'UMA VIAGEM INESPERADA', de Juan José Jusid, estreia dia 28 de março

FILME “UMA VIAGEM INESPERADA”, DE JUAN JOSÉ JUSID, GANHA DATA DE ESTREIA

Coprodução entre Brasil e Argentina é protagonizada por Pablo Rago e conta com participação especial da atriz Débora Nascimento

Foto: Ana Rovati

Foto: Ana Rovati

Sinopse 
O engenheiro argentino Pablo vive feliz no Rio de Janeiro, ao lado da jovem Lucy. Ele se prepara para um momento importante na sua carreira: a inauguração de uma plataforma de exploração de petróleo. Mas o clima de comemoração dura pouco. Sua ex-mulher telefona para dizer que o filho adolescente do casal, Andrés, está prestes a ser expulso da escola. Pablo, então, deixa o Rio e volta a Buenos Aires, mas o reencontro com o garoto não será fácil.  

Ficha Técnica 

Direção: Juan José Jusid  
Roteiro: Juan José Jusid, Cesar Gómez Copello e Oliver Kolker  
Elenco: Pablo Rago, Tomás Wicz, Oliver Kolker, Débora Nascimento e Cecília Dopazo  
Produtores: Letícia Friedrich, Lourenço Sant'Anna, Oliver Kolker e Hernán Findling  
Produção: Boulevard Filmes, Funciona y Kuenta Producciones  
Distribuição: Boulevard Filmes  
Ano: 2018  
País: Argentina, Brasil  
Duração: 87 min  
Classificação: 14 anos  

Sobre a Boulevard Filmes  

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), "Filme Sobre um Bom Fim"(Boca Migotto), "A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro" (Leo Garcia, Zeca Brito), "Histórias que nosso cinema (não) contava" (Fernanda Pessoa) e "Açúcar" (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.   

'UM AMOR INESPERADO', de Juan Vera, estreia em 14 de março

‘UM AMOR INESPERADO’, COM MERCEDES MORÁN E RICARDO DARÍN, ESTREIA EM 14 DE MARÇO


Longa dirigido por Juan Vera é uma comédia romântica sobre os conflitos do casamento  

SINOPSE  
  
Marcos e Ana são casados há 25 anos. Com a ida do único filho do casal para o exterior, os dois começam a se questionar sobre o futuro do relacionamento e decidem se separar para viver novas experiências. Em meio a aventuras bem-humoradas e descobertas sobre o amor e a rotina, os dois terminam, cada um, por encontrar um romance inesperado.  
  
FICHA TÉCNICA  
  
Direção: Juan Vera  
Roteiro: Juan Vera e Daniel Cúparo  
Elenco: Mercedes Morán, Ricardo Darín  
Ano: 2018  
Gênero: Comédia Romântica  
País: Argentina  
Classificação Indicativa: 14 anos  
  
SOBRE A PANDORA FILMES  
  
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.  

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.  
 

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EstreiaSinny AssessoriaPandora Filmes
'ELEGIA DE UM CRIME' estreia dia 14 de Março

“ELEGIA DE UM CRIME” ESTREIA EM SÃO PAULO DIA 14 DE MARÇO

Documentário, que encerra a “trilogia do luto” do diretor Cristiano Burlan, entra em cartaz exclusivamente no CineSesc

SINOPSE   
  
Uberlândia, Minas Gerais, 24 de fevereiro de 2011. Isabel Burlan da Silva, mãe do diretor, é assassinada pelo parceiro. “Elegia de um crime” encerra a “Trilogia do luto”, que aborda a trágica história da família. Diante da impunidade, o filme mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel.  
  
FICHA TÉCNICA  

Direção: Cristiano Burlan  
Produção: Bela Filmes  
Coprodução: Sancho&Punta  
Produção executiva: Priscila Portella e Bruno Caticha  
Roteiro: Cristiano Burlan e Ana Carolina Marinho  
Direção de fotografia: Cristiano Burlan, Renato Maia e Henrique Zanoni  
Montagem: Cristiano Burlan e Renato Maia  
Edição de som: Julia Teles e Vanessa Gusmão  
Mixagem: Edson Secco  
Duração: 92 min  
Classificação indicativa: 14 anos  
Ano de produção: 2018  

SOBRE O DIRETOR  

CRISTIANO BURLAN nasceu em Porto Alegre. É diretor de cinema e teatro e professor. Sua filmografia contém mais de 20 filmes, entre ficções e documentários. Realizou a “Tetralogia em Preto e Branco” composta por quatro longas-metragens sobre a cidade de São Paulo, são eles: “Sinfonia De Um Homem Só”, “Amador”, “Hamlet” e “Fome” (premiado no último Festival de Brasília do Cinema Brasileiro). Seu documentário “Mataram meu irmão” (2013) foi o vencedor do É Tudo Verdade 2013, angariando os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e da Crítica, do 4º Festival SESC de Melhores Filmes como Melhor Documentário do Ano e do Prêmio do Governador do Estado de São Paulo como Melhor Filme. Em 2016, escreveu o roteiro do longa-metragem “A Mãe”, selecionado para o 7º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting e vencedor do prêmio de coprodução internacional para participar do Cinélatino, Rencontres de Toulouse – FRANCE. Em 2018, lançou seu último longa-metragem de ficção em que dirigiu e roteirizou, “Antes do Fim”, uma coprodução com o Canal Brasil que tem como protagonistas Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet. No mesmo ano, estreou no Festival É Tudo Verdade, em competição, o documentário “Elegia de um crime” sobre o assassinato de sua mãe. O filme encerra a “Trilogia do Luto” composta também pelos filmes “Construção” e “Mataram meu irmão”.  

SOBRE A VITRINE FILMES  
  
Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 130 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro. Recentemente a distribuidora lançou "O Filme da Minha Vida", terceiro longa como diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano.    
No ano passado, alguns dos mais importantes lançamentos da Vitrine foram "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional, "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles, exibido no Festival de Sundance e “Uma Noite de 12 Anos”, exibido no Festival de Veneza.    

Em 2019 a Vitrine Filmes fará sessões especiais em cinemas brasileiros de "Roma", dirigido por Alfonso Cuarón, vencedor de dois Globos de Ouro e indicado a dez Oscar. Entre os lançamentos do ano estão “A Nossa Espera”, coprodução França-Bélgica, dirigido por Guillaume Senez, “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro e com Dira Paes no elenco, “Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga, Karine Teles, Udo Kier e Silvero Pereira e "Pedro" novo longa da diretora Laís Bodanzky, produzido e protagonizado por Cauã Reymond  

Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine Petrobras, que durante o ano todo irá lançar 10 longas nacionais em mais de 25 cidades do Brasil. 

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EstreiaSinny AssessoriaVitrine Filmes
'RAIVA', uma coprodução Portugal, Brasil e França, dirigida por Sérgio Tréfaut, estreia dia 07 de março

COPRODUÇÃO ENTRE BRASIL, PORTUGAL E FRANÇA, ‘RAIVA’ DE SÉRGIO TRÉFAUT ESTREIA DIA 07 DE MARÇO 

Filme que já foi exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema e no Festival Internacional de Cinema do Rio tem distribuição da Pandora Filmes

Sinopse  
  
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX, Raiva é um conto sobre o abuso e a revolta.  

Lista de Festivais  

Festival Internacional de Cinema de Moscovo, 2018 Competição internacional Prémio do júri internacional da Federação de Cineclubes da Rússia “Keen Eyes” Prémio da imprensa independente -jornal Kommersant   
IndieLisboa Festival Internacional de Cinema, 2018 Sessão de encerramento   
Filmfest München, 2018 Secção “International Independence”  
Seville European Film Festival, 2018 New Waves Competition   
Periferias Festival Internacional de Cinema, 2018 Prémio Tejo Internacional – Prémio do Público  
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, 2018   
Perso - Perugia Social Film Festival, 2018  
WAHFF - Waterloo Historical Film Festival, 2018  
  
Raiva   
Direção: Sérgio Tréfaut  
Roteiro: Sérgio Tréfaut  
Elenco: Isabel Ruth, Leonor Silveira, Hugo Bentes  
Ano: 2017  
País: Portugal, França, Brasil   
Duração: 100 min.  
Classificação:  14 anos
  
SOBRE A PANDORA FILMES  
  
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.  
  
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.         
 

SOBRE A REFINARIA FILMES  

Criada em 2002, a Refinaria Filmes produz documentários e ficções de autor, muitos em coprodução internacional. Dentre os títulos recentes finalizados estão, além de Raiva, os longas de ficção Pedro e Inês de António Ferreira (coprodução com Portugal e França) e Estive em Lisboa e lembrei de você de José Barahona (coprodução com Portugal); e o documentário Alma Clandestina de José Barahona, entre muitos outros.   
No momento, a Refinaria tem em pós-produção o documentário Nheengatu, filmado no Alto Rio Negro, e em desenvolvimento, a ficção Náufragos, com roteiro de José Eduardo Agualusa, e o novo documentário de Sérgio Tréfaut, Triste Brasil.  

'O ÚLTIMO TRAGO' estreia dia 07 de março

LONGA CEARENSE “O ÚLTIMO TRAGO” ESTREIA DIA 7 DE MARÇO

Produzido pela Alumbramento Filmes, com co-produção da Bananeira Filmes, filme é dirigido por Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti

Sinopse 


Uma mulher resgatada à beira da estrada incorpora o espírito de uma guerreira indígena desencadeando uma série de eventos que atravessam os tempos e os espaços. Do sertãonordestino ao litoral, séculos de lutas de dominação e resistência. 
 

FICHA TÉCNICA

   
Elenco: Rodrigo Fischer, Samya de Lavor, Vitor Colares Romulo Braga, Elisa Porto,  Stephane Brodt, Daniel Medina, Nataly Rocha, Mariana Nunes; Demick Lopes ; Fernando Piancó;  Ana Luiza Rios, Iara Lilu , Larissa Siqueira e Uirá dos Reis    
Roteiro: Francis Vogner dos Reis, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti     
Direção: Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti    
Casting: Marcelo Grabowsky    
1o assistente de direção: Daniel Lentini    
Produção executiva: Caroline Louise   
Coprodutora: Vania Catani   
Direção de produção: Ticiana Augusto Lima    
Produção de set:  Julia de Simone   
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo    
Som: Nicolas Hallet  

Direção de arte: Lia Damasceno e Thais de Campos   
Cenotécnico: Daniel Muskito    
Figurino: Themis Memória    
Maquiagem e caracterização: Guilherme Funari    
Montagem: Clarissa Campolina   
Edição de som e Mixagem: Pablo Lamar    
Colorista: Antoine d'Artemare   
Produtor de finalização: Caroline Louise, Luiz Pretti e Ricardo Pretti   
Projeto Gráfico: Fernanda Porto e Filipe Acácio.  

