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Cinépolis e Pandora Filmes fecham parceria para exibição quinzenal de filmes independentes em 2019
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CINÉPOLIS E PANDORA FILMES FECHAM PARCERIA PARA EXIBIÇÃO QUINZENAL DE FILMES INDEPENDENTES EM 2019 

*Projeto acontecerá em 25 cidades do Brasil

Denominado Caixa de Pandora, o projeto foi criado com o objetivo de fortalecer a exibição de filmes independentes, de diversas nacionalidades, em cidades que atualmente não costumam receber esse tipo de produção.  

Quinzenalmente, 25 salas da rede Cinépolis, em 16 estados, abrirão espaço na programação para exibir conteúdo audiovisual culturalmente diversificado. A curadoria fica por conta da distribuidora Pandora Filmes, que completa 30 anos de mercado em 2019. Pretende-se, assim, promover e fomentar o cinema independente para além das grandes capitais brasileiras.  

A partir de abril de 2019, a Cinépolis começa a exibir em sua programação filmes inéditos nacionais e internacionais, de diretores consagrados e jovens talentos, com passagens nos festivais mais importantes mundo afora, como Cannes, Sundance, Veneza, Berlim e Toronto, que já fazem parte do histórico da Pandora Filmes. “Fico muito feliz que uma empresa do porte da Cinépolis entenda a importância da oferta diversificada de filmes para seu público e confie na curadoria da Pandora Filmes”, comemora André Sturm, sócio da Pandora Filmes.   

O presidente da Cinépolis Brasil, Luiz Gonzaga de Luca, também comemora a colaboração entre as empresas: “É com imensa alegria que anunciamos essa parceria com a Pandora. A Cinépolis é uma assídua incentivadora do cinema de arte, bem como de filmes independentes, e poder exibi-los em nossas salas, em circuito nacional, deixa-nos extremamentes felizes”.  

"A Pandora sempre buscou ampliar os horizontes da distribuição de filmes independentes no Brasil e este projeto com a Cinépolis é a síntese dessa missão, um grande estímulo à diversidade cultural”, completa Paula Cosenza, sócia da Pandora Filmes.  

O primeiro longa a ser exibido pelo Caixa de Pandora é o francês “Quando Margot Encontra Margot”, de Sophie Fillières, protagonizado pela premiada atriz Sandrine Kimberlain, em 4 de abril. Ainda em abril, no dia 18, estreia o polêmico “O Mau Exemplo de Cameron Post”, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance.  

Na primeira semana de maio, chega às telas da Cinépolis o novo longa da diretora Gabriela Amaral Almeida, “A Sombra do Pai”, com Julio Machado e Nina Medeiros. E no dia 16 de maio, “Compre-me um Revolver”, longa mexicano de Julio Hernández Cordón, exibido no último Festival de Cannes.  

Sobre os filmes  

04/04 - Quando Margot Encontra Margot  
Margot (Agathe Bonitzer), 25 anos, tem uma vida despreocupada, pontuada por frequentes noitadas em Paris. Uma noite, durante uma festa, ela conhece outra Margot (Sandrine Kimberlain), 20 anos mais velha. Detalhes curiosos e grandes semelhanças fazem com que elas descubram que são a mesma pessoa em fases diferentes. Na manhã seguinte, no mesmo trem para Lyon, elas se deparam com Marc (Melvil Poupaud), o ex de uma delas, cujo charme desperta grande atração em ambas. Daí em diante, Margot e Margot acharão cada vez mais difícil se desligar uma da outra e também de Marc. Como seria reencontrar o seu próprio eu? Isto é o que Margot e Margot irão descobrir.   

18/04 – O Mau Exemplo de Cameron Post  
Cameron Post (Chloë Grace Moretz) era considerada uma adolescente comum até que foi pega beijando outra menina. Por isso, é mandada para um centro de terapia de conversão que corrige adolescentes com atração por pessoas do mesmo gênero. No local, em meio a tantas atividades estranhas, conhece outros jovens gays na mesma situação que ela, e finalmente a garota sente que encontrou sua turma.   

02/05 – A Sombra do Pai  
Quando uma criança é obrigada a virar o “adulto da casa” porque seu pai está doente e a sua mãe, morta, há uma inversão na ordem natural das coisas. A infância se transforma em saga. E a paternidade frustrada, em condenação.  

16/05 – Compra-me um Revólver  
O filme traz uma visão distópica de um México controlado inteiramente por cartéis, no qual as mulheres estão desaparecendo. Uma jovem usa uma máscara para esconder sua identidade e ajudar o pai a cuidar de um campo de beisebol frequentado pelos traficantes. Certo dia, ao acordar, a menina precisará lutar pela sua própria vida.  

Confira abaixo a lista dos complexos Cinépolis que participarão da Caixa de Pandora:   

São Paulo -Cinépolis JK Iguatemi  
Barueri - Cinépolis Iguatemi Alphaville  
Bauru - Cinépolis Nações Bauru  
Campinas - Cinépolis Campinas Shopping  
Guarulhos - Cinépolis Parque Maia  
Jundiaí - Cinépolis Jundiaí Shopping  
Sorocaba - Cinépolis Iguatemi Esplanada Sorocaba  
Ribeirão Preto - Cinépolis Iguatemi Ribeirão Preto  
São José do Rio Preto - Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto  
Rio de Janeiro - Cinépolis Lagoon São José - Cinépolis Continente Park  
Uberlândia - Cinépolis Center Shopping Uberlândia  
Curtiba - Cinépolis Pátio Batel  
Caxias do Sul - Cinépolis San Pelegrino  
Santa Maria - Cinépolis Praça Nova  
Olinda - Cinépolis Patteo Olinda  
Macapá - Cinépolis Amapá Garden  
João Pessoa - Cinépolis Manaíra Shopping  
São Luis - Cinépolis São Luís Shopping  
Natal - Cinépolis Natal Shopping   
Belém - Cinépolis Boulervard Belém  
Manaus - Cinépolis Millennium  
Salvador - Cinépolis Bela Vista  
Teresina - Cinépolis Rio Poty  
Fortaleza - Cinépolis RioMar Fortaleza  

Sobre a Cinépolis Brasil   
A Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, com um total de 704 cinemas, 5.707 salas 100% digitais, em quatorze países.   

Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente, opera 52 cinemas em todo o Brasil com 393 salas, com marcas destaque como Macro XE, IMAX, 4DX, VIP e Junior. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP do mundo e, no Brasil, foi a pioneira na implantação da tecnologia 4DX – que permite o movimento das poltronas e gera mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.   

Em 2019 e 2017, foi eleita a “Melhor Sala Premium” de São Paulo pelo Guia Divirta-se. Em 2018, pela terceira vez, o Cinépolis JK Iguatemi foi eleito pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo (2015, 2017 e 2018) e sua sala IMAX foi apontada como a melhor sala individual do circuito.  Em 2016 e 2017, a rede Cinépolis ficou em 1º lugar no “Prêmio Estadão Melhores Serviços”, na categoria redes de cinema.   

A constante inovação e o bom desempenho são reconhecidos com diversos prêmios, dentre eles: Melhor Exibidor por quatro anos consecutivos (2011, 2012, 2013 e 2014), concedido no Prêmio ED (Exibição & Distribuição), realizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo.   

Mais informações, acesse: http://www.cinepolis.com.br  

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SOBRE A PANDORA FILMES  

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes independentes, atuante desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Kieślowski, Angelopoulos, Wong Kar-Wai e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder.  

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre atuou com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steimberg, Rodolfo Nanni, Rubens Rewald, Ruy Guerra, Edgar Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meireles, Tata Amaral, entre outros. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.  

 
‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro foi selecionado para o Festival de Berlim 2019
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‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE BERLIM, ESTREIA NACIONALMENTE NA 22ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

Documentário de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro será exibido na Mostra Fórum do festival alemão e em Tiradentes, dia 25 de janeiro

Depois de ser exibido no Festival de Brasília de 2018, na seção work in progress, e selecionado para a Mostra Fórum do Festival de Berlin 2019 ‘A Rosa Azul de Novalis’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro, estreia nacionalmente na Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontece de 18 a 26 de janeiro, em Tiradentes (MG).   
 

Com produção da Carneiro Verde Filmes e distribuição da Sessão Vitrine, o longa apresenta Marcelo (Marcelo Diorio), um homem que vive relembrando o passado, inclusive de outras encarnações. Numa delas, ela foi o poeta alemão Novalis, que perseguia uma rosa azul. 


A partir de Marcelo, seus dilemas e suas buscas, os diretores pretendem chamar atenção para o ânus, tornando esse buraco, considerado obscuro, o ponto de partida para a compreensão do personagem. “Colocar o cu em evidência nos parece essencial, uma vez que em 8 países o sexo anal pode levar à pena de morte e em mais de 80 países à prisão perpétua. Sem embargo, o cu é um centro produtor de excitação e prazer, é uma fábrica de reelaboração do corpo e de suas perspectivas, pois ele não está destinado a reprodução humana, colocando o sistema tradicional da representação sexo/gênero abaixo. O cu é democrático, todos podem acessá-lo, afinal, cada um tem o seu”, explicam os diretores.  

A proposta dos realizadores foi fazer um filme com um personagem e não sobre um personagem, abordando todos os aspectos deste, não apenas o seu lado “bonito”. Vinagre e Carneiro comentam o processo criativo: “Nosso trabalho parte sempre de uma realidade, para recriá-la, transformá-la em algo que de alguma forma possa colocar o espectador em xeque sobre algumas questões geralmente consideradas tabu, e ao mesmo tempo muitas coisas são também colocadas em xeque para o personagem que atua como si mesmo, e para nós, que dirigimos. Há sempre uma jornada de autoconhecimento. Não à toa, todos os nossos filmes tematizam traumas, e são extremamente falados, como numa sessão de psicanálise. ‘A Rosa Azul de Novalis’ não foge disso”.   
 

Serviço - Exibição na Mostra de Cinema de Tiradentes 
25/1 (sexta-feira), às 20h, Cine-Tenda  

Sinopse: 
Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos, possui uma memória inigualável. Revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue?  

Festivais e Prêmios: 
. 22º Mostra de Cinema de Tiradentes - Mostra Aurora  
. 69º Berlinale - Berlin International Film Festival - Forum  
. 41º Cinéma du Réel - International Competition  

Fica técnica  
. Direção: Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro  
. Elenco: Marcelo Diorio, Majeca Angelucci, Marcos Hermanson Pomar, Thais de Almeida Prado, Estela Lapponi, Beatriz Pomar, Rafael Rudolf e Christian Sedemaka  
. Roteiro: Gustavo Vinagre e Marcelo Diorio  
. Produção: Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre  
. Produção de set: Edson Costa  
. Assistente de Direção: Beatriz Pomar  
. Fotografia: Bruno Risas  
. Assistente de Fotografia: Wilssa Esser  
. Som Direto: Ruben Valdés  
. Microfonista: Rodney Blanco  
. Música: Dominico Scarlatti - Fandango   
. Direção de Arte: Gabriel Pessoto  
. Figurino: João Marcos de Almeida  
. Maquiagem: Alma Negrot  
. Edição: Rodrigo Carneiro  
. Efeitos: Paulo Bueno e João Marcos de Almeida  
. Correção de Cor: Natalia Nora Martínez  
. Preparação de elenco: Gilda Nomacce  
. Arte do cartaz: Gabriel Pessoto  
. Design do cartaz: João Marcos de Almeida  
. Tradução para o inglês: Adriana Davanzzo  

Biografia dos diretores:  
Gustavo Vinagre graduou-se em Letras pela USP. É formado em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, Cuba. Dirigiu os filmes: Dykeland (2009), parte do longa Fucking Differente, Filme para Poeta Cego (2012), La Llamada (2014), Nova Dubai (2014), Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos (2016) e Filme Catástrofe (2017) - 28º Festival Internacional de Curtas de São Paulo.  

Rodrigo Carneiro é licenciado em história pela Universidade Federal de Ouro Preto. Se formou em montagem no curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba - EICTV. Foi pesquisador convidado do departamento de cinema da Faculty of Fine Arts da Universidade de Concordia - Montreal. Escreveu e dirigiu os curtas Marília, Microsieverts e Copyleft e o longa “A rosa azul de Novalis”, co-dirigido com Gustavo Vinagre. Editou diversos curtas, médias e longas metragens. Rodrigo é professor de montagem e trabalha como produtor executivo no Prodav das Tvs Públicas Ancine/FSA/EBC.  

 
'NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO' de Camila José Donoso, selecionado para o Festival de Rotterdam
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DIRIGIDO POR CAMILA JOSÉ DONOSO “NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO” SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE ROTTERDAM

Coprodução entre Brasil e Chile, da mesma produtora de “Benzinho” e “Pendular”, está na mostra principal do Festival, a Tiger

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO de Camila José Donoso, acaba de ser selecionado para o Festival de Rotterdam, que acontece entre os dias 23 de janeiro e 3 de fevereiro, onde será exibido na Mostra Competitiva principal, a Mostra “Tiger”. A ideia para o filme surge através do relacionamento íntimo que a diretora tem com Josefina Ramirez, uma mulher extraordinária que, entre outras coisas, é avó de Camila. Nona surge do desejo da diretora de falar não somente sobre sua avó, mas sobre toda uma geração cuja vida foi marcada por inúmeras lutas que ocorreram no Chile, um país preso entre a cordilheira e o oceano.   

