 de setembro.

SOBRE A RT FEATURES

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e o indicado ao Oscar Me Chame Pelo Seu Nome (2017). Em 2018, a RT Features produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, e, no Brasil, A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, ambos com previsão de estreia em 2019.

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na última edição da Quinzena dos Realizadores e os próximos estão em fase de produção.

Wasp Network

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"A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO", de Karim Aïnouz, é escolhido para abrir o 29º Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema

A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO’, DE KARIM AÏNOUZ, É ESCOLHIDO PARA ABRIR O 29º CINE CEARÁ – FESTIVAL IBERO-AMERICANO DE CINEMA 

Longa premiado em Cannes será exibido dia 30 de agosto em Fortaleza

"A Vida Invisível de Eurídice Gusmão", longa de Karim Aïnouz premiado como melhor filme na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes, foi escolhido para abrir o 29º Cine Ceará - Festival Ibero-americano de Cinema, em Fortaleza. O festival acontece de 30 de agosto a 6 de setembro. O longa de Aïnouz será exibido dia 30 de agosto, no Cineteatro São Luiz.

Após vencer o prêmio de melhor filme na mostra Un Certain Regard de Cannes – primeiro filme brasileiro a receber o prêmio máximo na categoria, o projeto foi contemplado com o também inédito CineCoPro Award no Filmfest München, na Alemanha. O longa conta a história das irmãs inseparáveis Guida, que sonha em casar e ter uma família, e Eurídice, a mais nova, pianista prodígio. Um dia, as duas são separadas para sempre e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente.

“É uma felicidade imensa realizar a primeira exibição nacional de "A Vida Invisível de Eurídice Gusmão" na minha cidade natal, e no Nordeste, uma região catalisadora do cinema e da cultura brasileira, e estou ansioso para ver e ouvir as reações do público cearense. A trajetória internacional deste longa tem me emocionado muito também, com ótima receptividade dos espectadores em diversos países, que estão abraçando o filme de uma forma muito especial. A participação em alguns dos mais importantes festivais do mundo e a conquista do prêmio inédito em Cannes comprovam a sua força e universalidade, conta o diretor Karim Aïnouz.

“Estou ansioso para acompanhar a recepção do público brasileiro, e começar essa história em Fortaleza na abertura do 29º Cine Ceará é muito especial. ‘A Vida Invisível’ tem um elenco incrível que revela novas atrizes, como a Julia Stockler e a Carol Duarte, e também poder contar com a atuação e a presença de Fernanda Montenegro, Gregorio Duvivier, Maria Manoella, Bárbara Santos, Flavia Gusmão, Flavio Bauraqui, entre outros. O filme aborda um assunto urgente, sobre como o patriarcado pode ser tóxico na sociedade, e tenho certeza de que será uma sessão muito acolhedora e importante para o projeto”, afirma o produtor Rodrigo Teixeira.

Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, o longa já recebeu elogios de algumas das mais prestigiosas publicações do segmento de cinema no mundo, como o The Hollywood Reporter, Screen Daily e Variety. Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, do Midnight Sun, na Finlândia, e de Karlovy Vary, na República Tcheca, e será exibido no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Cinema da Nova Zelândia.

O longa é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã Pola Pandora, braço de produção da The Match Factory, de Michael Weber e Viola Fügen, além da Sony Pictures Brasil, Canal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual), e conta com o financiamento do fundo alemão Medienboard Berlin Brandenburg e do Fundo Setorial do Audiovisual/Ancine. A Sony Pictures será a distribuidora responsável pelo lançamento no Brasil em 31 de outubro.

SINOPSE

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

FICHA TÉCNICA

Direção: Karim Aïnouz
Roteiro: Murilo Hauser
Co-roteiro: Inés Bortagaray e Karim Aïnouz
Baseado na obra homônima de Martha Batalha
Elenco: Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flávia Gusmão, Antônio Fonseca, Flavio Bauraqui, Maria Manoella e participação especial de Fernanda Montenegro.
Produtor: Rodrigo Teixeira
Co-produtores: Michael Weber e Viola Fugen.
Empresas produtoras: RT Features, Pola Pandora, Sony Pictures, Canal Brasil e Naymar.
Produtores Executivos: Camilo Cavalcanti, Mariana Coelho, Viviane Mendoça, Cécile Tollu- Polonowski, André Novis
Produtor Associado: Michel Merkt
Diretora Assistente: Nina Kopko
Direção de Fotografia: Hélène Louvart (AFC)
Direção de Arte: Rodrigo Martirena
Figurino: Marina Franco
Maquiagem: Rosemary Paiva
Diretora de Produção: Silvia Sobral
Montagem: Heike Parplies (BFS)
Montagem de som: Waldir Xavier
Som direto: Laura Zimmerman
Música Original: Benedikt Schiefer
Mixagem: Björn Wiese
Idioma: Português
Gênero: Melodrama
Ano: 2019
País: Brasil

SOBRE O DIRETOR

Formado em Arquitetura pela Universidade de Brasília, Karim fez mestrado em Teoria do Cinema pela Universidade de Nova York e participou do Whitney Independent Study Program. Cineasta premiado mundialmente, roteirista e artista visual, realizou diversos curtas-metragens, documentários e instalações. Dirigiu os longas-metragens ‘Madame Satã’ (2002), ‘O Céu de Suely’ (2006), ‘Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo’ (2009, codirigido com Marcelo Gomes), ‘O Abismo Prateado’ (2011, produzido pela RT Features), ‘Praia do Futuro’ (2014), além do documentário ‘Aeroporto Central’ (2018). O próximo longa-metragem, ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’, tem previsão de lançamento em novembro de 2019. Para a televisão, dirigiu a minissérie ‘Alice’, filmada no Brasil e transmitida pelo canal HBO em 2008. Aïnouz é um dos tutores do laboratório de roteiros do Porto Iracema das Artes em Fortaleza e membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

SOBRE A RT FEATURES

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens ‘O Cheiro do Ralo’ (2006), ‘O Abismo Prateado’ (2010), ‘Tim Maia’ (2014), ‘Alemão’ (2014), ‘O Silêncio do Céu’ (2016) e a série ‘O Hipnotizador’ (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, a RT Features produziu os longas ‘Frances Ha’ (2013), ‘Love is Strange’ (2014), ‘Love’ (2015), ‘Mistress America’ (2015), ‘The Witch’ (2016), ‘Patti Cake$’ (2017) e o indicado ao Oscar ‘Call Me By Your Name’ (2017). Em 2018 a RT Features produziu o novo filme de James Gray, ‘Ad Astra’, e no Brasil o longa-metragem ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’, de Karim Ainouz, ambos com previsão de estreia em 2019.

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, ‘A Ciambra’, estreou na última edição da Quinzena dos Realizadores, e os próximos estão em fase de produção.

Foto: Bruno Machado

Foto: Bruno Machado

RESIDÊNCIA BASE anuncia projetos selecionados

RESIDÊNCIA BASE” ANUNCIA PROJETOS SELECIONADOS 

Programa promove a novos roteiristas uma imersão criativa para o desenvolvimento de roteiros cinematográficos  

A RESIDÊNCIA BASE acaba de divulgar os sete projetos selecionados para participar da segunda edição, que acontece de 5 a 11 de agosto. Realizado por Esmir Filho, Fernando Sapelli, Mariana Bastos e Thereza Menezes, o programa gratuito proporciona uma semana de imersão aos participantes, em um espaço de inspiração e em contato com a natureza, ampliando a experiência criativa. Desta forma, contribui para o desenvolvimento de roteiros cinematográficos dando oportunidade a novos talentos

Nesta edição, os roteiristas selecionados ficarão hospedados na Pousada Fazenda Maristela (Tremembé), trabalhando em seus projetos com a consultoria do cineasta Fabio Meira (As Duas Irenes, Bingo). Também receberão convidados como os roteiristas Bráulio Mantovani (Cidade de Deus, Tropa de Elite 2) e Carolina Kotscho (2 Filhos de Francisco, Quebrando o Tabu), que dividirão suas experiências com os participantes.

Confira os selecionados:

A SANTA, de Henrique dos Santos
Ficção, Roteiro
Em 1923, numa pequena vila de imigrantes poloneses, um rejeitado padre negro recém-chegado galga sua posição de líder religioso ocupada pela misteriosa Cecília, espírito de uma jovem morta supostamente reencarnada no irmão. Para o padre, uma entidade demoníaca.

BARRA AZUL, de Susan Kalik
Ficção, Argumento
Dois irmãos quebram leis para presentear a mãe com um banho de piscina no Barra Azul.

CAUDAL, de Gil Chagas e Chris Agnese
Ficção, Argumento
Dos campos de mandioca na Amazônia aos campos de futebol em Portugal, uma história de exploração cíclica em que todos são vítimas.

COMO É QUE É? E TEM SACI COM MAIS DE UM PÉ?, de Belise Mofeoli
Animação, Argumento
O príncipe Sacícero Sacilva tem sua legitimidade ao trono da Sacilândia questionada por ter nascido com uma deficiência – ele tem DUAS pernas – e, para provar que pode muito mais do que esperam dele, o jovem saci sai de seu mundo e cai no nosso, onde conhece e se apaixona por Cecília, uma menina per-fe-i- taaaa: ela tem UMA perna!

O CRIME DO IGUAÇU, de Nina Rosa Sá
Argumento
A história real de uma jornalista que investiga um crime de feminicídio numa cidade do interior nos anos 50, irritando a elite local ao produzir uma rádio novela de denúncia.

PAPAGAIOS, de Douglas Soares
Ficção, Roteiro
Curicica, periferia do Rio de Janeiro. Beto e Maninho, dois "papagaios de pirata" da imprensa carioca, usam de diversos artifícios para se tornarem cada vez mais famosos em sua localidade. Um novo e violento plano pode levá-los às manchetes dos principais jornais do país.

SOJA, de Renan Braga
Ficção, Roteiro
Um tímido garoto de 7 anos é adotado por uma família de agricultores justo na época em que uma praga misteriosa atinge a lavoura de seus pais.