Gênero: Suspense-Faroeste 
Duração: 93 min  
Ano: 2016  
Classificação: a definir 

 

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O Ultimo Trago -  https://www.facebook.com/oultimotrago/ 

Alumbramento - https://www.facebook.com/alumbramento/ 

Lume Filmes - https://www.facebook.com/lumefilmesoficial/  

SOBRE OS DIRETORES 


O ÚLTIMO TRAGO é o quinto longa-metragem dirigido e escrito de forma coletiva por Luiz e Ricardo Pretti e Pedro Diógenes. Antes, eles dirigiram juntos COM OS PUNHOS CERRADOS e, em parceria com Guto Parente, os filmes ESTRADA PARA YTHACA, OS MONSTROS e NO LUGAR ERRADO. Esses filmes foram todos exibidos e premiados em importantes festivais no Brasil e no exterior com destaque especial para o prêmio de melhor filme (júri oficial e júri da crítica) no Festival de Tiradentes e um prêmio especial do júri na competição internacional do BAFICI. (Argentina). Individualmente já dirigiram curtas e longas que foram exibidos em importantes festivais como Veneza (Orizzonti), duas vezes em Rotterdam (Spectrum), duas vezes em Oberhausen, Roma (Cinema XXI), Locarno (Corti d'autore) e Viennale (Propositions), entre muitos outros. Seu mais recente longa, COM OS PUNHOS CERRADOS, que teve sua estreia no Festival de Locarno em 2014, foi premiado no festival de Santa Maria da Feira (Portugal), Transcinema (Peru), Festival Del Cine B (Chile) e Cine Under (Recife). 

 
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EstreiaSinny AssessoriaLume Filmes
‘LEMBRO MAIS DOS CORVOS’, estreia dia 21 de Fevereiro

‘LEMBRO MAIS DOS CORVOS’ DE GUSTAVO VINAGRE COM JULIA KATHARINE ESTREIA DIA 21 DE FEVEREIRO

O longa será exibido junto com o curta “Tea For Two”, de Julia Katharine, primeiro filme dirigido por uma pessoa trans a ser lançado no circuito comercial. 

Sinopse “LEMBRO MAIS DOS CORVOS”:  
Júlia conta histórias para atravessar uma noite de insônia.   

Lista de festivais e prêmios  
. Prêmio Joris Ivens Melhor Filme - 40th Cinéma du Reel    
. Prêmio do júri jovem de Melhor Filme - 40th Cinéma du Reel   
. Prêmio Helena Ignez para destaque feminino - 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes - Mostra Aurora Competitiva  
. Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa - 15º IndieLisboa   
. Prémio Especial do Júri canais TVCine & Series - 15º IndieLisboa   
. Art of the Real  Linconl Center NY - 2018  
. 29º FIDMarseille  
. Open City Documentary Festival in London, 2018  
. Viennale 2018  
. FilmFest Hamburg 2018  
. 25º Festival Mix Brasil  
. 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro  
. Brussels Pink Screens Film Festival 2018  
. International Human Rights Documentary Film Festival Inconvenient Films - Lithuanian 2018  

FICHA TÉCNICA  
Atriz: Julia Katharine  
direção: Gustavo Vinagre  
Roteiro: Gustavo Vinagre e Julia Katharine  
Produção Executiva: Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre  
Produção: Rodrigo Carneiro  
Ano: 2018  
Duração: 82 min.  
Classificação: 14 anos  

SOBRE O DIRETOR  

Gustavo Vinagre graduou-se em Letras pela USP. É formado em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, Cuba. Dirigiu os filmes: Dykeland (2009), parte do longa Fucking Differente - 60º Festival Internacional de Berlim - , Filme para Poeta Cego (2012), - 42º Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, La Llamada (2014), - prêmio de melhor curta-metragem nacional pelo júri da crítica no 42º Festival de Cinema de Gramado- , Nova Dubai (2014), - 44ºFestival Internacional de Cinema de Rotterdam - , Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos (2016), - 49º Festival de Brasília - e Filme Catástrofe (2017) - 28º Festival Internacional de Curtas de São Paulo.  

SOBRE A PRODUTORA  

A Carneiro Verde filmes é uma produtora fundada em 2014 pelos amigos e sócios Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre. Além de ter produzido três curtas-metragens, “Microsieverts”, “Marília” e “Copyleft”, em 2018 a produtora lançou seu primeiro longa-metragem “Lembro mais dos corvos”, que recebeu o prêmio de Melhor Filme no Cinéma du Réel e no Indie Lisboa e tem sido exibido em importantes festivais. Em 2019 a produtora está lançando seu segundo longa “A rosa azul de Novalis”, já selecionado para a Mostra de Tiradentes, Berlinale e Cinéma du Réel.  

SOBRE A SESSÃO VITRINE PETROBRAS  

Cada filme da SESSÃO VITRINE PETROBRAS terá pelo menos uma sessão diária com horário fixo, nos mesmos cinemas de mais de 20 cidades. Os filmes ficarão em cartaz por no mínimo duas semanas em cada cidade. A intenção é que uma programação mensal e um horário fixo tornem-se um referencial e criem um público cativo.  

A SESSÃO VITRINE PETROBRAS acontece nas seguintes cidades: Rio Branco (Cine Teatro Recreio), Maceió (Cine Arte Pajuçara), Fortaleza (Cinema do Dragão), Brasília (Cine Brasília e Espaço Itaú de Cinema Brasília), Vitória (Sesc Gloria), Goiânia (Cine Cultura Goiânia e Lumiere Bouganville 5), São Luís (Cine Lume), João Pessoa (Cine Bangue), Recife (Cine São Luíz, FUNDAJ Cinema do Museu), Teresina (Cine Teresina), Curitiba (Cineplex Batel e Cinemateca de Curitiba), Niterói (Cine Arte UFF), Rio de Janeiro (Espaço Itaú de Cinema Botafogo e Estação Net Rio), Manaus (Casarão de Ideias), Aracaju (Cine Vitória), São Paulo (Espaço Itaú de Cinema Augusta, Cinesystem Morumbi Town e CineArte), Palmas (Cine Cultura Palmas), Porto Alegre (Cine Bancários), Salvador (Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha), Belo Horizonte (Cine Belas Artes, Cine 104), Santos (Cinespaço Miramar), Belém (Cine Líbero Luxardo) entre outras.  

‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro foi selecionado para o Festival de Berlim 2019
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‘A ROSA AZUL DE NOVALIS’, SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE BERLIM, ESTREIA NACIONALMENTE NA 22ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

Documentário de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro será exibido na Mostra Fórum do festival alemão e em Tiradentes, dia 25 de janeiro

Depois de ser exibido no Festival de Brasília de 2018, na seção work in progress, e selecionado para a Mostra Fórum do Festival de Berlin 2019 ‘A Rosa Azul de Novalis’, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro, estreia nacionalmente na Mostra de Cinema de Tiradentes, que acontece de 18 a 26 de janeiro, em Tiradentes (MG).   
 

Com produção da Carneiro Verde Filmes e distribuição da Sessão Vitrine, o longa apresenta Marcelo (Marcelo Diorio), um homem que vive relembrando o passado, inclusive de outras encarnações. Numa delas, ela foi o poeta alemão Novalis, que perseguia uma rosa azul. 


A partir de Marcelo, seus dilemas e suas buscas, os diretores pretendem chamar atenção para o ânus, tornando esse buraco, considerado obscuro, o ponto de partida para a compreensão do personagem. “Colocar o cu em evidência nos parece essencial, uma vez que em 8 países o sexo anal pode levar à pena de morte e em mais de 80 países à prisão perpétua. Sem embargo, o cu é um centro produtor de excitação e prazer, é uma fábrica de reelaboração do corpo e de suas perspectivas, pois ele não está destinado a reprodução humana, colocando o sistema tradicional da representação sexo/gênero abaixo. O cu é democrático, todos podem acessá-lo, afinal, cada um tem o seu”, explicam os diretores.  

A proposta dos realizadores foi fazer um filme com um personagem e não sobre um personagem, abordando todos os aspectos deste, não apenas o seu lado “bonito”. Vinagre e Carneiro comentam o processo criativo: “Nosso trabalho parte sempre de uma realidade, para recriá-la, transformá-la em algo que de alguma forma possa colocar o espectador em xeque sobre algumas questões geralmente consideradas tabu, e ao mesmo tempo muitas coisas são também colocadas em xeque para o personagem que atua como si mesmo, e para nós, que dirigimos. Há sempre uma jornada de autoconhecimento. Não à toa, todos os nossos filmes tematizam traumas, e são extremamente falados, como numa sessão de psicanálise. ‘A Rosa Azul de Novalis’ não foge disso”.   
 

Serviço - Exibição na Mostra de Cinema de Tiradentes 
25/1 (sexta-feira), às 20h, Cine-Tenda  

Sinopse: 
Marcelo, um dândi de cerca de 40 anos, possui uma memória inigualável. Revive lembranças familiares em sua cabeça e tem recordações de suas vidas passadas. Em uma delas, foi Novalis, poeta alemão que perseguia uma rosa azul. E nessa vida atual, o que Marcelo persegue?  