O roteiro de NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO baseia-se em eventos reais, imaginários, recriados, provenientes da vida de Josefina, que compõem um quadro heterogêneo e intrigante. Em seu primeiro filme, “Naomi Campbel”, a diretora fez um retrato documental de uma mulher transexual e a ficção ocorreu discretamente. Em NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, a ficção supera o mundo real, embora cada elemento seja derivado da vida de Josefina. “Eu queria que o personagem de Nona tivesse profundidade. Eu queria que o espectador descobrisse Nona como eu a conhecia; uma avó, uma dona de casa extrovertida que ocasionalmente mentia, uma mulher volúvel, e tudo aquilo que estava longe da femme fatale piromaníaca que mais tarde descobri. Eu queria que o espectador pudesse viver na intimidade de Nona, sem julgamento: pois a beleza de Nona também reside na complexidade, na ambivalência de seu caráter.”, explica a diretora.  

O filme conta com a atuação de não profissionais, como a própria avó da diretora interpretando a nona, Josefina Ramirez, as atrizes Gigi Reyes, Paula Dinamarca e Nancy Gómez e o ator brasileiro Eduardo Moscovis, que interpreta Pedro.   

O filme acompanha Nona, uma senhora dona de casa atípica, de 66 anos, que vive em autoexílio em uma cidade costeira no sul do Chile. Muito próximo a ela, em uma misteriosa floresta, ocorrem incêndios estranhos que são atribuídos ao diabo. Um dia, quando vento e o oceano parecem possuídos, toda a região testemunha um grande incêndio florestal que parece estar fora de controle. Dessa forma, NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO faz um paralelo entre a vida da personagem que parece calma e organizada, com a situação do Chile que parece calmo e próspero. No entanto, a vida de Nona tem as marcas de um passado violento, do qual ela não pode se desfazer e da mesma forma que acontece com o Chile hoje.  

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO é a estreia da diretora na ficção e é produzido por Rocío Romero, do Chile (Mimbre Producciones), Alexa Rivero da França (Altamar Films) , e pela brasileira Tatiana Leite, produtora do sucesso Benzinho, de Gustavo Pizzi e coprodutora de Pendular de Julia Murat. No Brasil a distribuição do longa será da Vitrine Filmes.  

Sinopse  

Depois de um ato de vingança contra seu ex-amante, Nona, de 66 anos, foge para sua casa de verão em Pichilemu, uma cidade costeira no Chile. Lá ela vive uma vida prosaica em aparente satisfação, até que uma série de incêndios florestais motiva a partida de muitos de seus vizinhos. As antigas ruas sombreadas são imbuídas de medo. A investigação policial não dá em nada e os poucos moradores remanescentes ficam cada vez mais especulativos sobre a possível causa. Surpreendentemente, a pequena casa de Nona não está danificada. Enquanto mais e mais casas pegam fogo, esse intrigante protagonista exibe os diferentes lados de sua personalidade: Nona, a avó, Nona, a amiga, Nona, a anarquista, Nona, a contadora de histórias, brincalhona, mentirosa - e Nona, a incendiária.  

Ficha Técnica  
NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO (Nona.Si me mojan yo los quemo)  
Direção e Roteiro:  Camila José Donoso  
Empresas produtoras: Mimbre Producciones, Bubbles Project, Altamar Films   
Produtoras: Rocío Romero, Tatiana Leite, Alexa Rivero   
Fotografia: Matías Ilanes   
Edição: Karen Akerman   
Direção de Arte: Nicolás Oyarce  
Direção de Som: Sebastián Arjona, Emilio Torres  
Gênero: Documentário/Ficção   
Países: Chile, Brasil e França   
Idioma: Espanhol   
Ano: 2018   
Duração: 86 min  
Elenco: Josefina Ramirez, Gigi Reyes, Paula Dinamarca, Eduardo Moscovis, Nancy Gómez   

SOBRE A DIRETORA 

Camila José Donoso nasceu no Chile em 1988. Estudou cinema e dirigiu curtas e performances em vídeo. Como diretora e roteirista, fez Naomi Campbel (FICValdivia e CPH: DOX, 2013) e Casa Roshell (Berlinale, 2017), ambos exibidos e premiados em festivais de cinema. Em 2016, fundou e criou a Transfrontera, um encontro entre o Chile, o Peru e a Bolívia, centrado no cinema e na política, com a presença de pessoas como Ignacio Agüero, entre outros. Em breve, lançará seu terceiro filme: "Nona: se me molham, eu os queimo."  

SOBRE A BUBBLES PROJECT 

Bubbles Project é uma produtora independente sediada no Rio de Janeiro, criada por Tatiana Leite em 2012, que concebe, produz e coproduz filmes, mostras, e festivais e cinema. 


Produziu o longa-metragem "Benzinho" (Loveling) de Gustavo Pizzi, em coprodução com a Mutante Cine (Uruguai) – Sundance 2018, Festival de Rotterdam 2018, Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Santa Maria da Feira 2018, Melhor Filme e Melhor Filme Pela Crítica (FIPRESCI) no Festival de Málaga 2018, Melhor Filme pela Crítica, Melhor Filme pelo Juri Popular, Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado 2018, e já foi vendido para 22 territórios. 


A Bubbles coproduziu com a Esquina Filmes, o longa metragem "Pendular", de Julia Murat (em coprodução com a França e Argentina), ganhador do prêmio FIPRESCI da mostra Panorama no Festival de Berlim 2017. 


Coproduziu com Argentina, Alemanha e Noruega, o filme "Família Submersa", de Maria Alché, que fez sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Locarno 2018. Também foi exibido no Festival de San Sebastian 2018, onde ganhou o prêmio de Melhor Filme na mostra Horizontes Latinos. Durante seu desenvolvimento, foi contemplado pelos fundos internacionais Sorfond e Vision Sud Est.  


Junto com o Chile e a França, a Bubbles está coproduzindo o filme "Nona", de Camila Jose Donoso, que fará sua estreia mundial na Tiger Competition do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, após ter sido exibido no Festival Internacional de Cinema de Jeonju, Coréia do Sul, como um work in progress. Com a Mira Filmes e a Nordic Factory (Dinamarca), a Bubbles Project está coproduzindo o filme "Cora" de Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani, em pós-produção. 


Também coproduziu o filme, "Aspirantes" (Hopefuls) de Ives Rosenfeld, que venceu a Carte Blanche no Festival de Locarno 2014 e recebeu os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival do Rio 2015, Melhor filme pela crítica na Mostra de São Paulo 2015, Prêmio especial para conjunto do elenco no festival Janela de Recife 2015, Melhor filme no Festival de Santa Maria da Feria em Portugal 2015, melhor roteiro e montagem no Festival de Filmes de Fronteiras, e foi exibido em competição nos Festivais de Karlovy Vary, Toulouse, Biarritz, Havana, Chicago, N.Y, Montreal, Adelaide, Kerala, entre outros. 


É produtora associada do filme "Órfãos do Eldorado" de Guilherme Coelho, que abriu a mostra de cinema de Tiradentes de 2015, e foi exibido nos Festivais do Rio, Mostra SP, Varsóvia, Chicago, entre outros. 


A Bubbles também está desenvolvendo os longas-metragens "Outros Tempos" de Christiane Jatahy (selecionado para o workshop PUENTES do EAVE, durante o Festival de Locarno 2013), "Neuros" de Guilherme Coelho (Selecionado para o Paris Coproduction Village), Regra 34 de Julia Murat (Berlinale Coproduction Market 2019), além dos primeiros longas-metragens "A Herança" de João Cândido Zacharias (Udine Film Festival – Far East Film), "Porco Espinho" de Eva Randolph, e "Malu" de Pedro Freire.  

SOBRE A MIMBRE PRODUCCIONES  

A produtora chilena Mimbre Producciones foi co-fundada por Rocío Romero e Daniela Camino em 2013, com o objetivo de fazer filmes que tenham uma perspectiva sensível e autoral. Ao desenvolver seus projetos de documentário e ficção, a Mimbre estabelece métodos criativos e estratégicos de produção, finanças e distribuição para filmes em diferentes estágios de produção.  


Dentre seus trabalhos mais recentes, podemos citar “Señora Gloria”, 2017, documentário dirigido por Víctor Fajnzylber; “Las Plantas”, 2015, de Roberto Doveris (FicValdivia 2015, Berlinale 2016); “If you listen carefully”, de Nícolas Gúzman, 2015, (seleção official FIDOCS and DOCS Buenos Aires); e Naomi Campbell, 2013, de Nicolás Videlas e Camila José Donoso (FicValdivia, LiberCine, Cinema Tropical).  


Os projetos “Alcones”, de Daniela Camino e César Borie, „130 children“, de Ainara Aparici, e “The Journey of Mona Lisa”, de Nicole Costa, estão em pós produção, enquanto os projetos “The Sequel” de Roberto Doveris e “Albertina” de César Borie estão em desenvolvimento.   
A Mimbre Producciones também está envolvida no projeto “Escola Transfrontera”, idealizado por Camila Jose Donoso, que ensina cinema no Chile, Perú e Bolívia.   

SOBRE A VITRINE FILMES  

Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 130 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro, além de "O Filme da Minha Vida", terceiro longa do diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano de 2017.  

Em 2018, alguns dos mais importantes lançamentos da Vitrine foram "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional, "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles,  e o uruguaio  “Uma Noite de 12 Anos”.  

Neste ano,  a Vitrine Filmes fará sessões especiais em cinemas brasileiros de "Roma", dirigido por Alfonso Cuarón e vencedor de dois Globos de Ouro. Entre os lançamentos do ano estão “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro e com Dira Paes no elenco, “Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga, Karine Teles e Udo Kier e "Pedro" novo longa da diretora Laís Bodanzky, protagonizado por Cauã Reymond.  
Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine Petrobras, que durante o ano todo irá lançar 10 longas nacionais e exibir diversos curtas em mais de 25 cidades do Brasil, ao preço máximo de R$ 12,00. 

 
Filmagens no Brasil de 'O TRAIDOR', longa de Marco Bellocchio
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ENCERRAM AS FILMAGENS NO BRASIL DE O TRAIDOR, FILME DE MARCO BELLOCCHIO 

O longa-metragem é uma coprodução Itália, Brasil, Alemanha e França e conta com Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido no elenco 


Encerram as filmagens de O Traidor, longa-metragem filmado 8 semanas na Itália, 2 na Alemanha e 2 Brasil; e conta com paisagens da cidade do Rio de Janeiro em seu roteiro. Dirigido por Marco Bellocchio, é uma coprodução Itália-Brasil-Alemanha-França Brasil, uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). O filme é uma biografia de Tommaso Buscetta, o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante no caso “Cosa Nostra” em um ato de traição heroica, e é estrelado por Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido. A distribuição no Brasil será feita pela Fenix Filmes e Pandora Filmes. 


Com roteiro de Marco Bellocchio, Bibbiana Santella, Ludovica Rampoldi e Francesco Piccolo, a intrigante história italiana mostra a perseguição de Buschetta pela família Corleonni, seu exilio no Rio de Janeiro e o emocionante julgamento (Maxiprocesso) onde pela primeira vez foi revelado publicamente o funcionamento interno da “Cosa Nostra”. O filme será majoritariamente falado em italiano e com algumas cenas em português. 


Marco Bellocchio é diretor de cinema, roteirista e ator italiano Uma das personalidades italianas mais importantes, no meio intelectual e cultural, ganhou em 1991 o Urso de Prata - Prêmio Especial do Júri no 41º Festival Internacional de Cinema de Berlim por seu filme “The Conviction”. Em 2011, Bellocchio foi premiado com o Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza por sua carreira cinematográfica. Em 2006, seu filme “The Wedding Director” foi exibido na seção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes. Em 2009, dirigiu “Vincere”, que esteve na principal competição do Festival de Cinema de Cannes. Seu filme de 2012 “Dormant Beauty” foi selecionado para competir pelo Leão de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O longa é produzido por Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg.  

Sinopse   
Tommaso Buscetta, mafioso que se exilou no Brasil tentando deixar a vida de crimes, é preso e mandado de volta para a Itália. Durante o processo que se segue, ele, sentindo que a máfia abandonou os princípios sobre os quais foi fundada, faz um acordo com o estado para depor conta seus ex-colegas. Vamos aos poucos conhecendo as amizades e inimizades que trouxeram a situação até este ponto, enquanto Tommaso revê aqueles com quem um dia se associou.  

Ficha Técnica 
Elenco: Pierfrancesco Favino como Tommaso Buscetta   
Maria Fernanda Candido como Cristina  
Direção: Marco Bellocchio  
Direção de Fotografia: Vladan Rodovic  
Direção de Arte: Andrea Castorina e Daniela Vilela  
Figurino: Daria Calvelli e Gabriella Marra  
Montagem: Maria Francesca Calvelli  
Produzido por: Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg  
Produtor Delegado Brasil: André Ristum  
Produtoras: IBC Movie, Kavac Film, Rai Cinema, Gullane, Match Farctory Productions e AD Vitam  
Distribuição Brasil: Fenix Filmes e Pandora Filmes

 
Filme de estreia de Armando Praça, ‘GRETA’ foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim
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FILME DE ESTREIA DE ARMANDO PRAÇA, ‘GRETA’ FOI SELECIONADO PARA A MOSTRA PANORAMA DO FESTIVAL DE BERLIM

Com distribuição da Pandora Filmes, longa traz Marco Nanini no elenco



Marco Nanini está de volta aos cinemas na pele de Pedro, um enfermeiro homossexual de 70 anos, fã fervoroso de Greta Garbo. É em torno do personagem que a trama de “GRETA”, longa de estreia de Armando Praça, se desenvolve. O filme foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019. 
 