A RESIDÊNCIA BASE é um programa realizado com patrocínio do UOL e apoio da Pousada Fazenda Maristela. Dentre os projetos selecionados para a primeira edição, realizada em 2013, destacam-se “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, e “Pela Janela”, de Caroline Leone. Para saber mais sobre a primeira edição: https://vimeo.com/74461065

SOBRE OS ROTEIRISTAS SELECIONADOS

Belise Mofeoli
Belise Mofeoli é escritora. Roteirizou para os programas “Cena Inquieta” (Sesc TV) e “Desaparecidos” (A&E), para conteúdos educativos no projeto “A Física e o cotidiano” (Governo do Estado da Bahia) e fez transmedia. Com seu projeto de animação “Como é que é? E tem saci com mais de um pé”, cujo argumento a trouxe à Residência Base, ganhou o Edital de Desenvolvimento de Roteiro Audiovisual de Longas-Metragens de 2018. Será seu primeiro longa-metragem, que já tem produtora, a Muiraquitã Filmes. Formada em Publicidade e Propaganda pela PUC-SP, tem quatro livros publicados – “João e Maria no Spa da Tia Sofia” (qualidade de vida); “Ioiô” (adoção, crianças adotadas e devolvidas); “O Mistério da Semente” (pedofilia) e “Quando mamãe adoeceu” (câncer de mama). Também participou da “Pesquisa Associativismo, Representação de Interesses e Camadas Populares. Comparações entre Latino-América e Índia” desenvolvida entre Brasil (CEBRAP) e Inglaterra (IDS). Recentemente, está aprendiz de dramaturgia na SP Escola de Teatro. É e será sempre uma estudante de audiovisual, de teatro, de literatura, de acessibilidade, das pessoas e da poesia que há nas relações humanas. É da mistura de amor e dedicação a estas áreas, que cria sua arte, seu trabalho. E é com ele que homenageia raízes e culturas.

Douglas Soares
Douglas Soares é roteirista e diretor formado pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Na TV, foi corroteirista dos 46 episódios de "Noturnas", série LGBTQ+ exibida no Canal Brasil e dirigida por Allan Ribeiro. No cinema, é roteirista dos longas-metragens "Papagaios", em desenvolvimento no núcleo de novos autores da GLAZ Entretenimento; "Mais do Que Eu Possa Me Reconhecer", vencedor do Prêmio Aurora da 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes; e "Xale", que teve estreia na Mostra Novos Rumos do Festival do Rio 2016. Também escreveu diversos curtas-metragens, entre eles: "A Alma das Coisas" (WIP); "O Clube" (2014); "Com Vista Para o Céu" (2011); "Depois das Nove" (2008); “Minha Tia, Meu Primo” (2008); além dos prêmios de melhor roteiro para as obras "Inocentes" (2017), "Contos da Maré" (2013) e "A Dama do Peixoto" (2011).

Gil Chagas e Chris Agnese
Chris Agnese e Gil Chagas são uma dupla de diretores e roteiristas. Chris, carioca, formada em cinema, Gil, português, formado em Sociologia. Estudaram roteiro na Guionarte, em Buenos Aires e na B_Arco em São Paulo e Chris estudou cinematografia nos Maine Workshops, nos EUA. Entre eles já trabalharam em Lisboa, Buenos Aires, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro e São Paulo dirigido para TV e internet e desenvolvendo uma extensa carreira de assistentes de direção em séries e cinema. Juntos escreveram e dirigiram o curta metragem documental "Jegues" que passou em dezenas de festivais por todo o mundo e ganhou o prémio de melhor fotografia no CineAmazonia 2017.

Henrique dos Santos
Henrique Santos formou-se em cinema pela UNESPAR no Paraná em 2016 e atua como roteirista desde então. De lá pra cá participou de diversos laboratórios e concursos com destaque para uma semifinal e duas finais consecutivas no FRAPA – Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre – e o prêmio de Melhor Roteiro para Curta-metragem do ROTA (RJ) em 2017 por “O Casamento de Cristina”. Corroteirizou a minissérie “Nóis por Nóis” ao lado de Jandir Santin e Aly Muritiba, ao ar pela TV Brasil em novembro de 2017 e com uma versão para longa-metragem com lançamento comercial previsto para o segundo semestre de 2019. Em parceria com Muritiba, escreveu também o roteiro de seu primeiro longa, “Deserto Particular”, selecionado para o Venice Gap, plataforma de negócios do 75° Festival de Cinema de Veneza, e contemplado em edital do FSA. Para além dos trabalhos com a escrita, foi curador do concurso de roteiros da segunda edição do festival ROTA (2018) e consultor na área de roteiro para os laboratórios MetrôLab (duas edições) e o GrafoLab em Curitiba. Atualmente é mestrando na área de Cinema e Vídeo onde se dedica à pesquisa sobre representações da masculinidade negra, além de trabalhar no desenvolvimento de séries. “A Santa” é seu segundo roteiro para longa-metragem e contará com direção de Aly Muritiba e produção da Grafo Audiovisual.

Nina Rosa Sá
Nina Rosa Sá escreve para teatro, cinema e televisão. Em julho de 2019 teve o piloto da série Antes do Fim na lista de semifinalistas do Prêmio Cabíria de Roteiro. Neste mesmo ano aprovou o projeto de desenvolvimento do longa Os Cães lá de Fora no edital da Fundação Cultural de Curitiba. Entre 2017 e 2018 roteirizou e dirigiu três episódios da websérie ENCONTROS. Em 2016 participou do GloboLab, em que ficou entre os finalistas. Também integrou a equipe de criação do programa de Pedro Bial. Nos últimos quinze anos escreveu e dirigiu mais de 15 espetáculos teatrais.

Renan Braga
Diretor de cinema formado pela Escola Internacional de Cuba (EICTV). É natural de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Faz parte do movimento artístico neoantropofágico latino-americano.

Susan Kalil
Diretora, roteirista e produtora. Vinte anos trabalhando com teatro e dez anos com audiovisual, ambos como diretora e produtora. Nos últimos dois anos, vem se especializando em roteiro. Seu roteiro de longa-metragem Lafond, produzido através da seleção no Edital de Novos Roteiristas do MINC 2017, foi um dos 10 finalistas do FRAPA 2019. Seu primeiro longa Cores e Flores para Tita, sobre a transgeneridade, foi Melhor Roteiro na Mostra SESC de Cinema Bahia 2017, e licenciado para a Mostra SESC Nacional. Do que aprendi com minhas mais velhas, seu último filme, sobre como surge a fé no Candomblé, foi escolhido como um dos dez filmes para representar o Brasil na Rede de Salas Digitais do MERCOSUL 2019. Sua última produção, como diretora assistente e produtora executiva, Bando, um filme de, foi Melhor Longa Baiano no Panorama Internacional Coisa de Cinema 2018. Há dez anos é produtora e integrante do Núcleo Afro-brasileiro de Teatro de Alagoinhas, que pesquisa o Candomblé como discurso e estética teatral.


SOBRE OS REALIZADORES

Esmir Filho
Esmir Filho é formado em cinema e fundou a Saliva Shots em 2011. Nela participou da criação e direção geral de diversas obras em vários formatos – videoclipe, televisão, teatro, instalações e cinema. Seu longa “Os Famosos e os Duendes da Morte”, distribuído pela Warner Bros. no Brasil, foi selecionado pelos festivais de Berlim e Locarno e vendido para mais de 5 países, além de ter ganhado o prêmio de melhor filme no Festival do Rio. Seu curta “Alguma Coisa Assim” foi premiado no Festival de Cannes em 2006, enquanto “Saliva” esteve na corrida pela vaga no Oscar de 2008. Em 2016 realizou seu segundo longa com Mariana Bastos, uma coprodução Brasil e Alemanha, também premiada no Festival do Rio. Atualmente prepara-se para lançar “Verlust - Estado de Praia”, seu terceiro longa, uma coprodução Brasil e Uruguai, em conjunto com a Globo Filmes.

Fernando Sapelli
Fernando Sapelli é formado em Cinema e Novas Mídias, assim como artes dramáticas, pela Universidade da Califórnia, Santa Barbara. Em Los Angeles trabalhou na produtora Appian Way, do ator Leonardo Di Caprio, e na Sony Pictures Television. Em 2010, Fernando iniciou o projeto People of Change, focado na documentação do trabalho de organizações de impacto, e seus esforços para mudar a sociedade positivamente, em mais de 15 países. Em 2014, fundou a produtora Claraluz Filmes, por meio da qual produziu os longas-metragens "Exodus - De Onde Eu Vim Não Existe Mais" (2016), em coprodução com O2 Filmes, com estreia na Mostra Internacional de São Paulo, e "Alguma Coisa Assim" (2017), com estreia no Festival do Rio, onde recebeu o prêmio de melhor edição. Também já produziu séries de televisão, como "Filosofia Pop (Segunda Temporada)" (2019) e conteúdo seriado para empresas como TAP Airlines e Google.

Mariana Bastos
Atualmente trabalha no desenvolvimento de seu segundo longa-metragem, "Raquel 1,1", um suspense bíblico pop produzido pela Claraluz Filmes.
Escreveu e dirigiu seu primeiro longa-metragem "Alguma Coisa Assim", uma coprodução Brasil - Alemanha, ao lado de Esmir Filho, a partir do curta homônimo premiado no Festival de Cannes.
Roteirizou e assumiu a Direção Geral da série de doc-reality "Expedição Xingu", para a Rede Globo - Fantástico. Trabalhou para grandes produtoras e emissoras do Brasil como Paranoid BR, Barry Company, Globomedia, Saliva Shots, Rede Globo, GNT, Sony, entre outras.
Foi roteirista da série "Tudo o que é Sólido Pode Derreter", da TV Cultura. Venceu por duas vezes o concurso de roteiros do Festival Cultura Inglesa, o que lhe permitiu realizar curtas-metragens (“Perto de Qualquer Lugar”, em 2007, e “Sete Anos Depois”, em 2014) premiados em vários festivais nacionais e internacionais.
É uma das autoras do hit da internet "Tapa na Pantera", com mais de 10 milhões de acessos no Youtube.

Thereza Menezes
Dirigiu o curta-metragem documental SABA, juntamente à Gregório Graziosi, que entrou na seleção do Cinefondation da 60a edição do Festival de Cannes. Trabalhou como editora e produtora durante alguns anos até entrar como sócia na produtora Saliva Shots e trabalhar como produtora executiva de diversos projetos, entre eles, os programas de TV, videoclipes e longas-metragens.
Como produtora executiva, lançou dois longas-metragens – “Eu Nunca”, dirigido por Kauê Telloli, e “Alguma Coisa Assim”, dirigido por Esmir Filho e Mariana Bastos – além de diversos programas de televisão para GNT e SESCTV.
Atualmente, está em pós-produção de seu terceiro longa-metragem pela Saliva Shots, “Verlust”, dirigido por Esmir Filho, com Andréa Beltrão e Marina Lima.
Em 2016, juntou-se à Mariana Bastos para montar o Bloco Pagu que hoje é um dos maiores blocos da cidade.