Festivais e Prêmios: 
. 22º Mostra de Cinema de Tiradentes - Mostra Aurora  
. 69º Berlinale - Berlin International Film Festival - Forum  
. 41º Cinéma du Réel - International Competition  

Fica técnica  
. Direção: Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro  
. Elenco: Marcelo Diorio, Majeca Angelucci, Marcos Hermanson Pomar, Thais de Almeida Prado, Estela Lapponi, Beatriz Pomar, Rafael Rudolf e Christian Sedemaka  
. Roteiro: Gustavo Vinagre e Marcelo Diorio  
. Produção: Rodrigo Carneiro e Gustavo Vinagre  
. Produção de set: Edson Costa  
. Assistente de Direção: Beatriz Pomar  
. Fotografia: Bruno Risas  
. Assistente de Fotografia: Wilssa Esser  
. Som Direto: Ruben Valdés  
. Microfonista: Rodney Blanco  
. Música: Dominico Scarlatti - Fandango   
. Direção de Arte: Gabriel Pessoto  
. Figurino: João Marcos de Almeida  
. Maquiagem: Alma Negrot  
. Edição: Rodrigo Carneiro  
. Efeitos: Paulo Bueno e João Marcos de Almeida  
. Correção de Cor: Natalia Nora Martínez  
. Preparação de elenco: Gilda Nomacce  
. Arte do cartaz: Gabriel Pessoto  
. Design do cartaz: João Marcos de Almeida  
. Tradução para o inglês: Adriana Davanzzo  

Biografia dos diretores:  
Gustavo Vinagre graduou-se em Letras pela USP. É formado em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, Cuba. Dirigiu os filmes: Dykeland (2009), parte do longa Fucking Differente, Filme para Poeta Cego (2012), La Llamada (2014), Nova Dubai (2014), Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos (2016) e Filme Catástrofe (2017) - 28º Festival Internacional de Curtas de São Paulo.  

Rodrigo Carneiro é licenciado em história pela Universidade Federal de Ouro Preto. Se formou em montagem no curso regular da Escuela Internacional de Cine y Televisión de Cuba - EICTV. Foi pesquisador convidado do departamento de cinema da Faculty of Fine Arts da Universidade de Concordia - Montreal. Escreveu e dirigiu os curtas Marília, Microsieverts e Copyleft e o longa “A rosa azul de Novalis”, co-dirigido com Gustavo Vinagre. Editou diversos curtas, médias e longas metragens. Rodrigo é professor de montagem e trabalha como produtor executivo no Prodav das Tvs Públicas Ancine/FSA/EBC.  

 
Exposição “50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual”, com cerca de 90 obras, chega ao CCBB Brasília em 5 de fevereiro

Exposição “50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual”, com cerca de 90 obras, chega ao CCBB Brasília em 5 de fevereiro

A mostra reúne 30 artistas contemporâneos, como John DeAndrea, Ben Johnson, Craig Wylie, Javier Banegas, Ralph Goings, Raphaella Spence, Simon Hennessey e os brasileiros Fábio Magalhães, Giovanni Caramello, Hildebrando de Castro, Rafael Carneiro e Regina Silveira  

Além da exposição, a programação inclui um debate com a curadora e artistas participantes da mostra no dia 5 de fevereiro 

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De 5 de fevereiro a 28 de abril, o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília recebe a exposição “50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual”. Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra apresenta cerca de 90 obras das últimas cinco décadas, entre pinturas, esculturas, vídeos e instalações interativas, de 30 artistas internacionais e brasileiros, e faz um recorte inédito da realidade na arte. A mostra em itinerância foi visitada no CCBB de São Paulo por mais de 172.000 pessoas.  

O ineditismo da proposta é destacado pela curadora. Segundo ela, “o fenômeno da representação da realidade nunca foi tratado a partir do fotorrealismo, sendo este aprimorado através do hiper-realismo, seguido da perspectiva de expansão futura através da realidade virtual”. Tereza de Arruda ainda destaca a relação de identidade entre imagem e realidade, assim como a de verdade e realidade. “Justamente por essa aproximação, surge um certo estranhamento e desconforto no momento em que nos perguntamos o que é a realidade e qual sua importância na representação artística”, acrescenta.  

DO FOTORREALISMO À REALIDADE VIRTUAL  

A exposição “50 anos de realismo” resgata a pioneira geração de pintores do foto e hiper-realismo, incluindo nomes que participaram, em 1972, da “Documenta” de Kassel, como o inglês John Salt e o norte-americano Ralph Goings.  

Pintores dedicados às linhas contemporâneas do hiper-realismo têm um espaço especial dedicado a eles. As paisagens - tanto urbanas, como de natureza - de Ben Johnson, Raphaella Spence e Hildebrando de Castro dividem espaço com os retratos de Craig Wylie e Simon Hennessey e com a natureza-morta de Javier Banegas. Já mesclas destas representações podem ser encontradas na obra de Fábio Magalhães.  

A escultura hiper-realista também tem um espaço dedicado a ela, com obras tridimensionais de escultores de diversas gerações, como Giovani Caramello, John De Andrea e Peter Land. Finalizando, projeções espaciais e virtuais trazem o futuro para a exposição, com obras de realidade virtual de Akihiko Taniguchi, Bianca Kennedy, Fiona Valentine Thomann e Regina Silveira.  

Além das obras expostas, a mostra contará ainda com um debate sobre realismo na contemporaneidade, em 05 de fevereiro às 19h30. O bate-papo, com entrada gratuita, será mediado pela curadora da exposição, Tereza de Arruda, e contará com a participação de Maggie Bollaert, especialista em arte hiper-realista e consultora do evento, e dos artistas Hildebrando de Castro e Andreas Nicholas-Fischer.  

UMA DESCOBERTA EM ETAPAS  

A mostra será dividida em etapas, com os espaços demarcados pela temporalidade das obras. A primeira etapa traz a primeira geração de pintores do fotorrealismo e do hiper-realismo. É onde o público pode encontrar obras de artistas que estiveram na exposição “Documenta”, de Kassel, em 1972: um marco na exposição desta tendência para o mundo.  

Entre eles, está o inglês John Salt, que retrata em suas pinturas paisagens suburbanas ou parcialmente rurais do país, como carros e trailers abandonados, contrastando com a natureza imaculada e meticulosa da execução da obra. Outro nome é o do norte-americano Ralph Goings, cujas obras a óleo e aquarelas frequentemente representam o estilo de vida da classe operária americana, incluindo pinturas de caminhonetes, restaurantes populares e naturezas-mortas de produtos do cotidiano. 

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Paisagens são tema de obras de Ben Johnson e Hildebrando de Castro

Na segunda etapa da exposição estão os artistas que se dedicam às linhas contemporâneas do hiper-realismo. Em um primeiro momento, será possível apreciar retratos, em que se destaca o trabalho do zimbabuano Craig Wylie, conhecido pela surpreendente profundidade psicológica de suas pinturas, e o inglês Simon Hennessey, que apresenta em suas obras detalhes do rosto humano.   

Nesta etapa ainda será possível conferir trabalhos sobre paisagens da natureza e paisagens urbanas. Entre outras, as obras são assinadas pelo britânico Ben Johnson, que há mais de 40 anos desenvolve pinturas em grandes dimensões baseadas em espaços arquitetônicos e urbanos, desprovidas da presença humana, e por Raphaella Spence, também do Reino Unido, que cria pinturas hiper-realistas de paisagens em grandes dimensões, usando tinta a óleo. Há também a participação do pernambucano Hildebrando de Castro, que desde 2010, se dedica a representações geométricas inspiradas em fachadas de prédios modernistas.  

Avançando na exposição, Na categoria natureza-morta é possível conhecer as cores brilhantes e close-ups do espanhol Javier Banegas, que, geralmente, reproduz objetos alterados pela presença do homem, tais como aparas de lápis e potes de tinta.  

Nesta etapa será possível encontrar também a obra do baiano Fábio Magalhães, que mescla retrato, natureza-morta e paisagem. Sua representação do corpo humano transmite desconforto, transbordando, sem pudor, os limites entre fotografia e pintura.  

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Escultura de John DeAndrea e pintura do baiano Fábio Magalhães

Um espaço da exposição será destinado a obras tridimensionais de escultores de diferentes gerações do hiper-realismo. A proximidade do público com as obras traz um desconforto ao confrontar o ser e o aparentar. Esta etapa traz três artistas: o paulista Giovani Caramello, único escultor hiper-realista brasileiro, que aborda temas como tempo e efemeridade e estimula a reflexão sobre a impermanência com suas obras; o norte-americano John DeAndrea, pioneiro na criação e figuras humanas hiper-realistas, e o dinamarquês Peter Land, que usa o humor para explorar padrões humanos de comportamento.  

Na última etapa, chega-se às novas tecnologias com obras de realidade virtual, expostas em monitores, projeções espaciais ou com o auxílio de óculos de realidade virtual. Entre os artistas está o japonês Akihiko Taniguchi e seus modelos em 3D que reproduzem espaços do cotidiano e onde ele se expõe como protagonista.  

Ainda nesta etapa estão obras da alemã Bianca Kennedy e sua obra, literalmente, imersiva, e da francesa Fiona Valentine Thomann, na série TRACKER, onde modelos de 3D em realidade aumentada permitem diferentes dimensões e visões. A brasileira Regina Silveira completa a etapa com um vídeo de animação digital. Desde os anos 1970, Silveira utiliza mídias distintas em uma mesma obra, sendo pioneira na mescla de vídeo, fotografia, colagem, xerox e postais.  

SOBRE A CURADORA   

Nascida em São Paulo, em 1965, Tereza de Arruda é uma historiadora de arte e curadora independente que trabalha junto a instituições, museus e bienais. Estudou história da arte na Freie Universität Berlin, onde mora desde 1989. Entre as exposições com sua curadoria estão: 2018 Ilya und Emilia Kabakov, Two Times, Kunsthalle Rostock; José De Quadros, A Beleza do Inusitado, Sesc Santo André; 2017 Sigmar Polke, Die Editionen, me collectors room Berlin; Chiharu Shiota, Under the Skin, Kunsthalle Rostock; 2016 In your heart | In your city, Køs Denmark; Clemens Krauss, Little Emperors, MOCA – Museu de Arte Contemporânea de Chengdu; Kuba Libre, Kunsthalle Rostock; 2015 Bill Viola, Three Women, Bienal Internacional de Curitiba; InterAktionen Brasilien in Sacrow, Schloss Sacrow / Potsdam; 2014 ChinaArte Brasil, Oca Museu da Cidade, São Paulo; Wang Qingsong: Follow me!, Køs Museum for Kunst, Copenhague; 2013 Bienal de Curitiba; 2012/2011 Índia lado a lado, CCBB Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília; 2010 Se não neste período de tempo – Arte Contemporânea Alemã 1989-2010, Masp – Museu de Arte de São Paulo. Cocuradora e assessora da Bienal de Havana desde 1997. Cocuradora da Bienal Internacional de Curitiba desde 2009.  