No longa, Pedro (Marco Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para sua melhor amiga, Daniela (Denise Weiberg). Para conseguir internar a amiga travesti no hospital lotado, ele precisa ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Jean pede ajuda para fugir do hospital, e Pedro vê a chance de conseguir salvar a amiga, que sofre de uma insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean na sua casa até a sua recuperação, e os dois acabam se envolvendo amorosamente. 
 
Ambientado em Fortaleza, o filme é livremente inspirado na peça Greta Garbo Quem Diria Acabou no Irajá, do dramaturgo Fernando Melo. “GRETA” será distribuído pela Pandora Filmes. 
 
Sinopse
 
Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos, fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weiberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também cause mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.
 
Ficha Técnica
 
Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar 
 
SOBRE O DIRETOR
 
Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido. 
 
SOBRE A CARNAVAL FILMES
 
Fundada e dirigida pelos experientes produtores João Vieira Jr. e Nara Aragão, Carnaval Filmes tem foco em conteúdo original e cinema autoral. Em parceria com mentes criativas, tem entre seus recentes lançamentos os documentários Estou me guardando para quando o carnaval chegar, de Marcelo Gomes e Casa, de Letícia Simões, o longa de ficção Greta, de Armando Praça e a série infantil de animação Bia Desenha, para a TV Brasil.
 
Se prepara para filmar em 2019 a série Chão de Estrelas, de Hilton Lacerda, para o Canal Brasil e desenvolve o projeto de série de animação Dó Ré Mi Fadas e a série de ficção De volta para Casa.
 
Seus próximos lançamentos serão os longas Vestido branco, véu e grinalda, de Marcelo Gomes e Fim de Festa, de Hilton Lacerda
 
SOBRE A PANDORA FILMES
 
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

 
A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, novo longa de Cristiane Oliveira começa a ser rodado no Rio Grande do Sul

NOVO LONGA DE CRISTIANE OLIVEIRA COMEÇA A SER RODADO NO RIO GRANDE DO SUL


A PRIMEIRA MORTE DE JOANA é o segundo longa da diretora que fortalece sua parceira com a Okna Produções

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Começaram as filmagens de A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, segundo longa-metragem da premiada cineasta gaúcha Cristiane Oliveira. Com produção de Aletéia Selonk, o filme é a mais nova realização da Okna Produções. Os trabalhos acontecem em diversas locações na cidade de Osório e arredores, no Rio Grande do Sul.
 
A PRIMEIRA MORTE DE JOANA faz um mergulho, com tons fantásticos, no universo de uma menina de 12 anos. Joana vive os questionamentos típicos do início da adolescência. Enquanto ela experimenta essa fase de transições e descobertas, uma grande usina eólica é construída na pacata cidade em que vive, em meio às lagoas do sul do Brasil.
 
Uma equipe com 40 profissionais está sediada em Osório, cidade escolhida em razão das belas paisagens que possui, como lagoas, morros e o entorno do seu parque eólico. O longa será filmado em cinco semanas entre novembro e dezembro em locais como a Rua Coberta, a escola Rural e lagoas da região.
 
O elenco principal é formado por novos talentos como as atrizes Letícia Kacperski e Isabela Jardim, que atuam pela primeira vez num filme, além de jovens como Joana Vieira, Pedro Nambuco, Graciela Caputti, Kaya Rodrigues e de atores mais experientes como Janaina Kramer, Roberto Oliveira, Lisa Becker, Rosa Campos Velho e Emílio Speck.
 
Na equipe técnica, formada majoritariamente por profissionais gaúchos, destaque para o diretor de fotografia Bruno Polidoro, a diretora de arte Adriana Borba e a diretora de produção Gina O'Donnell, que divide a produção executiva com Graziella Ferst. Eles se juntam aos profissionais de diferentes estados e mesmo de outros países (casos do técnico de som uruguaio Raúl Locatelli e da maquiadora argentina Nancy Marignac), trazendo uma excelente troca de experiência e diversidade de olhares ao projeto.
 
Em 2014, o projeto A PRIMEIRA MORTE DE JOANA foi contemplado no edital de desenvolvimento PRODAV 05/2013, do Fundo Setorial do Audiovisual. Com o investimento do FSA, o projeto ganhou consistência e parceiros que qualificaram a proposta idealizada. O roteiro foi elaborado em parceria com a corroteirista e atriz Silvia Lourenço, de O Homem das Multidões e Contra Todos, e contou com a consultoria de roteiro do cineasta português João Nicolau (diretor de John From e A Espada e a Rosa) e do argentino Gualberto Ferrari (consultor do recente sucesso espanhol Verão 1993). Como resultado desta fase de desenvolvimento, em maio de 2017, o projeto foi contemplado no edital do BNDES para produção de longas que priorizam o reconhecimento artístico e técnico no mercado internacional. Em julho deste ano, foi um dos projetos contemplados no FAMA – Fundo Avon de Mulheres no Audiovisual, prêmio que busca incentivar e valorizar a produção audiovisual feita por mulheres. O projeto tem ainda o selo do Co-production Market, evento com foco em mercado que ocorreu no Festival de Berlin 2018 e selecionou APRIMEIRA MORTE DE JOANA dentre mais de 300 projetos do mundo todo. Na ocasião, a produtora Aletéia Selonk teve a chance de se reunir com potenciais parceiros internacionais e receber consultorias de profissionais especializados.
 
Cristiane Oliveira estreou em longa-metragem com Mulher do Pai (2016), também produzido pela Okna. Uma coprodução Brasil-Uruguai, o filme estreou internacionalmente no Festival de Berlim, em 2017, e arrebatou 19 prêmios em festivais no Brasil e no exterior – entre eles o de melhor direção no Festival do Rio, o prêmio da FIPRESCI no Festival Internacional do Uruguai e o de melhor roteiro no Cinema Jove, na Espanha.
 
A Okna Produções tem 12 anos de atuação e está sediada em Porto Alegre. É uma das produtoras audiovisuais mais ativas da região Sul do Brasil e, entre suas produções mais recentes, além do Mulher do Pai, figuram o longa de animação para o público infantil As Aventuras do Avião Vermelho (dirigido por Frederico Pinto e José Maia) e o longa de ficção Ponto Zero (dirigido por José Pedro Goulart).
 
Ficha Técnica

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA
Direção: Cristiane Oliveira
Roteiro: Cristiane Oliveira e Silvia Lourenço
Elenco: Letícia Kacperski, Isabela Jardim, Joana Vieira, Pedro Nambuco, Janaina Kramer, Roberto Oliveira, Lisa Becker, Rosa Campos Velho e Emílio Speck.
Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de arte: Adriana Borba
Técnico de Som: Raul Locatelli
Montagem: Tula Anagnostopoulos
Produção Executiva: Graziella Ferst, Gina O’Donnell
Produção: Aletéia Selonk
Produtora: Okna Produções
 
Sobre a diretora Cristiane Oliveira:
Nascida em Porto Alegre, Cristiane Oliveira estreou na direção com o curta de ficção “Messalina” (2004), exibido na competição dos Festivais do Rio, Gramado e Brasília. Nesses últimos, o filmeganhou o Kikito de Prêmio Especial do Júri e os Candangos de Melhor Roteiro e Atriz. Ele recebeu outros dez prêmios em mais de 20 festivais mundo afora. Desde então Cristiane dirigiu mais dois curtas (“Hóspedes”, 2008, e “Portualleria”, 2007) e atuou como assistente de direção, roteirista (como do longa “Nove Crônicas para um Coração aos Berros”, de Gustavo Galvão, premiado pelo júri da FIPRESCI no Festival Internacional do Uruguai) e produtora (como do longa “Ainda Orangotangos”, de Gustavo Spolidoro, Melhor Filme no Festival de Milão).
O primeiro longa de Cristiane, “Mulher do Pai” conquistou os prêmios VFF Talent Highlight Pitch Award (no Talent Project Market do Festival de Berlim) e Santander Cultural/APTC/Prefeitura de Porto Alegre para desenvolvimento de projeto; e foi selecionado na oficina Produire au Sud, do Festival 3 Continentes (Nantes, França). Realizado em coprodução com o Uruguai, ganhou ao todo 16 prêmios e foi selecionado para 19 festivais nacionais e internacionais.
Após este processo de amadurecimento como roteirista e diretora, Cristiane foi uma das selecionadas para o Talents, oficina de capacitação do Festival de Berlim 2017. Atualmente, está em fase de filmagens do seu segundo longa, A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, e já começa um terceiro projeto com a Okna, ATÉ QUE A MÚSICA PARE - que ganhou o Edital Brasil-Itália para Desenvolvimento (Ancine/DGC) e já tem coprodução firmada com Itália e Alemanha.
 
Aletéia Selonk - Produtora 
Aletéia é produtora e diretora da Okna Produções. Jornalista, graduada pela Universidade Estadual de Londrina, e pós-graduada em Produção Audiovisual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Doutora em Comunicação Social pela PUCRS, com passagem pela Sorbonne (Paris V – Université René Descartes), foca suas pesquisas na área cinematográfica, em especial nos temas da produção, distribuição audiovisual e ecossistemas criativos. Atua no setor audiovisual desde 1995 e a partir de 2001 iniciou sua carreira como produtora executiva e produtora. Fundou a Okna Produções em 2006, que hoje é uma das empresas mais atuantes da região Sul do Brasil. Professora de produção no Curso Superior de Tecnologia de Produção Audiovisual, na PUCRS, desde 2005, atualmente também coordena o projeto Tecna - Centro Tecnológico Audiovisual do RS.
 
Sobre a Okna
A Okna Produções é uma produtora de conteúdo dedicada à realização de filmes para cinema e televisão. Especializada na produção e produção executiva de produtos audiovisuais, a Okna realiza o gerenciamento não apenas de projetos, mas também de talentos criativos. Em 2018, a empresa completa doze anos de atuação e se mantém como uma das produtoras mais atuantes do Sul do Brasil. Em seu catálogo constam seis longas-metragens, 22 médias, 20 curtas e três séries de TV. Juntos, seus filmes já arrebataram mais de 250 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Entre as suas produções, destacam-se os longas Mulher do Pai (direção de Cristiane Oliviera), Ponto Zero (direção de José Pedro Goulart), e As Aventuras do Avião Vermelho (direção de Frederico Pinto e José Maia).

 
‘O BEIJO NO ASFALTO’ estreia dia 6 de Dezembro

ESTREIA DE MURILO BENÍCIO NA DIREÇÃO, ‘O BEIJO NO ASFALTO’ CHEGA AOS CINEMAS DIA 6 DE DEZEMBRO

Adaptação de obra de Nelson Rodrigues, filme traz Fernanda Montenegro, Débora Falabella, Lázaro Ramos, Augusto Madeira, Stênio Garcia e Otávio Müller no elenco

Ficha Técnica
 
Direção e roteiro: Murilo Benício
Elenco: Fernanda Montenegro, Lázaro Ramos, Débora Falabella, Augusto Madeira, Otávio Müller, Luiza Tiso, Amir Hadad, Stênio Garcia, Raquel Fabri, Marcelo Flores e Arlindo Lopes.
Ney Matogrosso – Participação na canção “A vida é ruim”, de Caetano Veloso
Produção: Marcello Ludwig Maia e Murilo Benício
Fotografia e Câmera: Walter Carvalho
Direção de Arte: Tiago Marques Teixeira
Montagem: Pablo Ribeiro
Trilha: Berna Ceppas
Edição de Som: Denilson L. Campos
Som direto:  Marcel Costa
Figurino: Valeria Stefani
Maquiagem: Gabriela Figueira
Direção de produção: Barbara Isabella Rocha
Produção- executiva: Marcello Ludwig Maia
 
Sobre a produtora
 
República Pureza Filmes é uma produtora de cinema independente criada em 1995. Dirigida por Marcello Ludwig Maia, possui importantes filmes no seu currículo, entre eles “Amarelo Manga”, “A Febre do Rato” e “Big Jato”, de Claudio Assis; “Um Passaporte Húngaro”, de Sandra Kogut; “Lunário Perpétuo”, de Walter Carvalho; “A Erva do Rato” e “Educação Sentimental”, de Julio Bressane; “Moacir Arte Bruta” e “ Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho; “Faroeste Caboclo”, de René Sampaio; “Galáxias”, de Fabiano Maciel; “A História da Eternidade”,  de Camilo Cavalcante, “Love Film Festival”, de Manuela Dias; “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho e, “Domingo”, de Fellipe Barbosa e Clara Linhart.  
 
No line-up da produtora ainda constam projetos em finalização, como “Três Verões”, de Sandra Kogut, com Regina Casé, Otávio Muller, Rogério Fróes e Gisele Fróes; “Piedade”, de Claudio Assis, com Fernanda Montenegro, Cauã Reymond, Matheus Nachtergaele e Irandhir Santos; e “Pérola”, de Murilo Benício, com Drica Moraes, Rodolfo Vaz, Léo Fernandes, Louise Cardoso, Claudia Missura e  Jefferson Schroeder. Saiba mais sobre os projetos da produtora pelo site www.republicapurezafilmes.com.br
 
Sobre a distribuidora
 
A ArtHouse é uma distribuidora dedicada ao cinema de autor que traz em seu catálogo filmes como A Erva do Rato e Educação Sentimental, de Julio Bressane, A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante, Big Jato, de Cláudio Assis, Futuro Junho, de Maria Augusta Ramos e muitos outros longas-metragens que se destacaram no circuito de festivais dentro e fora do país, como os Festivais de Rotterdam, Locarno, Roma, Festival do Rio e Festival de Brasília.
 