SOBRE O CONSULTOR

Fabio Meira
Roteirista e diretor, Fabio Meira começou no cinema como assistente de Ruy Guerra em "Veneno da Madrugada" de 2004. “As Duas Irenes”, seu primeiro longa como diretor, estreou no Festival de Berlim e recebeu quatro Kikitos no Festival de Gramado, entre eles o de Melhor Roteiro e Melhor Filme pela crítica. Fabio tem especialização em roteiro na ESCAC em Barcelona e é Mestre pela Universidade de São Paulo. Como professor atuou em instituições como Escola de Cinema e Vídeo de Santo André, Inspiratorium, Academia Internacional de Cinema, além da rede Sesc e da Escola Internacional de Cinema de Cuba. Foi líder de um Núcleo Criativo e consultor de roteiro para eventos do Festival Latino de SP e para o Laboratório Novas Histórias.
Foi também roteirista do documentário cubano “The Illusion” (2009), premiado na Berlinale e nos Festivais de Chicago e Havana, e do longa “De Menor”, de Caru Alves de Souza, Melhor Filme no Festival do Rio de 2013. Trabalhou no roteiro de “Bingo, o rei das manhãs”, de Daniel Rezende, escolhido como o representante brasileiro para vagas no Oscar e nos prêmios Goya. Também atuou em roteiros para Marcelo Lordello, Sérgio Machado, René Sampaio, Marcelo Gomes e Karim Aïnouz.
Entre curtas e médias-metragens, Fabio Meira realizou nove filmes. Recebeu prêmio de Melhor Documentário de 2007 pela UNEAC (União dos escritores e artistas de Cuba) com “Adios a Cuba”, Melhor Curta Documentário pela ABD no É Tudo Verdade de 2010 com “Hoje tem alegria”, destaque também para “Pátria” de 2013, na programação da ESPN Brasil, além do prêmio de Melhor Curta-metragem no Festival de Toulouse de 2009 com a ficção em 35mm “Atlântico”.

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2ª EDIÇÃO  5 a 11 de AGOSTO  www.residenciabase.com

2ª EDIÇÃO

5 a 11 de AGOSTO

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Pandora Filmes adquire os direitos de sete filmes no Festival de Cannes

PANDORA FILMES ADQUIRE OS DIREITOS DE SETE FILMES NO FESTIVAL DE CANNES

Entre os longas, destaque para THE BEST YEARS OF A LIFE, de Claude Lelouch 

O Festival de Cannes 2019 rendeu prêmios para o cinema brasileiro e ótimos negócios para a Pandora Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição de sete longas, que devem chegar aos cinemas brasileiros em breve. São filmes autorais, alguns títulos de diretores já conhecidos do público e outros que devem surpreender e conquistar os cinéfilos brasileiros.   

INTO THE LABIRINT é escrito e dirigido por Donato Carrisi (A Garota na Névoa) e traz no elenco Dustin Hoffman, Valentina Bellè e Toni Servillo. Nesse thriller, baseado no romance homônimo de Carrisi, um investigador particular e um médico ajudam uma jovem, dada como morta, a compreender as circunstâncias nas quais ela foi raptada e aprisionada num sinistro labirinto, enquanto um perigoso sequestrador continua a solta.   

Depois de "Um Homem, Uma Mulher" e "Um Homem, Uma Mulher: 20 Anos Depois", o diretor e roteirista Claude Lelouch traz novamente Jean-Louis Trintignant e Anouk Aimée nos papeis de Anne e Jean-Louis em THE BEST YEARS OF A LIFE. Exibido na seleção oficial do Festival de Cannes, o longa revive os anos de relacionamento do casal, que envelheceu lado-a-lado, mantendo o amor e a admiração recíprocos desde a juventude.  

Na comédia A GOOD DOCTOR, de Tristan Séguéla, com Michel Blanc, depois de um acidente de trânsito, um entregador tem que substituir um médico durante seu plantão de visitas noturnas, enquanto recebe as instruções do doutor por um ponto eletrônico.  
  
MISS, de Ruben Alves, conta a história de um jovem transgênero que, mesmo antes de saber quem realmente era, se encantou com o universo dos concursos de misses. Já adulto, seu sonho é ainda mais latente e, com muito empenho e esforço, ela vai persegui-lo a qualquer custo para se tornar alguém no mundo.  

Além dos títulos já citados, a Pandora também distribuirá no Brasil os longas LISA REDLER, de Nicole Garcia, com Pierre Niney, Stacy Martin e Benoit Magimel, e BETWEEN TWO WORLDS, de Emmanuel Carrère, com Juliette Binoche, ambos em fase de pós-produção, e MY FATHER’S STORIES, de Jean Pierre Améris, com Benoit Poelvoorde, que começa a ser filmado agora em junho. Os filmes ainda não têm título em português e data de estreia no Brasil.  

SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem "The Square – A Arte da Discórdia", de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e "O Apartamento", de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.  

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se "Greta", de Armando Praça; "O Traidor", de Marco Bellocchio, coprodução nacional, indicado à Palma de Ouro em Cannes; e "O Caso Morel" de Suzana Amaral.  

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 25 cidades do Brasil.  

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Começam as filmagens de ‘O LIVRO DOS PRAZERES’ dirigido por Marcela Lordy
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COMEÇAM AS FILMAGENS DE ‘O LIVRO DOS PRAZERES’ DIRIGIDO POR MARCELA LORDY

Longa é livremente inspirado na obra de Clarice Lispector e traz no elenco Simone Spoladore e Javier Drolas

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Primeiro longa de ficção da diretora Marcela Lordy, "O LIVRO DOS PRAZERES" é uma livre adaptação da obra "Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres", de Clarice Lispector, uma das mais importantes escritoras em língua portuguesa do século XX. Uma coprodução Brasil-Argentina, entre bigBonsai, Cinematográfica Marcela, República Pureza, Rizoma Films e Canal Brasil, o filme traz para os tempos atuais a narrativa do livro publicado em 1969. 


O LIVRO DOS PRAZERES’ acompanha Lóri (Simone Spoladore), uma professora que vive a monotonia de uma rotina de trabalho e relacionamentos furtivos até que conhece Ulisses (Javier Drolas), um professor de filosofia argentino, egocêntrico e provocador. É com ele que Lóri aprende a amar enfrentando sua própria solidão. Uma jornada de investigação íntima e quebra de padrões, numa trajetória só possível pelo encontro, troca e aprendizado entre os dois. 


"O LIVRO DOS PRAZERES" é um romance erótico sobre o ponto de vista de uma mulher contemporânea em busca de conexões afetivas reais", coloca a diretora Marcela Lordy. "O filme surgiu da vontade de olhar mais de perto a velocidade com que as relações afetivas se formam e se desfazem nos dias de hoje. Estava morando sozinha pela primeira vez quando me deparei com Lóri e seus desafios existenciais da maturidade. Ao ler o livro, senti que havia algo sagrado ali sobre o amor que precisava ser resgatado", completa.  


"Embora escrito em 1969, esta história tem hoje um grande apelo, por ser tratar do aprendizado do amor, da lenta iniciação de uma mulher e seu amado, numa crescente onda de erotismo, quando justamente ninguém mais tem paciência para o tempo do outro e vivem-se amores supérfluos, líquidos", explica a diretora.  


No "O LIVRO DOS PRAZERES" acompanhamos Lóri em sua descoberta de si, do outro e do mundo. Um cinema da normalidade, das coisas não-extraordinárias, propondo, no entanto, um olhar extraordinário sobre o cotidiano. É preciso que ela se descubra plena para enfim reconhecer o prazer de estar com o outro e viver um amor elevado a um nível mais humano, consciente e individual. Apresentamos a possibilidade de uma relação amorosa estável desconstruindo o mito do amor romântico no qual a obrigação de fazer o outro feliz sai do cônjuge e vai para o indivíduo e suas escolhas.  


No momento em que o cinema brasileiro vive um processo de desmonte e asfixia de recursos, o filme começa a ser rodado em maio, no Rio de Janeiro, - em locações presentes no livro como a orla da praia do Leme, o MAM e a Floresta da Tijuca, - e já se torna resistência no cinema autoral. Desde a primeira versão do roteiro, o papel de Lóri já era da atriz Simone Spoladore, com quem a diretora trabalhou anteriormente no telefilme A Musa Impassível e no curta metragem Sonhos de Lulu. Já o ator argentino Javier Drolas entrou no projeto por seu talento, charme incontestável e pelo fato do "O LIVRO DOS PRAZERES" ser uma coprodução com a Argentina.  


Com roteiro da também argentina Josefina Trotta em parceria com a própria diretora Marcela Lordy e com produção de Deborah Osborn, "O LIVRO DOS PRAZERES" conta também com a produção executiva de Marcello Maia e Camila Nunes, fotografia de Mauro Pinheiro, direção de arte de Iolanda Teixeira, montagem da argentina Rosário Suárez e trilha sonora original de Edson Secco. O longa tem participação especial da artista plástica Letícia Ramos criando os intertítulos do filme, do fotógrafo Wladimir Fontes como still e do designer Júlio Dui na criação da identidade visual.  A distribuição no Brasil é da Vitrine Filmes.  


FICHA TÉCNICA


Direção: Marcela Lordy

Roteiro: Marcela Lordy e Josefina Trotta

Empresas Produtoras: bigBonsai, Cinematográfica Marcela, República Pureza e Rizoma Films

Produção: Deborah Osborn, Felipe Briso e Gilberto Topczewski

Coprodução: Hernán Musaluppi, Natacha Cervi e Marcello Maia

Produção Executiva: Camila Nunes, Marcello Maia e Rocío Scenna

Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr, ABC

Direção de Arte: Iolanda Teixeira

Trilha sonora original: Edson Secco

Direção de Som: Federico Billordo

Montagem: Rosario Suárez

Coprodução: Canal Brasil

Distribuição: Vitrine Filmes  


Elenco: Simone Spoladore, Javier Drolas, Martha Nowill, Felipe Rocha, Gabriel Stauffer e Theo Almeida

Participação Especial: Leandra Leal, Fernanda Chicolet, Ana Carbatti e Bruce Gomlevsky 

SOBRE A DIRETORA 


Marcela Lordy (1974) vive e trabalha em São Paulo, Brasil. É diretora e roteirista. Entre o cinema, as artes visuais e a televisão, seus filmes "Sonhos de Lulu" (2009), "A Musa Impassível" (2010), "Aluga-se" (2012) e "Ouvir o Rio: uma escultura sonora de Cildo Meireles" (2012) já foram programados em importantes festivais como Rencontrés de Toulouse, BAFICI, Havana, Rio, Shanghai e International Emmy Awards. Foi assistente de direção de diversos cineastas, entre eles Walter Salles, Hector Babenco, José Eduardo Belmonte e Carlos Nader. Foi júri e parte da comissão de seleção de festivais e editais e ministra cursos livres de cinema desde 2008. 