“50 ANOS DE REALISMO – DO FOTORREALISMO À REALIDADE VIRTUAL”  
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília  
Endereço: SCES, Trecho 02, lote 22  
Período da exposição: 4 de fevereiro a 28 de abril de 2019 – Entrada gratuita  
Horário: terça a domingo, das 9h às 21h  
Telefone: (61) 3108-7600  
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência  
Clientes do Banco do Brasil têm 10% de desconto com Cartão Ourocard na cafeteria, restaurante e loja  

MostraSinny Assessoria
'NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO' de Camila José Donoso, selecionado para o Festival de Rotterdam
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DIRIGIDO POR CAMILA JOSÉ DONOSO “NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO” SELECIONADO PARA O FESTIVAL DE ROTTERDAM

Coprodução entre Brasil e Chile, da mesma produtora de “Benzinho” e “Pendular”, está na mostra principal do Festival, a Tiger

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO de Camila José Donoso, acaba de ser selecionado para o Festival de Rotterdam, que acontece entre os dias 23 de janeiro e 3 de fevereiro, onde será exibido na Mostra Competitiva principal, a Mostra “Tiger”. A ideia para o filme surge através do relacionamento íntimo que a diretora tem com Josefina Ramirez, uma mulher extraordinária que, entre outras coisas, é avó de Camila. Nona surge do desejo da diretora de falar não somente sobre sua avó, mas sobre toda uma geração cuja vida foi marcada por inúmeras lutas que ocorreram no Chile, um país preso entre a cordilheira e o oceano.   

O roteiro de NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO baseia-se em eventos reais, imaginários, recriados, provenientes da vida de Josefina, que compõem um quadro heterogêneo e intrigante. Em seu primeiro filme, “Naomi Campbel”, a diretora fez um retrato documental de uma mulher transexual e a ficção ocorreu discretamente. Em NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, a ficção supera o mundo real, embora cada elemento seja derivado da vida de Josefina. “Eu queria que o personagem de Nona tivesse profundidade. Eu queria que o espectador descobrisse Nona como eu a conhecia; uma avó, uma dona de casa extrovertida que ocasionalmente mentia, uma mulher volúvel, e tudo aquilo que estava longe da femme fatale piromaníaca que mais tarde descobri. Eu queria que o espectador pudesse viver na intimidade de Nona, sem julgamento: pois a beleza de Nona também reside na complexidade, na ambivalência de seu caráter.”, explica a diretora.  

O filme conta com a atuação de não profissionais, como a própria avó da diretora interpretando a nona, Josefina Ramirez, as atrizes Gigi Reyes, Paula Dinamarca e Nancy Gómez e o ator brasileiro Eduardo Moscovis, que interpreta Pedro.   

O filme acompanha Nona, uma senhora dona de casa atípica, de 66 anos, que vive em autoexílio em uma cidade costeira no sul do Chile. Muito próximo a ela, em uma misteriosa floresta, ocorrem incêndios estranhos que são atribuídos ao diabo. Um dia, quando vento e o oceano parecem possuídos, toda a região testemunha um grande incêndio florestal que parece estar fora de controle. Dessa forma, NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO faz um paralelo entre a vida da personagem que parece calma e organizada, com a situação do Chile que parece calmo e próspero. No entanto, a vida de Nona tem as marcas de um passado violento, do qual ela não pode se desfazer e da mesma forma que acontece com o Chile hoje.  

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO é a estreia da diretora na ficção e é produzido por Rocío Romero, do Chile (Mimbre Producciones), Alexa Rivero da França (Altamar Films) , e pela brasileira Tatiana Leite, produtora do sucesso Benzinho, de Gustavo Pizzi e coprodutora de Pendular de Julia Murat. No Brasil a distribuição do longa será da Vitrine Filmes.  

Sinopse  

Depois de um ato de vingança contra seu ex-amante, Nona, de 66 anos, foge para sua casa de verão em Pichilemu, uma cidade costeira no Chile. Lá ela vive uma vida prosaica em aparente satisfação, até que uma série de incêndios florestais motiva a partida de muitos de seus vizinhos. As antigas ruas sombreadas são imbuídas de medo. A investigação policial não dá em nada e os poucos moradores remanescentes ficam cada vez mais especulativos sobre a possível causa. Surpreendentemente, a pequena casa de Nona não está danificada. Enquanto mais e mais casas pegam fogo, esse intrigante protagonista exibe os diferentes lados de sua personalidade: Nona, a avó, Nona, a amiga, Nona, a anarquista, Nona, a contadora de histórias, brincalhona, mentirosa - e Nona, a incendiária.  

Ficha Técnica  
NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO (Nona.Si me mojan yo los quemo)  
Direção e Roteiro:  Camila José Donoso  
Empresas produtoras: Mimbre Producciones, Bubbles Project, Altamar Films   
Produtoras: Rocío Romero, Tatiana Leite, Alexa Rivero   
Fotografia: Matías Ilanes   
Edição: Karen Akerman   
Direção de Arte: Nicolás Oyarce  
Direção de Som: Sebastián Arjona, Emilio Torres  
Gênero: Documentário/Ficção   
Países: Chile, Brasil e França   
Idioma: Espanhol   
Ano: 2018   
Duração: 86 min  
Elenco: Josefina Ramirez, Gigi Reyes, Paula Dinamarca, Eduardo Moscovis, Nancy Gómez   

SOBRE A DIRETORA 

Camila José Donoso nasceu no Chile em 1988. Estudou cinema e dirigiu curtas e performances em vídeo. Como diretora e roteirista, fez Naomi Campbel (FICValdivia e CPH: DOX, 2013) e Casa Roshell (Berlinale, 2017), ambos exibidos e premiados em festivais de cinema. Em 2016, fundou e criou a Transfrontera, um encontro entre o Chile, o Peru e a Bolívia, centrado no cinema e na política, com a presença de pessoas como Ignacio Agüero, entre outros. Em breve, lançará seu terceiro filme: "Nona: se me molham, eu os queimo."  

SOBRE A BUBBLES PROJECT 

Bubbles Project é uma produtora independente sediada no Rio de Janeiro, criada por Tatiana Leite em 2012, que concebe, produz e coproduz filmes, mostras, e festivais e cinema. 


Produziu o longa-metragem "Benzinho" (Loveling) de Gustavo Pizzi, em coprodução com a Mutante Cine (Uruguai) – Sundance 2018, Festival de Rotterdam 2018, Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Santa Maria da Feira 2018, Melhor Filme e Melhor Filme Pela Crítica (FIPRESCI) no Festival de Málaga 2018, Melhor Filme pela Crítica, Melhor Filme pelo Juri Popular, Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado 2018, e já foi vendido para 22 territórios. 


A Bubbles coproduziu com a Esquina Filmes, o longa metragem "Pendular", de Julia Murat (em coprodução com a França e Argentina), ganhador do prêmio FIPRESCI da mostra Panorama no Festival de Berlim 2017. 


Coproduziu com Argentina, Alemanha e Noruega, o filme "Família Submersa", de Maria Alché, que fez sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Locarno 2018. Também foi exibido no Festival de San Sebastian 2018, onde ganhou o prêmio de Melhor Filme na mostra Horizontes Latinos. Durante seu desenvolvimento, foi contemplado pelos fundos internacionais Sorfond e Vision Sud Est.  


Junto com o Chile e a França, a Bubbles está coproduzindo o filme "Nona", de Camila Jose Donoso, que fará sua estreia mundial na Tiger Competition do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam, após ter sido exibido no Festival Internacional de Cinema de Jeonju, Coréia do Sul, como um work in progress. Com a Mira Filmes e a Nordic Factory (Dinamarca), a Bubbles Project está coproduzindo o filme "Cora" de Gustavo Rosa de Moura e Matias Mariani, em pós-produção. 


Também coproduziu o filme, "Aspirantes" (Hopefuls) de Ives Rosenfeld, que venceu a Carte Blanche no Festival de Locarno 2014 e recebeu os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival do Rio 2015, Melhor filme pela crítica na Mostra de São Paulo 2015, Prêmio especial para conjunto do elenco no festival Janela de Recife 2015, Melhor filme no Festival de Santa Maria da Feria em Portugal 2015, melhor roteiro e montagem no Festival de Filmes de Fronteiras, e foi exibido em competição nos Festivais de Karlovy Vary, Toulouse, Biarritz, Havana, Chicago, N.Y, Montreal, Adelaide, Kerala, entre outros. 


É produtora associada do filme "Órfãos do Eldorado" de Guilherme Coelho, que abriu a mostra de cinema de Tiradentes de 2015, e foi exibido nos Festivais do Rio, Mostra SP, Varsóvia, Chicago, entre outros. 


A Bubbles também está desenvolvendo os longas-metragens "Outros Tempos" de Christiane Jatahy (selecionado para o workshop PUENTES do EAVE, durante o Festival de Locarno 2013), "Neuros" de Guilherme Coelho (Selecionado para o Paris Coproduction Village), Regra 34 de Julia Murat (Berlinale Coproduction Market 2019), além dos primeiros longas-metragens "A Herança" de João Cândido Zacharias (Udine Film Festival – Far East Film), "Porco Espinho" de Eva Randolph, e "Malu" de Pedro Freire.  

SOBRE A MIMBRE PRODUCCIONES  

A produtora chilena Mimbre Producciones foi co-fundada por Rocío Romero e Daniela Camino em 2013, com o objetivo de fazer filmes que tenham uma perspectiva sensível e autoral. Ao desenvolver seus projetos de documentário e ficção, a Mimbre estabelece métodos criativos e estratégicos de produção, finanças e distribuição para filmes em diferentes estágios de produção.  


Dentre seus trabalhos mais recentes, podemos citar “Señora Gloria”, 2017, documentário dirigido por Víctor Fajnzylber; “Las Plantas”, 2015, de Roberto Doveris (FicValdivia 2015, Berlinale 2016); “If you listen carefully”, de Nícolas Gúzman, 2015, (seleção official FIDOCS and DOCS Buenos Aires); e Naomi Campbell, 2013, de Nicolás Videlas e Camila José Donoso (FicValdivia, LiberCine, Cinema Tropical).  