Os mais recentes lançamentos incluem: A Família Dionti, de Alan Minas, vencedor do prêmio de público no Festival de Brasília; Introdução à Música do Sangue, de Luiz Carlos Lacerda; Love Film Festival, de Manuela Dias, e o premiado Um Filme de Cinema, de Walter Carvalho, em cartaz nos cinemas. Entre os próximos na carteira de 2018 destacam-se O Beijo no Asfalto, de Murilo Benício, King Kong em Assumpcion de Camilo Cavalcanti, Back to Maracanã, coprodução com Israel, Domingo, novo filme de Fellipe Barbosa e Vergel, De Kris Niklison com Camila Morgado – coprodução: Argentina/Brasil.
 
Com um foco no cinema nacional de arte, e consciente da importância da comunicação eficaz com o público, a distribuidora ArtHouse ajuda a preencher uma lacuna no setor, dando visibilidade em salas de cinema a toda uma produção brasileira de imensa qualidade e reconhecimento internacional que enfrenta sérias dificuldades de chegar ao espectador.

 
'TINTA BRUTA', estreia dia 6 de Dezembro

Sinopse: 
 
Enquanto responde a um processo criminal, Pedro é forçado a lidar com a mudança da irmã para o outro lado do país. Sozinho no escuro do seu quarto, ele dança coberto de tinta neon, enquanto milhares de estranhos o assistem pela webcam.
 
Ficha Técnica
 
Direção e Roteiro: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon
Produção: Avante Filmes
Coprodução: Besouro Filmes
Produtores: Filipe Matzembacher, Jessica Luz e Marcio Reolon
Produtora executiva: Jessica Luz
Diretor de fotografia: Glauco Firpo
Diretora de arte: Manuela Falcão
Montador: Germano de Oliveira
Desenho de som e mixagem: Tiago Bello e Marcos Lopes
Trilha Sonora original: Felipe Puperi
Elenco principal: Shico Menegat, Bruno Fernandes, Guega Peixoto, Sandra Dani e Frederico Vasques
 
Lista de Festivais:
 
World Premiere: Berlin IFF 2018 - Panorama
Guadalajara IFF 2018 - Premio Maguey
BFI Flare 2018
Wicked Queer: The Boston LGBT FF 2018
Queergestreift FF 2018
Skopje FF 2018
Lovers FF 2018
OUTshine FF Miami 2018
TEDDY Screenings, Paris 2018
Cinema Museum London 2018
Gay FF Freiburg 2018
Pink Apple FF 2018
Orlando Festival 2018
Mix Mexico 2018
Inside Out Toronto LGBT FF 2018
Transilvania IFF 2018
TLVFest 2018
Puerto Rico Queer FF 2018
Seattle IFF 2018
Molodist Kyiv IFF 2018
Sydney FF 2018
Frameline 2018
Ciclo Rosa FF 2018
Taipei FF 2018
Gay Filmdays Bielefeld 2018
International Queer Showcase Nuevo León 2018
Cinecitta’ Queer FF 2018
Bangkok LGBT+ FF 2018
Outfest Los Angeles 2018
Filmrauschpalast Berlin 2018
New Horizons IFF 2018
Gaze International LGBT FF 2018
Melbourne IFF 2018
Vancouver Queer FF 2018
Reel Affirmations Monthly LGBTQ Film Series 2018
Hong Kong Lesbian & Gay FF 2018
Athens IFF 2018
Shanghai Queer FF 2018
Bari International Gender FF 2018
Luststreifen FF 2018
Adelaide FF 2018
Vinokino LGBT FF 2018
QCinema IFF 2018
LesGaiCineMad 2018
MIX Copenhagen 2018
Chicago International Film Festival 2018
 
PRÊMIOS:
- Teddy Award for Best Queer Feature Film - Berlin IFF 2018
- CICAE Prize - Berlin IFF 2018
- Premio Maguey for Best Film - Guadalajara IFF 2018
- Best Narrative Film - Wicked Queer: Boston LGBT FF 2018
- Best Feature Film; Ottavio Mai Award   - Lovers FF 2018 
- Young Jury Award - Lovers FF 2018
- Special Mention of Sunny Bunny Competition Jury - Molodist Kyiv IFF 2018
- Best International Narrative - Outfest Los Angeles 2018
- Special Mention - Queer Lisboa 2018 
 
SOBRE OS DIRETORES
 
Filipe Matzembacher (Porto Alegre, 1988) e Marcio Reolon (Porto Alegre, 1984) são roteirista e diretores. A dupla se conheceu quando cursava Produção Audiovisual na PUCRS, e desde então trabalham juntos. Em 2010 fundaram sua produtora, Avante Filmes. São ainda professores de atuação e curadores de dois festivais de cinema. Marcio também é ator, tendo participado de diversos filmes e peças de teatro. Em 2015 lançaram seu primeiro longa-metragem, "BEIRA-MAR", que estreou na mostra Forum do Festival de Berlim, e foi premiado melhor filme do Festival do Rio na mostra Novos Rumos. Em 2018 lançam seu segundo longa-metragem, "TINTA BRUTA", na mostra Panorama do Festival de Berlim.
 
SOBRE AVANTE FILMES
 
Sediada em Porto Alegre, a Avante Filmes é um produtora fundada em 2010, focada na produção de conteúdo para cinema e televisão. Após diversos curtas-metragens, em 2015 a produtora lançou seu primeiro longa-metragem, "Beira-Mar", na 65a Berlinale - Forum. O filme foi vencedor do prêmio de Melhor Filme - Novos Rumos no Festival do Rio, Prêmio Especial do Júri Maguey no Festival de Cinema de Guadalajara, dentre outros, e lançado comercialmente em diversos países. Em 2016 finalizou a minissérie "O Ninho", exibida em diversos países e, assim como Beira-Mar, também dirigida por Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. Além do trabalho de produção de conteúdo, a produtora é responsável pelos eventos CLOSE - Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual e Diálogo de Cinema. Atualmente, além do lançamento de “Tinta Bruta” na Berlinale - Panorama,  a Avante Filmes produz os longas-metragens “Barões Detrás do Morro”, de Germano de Oliveira e “Encontro no fim dos dias”, de Daniel de Bem e Daiane Marcon.
 
SOBRE BESOURO FILMES
 
Com base em Porto Alegre e foco na produção de conteúdo, a Besouro Filmes foi criada em 2006 e trabalha em parceria com outras empresas e diretores, buscando uma identidade única em suas obras. Entre seus trabalhos mais recentes, além do longa-metragem Tinta Bruta de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, lançou a série O Ninho dos mesmos realizadores e o longa de estreia de Ismael Caneppele, Música para quando luzes se apagam, premiado no 50° Festival de Cinema de Brasília. Ainda para 2018, prepara o documentário 5 Casas de Bruno Gularte Barreto, agraciado com o prêmio IDFA Bertha Fund. 
 
SOBRE A SESSÃO VITRINE PETROBRAS
 
Cada filme da Sessão Vitrine Petrobras tem pelo menos uma sessão diária com horário fixo, nos mesmos cinemas de mais de 20 cidades. Os filmes ficam em cartaz por no mínimo duas semanas emcada cidade. A intenção é que uma programação mensal e um horário fixo tornem-se um referencial e criem um público cativo.
 
Em 2018, a Sessão Vitrine Petrobras está nas seguintes cidades: Rio Branco (Cine Teatro Recreio), Maceió (Cine Arte Pajuçara), Fortaleza (Cinema do Dragão), Brasília (Cine Brasília e Espaço Itaú de Cinema Brasília), Vitória (Sesc Gloria), Goiânia (Cine Cultura Goiânia e Lumiere Bouganville 5), São Luís (Cine Lume), João Pessoa (Cine Bangue), Recife (Cine São Luíz, FUNDAJ Cinema do Museu), Teresina (Cine Teresina), Curitiba (Cineplex Batel e Cinemateca de Curitiba), Niterói (Cine Arte UFF), Rio de Janeiro (Espaço Itaú de Cinema Botafogo e Estação Net Rio), Manaus (Casarão de Ideias), Aracaju (Cine Vitória), São Paulo (Espaço Itaú de Cinema Augusta, Cinesystem Morumbi Town e CineArte), Palmas (Cine Cultura Palmas), Porto Alegre (Cine Bancários), Salvador (Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha), Belo Horizonte (Cine Belas Artes, Cine 104), Santos (Cinespaço Miramar), Belém (Cine Líbero Luxardo) entre outras.

‘MEU ÁLBUM DE AMORES’, de Rafael Gomes, começa a ser rodado em São Paulo

Comédia romântica musical com Gabriel Leone, Carla Salle, Olívia Torres, Regina Braga e Maria Luisa Mendonça terá trilha original composta por Odair José e Arnaldo Antunes

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Já imaginou levar um pé na bunda e, no mesmo dia, descobrir que seu pai não é o seu pai biológico? Pois bem, é por essa reviravolta que Júlio, vivido por Gabriel Leone, passa no romance musical MEU ÁLBUM DE AMORES, que começou a ser rodada esta semana em São Paulo com Gabriel Leone, Felipe Frazão, Carla Salle, Olívia Torres, Maria Luisa Mendonça, Laila Garin, Lorena Comparato, e um grande elenco.

Dirigido por Rafael Gomes (Música Para cortar os Pulsos), com produção da Biônica Filmes, o longa conta de maneira bem-humorada a história de Júlio (Gabriel Leone), um dentista sensível e apaixonado que vive uma vida protegida e controlada, morando com sua mãe, e está prestes a dar um grande passo rumo à maturidade: comprar um apartamento com Alice (Carla Salle), a mulher que ele namora desde os 18 anos. Mas Alice revela não estar preparada para tudo isso e dá um fim a relação.

Abatido, Júlio é surpreendido por uma segunda notícia bombástica: seu pai não é quem ele sempre pensou que fosse. No lugar de Maurício, um dentista sério e bem-sucedido, entra Odilon Ricardo , um famoso cantor brega dos anos 70. Este pai, que Júlio nunca soube que teve, acaba de falecer. E lhe deixou de herança a casa onde sempre viveu, um forte DNA musical que Júlio nunca soube que tinha e, principalmente, um irmão que é em tudo diferente dele, Felipe (Felipe Frazão). Assim, Júlio terá que sair da sua zona de conforto, investigar o passado do pai e enfrentar uma série de mudanças inesperadas em sua vida, redescobrindo a si mesmo e reinventando o caminho de seu próprio amadurecimento.

É um filme de sentimentos concretos e reais - os problemas do protagonista são verdadeiros e pungentes. Mas é também uma comédia romântica. Não uma comédia romântica ligeira, mas uma comédia romântica que busca algumas profundidades, assim como as músicas de amor. É sobre expansão de mundo, concreta e emocionalmente. Sobre abandonar a ideia de controle sobre o futuro para entregar-se às surpresas do presente. É sobre os conflitos da pós-adolescência e a desconstrução de um conceito de masculinidade secularmente construído, através do cruzamento do protagonista com diferentes aspectos do feminino. É sobre a busca pelas origens genealógicas, incluindo o parentesco por afeto e adoção. E é, por fim, sobre a transformação da vida em criação artística – no caso, a música – explica o diretor.
 
E num filme em que a música é protagonista, dois grandes nomes da música brasileira assinarão a trilha sonora original: Odair José e Arnaldo Antunes. “Eu admiro a obra do Arnaldo e do Odair há anos. Com o Arnaldo eu já havia realizado alguns trabalhos, como a direção de um videoclipe, e tido outros contatos em parcerias de diferentes naturezas. Na ideia desse filme sempre existiu o universo musical dos anos 70 como referência, e o Arnaldo me pareceu o cara ideal para fazer essa releitura e compor essas músicas. Eis que ele próprio sugeriu que a gente fosse na essência e convidasse Odair José para a empreitada. E era tão óbvio e perfeito que eu não me conformava de não ter pensado nisso antes”, completa Gomes.

MEU ÁLBUM DE AMORES é o terceiro longa do diretor Rafael Gomes, que já tem dois filmes em finalização com previsão de estreia em 2019. A direção de fotografia é de Jacob Solitrenick, a direção de arte é de Glauce Queiroz, direção musical de Marcus Preto e Pupillo (Nação Zumbi). A Distribuição é da Pandora Filmes.


FICHA TECNICA

Roteiro: Luna Grimberg, Rafael Gomes e Vinicius Calderoni
Músicas Originais: Arnaldo Antunes e Odair José.
Direção: Rafael Gomes
Produção:  Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho
Produção Executiva: Bianca Villar
Direção de Fotografia: Jacob Solitrenick
Direção de arte: Glauce Queiroz
Figurino: Yuri Kobayashi
Maquiagem: Gabriela Guimarães
 

Sobre o diretor

Atua há mais de uma década como roteirista, dramaturgo e diretor de cinema, televisão e  teatro. Roteirizou e dirigiu Tapa Na Pantera, fenômeno de público na internet, com milhões de  visualizações.  Como roteirista, assinou os filmes “De Onde Eu Te Vejo” (2016) e “Depois dos 40” (2019). Em 2017, escreveu e dirigiu “45 Dias Sem Você”, seu primeiro longa-metragem, filmado em cinco diferentes países. Em 2018, filmou o drama romântico “Música Para Cortar Os Pulsos”. Criou, roteirizou e dirigiu a série infanto-juvenil “Tudo O Que É Sólido Pode Derreter” (2009), colaborou nas séries “Família Imperial” (2012) e “Louco Por Elas” (2012-2013), e foi criador e roteirista-chefe das séries “3 Teresas” (2013-2014) e “Vizinhos” (2015). No teatro, destacou-se junto ao público e a crítica, ganhando alguns dos principais prêmios do país com suas últimas montagens (Um Bonde Chamado Desejo, Gota D’Água a Seco, Os Arqueólogos). Na seara musical, criou e dirigiu o projeto virtual Música de Bolso, com mais de 360 vídeos de artistas como Vanessa da Mata, Zélia Duncan, Arnaldo Antunes e Marcelo Camelo, e trabalhou com direção de videoclipes, shows e DVDs.