SOBRE A PRODUÇÃO 


"O LIVRO DOS PRAZERES" é uma coprodução internacional entre o Brasil e a Argentina. O filme é o primeiro longa-metragem de ficção da bigBonsai, que já possui vasta experiência na produção de documentários, conteúdo para marcas e programas de TV. A Rizoma Films é uma das mais importantes produtoras argentinas da atualidade, sendo responsável por filmes de forte repercussão internacional como "Medianeras" (Gustavo Taretto) e "Whisky" (Pablo Stoll e Juan Pablo Rebella). Já a produtora Cinematográfica Marcela foi criada pela diretora para coproduzir os filmes de sua autoria e a produtora carioca República Pureza é conhecida como uma das mais importantes produtoras de cinema autoral do país.   
O filme também conta com a coprodução do Canal Brasil. 


DISTRIBUIÇÃO / VITRINE FILMES: 


Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 130 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro. Mais recentemente a distribuidora lançou "O Filme da Minha Vida", terceiro longa como diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano.  


No ano passado, alguns dos mais importantes lançamentos da Vitrine foram "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional, "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles, exibido no Festival de Sundance e "Uma Noite de 12 Anos", exibido no Festival de Veneza.  
Em 2019 a Vitrine Filmes fará sessões especiais em cinemas brasileiros de "Roma", dirigido por Alfonso Cuarón e vencedor de dois Globos de Ouro. Entre os lançamentos do ano estão "Divino Amor", dirigido por Gabriel Mascaro e com Dira Paes no elenco, "Bacurau", novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga, Karine Teles, Udo Kier e Silvero Pereira e "Pedro" novo longa da diretora Laís Bodanzky, produzido e protagonizado por Cauã Reymond.  
Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine, que durante o ano todo irá lançar 10 longas nacionais em mais de 25 cidades do Brasil.   

2ª edição da RESIDÊNCIA BASE

INSCRIÇÕES PARA SEGUNDA EDIÇÃO DA “RESIDÊNCIA BASE” COMEÇAM EM 3 DE JUNHO

Programa tem como objetivo promover uma imersão criativa para o desenvolvimento de roteiros cinematográficos, dando visibilidade a novos talentos.

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RESIDÊNCIA BASE surgiu a partir da inspiração dos realizadores Esmir Filho, Mariana Bastos e Thereza Menezes em residências artísticas internacionais. Ao proporcionar uma semana de imersão aos participantes, em um espaço de inspiração e em contato com a natureza, amplia-se a experiência criativa.   

O programa gratuito, que estimula o diálogo entre roteiristas promovendo rodas de conversas e consultoria especializada, tem como objetivo desenvolver roteiros cinematográficos dando oportunidade a novos talentos. Dentre os projetos selecionados para a primeira edição, realizada em 2013, destacam-se “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, e “Pela Janela”, de Caroline Leone.  

As inscrições estão abertas de 3 a 23 de junho, exclusivamente pelo site www.residenciabase.com. Podem participar candidatos de todo o Brasil, que tenha realizado até dois filmes. Além de preencher a ficha de inscrição, é preciso enviar um argumento de longa-metragem de seis a dez páginas. As inscrições são limitadas a 400 projetos, por isso é importante que os interessados se inscrevam nos primeiros dias. Depois da análise dos inscritos por uma comissão julgadora da RESIDÊNCIA BASE, haverá uma segunda etapa de entrevistas e sete projetos – de ficção, documentário ou animação – serão selecionados.   

Nessa segunda edição da RESIDÊNCIA BASE, seis anos após a primeira, Fernando Sapelli se juntou aos realizadores. Eles explicam a motivação em continuar com o programa: “estamos vivendo um momento difícil no audiovisual e acreditamos que iniciativas que fortaleçam a base da cadeia são essenciais para a continuidade dos avanços conquistados. A experiência e resultados da primeira edição confirmam a necessidade dessas iniciativas”.  

Nesta edição, os roteiristas selecionados ficarão hospedados na Pousada Fazenda Maristela (Tremembé), de 5 a 11 de agosto, trabalhando em seus projetos com a consultoria do cineasta Fabio Meira (As Duas Irenes, Bingo). Também receberão convidados como os roteiristas Bráulio Mantovani (Cidade de Deus, Tropa de Elite 2) e Carolina Kotscho (2 Filhos de Francisco, Quebrando o Tabu), que dividirão suas experiências com os participantes.  

RESIDÊNCIA BASE é um programa realizado com patrocínio do UOL e apoio da Pousada Fazenda Maristela.   

Para saber mais sobre a primeira edição: https://vimeo.com/74461065  

SERVIÇO  
2ª edição do programa RESIDÊNCIA BASE   
Inscrições: 3 a 23 de junho  
www.residenciabase.com  
Residência Base: 5 a 11 de agosto  
Local: Fazenda Maristela (Tremembé)  
Consultor: Fabio Meira  
Convidados: Bráulio Mantovani e Carolina Kotscho  
Realizadores: Esmir Filho, Fernando Sapelli, Mariana Bastos e Thereza Menezes  

SOBRE OS REALIZADORES  

Esmir Filho  
Esmir Filho é formado em cinema e fundou a Saliva Shots em 2011. Nela participou da criação e direção geral de diversas obras em vários formatos – videoclipe, televisão, teatro, instalações e cinema. Seu longa “Os Famosos e os Duendes da Morte”, distribuído pela Warner Bros. no Brasil, foi selecionado pelos festivais de Berlim e Locarno e vendido para mais de 5 países, além de ter ganhado o prêmio de melhor filme no Festival do Rio. Seu curta “Alguma Coisa Assim” foi premiado no Festival de Cannes em 2006, enquanto “Saliva” esteve na corrida pela vaga no Oscar de 2008. Em 2016 realizou seu segundo longa com Mariana Bastos, uma coprodução Brasil e Alemanha, também premiada no Festival do Rio. Atualmente prepara-se para lançar “Verlust - Estado de Praia”, seu terceiro longa, uma coprodução Brasil e Uruguai, em conjunto com a Globo Filmes.  

Fernando Sapelli  
Fernando Sapelli é formado em Cinema e Novas Mídias, assim como artes dramáticas, pela Universidade da Califórnia, Santa Barbara. Em Los Angeles trabalhou na produtora Appian Way, do ator Leonardo Di Caprio, e na Sony Pictures Television. Em 2010, Fernando iniciou o projeto People of Change, focado na documentação do trabalho de organizações de impacto, e seus esforços para mudar a sociedade positivamente, em mais de 15 países. Em 2014, fundou a produtora Claraluz Filmes, por meio da qual produziu os longas-metragens "Exodus - De Onde Eu Vim Não Existe Mais" (2016), em coprodução com O2 Filmes, com estreia na Mostra Internacional de São Paulo, e "Alguma Coisa Assim" (2017), com estreia no Festival do Rio, onde recebeu o prêmio de melhor edição. Também já produziu séries de televisão, como "Filosofia Pop (Segunda Temporada)" (2019) e conteúdo seriado para empresas como TAP Airlines e Google.  

Mariana Bastos  
Atualmente trabalha no desenvolvimento de seu segundo longa-metragem, "Raquel 1,1", um suspense bíblico pop produzido pela Claraluz Filmes.   
Escreveu e dirigiu seu primeiro longa-metragem "Alguma Coisa Assim", uma coprodução Brasil - Alemanha, ao lado de Esmir Filho, a partir do curta homônimo premiado no Festival de Cannes.   
Roteirizou e assumiu a Direção Geral da série de doc-reality "Expedição Xingu", para a Rede Globo - Fantástico. Trabalhou para grandes produtoras e emissoras do Brasil como Paranoid BR, Barry Company, Globomedia, Saliva Shots, Rede Globo, GNT, Sony, entre outras.   
Foi roteirista da série "Tudo o que é Sólido Pode Derreter", da TV Cultura. Venceu por duas vezes o concurso de roteiros do Festival Cultura Inglesa, o que lhe permitiu realizar curtas-metragens (“Perto de Qualquer Lugar”, em 2007, e “Sete Anos Depois”, em 2014) premiados em vários festivais nacionais e internacionais.  


É uma das autoras do hit da internet "Tapa na Pantera", com mais de 10 milhões de acessos no Youtube.   

Thereza Menezes  
Dirigiu o curta-metragem documental SABA, juntamente à Gregório Graziosi, que entrou na seleção do Cinefondation da 60a edição do Festival de Cannes. Trabalhou como editora e produtora durante alguns anos até entrar como sócia na produtora Saliva Shots e trabalhar como produtora executiva de diversos projetos, entre eles, os programas de TV, videoclipes e longas-metragens. 


Como produtora executiva, lançou dois longas-metragens – “Eu Nunca”, dirigido por Kauê Telloli, e “Alguma Coisa Assim”, dirigido por Esmir Filho e Mariana Bastos – além de diversos programas de televisão para GNT e SESCTV. 


Atualmente, está em pós-produção de seu terceiro longa-metragem pela Saliva Shots, “Verlust”, dirigido por Esmir Filho, com Andréa Beltrão e Marina Lima.  
Em 2016, juntou-se à Mariana Bastos para montar o Bloco Pagu que hoje é um dos maiores blocos da cidade.  


SOBRE O CONSULTOR  

Fabio Meira  
Roteirista e diretor, Fabio Meira começou no cinema como assistente de Ruy Guerra em "Veneno da Madrugada" de 2004. “As Duas Irenes”, seu primeiro longa como diretor, estreou no Festival de Berlim e recebeu quatro Kikitos no Festival de Gramado, entre eles o de Melhor Roteiro e Melhor Filme pela crítica. Fabio tem especialização em roteiro na ESCAC em Barcelona e é Mestre pela Universidade de São Paulo. Como professor atuou em instituições como Escola de Cinema e Vídeo de Santo André, Inspiratorium, Academia Internacional de Cinema, além da rede Sesc e da Escola Internacional de Cinema de Cuba. Foi líder de um Núcleo Criativo e consultor de roteiro para eventos do Festival Latino de SP e para o Laboratório Novas Histórias. 