Os projetos “Alcones”, de Daniela Camino e César Borie, „130 children“, de Ainara Aparici, e “The Journey of Mona Lisa”, de Nicole Costa, estão em pós produção, enquanto os projetos “The Sequel” de Roberto Doveris e “Albertina” de César Borie estão em desenvolvimento.   
A Mimbre Producciones também está envolvida no projeto “Escola Transfrontera”, idealizado por Camila Jose Donoso, que ensina cinema no Chile, Perú e Bolívia.   

SOBRE A VITRINE FILMES  

Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 130 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro, além de "O Filme da Minha Vida", terceiro longa do diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano de 2017.  

Em 2018, alguns dos mais importantes lançamentos da Vitrine foram "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional, "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles,  e o uruguaio  “Uma Noite de 12 Anos”.  

Neste ano,  a Vitrine Filmes fará sessões especiais em cinemas brasileiros de "Roma", dirigido por Alfonso Cuarón e vencedor de dois Globos de Ouro. Entre os lançamentos do ano estão “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro e com Dira Paes no elenco, “Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, com Sonia Braga, Karine Teles e Udo Kier e "Pedro" novo longa da diretora Laís Bodanzky, protagonizado por Cauã Reymond.  
Além disso a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva de filmes Sessão Vitrine Petrobras, que durante o ano todo irá lançar 10 longas nacionais e exibir diversos curtas em mais de 25 cidades do Brasil, ao preço máximo de R$ 12,00. 

 
'AS INESES’, estreia dia 14 de Fevereiro

FILME ARGENTINO 'AS INESES' ESTREIA DIA 14 DE FEVEREIRO 

Dirigido por Pablo José Meza filme conta a incrível história dos vizinhos García e suas filhas 

Sinopse   

AS INESES conta a história de Carmen e Rosa. As amigas e vizinhas, que por coincidência tem o mesmo sobrenome, ficam grávidas e tem suas bebês no mesmo dia. Porém, para surpresa de ambas ao receber suas bebês, percebem que suas filhas parecem terem sido trocadas por engano após o parto. O casal loiro recebe a bebê morena e o casal moreno, a bebê loira. A confusão se instaura e as mães decidem colocar o mesmo nome para as duas garotas: Ines Garcia.     

AS INESES    
(Argentina / Brasil, 2016)    

Direção: Pablo José Meza.     
Roteiro: Pablo Mezza e Victoria Mammolitti.     
Elenco: Luciano Cáceres, Brenda Gandini, María Leal, Valentina Bassi, André Ramiro, Rafael Sig, Fiona Pereira, Brisa Medina.     
Produção: Natacha Rébora, Pablo José Meza, Cláudio Fagundes, Pena Cabreira.     
Produtora:  Cinematres (Argentina) e Cubo Filmes (Brasil)     
Distribuição: Okna Produções    
Duração: 74 min    
País: Brasil e Argentina    

Sobre a Cubo Filmes    

Criada por Pena Cabreira e Cláudio Fagundes, a Cubo Filmes trabalha em quatro frentes distintas:   

# Núcleo Cloud - Os sonhos ganharam cenários infinitos e novas necessidades se criaram. O conceito multimídia é definitivo e novos espaços de difusão exigem novos formatos de comunicação; e é aí que se dá a inovação da linguagem, com mais tempo, mais informação, mais subjetividade, mais arte, mais sedução... Conteúdo e forma se renovam e se realimentam, o que exige experimentação e ousadia com olhar profissional, pois está em questão a voz contemporânea de marcas dispostas a competir em um mercado novo, sem perder a relação com sua clientela clássica. A Cubo Filmes, através de seu braço (e alma) Cloud, está preparada para ampliar e enriquecer este mercado desafiador com sua vasta experiência em todas as áreas audiovisuais: publicidade, marketing político, documentário, ficção, programas de TV e todas as possibilidades narrativas que as novas mídias proporcionam.   

# Núcleo Publicitário - TV, audiovisuais e 3D.   

# Núcleo Conteúdo - Filmes de longa e curta-metragem documental e de ficção juntamente com a Cubo Pós. Possui parceria com a Produtora Argentina Cinematres, fundada por Pablo José Meza e Natacha Rébora em 2002.    
Filmografia: Buenos Aires 100 km (2004), La Vieja de Atrás (2010) Alguns Dias Sin Musica (2013) Abismo Horizontal (em finalização)   

# Núcleo Campanha Política - Vencedora do Reed Awards (Campaigns & Elections - Reed Latino 2013), premiação que reconhece as melhores campanhas políticas das Américas com a Campanha do então eleito José Fortunati, prefeito de Porto Alegre.    
Com profissionais experientes e talentos da nova geração, a produtora sempre busca resultados diferenciados e criativos. Possui estrutura para grandes produções e promove cursos de roteiros, montagem e finalização. Em parceria com designers, artistas plásticos e escritores, exercita e amplia a linguagem cinematográfica.  

 

Sobre a Okna   

A OKNA Produções foi criada em 2006 como um bureau de produção especializado no desenvolvimento de produtos audiovisuais para todas as plataformas de mídia.

A empresa abre seu escopo de serviços ao se dedicar à distribuição de filmes brasileiros e estrangeiros, com destaque para o mercado latino-americano. Entre os títulos distribuídos constam “A Última Estrada da Praia”, de Fabiano de Souza, “Walachai” com direção de Rejane Zilles; e o documentário “Argus Montenegro e a Instabilidade do Tempo Forte”, dirigido por Pedro Isaias Lucas. Em 2017 lançou nos cinemas do Brasil o longa OS GOLFINHOS VÃO PARA O LESTE, longa-metragem uruguaio de estreia na direção de Gonzalo Delgado e Verónica Perrotta. O filme foi premiado no Festival de Cinema de Gramado, em 2016, com o Kikito de Melhor Atriz Filme Estrangeiro.

A Okna trabalhou na produção de lançamento do primeiro longa do premiado diretor Gustavo Spolidoro, “Ainda Orangotangos” (2007), que participou de mais de 20 festivais, recebendo os prêmios de Melhor Filme no Festival de Milão (Itália) e Melhor Ator no festival de Lima (Peru). Em 2014, seguindo esta trajetória na distribuição, a OKNA participou do lançamento do filme “Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa”, de Gustavo Galvão.    A empresa participou na divulgação e agendamento em salas de cinema dos filmes argentinos O Último Bandonéon, de Alejandro Saderman; O Fundo do Mar, de Damián Szifron; Buenos Aires 100km, de Pablo Meza; Herencia, de Paula Hernandez; Conversando com Mamãe, de Santiago Carlos Oves e Ilusão de Movimento, de Héctor Molina.

 
Filmagens no Brasil de 'O TRAIDOR', longa de Marco Bellocchio
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ENCERRAM AS FILMAGENS NO BRASIL DE O TRAIDOR, FILME DE MARCO BELLOCCHIO 

O longa-metragem é uma coprodução Itália, Brasil, Alemanha e França e conta com Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido no elenco 


Encerram as filmagens de O Traidor, longa-metragem filmado 8 semanas na Itália, 2 na Alemanha e 2 Brasil; e conta com paisagens da cidade do Rio de Janeiro em seu roteiro. Dirigido por Marco Bellocchio, é uma coprodução Itália-Brasil-Alemanha-França Brasil, uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). O filme é uma biografia de Tommaso Buscetta, o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante no caso “Cosa Nostra” em um ato de traição heroica, e é estrelado por Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido. A distribuição no Brasil será feita pela Fenix Filmes e Pandora Filmes. 


Com roteiro de Marco Bellocchio, Bibbiana Santella, Ludovica Rampoldi e Francesco Piccolo, a intrigante história italiana mostra a perseguição de Buschetta pela família Corleonni, seu exilio no Rio de Janeiro e o emocionante julgamento (Maxiprocesso) onde pela primeira vez foi revelado publicamente o funcionamento interno da “Cosa Nostra”. O filme será majoritariamente falado em italiano e com algumas cenas em português. 


Marco Bellocchio é diretor de cinema, roteirista e ator italiano Uma das personalidades italianas mais importantes, no meio intelectual e cultural, ganhou em 1991 o Urso de Prata - Prêmio Especial do Júri no 41º Festival Internacional de Cinema de Berlim por seu filme “The Conviction”. Em 2011, Bellocchio foi premiado com o Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza por sua carreira cinematográfica. Em 2006, seu filme “The Wedding Director” foi exibido na seção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes. Em 2009, dirigiu “Vincere”, que esteve na principal competição do Festival de Cinema de Cannes. Seu filme de 2012 “Dormant Beauty” foi selecionado para competir pelo Leão de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O longa é produzido por Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg.  

Sinopse   
Tommaso Buscetta, mafioso que se exilou no Brasil tentando deixar a vida de crimes, é preso e mandado de volta para a Itália. Durante o processo que se segue, ele, sentindo que a máfia abandonou os princípios sobre os quais foi fundada, faz um acordo com o estado para depor conta seus ex-colegas. Vamos aos poucos conhecendo as amizades e inimizades que trouxeram a situação até este ponto, enquanto Tommaso revê aqueles com quem um dia se associou.  

Ficha Técnica 
Elenco: Pierfrancesco Favino como Tommaso Buscetta   
Maria Fernanda Candido como Cristina  
Direção: Marco Bellocchio  
Direção de Fotografia: Vladan Rodovic  
Direção de Arte: Andrea Castorina e Daniela Vilela  
Figurino: Daria Calvelli e Gabriella Marra  
Montagem: Maria Francesca Calvelli  
Produzido por: Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg  
Produtor Delegado Brasil: André Ristum  
Produtoras: IBC Movie, Kavac Film, Rai Cinema, Gullane, Match Farctory Productions e AD Vitam  
Distribuição Brasil: Fenix Filmes e Pandora Filmes

 
‘SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS’ estreia dia 24 de Janeiro

‘SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS’ MOSTRA DE FORMA LÚDICA E LEVE OS DESAFIOS ENFRENTADOS POR UM MENINO DE 10 ANOS COM PARALISIA CEREBRAL PARCIAL

Distribuído pela Cineart Filmes, o premiado longa tem a sua estreia brasileira no dia 24 de janeiro

Sinopse  
Jovan, de dez anos, está acostumado com a sua rotina entre casa, escola e fisioterapia. Tímido e sem muitos amigos, o garoto, que tem paralisia cerebral parcical, se refugia em um mundo imaginário, onde ele é Shade, um super-herói que combate, na ficção, as bruxas e bullies que o atormentam na vida real. Tudo muda quando ele conhece a corajosa e determinada Milica, sua nova colega de escola, que logo o convence a embarcar em uma caça às bruxas de verdade: libertar o pai da garota de sua madrasta, que ela acredita tê-lo enfeitiçado. Para seguir com essa missão, Jovan vai precisar enfrentar também as suas próprias limitações, inseguranças e descobrir o poder de amizades verdadeiras.  


SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS  
Direção: Rasko Miljkovic  
Roteiro: Milos Kreckovic e Marko Manojlovic   
Elenco: Mihajlo Milavic, Silma Mahmuti, Jelena Djokic  
Gênero: Drama / Fantasia  
País: Sérvia e Macedonia  
Ano: 2018  
Duração: 90 min  
Classificação: a definir 


SOBRE A CINEART FILMES 

A Cineart Filmes é uma distribuidora 100% brasileira e independente que tem, como principal objetivo, compartilhar conteúdos audiovisuais de alta qualidade. Trabalhando tanto com obras nacionais quanto internacionais, independente do gênero, o nosso compromisso é sempre o de oferecer cultura e entretenimento de qualidade ao maior número de pessoas possíveis. Para isso, além de valorizar o cinema nacional e abrir espaço para as produções regionais, a CineartFilmes participa dos maiores festivais e feiras de cinema do mundo, como Cannes, Toronto, Berlim.
 
Nossa intenção é de alcançar cada vez mais o mercado exibidor e as redes de distribuição, sempre buscando conteúdos diversificados e de qualidade dentro e fora do Brasil. Assim, com ética nas relações e compromisso com os parceiros, vamos ampliando as nossas fronteiras, fortalecendo a indústria audiovisual no Brasil e no mundo, levando mais longe a magia do cinema.
Preocupada em trabalhar sempre com conteúdos de alta qualidade, a Cineart Filmes busca um relacionamento próximo com os seus parceiros produtores desde as etapas iniciais, acreditando que esse envolvimento contribui para o sucesso comercial do projeto, através da elaboração de planejamentos específicos e cuidadosamente pensados para cada trabalho, procurando traçar o perfil e o tamanho ideal de cada lançamento.

 
'BOI DE LÁGRIMAS' estreia dia 24 de Janeiro

'BOI DE LÁGRIMAS' DE FREDERICO MACHADO ESTREIA DIA 24 DE JANEIRO

Filme é uma crônica psicológica dos novos tempos, sobre uma família envolvida com cultura popular, nos dias das manifestações políticas no Brasil

Sinopse 

BOI DE LÁGRIMAS é uma crônica psicológica dos novos tempos, sobre uma família envolvida com cultura popular, nos dias das manifestações políticas no Brasil. Com referências de David Lynch, Glauber Rocha e Sergei Eisenstein, o filme faz parte do projeto FILME POLÍTICO que envolve os diretores Frederico Machado, Cristiano Burlan, Dellani Lima e Taciano Valério.  

Ficha técnica 
Direção, Produção, Fotografia, Roteiro: Frederico Machado  
Produção Executiva: Mônica Mello  
Montagem e Desenho de Som: André Garros e Daniel Costa  
Elenco: Auro Juriciê, Hilther Frazão, Rosa Ewerton Jara, Guilherme Verde e Júlia Martins  
Distribuição: Lume Filmes  
Duração: 55 minutos  
Ano: 2018  
Classificação: 14 anos  

 
Filme de estreia de Armando Praça, ‘GRETA’ foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim
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FILME DE ESTREIA DE ARMANDO PRAÇA, ‘GRETA’ FOI SELECIONADO PARA A MOSTRA PANORAMA DO FESTIVAL DE BERLIM

Com distribuição da Pandora Filmes, longa traz Marco Nanini no elenco



Marco Nanini está de volta aos cinemas na pele de Pedro, um enfermeiro homossexual de 70 anos, fã fervoroso de Greta Garbo. É em torno do personagem que a trama de “GRETA”, longa de estreia de Armando Praça, se desenvolve. O filme foi selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019. 
 
No longa, Pedro (Marco Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para sua melhor amiga, Daniela (Denise Weiberg). Para conseguir internar a amiga travesti no hospital lotado, ele precisa ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Jean pede ajuda para fugir do hospital, e Pedro vê a chance de conseguir salvar a amiga, que sofre de uma insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean na sua casa até a sua recuperação, e os dois acabam se envolvendo amorosamente. 
 
Ambientado em Fortaleza, o filme é livremente inspirado na peça Greta Garbo Quem Diria Acabou no Irajá, do dramaturgo Fernando Melo. “GRETA” será distribuído pela Pandora Filmes. 
 
Sinopse
 
Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos, fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weiberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também cause mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.
 
Ficha Técnica
 
Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar 
 
SOBRE O DIRETOR
 
Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido. 
 
SOBRE A CARNAVAL FILMES
 
Fundada e dirigida pelos experientes produtores João Vieira Jr. e Nara Aragão, Carnaval Filmes tem foco em conteúdo original e cinema autoral. Em parceria com mentes criativas, tem entre seus recentes lançamentos os documentários Estou me guardando para quando o carnaval chegar, de Marcelo Gomes e Casa, de Letícia Simões, o longa de ficção Greta, de Armando Praça e a série infantil de animação Bia Desenha, para a TV Brasil.
 
Se prepara para filmar em 2019 a série Chão de Estrelas, de Hilton Lacerda, para o Canal Brasil e desenvolve o projeto de série de animação Dó Ré Mi Fadas e a série de ficção De volta para Casa.
 
Seus próximos lançamentos serão os longas Vestido branco, véu e grinalda, de Marcelo Gomes e Fim de Festa, de Hilton Lacerda
 
SOBRE A PANDORA FILMES
 
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

 
Mostra BRASILEIRINHOS DE CINEMA PARA CRIANÇAS começa dia 23 de janeiro no CCBB-SP

MOSTRA BRASILEIRINHOS DE CINEMA PARA CRIANÇAS

O Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo exibe filmes para crianças de todas as idades no período de 23 de janeiro até 4 de fevereiro
 
*Exibição de clássicos como ‘Sinfonia Amazônica’, primeiro longa de animação do Brasil, e ‘Azares de Lulu’, o mais antigo filme de animação preservado no país
 
*Pré-estreia de ‘Sobre Rodas’, de Mauro D’Addio, premiado em festivais internacionais e com estreia prevista para março de 2019
 
*Homenagens aos 40 anos do clássico ‘Maneco, o Super Tio’, de Flávio Migliaccio, e aos 20 anos de ‘Castelo Rá-Tim-Bum – O Filme’

Uma mostra de cinema promete oferecer uma janela para crianças e adolescentes conhecerem um pouco mais a produção cinematográfica brasileira e preencherem o período de férias com muita imagem e diversão. É a MOSTRA BRASILEIRINHOS DE CINEMA PARA CRIANÇAS, que vai transformar o Centro Cultural Banco do Brasil num grande espaço de informação e recreação, são 33 filmes para crianças a partir dos três anos de idade. As atividades no CCBB São Paulo acontecem de 23 de janeiro a 4 de fevereiro e  no CCBB Brasília, de 8 a 27 de janeiro e no CCBB Rio de Janeiro de 30 de janeiro a 11 de fevereiro. Curadoria de Luíza Berlitz.
 
A MOSTRA BRASILEIRINHOS DE CINEMA PARA CRIANÇAS resgata clássicos da cinematografia brasileira e apresenta novidades do cinema infantil e infanto-juvenil nacional, exibindo programas de curtas, médias e longas-metragens, especialmente criados para contemplar diferentes idades. Serão programadas sessões para crianças em idade pré-escolar (3 a 7 anos); Brincante 1 (indicada a partir dos 3 anos) e Brincante 2 (recomendada a partir dos 5); Programa Cinefilinhos (a partir dos 8 anos ou mais); Sessão Sobre Rodas (a partir dos 10 anos) e Sessão Curtinha: Trilha Sonora ao Vivo, contando com uma apresentação da Cia. Malas Portam, que vai musicar seu videoclipe “Na Beira da Lagoa” e sonorizar o filme mudo de animação “Os Azares de Lulu” (dos mesmos criadores do primeiro longa-metragem brasileiro de animação).
 
Várias sessões terão acessibilidade, com legendas descritivas, audiodescrição e tradução em libras. Além das exibições, haverá oficinas, brincadeiras e atividades educativas, como sessões seguidas de recreação.
 
A MOSTRA
 
A programação da MOSTRA BRASILEIRINHOS DE CINEMA PARA CRIANÇAS oferece 13 longas-metragens e quatro programas de curtas ou médias brasileiros, num total de 33 filmes. Na tela, estarão verdadeiras raridades, como “Sinfonia Amazônica”, o primeiro longa de animação brasileiro, realizado em 1953, por Anélio Latini Filho. No filme, são narradas sete lendas amazônicas, entre elas a que fala do nascimento do Rio Amazonas. Outro clássico, longe das telas há vários anos, “Uma Aventura na Floresta Encantada”, ficção de Mario Latino, de 1976, desfila diferentes histórias do folclore brasileiro. E de Humberto Mauro será possível assistir a “A Velha a Fiar”, curta de 1964, em que apresenta uma conhecida canção infantil popular; e “Meus Oito Anos”, de 1956, sobre tempos que não existem mais. Os títulos assinados por Humberto Mauro foram gentilmente cedidos pelo CTAv - Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura.
 
A mostra também faz homenagem a dois filmes que marcaram suas épocas. “Maneco, o Super Tio”estará completando 45 anos em 2019. Dirigido e protagonizado por Flávio Migliaccio, é o terceiro filme de um personagem que fazia muito sucesso na televisão brasileira na década de 1970. O mesmo se pode dizer do longa-metragem “Castelo Rá-Tim-Bum – O Filme”, de Cao Hamburguer, que está completando 20 anos. O filme leva para a telona os personagens e o universo mágico de Nino e sua turma, consagrados pelo programa exibido pela TV Cultura. As sessões de “Castelo Rá-Tim-Bum – O Filme” contarão com acessibilidade (legendas descritivas, audiodescrição e libras), assim como as sessões do belo “Tainá – Uma Aventura na Amazônia”, de 2001 e dirigido por Tânia Lamarca e Sérgio Bloch.
 