Sobre a Biônica Filmes 

A Biônica Filmes foi fundada em 2012 por Bianca Villar, Karen Castanho e Fernando Fraiha.  Produziu a série para a HBO: “PSI” indicada ao Emmy Awards 2015 na categoria “Melhor Série Dramática”; e os longas: “Os Homens São De Marte... E é Pra Lá Que Eu Vou!” (2014) de Marcus Baldini, visto por mais de 1,8 milhão de espectadores e ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2015 na categoria “Melhor Comédia”; “Reza a Lenda” (2016), de Homero Olivetto, uma das 5 maiores bilheterias de 2016 e ganhador do Prêmio Especial do Júri no Tallin Black Nights 2016; “TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva” (2017) de Paulinho Caruso e Teo Poppovic, selecionado para o South by Southwest (SXSW) 2018.

No ano de 2017 foram lançados dois longas em que a Biônica é produtora associada: o documentário “Divinas Divas” de Leandra Leal, vencedor do Prêmio do Púbico – Global no South by Southwest (SXSW) 2017 e a comédia “La Vingança” de Fernando Fraiha, uma coprodução Brasil – Argentina vencedora do prêmio de Diretor Estreante do Brooklin Film Festival 2017.
Em 2018, três longas serão rodados pela Biônica Filmes: “Turma da Mônica -Laços” de Daniel Rezende, o primeiro live action baseado nas histórias da Turma da Mônica, “Eu Não Sou Cachorro, Não” de Rafael Gomes, uma comédia romântica musical com trilha original assinada por Arnaldo Antunes; e “Pedro” de Laís Bodanzky, uma coprodução Brasil-Portugal que contará a história de Dom Pedro I.

Em 2019 a produtora vai produzir “Rita Lee, uma autobiografia” (um longa-metragem de ficção e um documentário).


Sobre a Pandora Filmes

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

 
Álbum de Bob Dylan, ‘BLOOD ON THE TRACKS”, ganhará versão cinematográfica

ÁLBUM DE BOB DYLAN, ‘BLOOD ON THE TRACKS”, GANHARÁ VERSÃO CINEMATOGRÁFICA PRODUZIDA POR RODRIGO TEIXEIRA E DIRIGIDA POR LUCA GUADAGNINO

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Depois do sucesso da parceria em “Me Chame Pelo Seu Nome”, Rodrigo Teixeira, da RT Features, e o diretor Luca Guadagnino já têm novo projeto juntos. A dupla produzirá o longa inspirado no álbum do astro Bob Dylan, “Blood on the Tracks” (1975), eleito um dos melhores trabalhos do artista. Richard LaGravenese é o responsável pelo roteiro, que é baseado numa ideia de Rodrigo.

Dar vida a este projeto está sendo um sonho pra mim. Há muito tempo estamos trabalhando para encontrar a maneira certa de contar essa história e ter colaboradores como o Luca e o Richard é um verdadeiro privilégio – comemora Teixeira.

Este é o segundo longa de Rodrigo Teixeira em parceria com o diretor Luca Guadagnino. Em 2018, a dupla lançou o longa “Me Chame Pelo Seu Nome”, que levou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e foi indicado ainda nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Canção.


SOBRE A RT FEATURES
 
Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).
 
No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), Love is Strange (2014), Love (2015), Mistress America (2015) e o recente sucesso mundial indie A Bruxa (2016), entre outros. Em 2017, a RT Features estreou as produções internacionais Patti Cake$ e Call Me By Your Name no Festival de Sundance. Para o mesmo ano, a RT Features irá produzir o novo filme de James Gray, Ad Astra, e no Brasil os longas-metragens A Vida Invisível, de Karim Ainouz, e Barba Ensopada de Sangue, de Aly Muritiba.
 
Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na última edição da Quinzena dos Realizadores.

 
‘O BARULHO DA NOITE’ começa a ser rodado no Tocantins

DIRIGIDO POR EVA PEREIRA, ‘O BARULHO DA NOITE’ COMEÇA A SER RODADO NO TOCANTINS

Produzido pela MZN Filmes em coprodução com a Bananeira Filmes, de Vania Catani, o filme é estrelado por Marcos Palmeira e Emanuelle Araújo

Foto: Emerson Silva

Foto: Emerson Silva

O BARULHO DA NOITE”, dirigido por Eva Pereira e com produção da MZN Filmes, em coprodução com a Bananeira Filmes, começou a ser filmado esta semana no Tocantins. Estrelado por Marcos Palmeira, Emanuelle Araújo, Alice Santana, Ana Alice Dias, Mercês Campelo e Wetemberg Nunes, o filme conta o drama de Maria Luíza, uma menina de sete anos que é a primeira a perceber que sua família está por um fio quando descobre que a mãe está apaixonada pelo sobrinho.

Após sete anos de pesquisa, o filme coloca os holofotes nas crianças, para falar sobre abuso infantil, um tema difícil e espinhoso. “Apesar de recentemente começar a ser discutido de forma mais calorosa nas redes sociais e na mídia, no dia a dia, esse tema continua velado, pairando como uma sombra de um mal recorrente em universos distintos, extrapolando privilégios econômicos, sociais e culturais”, diz a diretora.

Em “O BARULHO DA NOITE” o olhar de Maria Luíza é o esconderijo de tudo que ela cala, da dor silenciada, da denúncia, do pedido mudo de socorro contra os abusos que sofre, dos seus anseios e medos. Após o avanço de três anos no tempo, Maria Luíza perderá brutalmente sua inocência, e o olhar de Ritinha, a irmã mais nova e sua cúmplice na história.

Sobre a dolorosa e extensa pesquisa para o filme, Eva Pereira, completa: “foi possível identificar logo no início das pesquisas que fizemos para o filme, mais de um elo entre todas as vítimas. Além da violência sofrida, compartilhavam o silêncio absoluto. É como se ele fosse parte do ritual. Ainda, uma assustadora indiferença por parte de algumas mães, fruto da conivência em algumas situações e impotência em outras, em um misto de cumplicidade e dor, que desestrutura, maltrata, e viola”. 

Formam a equipe de “O BARULHO DA NOITE”, o fotografo Fabricio Tadeu, a diretora de arte, Karen Araújo, figurino por Rô Nascimento. O filme é produzido por Márcio Mazaron, Eva Pereira e Vânia Catani, com recursos do Fundo Setorial Prodecine 1, é produzido pela MZN Filmes em coprodução com a Bananeira Filmes, tem previsão de lançamento para 2019,  com distribuição da ArtHouse.


Sinopse:

Maria Luíza, de sete anos, é a filha mais velha do casal Agenor e Sônia. A menina será a primeira a perceber que sua família está por um fio e perderá o riso e a leveza de criança, quando descobrir a paixão da mãe pelo ajudante de roça do pai. Através do seu olhar triste e atento, acompanharemos sua família se desfazer pelo desencontro de sonhos e objetivos do casal e a chegada anunciada de um intruso.


Ficha Técnica:

O BARULHO DA NOITE
Direção e Roteiro: Eva Pereira
Elenco: Emanuelle Araújo, Marcos Palmeira, Patrick Sampaio, Anna Alice Dias, Alícia Santana. Participação Especial: Tonico Pereira, Wertemberg Nunes, Mercês Campelo, Antista do Acordeon, Mayumi Matuoca.
Fotografia: Fabricio Tadeu
Diretora de arte: Karen Araújo
Figurino: Rô Nascimento
Produção: Márcio Mazaron, Eva Pereira e Vânia Catani
Produtoras: MZN filmes em coprodução com Cunhã Porã Filmes e Bananeira Filmes


Sobre a Diretora

Eva Pereira, considerada uma das mais atuantes profissionais do audiovisual Tocantinense e Região Norte. Com 18 anos de experiência no segmento Audiovisual, atuou por 10 anos na área de produção, roteiro e direção de filmes publicitários, institucionais e programas políticos. Em 2000 entrou para equipe de produtores do projeto Cinema BR em Movimento, onde permaneceu por 07 anos trabalhando na difusão de filmes brasileiros e formação de plateia no Tocantins. Em 2007/2008 integrou equipe de produção local da minissérie "ALICE" produzida pela Gullane Filmes e exibida pela HBO,. No mesmo ano, foi premiada no edital de desenvolvimento de roteiros de Longa Metragem do Ministério da Cultura, com o argumento do filme “ O OUTRO LADO”. Em 2010, escreveu e dirigiu o Longa documentário “PEDIDO DE FOLIÃO, em 2011 foi premiada no edital Cacá Diegues Secult-TO com desenvolvimento de roteiro de Longa Metragem “ SONHOS DE AGROVILA”, em 2013 foi premiada novamente no mesmo edital com o argumento do Longa “ACERTO DE CONTAS”, 2014 integrou a produção tocantinense coletiva do Longa Metragem de Ficção “ PALMAS, EU GOSTO DE TU” onde assina roteiro e direção do último episódio, também em 2014 foi premiada no edital de dramaturgia da Funarte, com o texto teatral "SINA&SONHO DE CAMPONESA". Em 2015, para Bioma produções - DF, coordenou a produção do filme institucional” BRASIL, ALIMENTANDO O MUNDO”, que representou o Brasil na EXPO MILÃO 2015, também em 2015, foi contemplada no edital Curta Afirmativo do MINC com o curta “ COTINHA DA VILA” que assina roteiro e direção, e ainda, conseguiu inserir o Tocantins no programa Brasil de Todas as Telas da Ancine, quando nesse mesmo ano, trouxe para o estado o primeiro Prodav 08, sendo contemplada no edital de produção de conteúdos para Tvs Públicas PRODAV/08, com a minissérie de 13 episódios “FELIZ FORCA NOVA " título provisório que cedeu lugar ao título definitivo " O MISTÉRIO DE NHEMYRÕ," em que assina roteiro, direção e terá estreia nacional em mais de 200 canais em Junho de 2018. Em 2017, foi a vez de trazer para o Tocantins o primeiro Prodecine 01, sendo contemplada com o projeto do Longa Metragem “ O BARULHO DA NOITE”, em que assina Roteiro e direção.

Também em 2017, Eva Pereira integrou a coordenação de produção da novela global " O OUTRO L ADO DO PARAÍSO". A empresa EVA P. DA SILVA EIRELI ME (Cunhã Porã Filmes) nasceu da necessidade de sua sócia/proprietária de ampliar sua área de atuação e contribuir de forma mais efusiva e direta com o desenvolvimento do Audiovisual no Tocantins. Por essa razão, empresa já foi constituída em plena atividade e com projetos em execução. De abril a Junho de 2016, fez a produção de casting local do Longa Metragem " O Nome da Morte", produzido pela TV Zero e dirigido por Henrique Goldman, ainda em Novembro de 2016, teve o projeto de uma série sua "À MARGEM DA ESTRADA" selecionada pela TV RECORD nas rodadas de negócios da TELAS FORUM 2016 (Um dos maiores eventos de conteúdos para TV da América latina). Em 2017, teve dois projetos selecionados para as rodadas de negócios do Riocontent. Atualmente, Eva se dedica as produções dos filmes: COTINHA DA VILA e o BARULHO DA NOITE.


MZN FILMES

Há 5 anos no mercado, a MZN Filmes é a mais completa produtora audiovisual independente do Estado do Tocantins, o produtor Márcio Mazaron e seu irmão Diego Mazaron, oferecem produção, pós-produção e criação de conteúdo para Cinema, Publicidade, TV, Branded Content, e Digital. Somos uma equipe de profissionais de Comunicação que compartilha com nossos clientes – Agências, emissoras de TV, clientes privados – nosso conhecimento e vontade de fazer o melhor. Para nós e para quem nos contrata


BANANEIRA FILMES

Criada em 2000 pela produtora Vania Catani, a Bananeira Filmes é uma das mais prestigiadas produtoras de cinema no Brasil, e tem como característica principal o investimento em produções independentes de notória qualidade artística. Somadas, suas produções já foram exibidas em 403 festivais em 48 países e receberam mais de 188 prêmios. Ao longo destes anos, destacam-se A festa da menina morta, de Matheus Nachtergaele, selecionado para a Mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes em 2008, e a bem sucedida parceria com o ator e diretor Selton Mello, que começou com Feliz Natal e se repetiu com O Palhaço, que levou mais de 1,5 milhão de pessoas ao cinema e foi escolhido para representar o Brasil na por uma vaga no Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro. A última parceria entre diretor e produtora é o longa O filme da minha vida, inspirado na obra Um pai de Cinema do escritor chileno Antônio Skármeta. As suas mais recentes coproduções La playa, El Ardor e Jauja tiveram estreia internacional no Festival de Cannes.

A produtora investiu ainda especialmente na produção delongas de diretores estreantes como Anita Rocha da Silveira, com Mate-me Por Favor (estreia internacional no Festival de Veneza 2016), Redemoinho, de José Luiz Villamarim e Deserto, de Guilherme Weber e Serial Kelly, de Rene Guerra. A coprodução Zama, de Lucrécia Martel, teve sua premiére internacional no Festival de Veneza 2017. Vania Catani iniciou sua carreira no final da década de 80 com o vídeo independente, ao lado de uma nova geração de realizadores que surgiu em Belo Horizonte. Trabalhou como produtora de TV e com o Forumbhzvideo – Festival de Vídeo e Arte Eletrônica, esteve em contato com o melhor da Vídeo-Arte mundial. A partir da segunda metade da década de 90, com a chamada Retomada do Cinema Brasileiro, voltou-se para a produção cinematográfica, sempre mantendo um interesse particular pelo mercado independente. Em 1997, produziu a série de TV Os Nomes do Rosa e o longa Outras Estórias, ambos dirigidos por Pedro Bial. Integra desde 2018 a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Em 2000, já instalada no Rio de Janeiro, fundou a BANANEIRA FILMES, produtora independente que desenvolve, produz e lança projetos ousados e de grande qualidade artística.