Foi também roteirista do documentário cubano “The Illusion” (2009), premiado na Berlinale e nos Festivais de Chicago e Havana, e do longa “De Menor”, de Caru Alves de Souza, Melhor Filme no Festival do Rio de 2013. Trabalhou no roteiro de “Bingo, o rei das manhãs”, de Daniel Rezende, escolhido como o representante brasileiro para vagas no Oscar e nos prêmios Goya. Também atuou em roteiros para Marcelo Lordello, Sérgio Machado, René Sampaio, Marcelo Gomes e Karim Aïnouz. 


Entre curtas e médias-metragens, Fabio Meira realizou nove filmes. Recebeu prêmio de Melhor Documentário de 2007 pela UNEAC (União dos escritores e artistas de Cuba) com “Adios a Cuba”, Melhor Curta Documentário pela ABD no É Tudo Verdade de 2010 com “Hoje tem alegria”, destaque também para “Pátria” de 2013, na programação da ESPN Brasil, além do prêmio de Melhor Curta-metragem no Festival de Toulouse de 2009 com a ficção em 35mm “Atlântico”.   

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‘THE LIGHTHOUSE’ é eleito pela crítica o melhor filme da Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes

Longa de Robert Eggers, com Willem Dafoe e Robert Pattinson, é uma produção da RT Features, New Regency e A24.  

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A FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema elegeu THE LIGHTHOUSE como o melhor filme da Quinzena dos Realizadores exibido no 72º Festival de Cannes, evento que termina hoje (25/5). O longa é produzido pela RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, em parceria com a New Regency e a A24.  

Sob a direção de Robert Eggers, do aclamado A Bruxa, e protagonizado por Willem Dafoe e Robert Pattinson, o filme, exibido na Quinzena dos Realizadores, arrancou elogios do público e da crítica especializada. Para o Hollywood Reporter, “Eggers confirma sua reputação como um mestre do New England Gothic nesse segundo longa claustrofóbico”. Já o Guardian afirmou que “pouquíssimos filmes conseguem deixar você assustado e excitado ao mesmo tempo”.  

Rodrigo Teixeira fala sobre a produção de THE LIGHTHOUSE: “Foi um processo incrível, algo que nunca havia vivenciado, Robert Eggers é um diretor visionário, com o qual tenho muito orgulho de trabalhar novamente. Preciso agradecer a toda equipe da RT, Lourenço Sant’Anna, também produtor do filme, que ficou ao meu lado desde o começo e à New Regency e A24, por acreditarem e investirem nesse filme. Obrigado aos brilhantes atores Willem Dafoe e Robert Pattinson, estamos todos muito felizes”.  

Além de THE LIGHTHOUSE, a RT Features teve mais dois filmes selecionados para esta edição do Festival de Cannes: A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, de Karin Aïnouz, com Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Júlia Stockler e Gregório Duvivier, e PORT AUTHORITY, de Danielle Lessovitz e produzido em parceria com Martin Scorsese. 


...  

Sinopse “The Lighthouse”  

De Robert Eggers, mesmo diretor visionário da obra prima moderna de terror, A Bruxa, chega este conto hipnótico e alucinante de dois guardas de farol em uma remota ilha na Nova Inglaterra nos idos de 1890.   

Sinopse “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”  

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis. Ambas têm um sonho: uma, se tornar uma pianista profissional; a outra, encontrar o amor verdadeiro. As duas são separadas pelo pai e forçadas a viver distantes. Sozinhas, elas irão tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem da esperança de se reencontrar.  

Sinopse “Port Authority”  

Nos degraus da estação central de ônibus de Nova York, Port Authority, uma garota chamada Wye dança vogue com seus irmãos. Paul, um jovem recém-chegado em NY, observa-a fascinado pela sua beleza. Assim que a procura, um amor intenso floresce entre eles.   
Wye apresenta-o para a comunidade de baile KIKI, uma subcultura LGBTQ underground e para sua casa, uma família escolhida por ela mesma. Mas quando Paul percebe que Wye é transexual, ele é forçado a confrontar seus sentimentos por ela e pelas forças sociais que buscam romper seus laços.  

SOBRE A RT FEATURES       

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).  

No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias tendo sido vencedor por Melhor Roteiro Adaptado. Em 2018, entre outros filmes, a RT Features produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, e no Brasil o longa-metragem A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, ambos com previsão de estreia em 2019.       

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na Quinzena dos Realizadores em 2017, e o segundo filme, Port Authority, teve estreia mundial na mostra oficial Un Certain Regard do Festival de Cannes. 

 
'RELATOS DO FRONT – FRAGMENTOS DE UMA TRAGÉDIA BRASILEIRA' estreia dia 20 de Junho

"RELATOS DO FRONT" GANHA DATA DE ESTREIA: 20 DE JUNHO

Depois de ser exibido em diversos festivais, longa de Renato Martins sobre a realidade da segurança pública no Brasil chega ao circuito comercial

"RELATOS DO FRONT" é uma produção Jacqueline Filmes, em coprodução com Globo News, Globo Filmes, Canal Brasil, Film Pro e Syndrome Films, com distribuição da ArtHouse.

SINOPSE  
Através de relatos das pessoas que vivem ou viveram a rotina de combate entre tráfico de drogas e polícia, misturado com os relatos de especialistas em segurança pública, psicólogos, escritores e jornalistas, queremos apresentar para o público os dois lados de uma mesma tragédia. Sem tomar partido para nenhum dos lados, trazendo o expectador para uma reflexão sobre nossa política atual de segurança pública e suas consequências na vida da população.  

FICHA TÉCNICA  
Direção: Renato Martins  
Roteiro: Gabriel Pardal, Renato Martins, Sergio Barata  
Argumento: Renato Martins, Sergio Barata  
Produção: Jacqueline Filmes  
Coprodução: Globo News, Globo Filmes, Canal Brasil, Filmpro e Syndrome Films  
Coprodutores: Daniel Van Hoogstraten, Valentina Scanziani  
Produção executiva: Leticia de Souza, Matilde Villela, Renato Martins  
Produtores associados: Fernanda Tornaghi, Marcello Maia, Pedro Peregrino, Rafael Dragaud  
Direção de fotografia: Manuel Aguas  
Fotografia do front: Jadson Marques  
Edição: Pedro Asbeg, EDT.  
Som direto: Marcel Costa  
Trilha Original: Roberto Pollo  
Desenho de som: Waldir Xavier  
Edição de som: Fernando Aranha  
Edição de som e mixagem: Bernardo Adeodato  
Direção de produção: Lili de Paula, Paulão Costa  
Pesquisa: Cecilia Oliveira, Eduardo Biaia, Natasha Neri, Patricia Pamplona  
Fotografia aérea: Pedro Von Kruger  
Câmeras: Alberto Bellezia, Eduardo Br, J.Vitorino  
Ano: 2018  
Duração: 100 min  
Classificação indicativa: 12 anos  

SOBRE O DIRETOR  
Renato Martins é diretor, montador e produtor, formado em comunicação social. Foi sócio da produtora Urca Filmes e em 2012 abriu a produtora independente, Jacqueline Filmes. Renato é diretor de dois longas-metragens premiados no Brasil e exterior; "Geraldinos" e "Carta para o Futuro", e de três curtas também premiados. Entre seus principais trabalhos como montador, estão os filmes: "Tropa de Elite 2", "Até que a sorte nos separe 2 e 3", "Democracia em Preto e Branco", "O Concurso", "Os Desafinados", "Quanto tempo o tempo tem", entre outros. Atualmente trabalha no desenvolvimento do seu primeiro longa de ficção, "Caldo de Cana", e no lançamento do seu terceiro longa documentário "Relatos do Front".  

SOBRE A DISTRIBUIDORA  
A ArtHouse é uma distribuidora dedicada ao cinema de autor que traz em seu catálogo filmes como A Erva do Rato e Educação Sentimental, de Julio Bressane; A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante; Big Jato, de Cláudio Assis; Futuro Junho, de Maria Augusta Ramos; A Família Dionti, de Alan Minas, vencedor do prêmio de público no Festival de Brasília; Introdução à Música do Sangue, de Luiz Carlos Lacerda; Love Film Festival, de Manuela Dias e muitos outros longas-metragens que se destacaram no circuito de festivais dentro e fora do país, como os Festivais de Rotterdam, Locarno, Roma, Festival do Rio e Festival de Brasília.  

Os mais recentes lançamentos incluem: O premiado documentário Um Filme de Cinema, de Walter Carvalho; O Beijo no Asfalto, longa de estreia de Murilo Benício; Fevereiros, documentário de Marcio Debellian, estrelado pela cantora Maria Bethânia; Vergel, De Kris Niklison com Camila Morgado, uma coprodução Brasile e Argentina; e Pastor Cláudio, importante documentário sobre as atrocidades da ditadura militar no Brasil, dirigido por Beth Formaggini. 

 
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RT Features tem 3 filmes selecionados para o Festival de Cannes 2019

Novo longa de Karin Aïnouz, A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, e duas produções norte-americanas, THE LIGHTHOUSE e PORT AUTHORITY, terão estreia mundial no evento 

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A produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, tem três filmes selecionados para a 72ª edição do Festival de Cannes, que acontece de 14 a 25 de maio.   

Hoje foi anunciado em Paris a seleção da Quinzena dos Realizadores, na qual está o filme THE LIGHTHOUSE, de Robert Eggers, diretor do aclamado A Bruxa. Uma produção da RT Features, New Regency e A24, e traz no elenco Willem Dafoe e Robert Pattinson.  

Rodrigo Teixeira fala sobre o filme: “A produção de THE LIGHTHOUSE foi um processo incrível, algo que nunca havia vivenciado, Robert Eggers é um diretor visionário, com o qual tenho muito orgulho de trabalhar novamente. Preciso agradecer a toda equipe da RT, Lourenço Sant’Anna, também produtor do filme, que ficou ao meu lado desde o começo e à New Regency e A24, por acreditarem e investirem nesse filme. Obrigado aos brilhantes atores Willem Dafoe e Robert Pattinson, estamos todos muito felizes”.   