Mas há espaço também para as novidades, como é o caso do longa-metragem “Sobre Rodas”, dirigido por Mauro D’Addio em 2017. A ficção já foi exibida em mais de 20 países, participando de festivais e conquistando importantes prêmios como o de Melhor Filme pelo Público do Festival de Cinema Infantil de Toronto, no Canadá. E ainda a animação “Lino”, de 2017, assinada por Rafael Ribas, o mesmo diretor do premiado “O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”, de 2009, eleito melhor filme infantil e melhor animação pela Academia Brasileira de Cinema.
 
“As crianças podem se ver espelhadas, conhecer mais histórias e lendas brasileiras e um pouco da cinematografia brasileira. Um público tão acostumado a produções estrangeiras terá a oportunidade de ver um panorama de filmes de diferentes épocas, incluindo clássicos e novos clássicos, inéditos e raros, que ilustram uma infância brincante e trazem bastante do imaginário brasileiro, povoado por lendas indígenas, seres e mitos fantásticos, bruxas, circo, a fauna e a flora da nossa floresta.” – revela uma das curadoras, Luísa Berlitz. 
 
SINOPSES
 
LONGAS-METRAGENS
(organizados em ordem alfabética)
 
BRICHOS 2 - A FLORESTA É NOSSA, 2012, 83min, animação, 6 anos
Direção: Paulo Munhoz
Vozes: Marcelo Tas, Antonio Abujamra, Fabiúla Nascimento, André Abujamra.
Sinopse: Quando investidores internacionais ameaçam acabar com a floresta da Vila dos Brichos, seus habitantes precisam lutar pelo futuro do lugar onde vivem. Armados de coragem, inteligência e bom humor, nossos heróis vão encarar desafios que serão decididos nas areias de Noforest, na gelada Iceforest e na exuberante Brainforest.
Sobre o diretor: Paulo Munhoz é cineasta e criador dos personagens da turma Brichos, que significa Bichos Brasileiros e desde 2007 tem presença em cinema, televisão e internet. Outros trabalhos incluem o curta-metragem Pax (2005) e o longa Belowars (2008).
 
CASTELO RÁ-TIM-BUM - O FILME, 1999, 108min, ficção, 6 anos
Direção: Cao Hamburger
Elenco: Diegho Kozievitch, Sérgio Mamberti, Rosi Campos, Marieta Severo.
Sinopse: É hora de comemorar os 20 anos do lançamento de Castelo Rá-Tim-Bum - O Filme, que levou para a telona os personagens do programa exibido pela TV Cultura. Como na série, Nino é um aprendiz de feiticeiro de 300 anos que vive em um castelo encantado com seus tios e mentores: a bruxa Morgana e o mago Doutor Victor. Seus planos de ser um menino comum são alterados pela bruxa Losângela, que quer roubar os poderes de Morgana e acabar com o castelo. Junto com os novos amigos Cacau, João e Ronaldo, Nino viverá uma surpreendente aventura para salvar os tios e o castelo de um poderoso feitiço.
Sobre o diretor: Cao Hamburguer foi um dos criadores de Castelo Rá-Tim-Bum, que estreou na televisão em 1994. Também é diretor do curta-metragem Frankenstein Punk (1986) e dos longas O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006) e Xingu (2012). Outros trabalhos na TV incluem as séries Filhos do Carnaval (2006), Pedro e Bianca (2012), Família Imperial (2012) e Malhação: Viva a Diferença (2017).
 
Corda Bamba, 2012, 80min, ficção, 8 anos
Direção: Eduardo Goldenstein
Elenco: Bia Goldenstein, Stela Freitas, Gustavo Falcão, Georgiana Goes.
Sinopse: Maria é uma menina de 10 anos, filha de equilibristas, que nasceu no circo. Em um difícil momento de sua vida, a garota vai morar com a avó na cidade e não consegue se lembrar de seu passado. Da janela do quarto, Maria lança uma corda que a faz chegar à dimensão do imaginário, onde irá recuperar suas memórias e encontrar a possibilidade de seguir adiante. O filme é uma adaptação do livro de mesmo nome escrito pela autora Lygia Bojunga. A atriz que interpreta Maria, Bia Goldenstein, é filha do diretor Eduardo Goldenstein.
Sobre o diretor: Eduardo Goldenstein é diretor de cinema e televisão. Realizou curtas-metragens e séries educativas e foi um dos diretores do documentário 5 Vezes Chico (2015), antes de fazer sua estreia solo no longa-metragem com Corda Bamba. Também é produtor de conteúdos digitais do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e professor de Direção Cinematográfica da Academia Internacional de Cinema.
 
HISTORIETAS ASSOMBRADAS - O FILME, 2017, 90min, animação, 8 anos
Direção: Victor-Hugo Borges
Vozes: Charles Emmanuel, Nádia Carvalho, Iara Riça, Oberdan Jr.
Sinopse: Pepe é um menino de 12 anos que mora com sua avó, uma bruxa empresária. Após descobrir que foi adotado, ele decide sair em busca de seus pais. Com isso, chama a atenção de Edmundo, um vilão biomecânico que precisa da energia de Pepe para concretizar seu plano maligno: conquistar a imortalidade para sua espécie. ‘Historietas Assombradas’ começou como um curta, virou série de televisão e depois ganhou esta versão em longa-metragem para as telonas.
Sobre o diretor - Formado em Artes Plásticas, o diretor Victor-Hugo Borges se envolveu por acaso com a animação e é criador da série Historietas Assombradas (para Crianças Mal Criadas), exibida em toda a América Latina. Ganhou mais de cem prêmios nacionais e internacionais com seus trabalhos, que incluem os curtas Icarus (2007) e O Menino que Plantava Invernos (2008). Também é sócio, diretor criativo e diretor de desenvolvimento do Grupo Naoz, formado pelas empresas Glaz Entretenimento e Copa Studio, além de autor do livro Historietas Assombradas, lançado pela editora LeYa em 2011.
 
JONAS E O CIRCO SEM LONA, 2015, 81min, documentário, 8 anos
Direção: Paula Gomes
Sinopse: Jonas tem 13 anos e quer manter vivo o circo que ele mesmo criou no quintal de sua casa em Salvador, na Bahia. Enquanto luta por seu maior sonho, Jonas vai atravessar a grande aventura de crescer.
Sobre a diretora: Paula Gomes é formada em Cinema pela Escuela Septima Ars de Madrid, na Espanha. Integrante do coletivo baiano Plano 3 Filmes, dirigiu o curta Pornographico (2008) antes de estrear no longa-metragem com ‘Jonas e o Circo Sem Lona’, exibido em mais de 20 países.
 
 
LINO, 2017, 93min, animação, 8 anos
Direção: Rafael Ribas
Vozes: Selton Mello, Dira Paes, Paolla Oliveira.
Sinopse: Lino é um animador de festas muito azarado que não aguenta mais seu emprego e a horrorosa fantasia de gato gigante que precisa vestir todos os dias. Tentando mudar de vida, ele busca a ajuda de Don Leon, um suposto mago não muito talentoso que transforma Lino justamente no que ele mais queria se livrar: sua fantasia de gato gigante! Enquanto tenta reverter o feitiço, ele é confundido com o “maníaco da fantasia” e passa a ser procurado pela polícia. Começa, então, uma grande aventura na qual Lino descobrirá um novo sentido para seu trabalho e sua vida.
Sobre o diretor: Rafael Ribas tinha apenas 15 anos quando começou a trabalhar como desenhista e animador na Start Desenhos Animados. Entre 1994 e 2017, participou de mais de 200 curtas-metragens e comerciais para a TV produzidos pela empresa. Ele também dirigiu o curta-metragem animado A Última Gota (2004) e o longa ‘O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes’ (2009), em parceria com Walbercy Ribas, premiado como melhor animação e melhor filme infantil pela Academia Brasileira de Cinema.
 
MANECO, O SUPER TIO, 1974, 85min, ficção, 6 anos
Direção: Flávio Migliaccio
Elenco: Flávio Migliaccio, Cleyde Blota, Canarinho, Rodolfo Arena
Sinopse: Maneco e seus sobrinhos chegam ao sítio do Vovô Camargo e descobrem que ele usou seus conhecimentos científicos, fez uma estranha viagem pelo tempo e se perdeu em 1926. Só há um jeito de trazer o vovô de volta: encontrar uma foto da mesma época e do mesmo lugar onde ele está. Maneco e os sobrinhos topam a missão, mas descobrem que todos os caminhos e estradas para a cidade, o único lugar onde a foto pode estar, foram fechados. Determinados a salvar o vovô e a descobrir o mistério daquela estranha cidade, eles viverão uma grande aventura. Maneco, o Super Tio completa 45 anos em 2019. É o terceiro filme com o personagem do tio Maneco, que começou no cinema e fez muito sucesso na TV.
Sobre o diretor: Flávio Migliaccio é diretor, roteirista e ator principal do filme, interpretando o famoso tio Maneco. Ele também é conhecido pelo papel de Xerife em Shazan, Xerife & Cia, outro programa infantojuvenil que fez muito sucesso nos anos 1970. Começou a carreira no teatro na década de 1950 e, desde então, fez muitos trabalhos nos palcos e nas telas como ator e diretor. No cinema, seu primeiro filme por trás das câmeras foi Os Mendigos (1964). Seus trabalhos mais recentes como ator incluem o curta Valentina (2017) e a série Êta Mundo Bom! (2016).
 