 
MULHERES PRESENTES NO VI FESTIVAL “TUDO SOBRE MULHERES” DIVULGAM CARTA ABERTA

MULHERES PRESENTES NO VI FESTIVAL “TUDO SOBRE MULHERES” DIVULGAM CARTA ABERTA SOBRE A CONDIÇÃO FEMININA NO MERCADO AUDIO VISUAL
 
Carta propõe políticas e faz contrapondo às ações implementadas recentemente

No ultimo feriado, a Chapada dos Guimarães no Mato Grosso, foi palco de um encontro que por todos os aspectos teve um intuito de união e presença feminina, não apenas por conta dos filmes exibidos na tela central na praça de Chapada, onde foram exibidos 32 curtas, 21 deles dirigidos por mulheres de todo o Brasil, mas através de rodas de conversa, oficina de roteiro e uma convivência intensa que fizeram com que novas ideias, parcerias e consciência se estabelecessem.
 
E foi justamente em uma dessas conversas, em especifico sobre Protagonismo Feminino, com a presença de Debora Ivanov (Diretora da Agência Nacional de Cinema), Cynthia Falcão (Diretora de Programação e Produção da EPC/TVPE), Sara Silveira (Produtora da Dezenove Filmes), Maria Ceiça (Atriz e Produtora), Julia Katharine (realizadora e atriz trans) e Vera Zaverucha (especialista no mercado audiovisual, escritora do livro "Desvendando a Ancine"), que o grupo ali presente decidiu por redigir uma "Carta Aberta" direcionada a Ancine e a todo o mercado audiovisual, para registrar a conversa sobre aquele momento entre filmes e falas, a reflexão sobre o reconhecimento, a identificação, o incentivo e a noção de o quanto a união feminina é importante para que se ocupe espaços e neles se permaneça. 
 

Carta aberta


Após oito anos de hiato, o Festival Tudo Sobre Mulheres retomou suas atividades, promovendo a mesaProtagonismo Feminino no Audiovisual, realizada no dia 8 de setembro de 2018, em Chapada dos Guimarães (MT). Nela estiveram presentes profissionais mulheres de diversas áreas do audiovisual e juntas produzimos esta carta aberta, propondo políticas e contrapondo-nos publicamente às ações implementadas recentemente, as quais contribuem para a manutenção de um sistema excludente, que não representa a diversidade cultural , ambiental, econômica e ecológica do Brasil continental e que não leva em consideração a maioria de sua população, seja indígena, negra, mestiça, além das mulheres trans e travestis.
 
Observamos o seguinte:
 
1 - Sobre o Sistema de pontuação do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
 
O atual sistema de pontuação exclui as iniciativas de produção cinematográfica destas  comunidades e coletivos de cinema já que estabelece critérios que privilegiam empresas e profissionais já estabelecidos na indústria e com alto desempenho comercial em salas de exibição, ou mesmo participantes de festivais que estas mesmas comunidades não têm acesso.
 
Desta forma, as atividades de produtoras iniciantes, mesmo com obras produzidas em regime de co-produção, são excluídas. Não levando em consideração a trajetória de curtametragistas e o potencial  artístico e inovador dessas obras, nunca teremos chances de alcançar a pontuação necessária.
 
Este sistema desconsidera os dados recentes publicados pela área técnica da  Ancine, que evidenciam a presença majoritária de homens brancos na produção audiovisual, e a marginalização flagrante de mulheres. Além de pontuar diretores já falecidos, e privilegiar produtoras concentradas no eixo RJ/SP evidencia uma política que elitiza, segrega e não contribui para o surgimento, descoberta e amadurecimento de novas realizadoras, nem para a democratização dos recursos públicos. Como exemplo, observamos, analisamos e discutimos o edital Fluxo Contínuo de Cinema, que publicou recentemente a pontuação das produtoras registradas na Ancine,  aptas para captar recursos do FSA. No próprio edital de concurso para produção de longas, onde pareceu terem sido utilizados estes critérios, já percebemos claramente as exclusões.
 
2 - Sobre a necessidade de Políticas Afirmativas
 
Com a implementação de cotas em todos os editais do FSA, inclusive no edital de fluxo contínuo para produção de cinema, onde privilegia-se a quantidade de obras lançadas, e o desempenho comercial dessas obras, entendemos que as políticas afirmativas ainda não são suficientes ou mesmo capazes de diminuir as assimetrias existentes. Tendo em vista a comprovada desigualdade de gênero, cor e etnia dentro do setor audiovisual, ressaltada pelos dados publicados pela própria Ancine, constitui-se um edital antidemocrático que não representa os anseios crescentes desses setores da sociedade civil.
Propomos a revisão da metodologia de atribuição de pontuação, e a implementação de um sistema de cotas que considere o desempenho pregresso de produtores iniciantes, como expressão de sua região, onde se acrescenta o potencial da própria linguagem cinematográfica. Desse modo, não se restringindo apenas à trajetória comercial dos filmes, mas também, considerando a contabilização de plateia em diversas plataformas, tais como: internet e redes sociais, cineclubes, festivais, etc.
 
3- Sobre a implementação de Políticas Inclusivas e Formativas
 
Que considerem a representatividade feminina, com a participação efetiva de mulheres no comitê gestor e no comitê de investimentos do FSA, assim como nas comissões de seleção de todos os editais com recursos públicos em que haja presença de pessoas do setor audiovisual.
Propomos desta forma a implementação de ações formativas que valorizem a capacitação de mulheres em åreas técnicas do audiovisual como cargos de autoria, direção, direção  de fotografia, técnica de som, montagem e gestão.
 
4 - Sobre o mercado cinematográfico no país
 
Foram apresentados alguns dados resultantes do Levantamento da Agência Nacional de Cinema- ANCINE tendo como base os 142 longas-metragens brasileiros lançados comercialmente em salas de exibição no ano de 2016. Segundo o qual,  são dos homens brancos a direção de 75,4% dos longas. As mulheres brancas assinam a direção de 19,7% dos filmes, enquanto apenas 2,1% foram dirigidos por homens negros. Nenhum filme em 2016 foi dirigido ou roteirizado por uma mulher negra.
 
Diante do exposto, requeremos imediata revisão nos critérios de pontuação e seleção, tendo por princípio normativo a equidade de gênero, étnico-racial e regional. Tal manifestação pauta-se nas lutas históricas protagonizadas pelas mulheres em sua diversidade e manifestamente publicizadas nos diferentes contextos sociais e políticos - nacional e internacional.
 
Assinam:
Keyci Martins (produtora, diretora MA)
Júlia Morim (diretora, PE)
Glória Albues (roteirista, diretora MT)
Marta Catunda (consultora, escritora,MT)
Regina Belfort (produtora, diretora Eco Turismo Cultural em Chapada dos Guimarães)
Marla Silveira (produtora e documentarista, São Luís/MA)
Maria Fernanda Miranda (pesquisadora em dança, vídeo dança, Goiânia Goiás/Campinas São Paulo)
Giulia Kochmanski Prati (montadora e animadora, São Paulo - SP)
Cecilia Barroso (crítica de cinema, Brasília/DF)
Elaíze Farias (jornalista e cofundadora da agência Amazônia Real)
Danielle Bertolini (Diretora do Tudo Sobre Mulheres)
Isabela Ferreira (Diretora e Produtora - MT)
Clara Lazarim (Diretora, Montadora e Assistente de direção São Paulo/SP)
Maria Ceiça de Paula (Atriz e Realizadora – RJ)
Sara Silveira (Produtora Dezenove Filmes – SP)
Vera Zaverucha (Gestora e Consultora Audiovisual – RJ)
Julia Katharine (Atriz e Realizadora – SP)
Francieska Dinarte (Produtora – MT)
 

https://secure.avaaz.org/po/petition/Ministro_da_Cultura_Presidente_da_Ancine_Comite_Gestor_do_FSA_Carta_Aberta_Tudo_Sobre_Mulheres_2018/?rc=fb&utm_source=sharetools&utm_medium=facebook&utm_campaign=petition-574675-Ministro_da_Cultura_Presidente_da_Ancine_Comite_Gestor_do_FSA_Carta_Aberta_Tudo_Sobre_Mulheres_2018&utm_term=iOwunb+po

 
Festival, DestaqueSinny Assessoria
Pandora Filmes distribuirá no Brasil filme da Coréia do Sul escolhido para representar o país no Oscar 2019
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PANDORA FILMES DISTRIBUIRÁ NO BRASIL FILME DA COREIA DO SUL ESCOLHIDO PARA REPRESENTAR O PAÍS NO OSCAR 2019

Longa “Em Chamas” (Burning) aclamado pela crítica no Festival de Cannes 

O filme escolhido pela Coreia do Sul para representar o país no Oscar 2019 já tem distribuidora no Brasil. A Pandora Filmes lançará em circuito comercial o longa “EM CHAMAS” (Burning), de Lee Chang-Dong. A produção traz a história de Jongsu (Ah-in Yoo), um entregador que, durante um delivery, encontra Haemi (Jong-seo Yun), uma antiga vizinha.

Jognsu se depara com um pedido inusitado da moça: cuidar do gato dela enquanto faz uma viagem para a África. Quando volta de viagem, Haemi apresenta ao entregador um enigmático jovem, Ben (Steven Yeun), que conheceu durante a temporada africana. Um dia, Ben conta a Jongsu sobre um hobby pouco usual que ele pratica.

O filme foi um dos mais elogiados pela crítica no ultimo Festival de Cannes, onde recebeu o FIPRESCI, prêmio da crítica internacional. “EM CHAMAS” ainda não tem data de estreia no Brasil. 

Sinopse:

Durante um dia normal de trabalho como entregador, Jong-soo reencontra Hae-mi, uma antiga amiga que vivia no mesmo bairro que ele. A jovem está com uma viagem marcada para o exterior e pede para Jong-soo cuidar de seu gato de estimação enquanto está longe. Hae-mi volta para casa na companhia de Ben, um jovem misterioso que conheceu na África. No entanto, o forasteiro tem um hobby peculiar, que está prestes a ser revelado aos amigos.


Ficha Técnica:

BURNING (Buh-Ning)

Direção: Lee Chang-Dong

Elenco: Ah-in Yoo, Jong-seo Yun e Steven Yeun

País: Coréia do Sul

Ano: 2018

Gênero: Drama

 
SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

 
Estreia, DestaqueSinny Assessoria
Penelope Cruz, Wagner Moura e Gael Garcia Bernal estrelarão longa WASP NETWORK

PENELOPE CRUZ, WAGNER MOURA E GAEL GARCIA BERNAL ESTRELARÃO NOVA PRODUÇÃO DE RODRIGO TEIXEIRA, ‘WASP NETWORK’, DE OLIVIER ASSAYAS

Filme traz também Edgar Ramirez no elenco

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Rodrigo Teixeira, da RT Features, produzirá o novo filme de Olivier Assayas, “WASP NETWORK’, que traz no elenco as estrelas Penelope Cruz, Gael Garcial Bernal, Wagner Moura e Edgar Ramirez. O drama de espionagem dirigido e roteirizado por Assayas é baseado no livro de Fernando Morais “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, de 2011.


A trama do longa gira em torno da Rede Vespa, um grupo selecionado de agentes secretos criado pelo governo cubano nos anos 80 para se infiltrar em organizações anticastristas, em Miami, nos EUA. Para realizar suas missões, os espiões passarão por aventuras mirabolantes e disfarces perfeitos para tentar fugir do desmascaramento e do processo por parte do governo americano.

Coprodução entre a RT Features e a CG Cinema, o longa começa a ser rodado no primeiro semestre de 2019.

SOBRE A RT FEATURES
 
Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).
 
No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), Love is Strange (2014), Love (2015), Mistress America (2015) e o recente sucesso mundial indie A Bruxa (2016), entre outros. Em 2017, a RT Features estreou as produções internacionais Patti Cake$ e Call Me By Your Name no Festival de Sundance. Para o mesmo ano, a RT Features irá produzir o novo filme de James Gray, Ad Astra, e no Brasil os longas-metragens A Vida Invisível, de Karim Ainouz, e Barba Ensopada de Sangue, de Aly Muritiba.
 
Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na última edição da Quinzena dos Realizadores.

 
‘A VIDA INVISÍVEL’, começa a ser rodado no Rio de Janeiro

PRODUZIDO POR RODRIGO TEIXEIRA, NOVO FILME DE KARIM AÏNOUZ, ‘A VIDA INVISÍVEL’, COMEÇA A SER RODADO NO RIO DE JANEIRO

Longa é baseado em livro de Martha Batalha e terá Carol Duarte, Júlia Stockler e Gregório Duvivier no elenco

 

Karim Aïnouz (O Abismo Prateado, Praia do Futuro) vai dirigir a livre adaptação de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha. Com produção de Rodrigo Teixeira, da RT Features, A VIDA INVÍSIVEL traz as atrizes Carol Duarte e Júlia Stockler como protagonistas desta história.

No Rio de Janeiro dos anos 50, as irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda– duas irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sem namorado, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas para sempre e passam suas vidas tentando encontrar uma a outra, como se só juntas fossem capazes de seguirem suas vidas.