Já na Seleção Oficial, anunciado na última semana, está o novo longa de Karim Aïnouz, A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO, produção da RT Features em parceria com a alemã The Match Factory, com Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Júlia Stockler e Gregório Duvivier, que será exibido na competição oficial Un Certain Regard.  

Também na mesma competição, PORT AUTHORITY, da diretora Danielle Lessovitz. Rodado em Nova York, o longa acompanha a história de amor entre Paul e Wye, uma mulher transexual, que leva Paul a confrontar seus preconceitos e as imposições sociais. O filme faz parte da parceria que a produtora formou com a empresa de Martin Scorsese, Sikelia Productions, projeto que pela segunda vez tem um filme sendo lançado durante o festival francês.   

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Sinopse “The Lighthouse”  
De Robert Eggers, mesmo diretor visionário da obra prima moderna de terror, A Bruxa, chega este conto hipnótico e alucinante de dois guardas de farol em uma remota ilha na Nova Inglaterra nos idos de 1890.   

Sinopse “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”  
Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis. Ambas têm um sonho: uma, se tornar uma pianista profissional; a outra, encontrar o amor verdadeiro. As duas são separadas pelo pai e forçadas a viver distantes. Sozinhas, elas irão tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem da esperança de se reencontrar.  

Sinopse “Port Authority”  
Nos degraus da estação central de ônibus de Nova York, Port Authority, uma garota chamada Wye dança vogue com seus irmãos. Paul, um jovem recém-chegado em NY, observa-a fascinado pela sua beleza. Assim que a procura, um amor intenso floresce entre eles.   
Wye apresenta-o para a comunidade de baile KIKI, uma subcultura LGBTQ underground e para sua casa, uma família escolhida por ela mesma. Mas quando Paul percebe que Wye é transexual, ele é forçado a confrontar seus sentimentos por ela e pelas forças sociais que buscam romper seus laços.  

SOBRE A RT FEATURES        
     
Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).   
     
No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias tendo sido vencedor por Melhor Roteiro Adaptado. Em 2018, entre outros filmes, a RT Features produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, e no Brasil o longa-metragem A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, ambos com previsão de estreia em 2019.        
     
Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na Quinzena dos Realizadores em 2017, e o segundo filme, Port Authority, acaba de ser selecionado para o Festival de Cannes, onde terá estreia mundial na mostra oficial Un Certain Regard.  

 
Cinépolis e Pandora Filmes fecham parceria para exibição quinzenal de filmes independentes em 2019
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CINÉPOLIS E PANDORA FILMES FECHAM PARCERIA PARA EXIBIÇÃO QUINZENAL DE FILMES INDEPENDENTES EM 2019 

*Projeto acontecerá em 25 cidades do Brasil

Denominado Caixa de Pandora, o projeto foi criado com o objetivo de fortalecer a exibição de filmes independentes, de diversas nacionalidades, em cidades que atualmente não costumam receber esse tipo de produção.  

Quinzenalmente, 25 salas da rede Cinépolis, em 16 estados, abrirão espaço na programação para exibir conteúdo audiovisual culturalmente diversificado. A curadoria fica por conta da distribuidora Pandora Filmes, que completa 30 anos de mercado em 2019. Pretende-se, assim, promover e fomentar o cinema independente para além das grandes capitais brasileiras.  

A partir de abril de 2019, a Cinépolis começa a exibir em sua programação filmes inéditos nacionais e internacionais, de diretores consagrados e jovens talentos, com passagens nos festivais mais importantes mundo afora, como Cannes, Sundance, Veneza, Berlim e Toronto, que já fazem parte do histórico da Pandora Filmes. “Fico muito feliz que uma empresa do porte da Cinépolis entenda a importância da oferta diversificada de filmes para seu público e confie na curadoria da Pandora Filmes”, comemora André Sturm, sócio da Pandora Filmes.   

O presidente da Cinépolis Brasil, Luiz Gonzaga de Luca, também comemora a colaboração entre as empresas: “É com imensa alegria que anunciamos essa parceria com a Pandora. A Cinépolis é uma assídua incentivadora do cinema de arte, bem como de filmes independentes, e poder exibi-los em nossas salas, em circuito nacional, deixa-nos extremamentes felizes”.  

"A Pandora sempre buscou ampliar os horizontes da distribuição de filmes independentes no Brasil e este projeto com a Cinépolis é a síntese dessa missão, um grande estímulo à diversidade cultural”, completa Paula Cosenza, sócia da Pandora Filmes.  

O primeiro longa a ser exibido pelo Caixa de Pandora é o francês “Quando Margot Encontra Margot”, de Sophie Fillières, protagonizado pela premiada atriz Sandrine Kimberlain, em 4 de abril. Ainda em abril, no dia 18, estreia o polêmico “O Mau Exemplo de Cameron Post”, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance.  

Na primeira semana de maio, chega às telas da Cinépolis o novo longa da diretora Gabriela Amaral Almeida, “A Sombra do Pai”, com Julio Machado e Nina Medeiros. E no dia 16 de maio, “Compre-me um Revolver”, longa mexicano de Julio Hernández Cordón, exibido no último Festival de Cannes.  

Sobre os filmes  

04/04 - Quando Margot Encontra Margot  
Margot (Agathe Bonitzer), 25 anos, tem uma vida despreocupada, pontuada por frequentes noitadas em Paris. Uma noite, durante uma festa, ela conhece outra Margot (Sandrine Kimberlain), 20 anos mais velha. Detalhes curiosos e grandes semelhanças fazem com que elas descubram que são a mesma pessoa em fases diferentes. Na manhã seguinte, no mesmo trem para Lyon, elas se deparam com Marc (Melvil Poupaud), o ex de uma delas, cujo charme desperta grande atração em ambas. Daí em diante, Margot e Margot acharão cada vez mais difícil se desligar uma da outra e também de Marc. Como seria reencontrar o seu próprio eu? Isto é o que Margot e Margot irão descobrir.   

18/04 – O Mau Exemplo de Cameron Post  
Cameron Post (Chloë Grace Moretz) era considerada uma adolescente comum até que foi pega beijando outra menina. Por isso, é mandada para um centro de terapia de conversão que corrige adolescentes com atração por pessoas do mesmo gênero. No local, em meio a tantas atividades estranhas, conhece outros jovens gays na mesma situação que ela, e finalmente a garota sente que encontrou sua turma.   

02/05 – A Sombra do Pai  
Quando uma criança é obrigada a virar o “adulto da casa” porque seu pai está doente e a sua mãe, morta, há uma inversão na ordem natural das coisas. A infância se transforma em saga. E a paternidade frustrada, em condenação.  

16/05 – Compra-me um Revólver  
O filme traz uma visão distópica de um México controlado inteiramente por cartéis, no qual as mulheres estão desaparecendo. Uma jovem usa uma máscara para esconder sua identidade e ajudar o pai a cuidar de um campo de beisebol frequentado pelos traficantes. Certo dia, ao acordar, a menina precisará lutar pela sua própria vida.  

Confira abaixo a lista dos complexos Cinépolis que participarão da Caixa de Pandora:   

São Paulo -Cinépolis JK Iguatemi  
Barueri - Cinépolis Iguatemi Alphaville  
Bauru - Cinépolis Nações Bauru  
Campinas - Cinépolis Campinas Shopping  
Guarulhos - Cinépolis Parque Maia  
Jundiaí - Cinépolis Jundiaí Shopping  
Sorocaba - Cinépolis Iguatemi Esplanada Sorocaba  
Ribeirão Preto - Cinépolis Iguatemi Ribeirão Preto  
São José do Rio Preto - Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto  
Rio de Janeiro - Cinépolis Lagoon São José - Cinépolis Continente Park  
Uberlândia - Cinépolis Center Shopping Uberlândia  
Curtiba - Cinépolis Pátio Batel  
Caxias do Sul - Cinépolis San Pelegrino  
Santa Maria - Cinépolis Praça Nova  
Olinda - Cinépolis Patteo Olinda  
Macapá - Cinépolis Amapá Garden  
João Pessoa - Cinépolis Manaíra Shopping  
São Luis - Cinépolis São Luís Shopping  
Natal - Cinépolis Natal Shopping   
Belém - Cinépolis Boulervard Belém  
Manaus - Cinépolis Millennium  
Salvador - Cinépolis Bela Vista  
Teresina - Cinépolis Rio Poty  
Fortaleza - Cinépolis RioMar Fortaleza  

Sobre a Cinépolis Brasil   
A Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, com um total de 704 cinemas, 5.707 salas 100% digitais, em quatorze países.   

Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente, opera 52 cinemas em todo o Brasil com 393 salas, com marcas destaque como Macro XE, IMAX, 4DX, VIP e Junior. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP do mundo e, no Brasil, foi a pioneira na implantação da tecnologia 4DX – que permite o movimento das poltronas e gera mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.   

Em 2019 e 2017, foi eleita a “Melhor Sala Premium” de São Paulo pelo Guia Divirta-se. Em 2018, pela terceira vez, o Cinépolis JK Iguatemi foi eleito pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo (2015, 2017 e 2018) e sua sala IMAX foi apontada como a melhor sala individual do circuito.  Em 2016 e 2017, a rede Cinépolis ficou em 1º lugar no “Prêmio Estadão Melhores Serviços”, na categoria redes de cinema.   

A constante inovação e o bom desempenho são reconhecidos com diversos prêmios, dentre eles: Melhor Exibidor por quatro anos consecutivos (2011, 2012, 2013 e 2014), concedido no Prêmio ED (Exibição & Distribuição), realizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo.   

Mais informações, acesse: http://www.cinepolis.com.br  

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SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes independentes, atuante desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Kieślowski, Angelopoulos, Wong Kar-Wai e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder.  

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre atuou com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steimberg, Rodolfo Nanni, Rubens Rewald, Ruy Guerra, Edgar Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meireles, Tata Amaral, entre outros. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.  

 
‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro foi selecionado para o Festival de Berlim 2019
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‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE BERLIM, ESTREIA NACIONALMENTE NA 22ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

Documentário de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro será exibido na Mostra Fórum do festival alemão e em Tiradentes, dia 25 de janeiro

Depois de ser exibido no Festival de Brasília de 2018, na seção work in progress, e selecionado para a Mostra Fórum do Festival de Berlin 2019 ‘A Rosa Azul de Novalis’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro, estreia nacionalmente na Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontece de 18 a 26 de janeiro, em Tiradentes (MG).   
 