A VIDA INVÍSIVEL é um melodrama contemporâneo sobre sororiedade, é uma crônica da condição feminina nos anos 50 no Rio de Janeiro, uma década marcada por um conservadorismo profundo.

Ao longo da história, revelam-se a vida adversa de mãe solo que Guida levou longe da família e o apagamento vivido por Eurídice, que acabou por abandonar o sonho de ser uma pianista profissional para se tornar uma dona de casa exemplar e satisfazer o marido e os pais. Para Aïnouz, a história o tocou de maneira profunda. “Por razões pessoais, eu fiquei impressionado quando li o livro pela primeira vez. Ecoou memórias vividas da minha vida. Fui criado numa família na sua maioria de mulheres, num Nordeste conservador, na década de 60. Minha mãe foi mãe solo, minha tia trabalhava como dona de casa.  A maioria dos homens da minha família tinha ido embora ou era muito ausente. Era um mundo muito machista. As mulheres eram guerreiras, que tiveram que lutar para manter a cabeça fora d’agua em um mundo violentamente machista. ‘A Vida Invisível’ é sobre isso – sobre a resiliência, o desafio de ser mulher em um mundo que insistia, e insiste, em deixá-las invisíveis”, revela o diretor.

Durante a pesquisa para o roteiro, Aïnouz entrevistou várias senhoras entre 70 e 90 anos, perguntando sobre suas primeiras experiências sexuais, o casamento e suas vidas privadas. Refletindo sobre o mundo hoje, a partir destas histórias e das mulheres de sua família, Aïnouz compreendeu a urgência de “A Vida Invisível” como um filme que jogasse luz em tantas vidas e histórias invisíveis, como um filme necessário.

Esta é a segunda vez que Karim Ainouz e Rodrigo Teixeira trabalham juntos.  Em 2011, o filme “O Abismo Prateado” teve sua estreia mundial no Festival de Cannes, onde foi exibido na Quinzena dos Realizadores. Para Rodrigo, repetir essa parceria é uma grande alegria. “Depois do ‘Abismo Prateado’, eu procurava um projeto para trabalharmos novamente juntos e, quando eu recebi o manuscrito deste livro, enxerguei uma compatibilidade entre a filmografia e a história de vida do Karim e o momento histórico que vivemos. Passamos algum tempo trabalhando no desenvolvimento do roteiro, construindo esse grande desencontro na vida dessas irmãs e estou muito contente com o início das filmagens”.

Com roteiro assinado por Murilo Hauser e colaboração de Inés Bortagaray, o longa começa a ser rodado em maio, nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristovão, onde o Rio de Janeiro dos anos 50 ganhará vida. Quem assina a fotografia do filme é Hélène Louvart, que foi fotógrafa dos longas Pina, de Win Wender, The Smell of Us, de Larry Clark; e As Praias de Agnes, de Agnès Varda, entre outros.  Com coprodução do Canal Brasil e distribuição da Sony Pictures, A VIDA INVÍSIVELtem previsão de estreia em 2019. “Eu estou ciente de que as histórias particulares não necessariamente fazem bons filmes. Filmes são bons quando eles contam uma história ainda não contada, histórias que precisam ser contadas”, completa Karim.


Sinopse

Antigas cartas de sua irmã Guida, há muito desaparecida, surpreendem Eurídice, hoje uma senhora de 80 anos. No Rio de Janeiro dos anos 50, Guida e Eurídice serão cruelmente separadas, impedidas de viverem os sonhos que alimentaram juntas ainda adolescentes. ‘A VIDA INVÍSIVEL’ é a história destas duas mulheres, duas irmãs, tentando lutar contra as forças sociais que insistem em frustrá-las. Invisíveis em uma sociedade paternalista e conservadora, se desdobram para seguir em frente, ainda que distante de seus sonhos e desejos. Um melodrama contemporâneo sobre sororidade, sobre mulheres apaixonadas, fortes e afetuosas.  Irão Guida e Eurídice se reencontrar a tempo de vencer a opressão que as sufoca?
 
FICHA TÉCNICA

A VIDA INVISÍVEL
Direção: Karim Ainouz
Roteiro: Murilo Hauser e Inés Bortagaray baseado na obra de Martha Batalha
Elenco: Carol Duarte, Júlia Stockler e Gregório Duvivier.
Produtor: Rodrigo Teixeira (RT Features)
Co-produtor: Canal Brasil e Match Factory
Produtores Executivos: Ana Kormanski, Daniel Pech, Viviane Mendonça e Camilo Cavalcanti. 
Diretora Assistente: Nina Kopko
Direção de Fotografia: Hélène Louvart
Direção de Arte: Rodrigo Martirena 
Figurino: Marina Franco
Maquiagem:  Rosemary Paiva
Diretora de Produção: Silvia Sobral 
Idioma: Português 
Gênero: Drama
Ano: 2018
País: Brasil
Classificação: (a definir)
 

SOBRE O DIRETOR
 
Diretor dos premiados Madame Satã e O Céu de Suely, seu trabalho mais recente, o documentário Aeroporto Central THF, estreou este ano na mostra Panorama do 68º Festival de Berlim onde recebeu o prêmio da Anistia Internacional. Seus curtas-metragens e instalações foram exibidos em inúmeras mostras e museus incluindo o Whitney Museum of American Art Biennial, MoMa Nova York, Bienal de São Paulo, Bienal de Sharjah, Parque Lage, Festival Videobrasil. Foi homenageado na 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes e teve retrospectivas na Espanha e Suiça, França e Estados Unidos. Em 2012 Aïnouz foi convidado a integrar o júri da Cinéfondation e Competição de Curtas-metragens do 65° Festival de Cannes e foi presidente do Júri do Festival do Rio em 2014.
 
Como consultor de roteiros, participou de programas como o Sundance Screenwriters Lab, Rawi Screenwriters Lab, na Jordânia, e Curso de Desarrollo de Proyectos Cinematográficos Iberoamericanos, da Fundación Carolina em parceria com o Programa Ibermedia, entre outros.
Aïnouz é ainda fundador e tutor do Laboratório de Audiovisual Porto Iracema das Artes, um dos principais laboratórios de desenvolvimento de roteiro do país.
 
Em 2015, estreou o documentário Velázquez ou o Realismo Selvagem, exibido pelo canal franco-alemão ARTE. Seu primeiro longa-metragem, Madame Satã, estreou na mostra Um Certain Regard do Festival de Cinema de Cannes em 2002. Seus longas seguintes, O Céu de Suely e Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo (co-dirigido com Marcelo Gomes) estrearam no Festival de Veneza, na Mostra Orizzonti em 2006 e 2009, respectivamente. Em 2008, dirigiu a série de 13 episódios Alice para a HBO Latin America e, em 2011, O Abismo Prateado teve sua estreia mundial em Cannes, na Quinzena dos Realizadores, e recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival do Rio. Em 2014, Aïnouz estreou o longa-metragem Praia do Futuro na Competição Oficial da 64ª edição do Festival de Berlim, onde também apresentou o documentário Catedrais da Cultura, filmado em 3D e produzido por Wim Wenders. Aïnouz é membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

 
SOBRE A RT FEATURES
 
Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).
 
No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), Love is Strange (2014), Love (2015), Mistress America (2015) e o recente sucesso mundial indie A Bruxa (2016), entre outros. Em 2017, a RT Features estreou as produções internacionais Patti Cake$ e Call Me By Your Name no Festival de Sundance. Para o mesmo ano, a RT Features irá produzir o novo filme de James Gray, Ad Astra, e no Brasil os longas-metragens A Vida Invisível, de Karim Ainouz, e Barba Ensopada de Sangue, de Aly Muritiba.
 
Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na última edição da Quinzena dos Realizadores.

MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS: do palco do teatro para as telas de cinema

MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS: DO PALCO DO TEATRO PARA AS TELAS DE CINEMA


O longa dirigido por Rafael Gomes, que tem o romance como tema principal, já começou a ser rodado em São Paulo

A peça MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS (prêmio APCA de Melhor Peça Jovem) foi adaptada para o cinema e as filmagens já estão a todo vapor. Assim como a peça, o longa terá como ponto central o romance entre três jovens: Isabela (Mayara Constantino), Ricardo (Victor Mendes) e Felipe (Caio Horowicz). Denise Fraga interpretará Berenice, mãe de Felipe. Já o papel de Alice, avó de Isabela, fica por conta de Suely Franco, e Gabriel, ex-namorado de Isabela, será interpretado por Ícaro Silva.
 

Música Para Cortar os Pulsos, em sua versão para os palcos, tornou-se um texto de referência na dramaturgia para jovens, tendo ficado três anos em cartaz e viajado para mais de 30 cidades brasileiras, colecionando prêmios, elogios da crítica e sucesso junto ao público. Além do amor, seus temas abarcam também a sexualidade e, especialmente na adaptação para o cinema, a influência da tecnologia nos relacionamentos contemporâneos.

Rafael Gomes, responsável pelo texto e direção da peça e agora também roteirista e diretor do filme, explica que a inspiração para a história partiu das relações amorosas a sua volta. “Eu via como todos os meus amigos estavam enredados em diferentes teias amorosas, e a maneira como esse era sempre um assunto, sempre ‘O’ assunto. E como esses amores todos sempre buscavam referências e apoios para se justificar, para se entender, para existirem, propriamente ditos... Eram músicas, filmes, livros, peças, toda e qualquer coisa que pudesse dar pistas, dar recheio, traduzir o que sentíamos e nos ensinar, por reflexo, o que estávamos sentindo.”

Inteiramente rodado na cidade de São Paulo, a paisagem urbana é mostrada por meio do cotidiano das personagens, como trabalho, faculdade, bares, ruas, cinemas, festas e transporte público. Porém, o diferencial do longa, segundo Rafael Gomes, será a diversificação dessas paisagens, saindo do comum e sugerindo um novo imaginário urbano ao expectador.

Na trilha sonora, assim como na peça, haverá participações especiais de músicos e nomes conhecidos da música brasileira. MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS é uma produção da Lacuna Filmes, a mesma de Hoje eu Quero Voltar Sozinho, que tem Diana Almeida como produtora responsável, em mais uma parceria de distribuição da Vitrine Filmes, que também foi responsável pelo lançamento do filme dirigido por Daniel Ribeiro.
 

Sinopse:
Baseado na peça homônima, MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS é uma história urbana, intensa e sentimental sobre três jovens de vinte e poucos anos provando que na vida, como nas canções de amor, só os clichês são verdade. Isabella sofre de um coração partido, Felipe quer desesperadamente se apaixonar, e Ricardo, seu melhor amigo, está apaixonado por ele.

Ficha Técnica:
Direção: Rafael Gomes
Produzido por: Diana Almeida
Coprodução: Rafael Gomes e Henrique Carvalhaes
Produtores associados: Daniel Ribeiro, Mayara Constantino e Victor Mendes
Produção executiva: Diana Almeida
Roteiro: Rafael Gomes
Elenco: Mayara Constantino, Victor Mendes Caio Horowicz, Icaro Silva, Denise Fraga, Suely
Franco, Bella Camero e Tess Amorim.
Participações especiais: Tim Bernardes, Fafá de Belém, Vinicius Calderoni, Natália Lage, Guilherme Goski, Clarice Falcão, Maria Gadu e Mauricio Pereira
Direção de fotografia: Dhyana Mai
Direção de arte: Rafael Blas
Figurino: Melina Schleder
Montagem: Cristian Chinen
Edição de som: Confraria de Sons & Charutos
Mixagem: Confraria de Sons & Charutos
Finalização: O2 Pós
Distribuição: Vitrine Filmes

SOBRE RAFAEL GOMES

Graduado em Cinema, Rafael Gomes roteirizou e dirigiu seis curtas metragens premiados e exibidos em diversos festivais ao redor do mundo, como França, Espanha, Alemanha, Portugal, Estados Unidos, Holanda e Itália. Além disso, assinou o roteiro de dois longas-metragens: De Onde Eu Te Vejo (2016) e 45 do Segundo Tempo (2019/ em produção), ambos dirigidos por Luiz Villaça, e prepara-se para lançar em breve seu primeiro longa, “45 Dias Sem Você”, filmado em cinco diferentes países. Também criou séries para televisão (“Tudo o que É Sólido Pode Derreter”, “3 Teresas” e “Vizinhos”) e recebeu alguns dos principais prêmios teatrais do país, dirigindo montagens como “Um Bonde Chamado Desejo”, Gota d’ Água [a Seco]” e “Os Arqueólogos”.

SOBRE A LACUNA FILMES

A Lacuna Filmes é uma produtora sediada em São Paulo, desde 2006. Dentre suas produções estão “Café com Leite” e “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, que juntos receberam mais de 115 prêmios, incluindo o Urso de Cristal no 58º Berlinale - Festival Internacional de Cinema de Berlim. Em 2014, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, longa de estreia da produtora, dirigido por Daniel Ribeiro, estreou no 64ª Berlinale e recebeu os prêmios FIPRESCI e Teddy. O filme também foi a inscrição oficial brasileira para o Oscar 2015. Em 2017, a Lacuna estreou seu novo filme, “As Duas Irenes”, na 67ª Berlinale. 

SOBRE A VITRINE FILMES

Em oito anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 120 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro em 2014.

Em 2017, a Vitrine lançou "O Filme da Minha Vida", terceiro longa do ator e diretor Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano.
Neste ano, os principais lançamentos da distribuidora serão "Benzinho", exibido em nos festivais de Sundance e Rotterdam, dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles, e "Paraiso Perdido", de Monique Gardenberg.

 
‘O CASO MOREL’ terá Rodrigo Lombardi e Maria Casadevall como protagonistas

BASEADO EM ROMANCE DE RUBEM FONSECA, ‘O CASO MOREL’ TERÁ RODRIGO LOMBARDI E MARIA CASADEVALL COMO PROTAGONISTAS

Dirigido por Suzana Amaral, filme começa a ser rodado em agosto

O primeiro romance policial de Rubem Fonseca, “O CASO MOREL”, ganhará sua versão para os cinemas. Dirigido por Suzana Amaral, o filme será protagonizado pelos atores Rodrigo Lombardi e Maria Casadevall e começara a ser rodado em agosto. O longa conta com a produção da Bossa Nova Films e distribuição da Pandora Filmes.

A história se estrutura a partir de uma ocorrência: Paul Morel (Rodrigo Lombardi), um artista plástico, é o principal suspeito da morte de Joana (Maria Casadevall), filha de um embaixador e uma de suas três mulheres. A trama é construída de forma não linear, contando com flashbacks e flashforwards, o que dá a narrativa uma nova maneira de visualizar o tempo e o espaço, além de ser a base do mistério. O livro foi publicado pela primeira vez em 1973.


Sinopse

Paul Morel, artista plástico, coabita uma relação livre e familiar com 3 mulheres: uma trapezista, uma jovem de programa e Joana, filha de um embaixador. Um dia Joana é encontrada morta numa praia. O detetive Vilela assume o caso e Morel é o principal suspeito.


Sobre a diretora

Suzana Amaral é cineasta, crítica de cinema, professora e roteirista. Seu primeiro filme foi A Hora da Estrela, baseado no romance de Clarice Lispector. Também dirigiu o drama Hotel Atlântico e Uma Vida em Segredo.


Sobre a Bossa Nova Films

A Bossa Nova Films é uma produtora independente atuante no mercado audiovisual brasileiro e internacional desde 2005. Com foco voltado ao aprimoramento artístico de seus talentos, através do fomento de uma estrutura de criação e inovação, a Bossa realiza um trabalho que abraça as diversas linguagens audiovisuais e plataformas.

Com a expertise de um time multi-identitário, a Bossa Nova Films já produziu 11 longas-metragens com títulos próprios, como De onde eu te vejo (2016), de Luiz Villaça; Tropicália (2012), de Marcelo Machado; Além do homem (2018), de Willy Biondani - com estreia prevista para junho  - e coproduções internacionais exibidas e premiadas em grandes festivais pelo mundo, como Ausência (2014), de Chico Teixeira; Violeta foi para o céu (2012), de Andrés Wood; e Uma Espécie de Família (2017), dirigido por Diego Lerman.

Simultaneamente aos longas-metragens, a produtora também tem forte atuação no segmento televisivo, sendo responsável por séries como 3 Teresas (2013) e Vizinhos (2015), ambas de Luiz Villaça para o GNT; Tô de Graça (2017), para o Multishow, e outros diversos conteúdos presentes nas grades de HBO, TV Globo, TV Record, TV Cultura, FOX, ESPN, Discovery Channel, entre outros canais.


Sobre a Pandora Filmes

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

Rodrigo Teixeira produzirá filme sobre o rapper Emicida

RODRIGO TEIXEIRA PRODUZIRÁ FILME SOBRE RAPPER EMICIDA

Dirigido por Aly Muritiba, longa é uma parceria entre as produtoras RT Features e Laboratório Fantasma

A perseverança e o amor pela música marcam a trajetória do rapper Emicida, desde o começo da sua carreira até o reconhecimento e o sucesso. Um dos músicos mais importantes do Rap brasileiro terá sua história pouco conhecida contada nos cinemas: a sua luta para chegar ao topo, ao lado do irmão e empresário, Evandro Fióti. A cinebiografia – ainda sem título definido - será produzida por Rodrigo Teixeira, da RT Features, em parceria com a Laboratório Fantasma. O longa terá direção de Aly Muritiba, o mesmo de “Para Minha Amada Morta” e “Ferrugem”, que esteve na seleção de Sundance no início do ano. 

Em fase de desenvolvimento, o roteiro escrito em parceria com o próprio Emicida, foca em alguns momentos-chave da vida do rapper, entre eles, a vitória na maior batalha de rimas do Brasil, aos 21 anos de idade, a reprovação da mãe, Dona Jacira, que não queria o filho envolvido com a música, a relação com o irmão mais novo, Fióti, e seus dias como atendente no MC Donald’s.

Estou muito feliz e honrado em poder contar a história de um dos principais artistas da música da atualidade no Brasil. Levar a trajetória do Emicida para as telonas é de um orgulho e uma responsabilidade enormes. Mas, ao mesmo tempo, é muito prazeroso poder contar uma história de vida tão inspiradora quanto a dele – comemora Rodrigo.

Eu já tinha a ambição de invadir os cinemas, acho que construímos uma trajetória que, de alguma maneira, desaguaria nisso. A Laboratório Fantasma tem se aproximado lentamente do entretenimento e estendido seus tentáculos para além da música há algum tempo, tanto que participamos da SPFW, por exemplo. Estou bastante emocionado e empolgado, estamos no meio de uma pesquisa bastante profunda para batermos o martelo em qual recorte usaremos, pois tem bastante assunto, fizemos muitas coisas, ano que vem completa 10 anos de nossa primeira mix tape, é uma efeméride importantissima. O Brasil carece de histórias de pretos bem sucedidos sendo contadas em grande escala e por nós mesmos, nesse sentido já nascemos revolucionários - explica Emicida.

Com filmagens previstas para o segundo semestre de 2018, o lançamento do filme deve acontecer em 2019.


SOBRE A RT FEATURES

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas- metragens: O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014) e o O Silêncio do Céu (2016). No exterior, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), Love is Strange (2014), Indignation ( 2016) A Bruxa (2016). Em 2017, a RT Features esteve com duas produções internacionais Patti Cake$ A Ciambra (2017) na Quinzena dos Realizadores em Cannes, e com a coprodução internacional Severina (2017) no Festival de Locarno. Neste mesmo ano, a empresa produziu o novo projeto de James Gray com Brad Pitt: Ad Astra que se encontra em pós produção. 

No início de 2018 estreou o primeiro longa de ficção da diretora Crystal Moselle, Skate Kitchen, no Festival de Sundance. A RT esteve também indicada aos principais prêmios do cinema com o filme de Luca Guadagnino, Call Me By Your Name (2017). Destacam-se as oito indicações no Critics' Choice Awards, o maior número de nomeações no Independent Spirit Awards, e as indicações ao 75º Globo de Ouro e ao 90º Academy Awards, onde foi premiado com o Oscar de melhor roteiro adaptado. No primeiro semestre a RT irá produzir o novo filme de Robert Eggers, The Lighthouse, com Willem Dafoe e Robert Pattinson e no Brasil o novo longa de Karim Ainouz, A Vida Invisível, além de ter anunciado a produção da cinebiografia do rapper Emicida.


SOBRE A LAB FANTASMA

Criada pelos irmãos Evandro Fioti e Emicida em 2009 como um coletivo que vendia de mão em mão camisetas produzidas artesanalmente, a Laboratório Fantasma hoje é marca de roupas, gravadora, editora, estúdio e produtora de shows. Em 9 anos a Lab Fantasma se consolidou no mercado e hoje investe em moda, música e estilo de vida, sendo uma das empresas mais importantes do segmento musical brasileiro e a maior referência da cena hip hop no Brasil, agenciando também a carreira dos artistas Emicida, Rael, Drik Barbosa e Coruja BC1.

 
Começam as filmagens de ‘SERIAL KELLY’, estrelado por Gaby Amarantos

COMEÇAM AS FILMAGENS DE ‘SERIAL KELLY’, ESTRELADO POR GABY AMARANTOS

Produzido por Vania Catani, primeiro longa de René Guerra, vai ser rodado em Alagoas

Em 14 de setembro começam as filmagens de SERIAL KELLY, uma comédia pulp de humor negro, subversiva e questionadora, estrelada por Gaby Amarantos, que faz sua estreia como protagonista no cinema.

O longa acompanha a trajetória de Kelly, uma artista em busca de reconhecimento, com uma intuição criativa muito aguçada, mas que sofre pela ausência de oportunidades em sua carreira. Conforme ela cumpre sua agenda de shows pelo sertão, a cantora de forró eletrônico também vai deixando um rastro de sangue pelo caminho.

Quando passa a ser investigada pelos assassinatos de três homens, sua turnê mambembe também se transforma numa estratégia de fuga. E de estrela ascendente ela se torna uma heroína marginal, a temida e procurada SERIAL KELLY, a primeira serial killer mulher do Brasil.

SERIAL KELLY será todo rodado em Alagoas e a primeira cidade a receber a equipe será Maceió. A escolha pela região não foi aleatória. Em um local onde ainda existe “fazer justiça com as próprias mãos” e o machismo é arraigado, ter uma mulher serial killer como anti-heroína vai ao encontro das transformações pelas quais a região tem passado nos últimos anos, com um enorme crescimento econômico e empoderamento das mulheres e das classes populares.

Este é o primeiro trabalho na direção de René Guerra (que também assina o roteiro junto com Marcelo Caetano, diretor e roteirista de “Corpo Elétrico”), que estreou no cinema com o curta-metragem em 35mm “Os Sapatos de Aristeu”, em 2008. A produção foi um dos filmes nacionais mais premiados daquele ano, com 37 prêmios nacionais e internacionais e ganhador do Grande Prêmio do Canal Brasil 2008. Com o roteiro deste filme, foi selecionado para o Berlinale Talent Campus e desde então desenvolve projetos de ficção e de documentário sobre personagens considerados marginais. Recentemente, René apresentou no Kinoforum e foi premiado por seu mais recente curta metragem, “Vaca Profana”.

A grande estrela do longa é a cantora Gaby Amarantos, que dá vida à Kelly. Além dela, o elenco é encabeçado por uma grande diversidade de atores, apontando para todos os tipos de gênero e fugindo do padrão de beleza convencional, não binário e cheio de glamour, com artistas que representam todas as classes populares.

Produzido pela Bananeira Filmes, de Vania Catani, SERIAL KELLY será distribuído no Brasil pela Vitrine Filmes.


SOBRE O DIRETOR

Alagoano radicado em São Paulo, René Guerra filmou seu primeiro curta-metragem em 35mm, “Os Sapatos de Aristeu” em 2008. Em 2009 estreou o seu curta-metragem “CASA” no Festival de Berlim, Berlinale 2010, fazendo parte da coletânea Fucking Different São Paulo. Em 2012, dirigiu o curta documental “Quem Tem Medo de Cris Negão?” e em 2013, o curta de ficção “O Olho e o Zarolho” ambos Preta Portê Filmes.

É preparador de elenco de diretores como Anna Muylaert, Gabriela Amaral Almeida, João Paulo Cuenca, entre outros. Como roteirista escreveu três longas, “Lili e as Libélulas” (Preta Portê Filmes), “Quieta” (Filmes de Abril) e “Serial Kelly” (Bananeira Filmes).

Em televisão, trabalhou como diretor de imagem da série “Identidade Cultural” (SEBRAE – Alagoas, 2005) , como roteirista da série “Tudo o Que é Sólido Pode Derreter” (TV Cultura, 2009) e como diretor da série “Retratos Brasileiros : Berta Zemel” (Canal Brasil 2011). Em 2016 dirigiu o telefilme “Guigo Offline”, a ser exibido na TV Cultura.


SOBRE A BANANEIRA FILMES

Fundada em 2000 pela produtora Vania Catani, a Bananeira Filmes é uma das mais prestigiadas empresas produtoras de cinema no Brasil, onde a característica principal são os filmes de grande rigor artístico. Produziu mais de 23 longas e cinco curtas em 17 anos de existência. Somados, seus filmes já foram exibidos em mais de 340 festivais em 45 países e receberam mais de 180 prêmios.

Entre eles, destaque para Narradores de Javé, com direção de Eliane Caffé, e A Festa da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele, selecionado no Festival de Cannes em 2008; O Palhaço, do diretor Selton Mello, que levou mais de 1,5 milhão de pessoas e foi escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar de melhor filme estrangeiro.

Em 2016, a Bananeira lançou o suspense Mate-me Por Favor, primeiro longa da diretora carioca Anita Rocha da Silveira, que teve estreia mundial no Festival de Veneza. Este ano foi lançado Redemoinho, Deserto, e O Filme da Minha Vida, um dos possíveis indicados brasileiros para concorrer ao Oscar 2018. Suas coproduções La Playa (Colômbia), El Ardor (Argentina) e Jauja (Argentina), tiveram estreia internacional no Festival de Cannes – a próxima muito aguardada é Zama (Argentina), da argentina Lucrecia Martel (O Pântano).


SOBRE A VITRINE FILMES

Em sete anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 70 filmes. Entre seus maiores sucessos estão Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, que alcançou mais de 200 mil espectadores; O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, considerado pelo New York Times um dos melhores filmes de 2012; o americano Frances Ha, indicado ao Globo de Ouro em 2014; Califórnia, filme de estreia de Marina Person, selecionado para o Festival de Tribeca; Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert, diretora do premiado Que Horas Ela Volta?; Aquarius, segundo longa de Kleber Mendonça Filho que competiu no Festival de Cannes e já levou 360 mil espectadores aos cinemas; e o documentário Cinema Novo, de Eryk Rocha, também selecionado para o festival. Este ano a Vitrine distribuiu O Filme da Minha Vida, terceiro longa de Selton Mello como diretor.