Com produção da Carneiro Verde Filmes e distribuição da Sessão Vitrine, o longa apresenta Marcelo (Marcelo Diorio), um homem que vive relembrando o passado, inclusive de outras encarnações. Numa delas, ela foi o poeta alemão Novalis, que perseguia uma rosa azul. 


A partir de Marcelo, seus dilemas e suas buscas, os diretores pretendem chamar atenção para o ânus, tornando esse buraco, considerado obscuro, o ponto de partida para a compreensão do personagem. “Colocar o cu em evidência nos parece essencial, uma vez que em 8 países o sexo anal pode levar à pena de morte e em mais de 80 países à prisão perpétua. Sem embargo, o cu é um centro produtor de excitação e prazer, é uma fábrica de reelaboração do corpo e de suas perspectivas, pois ele não está destinado a reprodução humana, colocando o sistema tradicional da representação sexo/gênero abaixo. O cu é democrático, todos podem acessá-lo, afinal, cada um tem o seu”, explicam os diretores.  

A proposta dos realizadores foi fazer um filme com um personagem e não sobre um personagem, abordando todos os aspectos deste, não apenas o seu lado “bonito”. Vinagre e Carneiro comentam o processo criativo: “Nosso trabalho parte sempre de uma realidade, para recriá-la, transformá-la em algo que de alguma forma possa colocar o espectador em xeque sobre algumas questões geralmente consideradas tabu, e ao mesmo tempo muitas coisas são também colocadas em xeque para o personagem que atua como si mesmo, e para nós, que dirigimos. Há sempre uma jornada de autoconhecimento. Não à toa, todos os nossos filmes tematizam traumas, e são extremamente falados, como numa sessão de psicanálise. ‘A Rosa Azul de Novalis’ não foge disso”.   
 

Serviço - Exibição na Mostra de Cinema de Tiradentes 
25/1 (sexta-feira), às 20h, Cine-Tenda  

Sinopse: 
Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos, possui uma memória inigualável. Revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue?  

Festivais e Prêmios: 
. 22º Mostra de Cinema de Tiradentes - Mostra Aurora  
. 69º Berlinale - Berlin International Film Festival - Forum  
. 41º Cinéma du Réel - International Competition  

Fica técnica  
. Direção: Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro  
. Elenco: Marcelo Diorio, Majeca Angelucci, Marcos Hermanson Pomar, Thais de Almeida Prado, Estela Lapponi, Beatriz Pomar, Rafael Rudolf e Christian Sedemaka  
. Roteiro: Gustavo Vinagre e Marcelo Diorio  
. Produção: Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre  
. Produção de set: Edson Costa  
. Assistente de Direção: Beatriz Pomar  
. Fotografia: Bruno Risas  
. Assistente de Fotografia: Wilssa Esser  
. Som Direto: Ruben Valdés  
. Microfonista: Rodney Blanco  
. Música: Dominico Scarlatti - Fandango   
. Direção de Arte: Gabriel Pessoto  
. Figurino: João Marcos de Almeida  
. Maquiagem: Alma Negrot  
. Edição: Rodrigo Carneiro  
. Efeitos: Paulo Bueno e João Marcos de Almeida  
. Correção de Cor: Natalia Nora Martínez  
. Preparação de elenco: Gilda Nomacce  
. Arte do cartaz: Gabriel Pessoto  
. Design do cartaz: João Marcos de Almeida  
. Tradução para o inglês: Adriana Davanzzo  

Biografia dos diretores:  
Gustavo Vinagre graduou-se em Letras pela USP. É formado em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, Cuba. Dirigiu os filmes: Dykeland (2009), parte do longa Fucking Differente, Filme para Poeta Cego (2012), La Llamada (2014), Nova Dubai (2014), Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos (2016) e Filme Catástrofe (2017) - 28º Festival Internacional de Curtas de São Paulo.  

Rodrigo Carneiro é licenciado em história pela Universidade Federal de Ouro Preto. Se formou em montagem no curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba - EICTV. Foi pesquisador convidado do departamento de cinema da Faculty of Fine Arts da Universidade de Concordia - Montreal. Escreveu e dirigiu os curtas Marília, Microsieverts e Copyleft e o longa “A rosa azul de Novalis”, co-dirigido com Gustavo Vinagre. Editou diversos curtas, médias e longas metragens. Rodrigo é professor de montagem e trabalha como produtor executivo no Prodav das Tvs Públicas Ancine/FSA/EBC.  

 
'NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO' de Camila José Donoso, selecionado para o Festival de Rotterdam
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DIRIGIDO POR CAMILA JOSÉ DONOSO “NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO” SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE ROTTERDAM

Coprodução entre Brasil e Chile, da mesma produtora de “Benzinho” e “Pendular”, está na mostra principal do Festival, a Tiger

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO de Camila José Donoso, acaba de ser selecionado para o Festival de Rotterdam, que acontece entre os dias 23 de janeiro e 3 de fevereiro, onde será exibido na Mostra Competitiva principal, a Mostra “Tiger”. A ideia para o filme surge através do relacionamento íntimo que a diretora tem com Josefina Ramirez, uma mulher extraordinária que, entre outras coisas, é avó de Camila. Nona surge do desejo da diretora de falar não somente sobre sua avó, mas sobre toda uma geração cuja vida foi marcada por inúmeras lutas que ocorreram no Chile, um país preso entre a cordilheira e o oceano.   

O roteiro de NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO baseia-se em eventos reais, imaginários, recriados, provenientes da vida de Josefina, que compõem um quadro heterogêneo e intrigante. Em seu primeiro filme, “Naomi Campbel”, a diretora fez um retrato documental de uma mulher transexual e a ficção ocorreu discretamente. Em NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, a ficção supera o mundo real, embora cada elemento seja derivado da vida de Josefina. “Eu queria que o personagem de Nona tivesse profundidade. Eu queria que o espectador descobrisse Nona como eu a conhecia; uma avó, uma dona de casa extrovertida que ocasionalmente mentia, uma mulher volúvel, e tudo aquilo que estava longe da femme fatale piromaníaca que mais tarde descobri. Eu queria que o espectador pudesse viver na intimidade de Nona, sem julgamento: pois a beleza de Nona também reside na complexidade, na ambivalência de seu caráter.”, explica a diretora.  

O filme conta com a atuação de não profissionais, como a própria avó da diretora interpretando a nona, Josefina Ramirez, as atrizes Gigi Reyes, Paula Dinamarca e Nancy Gómez e o ator brasileiro Eduardo Moscovis, que interpreta Pedro.   

O filme acompanha Nona, uma senhora dona de casa atípica, de 66 anos, que vive em autoexílio em uma cidade costeira no sul do Chile. Muito próximo a ela, em uma misteriosa floresta, ocorrem incêndios estranhos que são atribuídos ao diabo. Um dia, quando vento e o oceano parecem possuídos, toda a região testemunha um grande incêndio florestal que parece estar fora de controle. Dessa forma, NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO faz um paralelo entre a vida da personagem que parece calma e organizada, com a situação do Chile que parece calmo e próspero. No entanto, a vida de Nona tem as marcas de um passado violento, do qual ela não pode se desfazer e da mesma forma que acontece com o Chile hoje.  

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO é a estreia da diretora na ficção e é produzido por Rocío Romero, do Chile (Mimbre Producciones), Alexa Rivero da França (Altamar Films) , e pela brasileira Tatiana Leite, produtora do sucesso Benzinho, de Gustavo Pizzi e coprodutora de Pendular de Julia Murat. No Brasil a distribuição do longa será da Vitrine Filmes.  

Sinopse  

Depois de um ato de vingança contra seu ex-amante, Nona, de 66 anos, foge para sua casa de verão em Pichilemu, uma cidade costeira no Chile. Lá ela vive uma vida prosaica em aparente satisfação, até que uma série de incêndios florestais motiva a partida de muitos de seus vizinhos. As antigas ruas sombreadas são imbuídas de medo. A investigação policial não dá em nada e os poucos moradores remanescentes ficam cada vez mais especulativos sobre a possível causa. Surpreendentemente, a pequena casa de Nona não está danificada. Enquanto mais e mais casas pegam fogo, esse intrigante protagonista exibe os diferentes lados de sua personalidade: Nona, a avó, Nona, a amiga, Nona, a anarquista, Nona, a contadora de histórias, brincalhona, mentirosa - e Nona, a incendiária.  

Ficha Técnica  
NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO (Nona.Si me mojan yo los quemo)  
Direção e Roteiro:  Camila José Donoso  
Empresas produtoras: Mimbre Producciones, Bubbles Project, Altamar Films   
Produtoras: Rocío Romero, Tatiana Leite, Alexa Rivero   
Fotografia: Matías Ilanes   
Edição: Karen Akerman   
Direção de Arte: Nicolás Oyarce  
Direção de Som: Sebastián Arjona, Emilio Torres  
Gênero: Documentário/Ficção   
Países: Chile, Brasil e França   
Idioma: Espanhol   
Ano: 2018   
Duração: 86 min  
Elenco: Josefina Ramirez, Gigi Reyes, Paula Dinamarca, Eduardo Moscovis, Nancy Gómez   

SOBRE A DIRETORA 

Camila José Donoso nasceu no Chile em 1988. Estudou cinema e dirigiu curtas e performances em vídeo. Como diretora e roteirista, fez Naomi Campbel (FICValdivia e CPH: DOX, 2013) e Casa Roshell (Berlinale, 2017), ambos exibidos e premiados em festivais de cinema. Em 2016, fundou e criou a Transfrontera, um encontro entre o Chile, o Peru e a Bolívia, centrado no cinema e na política, com a presença de pessoas como Ignacio Agüero, entre outros. Em breve, lançará seu terceiro filme: "Nona: se me molham, eu os queimo."  

SOBRE A BUBBLES PROJECT 

Bubbles Project é uma produtora independente sediada no Rio de Janeiro, criada por Tatiana Leite em 2012, que concebe, produz e coproduz filmes, mostras, e festivais e cinema. 


Produziu o longa-metragem "Benzinho" (Loveling) de Gustavo Pizzi, em coprodução com a Mutante Cine (Uruguai) – Sundance 2018, Festival de Rotterdam 2018, Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Santa Maria da Feira 2018, Melhor Filme e Melhor Filme Pela Crítica (FIPRESCI) no Festival de Málaga 2018, Melhor Filme pela Crítica, Melhor Filme pelo Juri Popular, Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado 2018, e já foi vendido para 22 territórios. 


A Bubbles coproduziu com a Esquina Filmes, o longa metragem "Pendular", de Julia Murat (em coprodução com a França e Argentina), ganhador do prêmio FIPRESCI da mostra Panorama no Festival de Berlim 2017. 


Coproduziu com Argentina, Alemanha e Noruega, o filme "Família Submersa", de Maria Alché, que fez sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Locarno 2018. Também foi exibido no Festival de San Sebastian 2018, onde ganhou o prêmio de Melhor Filme na mostra Horizontes Latinos. Durante seu desenvolvimento, foi contemplado pelos fundos internacionais Sorfond e Vision Sud Est.  


Junto com o Chile e a França, a Bubbles está coproduzindo o filme "Nona", de Camila Jose Donoso, que fará sua estreia mundial na Tiger Competition do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, após ter sido exibido no Festival Internacional de Cinema de Jeonju, Coréia do Sul, como um work in progress. Com a Mira Filmes e a Nordic Factory (Dinamarca), a Bubbles Project está coproduzindo o filme "Cora" de Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani, em pós-produção. 


Também coproduziu o filme, "Aspirantes" (Hopefuls) de Ives Rosenfeld, que venceu a Carte Blanche no Festival de Locarno 2014 e recebeu os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival do Rio 2015, Melhor filme pela crítica na Mostra de São Paulo 2015, Prêmio especial para conjunto do elenco no festival Janela de Recife 2015, Melhor filme no Festival de Santa Maria da Feria em Portugal 2015, melhor roteiro e montagem no Festival de Filmes de Fronteiras, e foi exibido em competição nos Festivais de Karlovy Vary, Toulouse, Biarritz, Havana, Chicago, N.Y, Montreal, Adelaide, Kerala, entre outros. 


É produtora associada do filme "Órfãos do Eldorado" de Guilherme Coelho, que abriu a mostra de cinema de Tiradentes de 2015, e foi exibido nos Festivais do Rio, Mostra SP, Varsóvia, Chicago, entre outros. 


A Bubbles também está desenvolvendo os longas-metragens "Outros Tempos" de Christiane Jatahy (selecionado para o workshop PUENTES do EAVE, durante o Festival de Locarno 2013), "Neuros" de Guilherme Coelho (Selecionado para o Paris Coproduction Village), Regra 34 de Julia Murat (Berlinale Coproduction Market 2019), além dos primeiros longas-metragens "A Herança" de João Cândido Zacharias (Udine Film Festival – Far East Film), "Porco Espinho" de Eva Randolph, e "Malu" de Pedro Freire.  

SOBRE A MIMBRE PRODUCCIONES  

A produtora chilena Mimbre Producciones foi co-fundada por Rocío Romero e Daniela Camino em 2013, com o objetivo de fazer filmes que tenham uma perspectiva sensível e autoral. Ao desenvolver seus projetos de documentário e ficção, a Mimbre estabelece métodos criativos e estratégicos de produção, finanças e distribuição para filmes em diferentes estágios de produção.  


Dentre seus trabalhos mais recentes, podemos citar “Señora Gloria”, 2017, documentário dirigido por Víctor Fajnzylber; “Las Plantas”, 2015, de Roberto Doveris (FicValdivia 2015, Berlinale 2016); “If you listen carefully”, de Nícolas Gúzman, 2015, (seleção official FIDOCS and DOCS Buenos Aires); e Naomi Campbell, 2013, de Nicolás Videlas e Camila José Donoso (FicValdivia, LiberCine, Cinema Tropical).  


Os projetos “Alcones”, de Daniela Camino e César Borie, „130 children“, de Ainara Aparici, e “The Journey of Mona Lisa”, de Nicole Costa, estão em pós produção, enquanto os projetos “The Sequel” de Roberto Doveris e “Albertina” de César Borie estão em desenvolvimento.   
A Mimbre Producciones também está envolvida no projeto “Escola Transfrontera”, idealizado por Camila Jose Donoso, que ensina cinema no Chile, Perú e Bolívia.   

SOBRE A VITRINE FILMES  

Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 130 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro, além de "O Filme da Minha Vida", terceiro longa do diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano de 2017.  

Em 2018, alguns dos mais importantes lançamentos da Vitrine foram "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional, "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles,  e o uruguaio  “Uma Noite de 12 Anos”.  

Neste ano,  a Vitrine Filmes fará sessões especiais em cinemas brasileiros de "Roma", dirigido por Alfonso Cuarón e vencedor de dois Globos de Ouro. Entre os lançamentos do ano estão “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro e com Dira Paes no elenco, “Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga, Karine Teles e Udo Kier e "Pedro" novo longa da diretora Laís Bodanzky, protagonizado por Cauã Reymond.  
Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine Petrobras, que durante o ano todo irá lançar 10 longas nacionais e exibir diversos curtas em mais de 25 cidades do Brasil, ao preço máximo de R$ 12,00. 

 
Filmagens no Brasil de 'O TRAIDOR', longa de Marco Bellocchio
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ENCERRAM AS FILMAGENS NO BRASIL DE O TRAIDOR, FILME DE MARCO BELLOCCHIO 

O longa-metragem é uma coprodução Itália, Brasil, Alemanha e França e conta com Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido no elenco 


Encerram as filmagens de O Traidor, longa-metragem filmado 8 semanas na Itália, 2 na Alemanha e 2 Brasil; e conta com paisagens da cidade do Rio de Janeiro em seu roteiro. Dirigido por Marco Bellocchio, é uma coprodução Itália-Brasil-Alemanha-França Brasil, uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). O filme é uma biografia de Tommaso Buscetta, o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante no caso “Cosa Nostra” em um ato de traição heroica, e é estrelado por Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido. A distribuição no Brasil será feita pela Fenix Filmes e Pandora Filmes. 


Com roteiro de Marco Bellocchio, Bibbiana Santella, Ludovica Rampoldi e Francesco Piccolo, a intrigante história italiana mostra a perseguição de Buschetta pela família Corleonni, seu exilio no Rio de Janeiro e o emocionante julgamento (Maxiprocesso) onde pela primeira vez foi revelado publicamente o funcionamento interno da “Cosa Nostra”. O filme será majoritariamente falado em italiano e com algumas cenas em português. 


Marco Bellocchio é diretor de cinema, roteirista e ator italiano Uma das personalidades italianas mais importantes, no meio intelectual e cultural, ganhou em 1991 o Urso de Prata - Prêmio Especial do Júri no 41º Festival Internacional de Cinema de Berlim por seu filme “The Conviction”. Em 2011, Bellocchio foi premiado com o Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza por sua carreira cinematográfica. Em 2006, seu filme “The Wedding Director” foi exibido na seção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes. Em 2009, dirigiu “Vincere”, que esteve na principal competição do Festival de Cinema de Cannes. Seu filme de 2012 “Dormant Beauty” foi selecionado para competir pelo Leão de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O longa é produzido por Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg.  

Sinopse   
Tommaso Buscetta, mafioso que se exilou no Brasil tentando deixar a vida de crimes, é preso e mandado de volta para a Itália. Durante o processo que se segue, ele, sentindo que a máfia abandonou os princípios sobre os quais foi fundada, faz um acordo com o estado para depor conta seus ex-colegas. Vamos aos poucos conhecendo as amizades e inimizades que trouxeram a situação até este ponto, enquanto Tommaso revê aqueles com quem um dia se associou.  

Ficha Técnica 
Elenco: Pierfrancesco Favino como Tommaso Buscetta   
Maria Fernanda Candido como Cristina  
Direção: Marco Bellocchio  
Direção de Fotografia: Vladan Rodovic  
Direção de Arte: Andrea Castorina e Daniela Vilela  
Figurino: Daria Calvelli e Gabriella Marra  
Montagem: Maria Francesca Calvelli  
Produzido por: Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg  
Produtor Delegado Brasil: André Ristum  
Produtoras: IBC Movie, Kavac Film, Rai Cinema, Gullane, Match Farctory Productions e AD Vitam  
Distribuição Brasil: Fenix Filmes e Pandora Filmes

 
Filme de estreia de Armando Praça, ‘GRETA’ foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim
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FILME DE ESTREIA DE ARMANDO PRAÇA, ‘GRETA’ FOI SELECIONADO PARA A MOSTRA PANORAMA DO FESTIVAL DE BERLIM

Com distribuição da Pandora Filmes, longa traz Marco Nanini no elenco



Marco Nanini está de volta aos cinemas na pele de Pedro, um enfermeiro homossexual de 70 anos, fã fervoroso de Greta Garbo. É em torno do personagem que a trama de “GRETA”, longa de estreia de Armando Praça, se desenvolve. O filme foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019. 
 
No longa, Pedro (Marco Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para sua melhor amiga, Daniela (Denise Weiberg). Para conseguir internar a amiga travesti no hospital lotado, ele precisa ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Jean pede ajuda para fugir do hospital, e Pedro vê a chance de conseguir salvar a amiga, que sofre de uma insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean na sua casa até a sua recuperação, e os dois acabam se envolvendo amorosamente. 
 
Ambientado em Fortaleza, o filme é livremente inspirado na peça Greta Garbo Quem Diria Acabou no Irajá, do dramaturgo Fernando Melo. “GRETA” será distribuído pela Pandora Filmes. 
 
Sinopse
 
Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos, fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weiberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também cause mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.
 
Ficha Técnica
 
Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar 
 
SOBRE O DIRETOR
 
Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido. 
 
SOBRE A CARNAVAL FILMES
 
Fundada e dirigida pelos experientes produtores João Vieira Jr. e Nara Aragão, Carnaval Filmes tem foco em conteúdo original e cinema autoral. Em parceria com mentes criativas, tem entre seus recentes lançamentos os documentários Estou me guardando para quando o carnaval chegar, de Marcelo Gomes e Casa, de Letícia Simões, o longa de ficção Greta, de Armando Praça e a série infantil de animação Bia Desenha, para a TV Brasil.
 
Se prepara para filmar em 2019 a série Chão de Estrelas, de Hilton Lacerda, para o Canal Brasil e desenvolve o projeto de série de animação Dó Ré Mi Fadas e a série de ficção De volta para Casa.
 
Seus próximos lançamentos serão os longas Vestido branco, véu e grinalda, de Marcelo Gomes e Fim de Festa, de Hilton Lacerda
 
SOBRE A PANDORA FILMES
 
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.