O MENINO NO ESPELHO, 2014, 78min, ficção, 8 anos
Direção: Guilherme Fiúza Zenha
Elenco: Lino Facioli, Mateus Solano, Regiane Alves, Ricardo Blat, Giovanna Rispoli, Gisele Fróes, Laura Neiva, Murilo Quirino, Ravi Hood.
Sinopse: A infância de Fernando é inventiva, repleta de liberdade e marcada por amizade, brincadeiras e aventuras. O menino vê sua fantasia tornar-se realidade quando seu reflexo no espelho ganha vida e gera Odnanref. A princípio, o duplo é uma solução que cumpre as tarefas chatas da vida de Fernando. Mas algo acontece quando Cíntia, sua prima mais velha, chega à cidade. Agora, o menino terá que recorrer a seus verdadeiros amigos para fazer Odnanref retornar ao mundo dos espelhos e, assim, poder retomar o controle de sua vida. ‘O Menino no Espelho’ é uma versão para o cinema do livro de mesmo nome escrito por Fernando Sabino,  lançado em 1982 e que já teve mais de 80 edições.
Sobre o diretor: Guilherme Fiúza Zenha atua no audiovisual desde 1993. Trabalhou primeiro como assistente de direção e produtor, estreando na direção com o curta Fui!!! (2004). Em 2008, dirigiu 145, um dos episódios do longa-metragem 5 Frações de uma Quase História. Também lecionou na Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba e foi presidente e vice-presidente da Associação CURTA MINAS – ABD/MG.
 
MINHOCAS, 2013, 82min, animação, 8 anos
Direção: Paolo Conti e Arthur Nunes
Vozes: Cadu Paschoal, Jullie, Yago Machado, Daniel Boaventura, Rita Lee.
Sinopse: Três minhocas – Júnior (11 anos), Linda (12 anos) e Neco (9 anos) – enfrentam o terrível tatu-bola Ninguém, ditador maníaco que, com a ajuda dos vermes da Gangue da Lama, pretende dominar todas as minhocas da terra através do hipnotismo e construir um Império onde os tatus-bola serão os senhores. Durante a aventura, Júnior, antes um garoto mimado e inseguro, descobrirá o valor da amizade, da coragem e da confiança em si próprio. Este é o primeiro longa-metragem brasileiro produzido com uma técnica conhecida como stop motion, que utiliza fotos para montar a animação.
Sobre o diretor: Paolo Conti é fundador e CEO da Animaking, produtora voltada para a criação de conteúdos para TV, internet e cinema, além de filmes publicitários. Também é líder do Núcleo Criativo Floripa, no qual sua principal atividade é criar e desenvolver projetos audiovisuais. Atualmente, está produzindo sua quarta série de animação e seu segundo longa-metragem. Arthur Nunes é sócio da empresa PlotKids, que produz conteúdo para multiplataformas. Também é diretor vertical de games na Acate - Associação Catarinense de Tecnologia.
 
SINFONIA AMAZÔNICA, 1953, 63min, animação, 5 anos
Direção: Anélio Latini Filho
Vozes: Paulo Roberto, Nero Morales, Almirante, Abelardo Santos.
Sinopse: Este é o primeiro longa-metragem de animação produzido no Brasil. O filme conta sete lendas amazônicas - incluindo a da noite e a da formação do rio Amazonas - que são ligadas por dois personagens principais: o indiozinho Curumi e seu amigo boto. ‘Sinfonia Amazônica’ é fruto da persistência e da paixão do diretor Anélio Latini Filho, que passou anos produzindo todos os desenhos e animações. Ele contou, também, com a ajuda dos irmãos Mario Latino, que fez a fotografia, e Elio Latino, que compôs os temas musicais. 
Sobre o diretor: Anélio Latini Filho (1926-1986) foi pintor, desenhista, diretor e um pioneiro da animação no Brasil. Além de Sinfonia Amazônica, dirigiu os curtas Exploração do Petróleo Submarino(1968), Ilha do Aço (1969) e Os Pintores de Nassau (1981). Seu segundo longa-metragem, Kitan da Amazônia, nunca foi finalizado.
 
SOBRE RODAS, 2017, 73min, ficção, 10 anos
Direção: Mauro D'Addio
Elenco: Cauã Martins, Lara Boldorini, Marcio Magno, Georgina Castro
Sinopse: Lucas é um garoto de 13 anos que perde o movimento das pernas após ser atropelado. Laís, sua amiga de escola, é uma simpática menina criada pela mãe e pela avó. Quando Laís pega a estrada em busca do pai que nunca conheceu, Lucas decide acompanhá-la. Ela vai de bicicleta; ele, de cadeira de rodas. No caminho, os dois vivem muitas aventuras e descobrem um ao outro. ‘Sobre Rodas’ foi exibido em mais de 20 países e ganhou prêmios importantes no Brasil e no exterior, como o troféu da Mostra Geração do Festival do Rio e o de melhor filme na escolha do público do Festival de Cinema Infantil de Toronto, no Canadá. Agora, é exibido em avant-première na Mostra Brasileirinhos.
Sobre o diretor: Mauro D’Addio é formado em cinema e também fez trabalhos para televisão e publicidade. ‘Sobre Rodas’ é seu primeiro longa-metragem, mas ele já dirigiu vários curtas para o público infantojuvenil. Entre eles, destaque para o documentário Kunumi, O Raio Nativo (2016), a animação O Morro da Guerra Eterna (2011) e a ficção A Menina do Mar (2010), que também inspirou um livro escrito pelo próprio diretor. Desde 2007, é colaborador pedagógico da área de direção das Oficinas Kinoforum.
 
TAINÁ - UMA AVENTURA NA AMAZÔNIA, 2001, 90min, ficção, 6 anos
Direção: Tânia Lamarca e Sérgio Bloch
Elenco: Eunice Baia, Caio Romei, Rui Polanah, Branca Camargo
Sinopse: Tainá é uma indiazinha órfã que mora na Amazônia com seu avô, Tigê. Seguindo as tradições de seu povo, ela vive em harmonia com a natureza e é amiga dos bichos. Quando a quadrilha de Shoba chega para capturar espécies e vendê-las no exterior, Tainá consegue salvar vários animais, inclusive um macaquinho que batiza de Catu. Mas a indiazinha passa a ser perseguida pelos traficantes e, para defender a floresta, precisará ter coragem e contar com a ajuda de um novo amigo, Joninho.
Sobre os diretores: Tânia Lamarca é diretora, roteirista e produtora de cinema e televisão. Dirigiu os curtas Mario Filho em Painel (1980) e Guerreiro de Prata (1981), antes de estrear no longa-metragem com Buena Sorte (1997). Outros trabalhos incluem Xuxa e o Mistério de Feiurinha (2008) e Ensaio(2013). Sérgio Bloch também atua no cinema e televisão, e seus trabalhos como diretor incluem os documentários Burro Sem Rabo (1997), Olho da Rua (2001) e Mini Cine Tupy (2002), além da série Sobre Rodas América Latina (2013), que ele dirigiu, produziu e roteirizou.
 
UMA AVENTURA NA FLORESTA ENCANTADA, 1976, 80min, ficção, 8 anos
Direção: Mario Latino
Elenco: Márcia Latino, Wilson Grey, Andrei Helayel Maia, Barbara Cardoso Rocha, Maia Ronnie de Carvalho.
Sinopse: Passando férias em uma fazenda, um grupo de crianças assiste a uma briga entre o administrador e uma velha mendiga chamada Bruxa. Na manhã seguinte, a garotada sai para um passeio a cavalo pelas redondezas e acaba se perdendo. Ao anoitecer, todos vão para a cabana da Bruxa, que os abriga e conta histórias do folclore brasileiro: as lendas de Uirapuru, da Iara, da Mandioca.
Sobre o diretor: Mario Latino é diretor e diretor de fotografia, além de um dos pioneiros da animação no Brasil. Dirigiu o curta Azares de Lulu (1940) ao lado do irmão, Anélio Latini Filho, e assinou a direção de fotografia de Sinfonia Amazônica (1953), o primeiro longa-metragem animado do país, que tem direção Anélio. Os dois filmes estão na programação da Mostra Brasileirinhos. Mario Latino também dirigiu longas como Traficantes do Crime (1958), Na Mira do Assassino (1967) e A Dama de Branco (1978).
 
CURTAS-METRAGENS
(organizados por sessão)
 
SESSÃO BRINCANTE 1
Recomendada para crianças a partir de 3 anos
 
Acompanha atividade recreativa. Duração: 34 min de filmes + 20 min de atividade recreativa
 
CAMINHANDO COM TIM TIM, 2014, 4min, documentário, 3 anos
Direção: Genifer Gerhardt e Tiago Expinho
Sinopse: Um menino de um ano e 4 meses caminha com os pais até a casa da avó. Uma caminhada como várias outras, que em duas quadras reserva quatro encontros. Um registro doce do tempo.
Sobre os diretores: Tiago Expinho é ator, diretor e roteirista. Genifer Gerhardt é palhaça, bonequeira e poeta, estuda o teatro de bonecos em miniatura e publicou dois livros: TIMTIM: Um Filho, Uma Mãe, Dois Nascimentos e Brasil Pequeno. Os dois são pais de Valentim, estrela do curta.
 
A ESCOLA DE ENSINO FENOMENAL, 2014, 10min, ficção, 3 anos
Direção: Nélio Spréa e Levi Brandão
Elenco: Rafael Barreiros, Milene Dias, Fernanda Souza, Sabrina Fernandez.
Sinopse: Diretor da escola de ensino fenomenal, Fifi é doutor em ciências lúdicas e faz das brincadeiras seu principal canal de comunicação com os alunos. Nos pátios, corredores e salas de aula, não há limites para a criatividade. E assim, estudantes, professores e funcionários descobrem que a escola é espaço de criação e celebração. 
Sobre os diretores: Nélio Spréa é sócio-diretor e Levi Brandão é diretor artístico da Parabolé Educação e Cultura, especializada em desenvolver projetos culturais de interesse educacional. Spréa é músico, produtor cultural, educador e escritor. Brandão é ator, cantor, educador musical e diretor cênico.
 
FÁBULA DE VÓ ITA, 2016, 5min, ficção/animação, 3 anos
Direção: Thallita Oshiro e Joyce Prado
Elenco: Ana Júlia dos Santos, Tekka Flor Salvino, Kauan Alvarenga, Gabee Gaabe.
Sinopse: Nesta fábula de fantasia, Vó Ita envolve sua netinha Gisele para lhe mostrar a beleza das diferenças e o valor de sua própria identidade. Para isso, conta a história de Gisa, uma menina que tem um cabelo cheio de vida e personalidade. Os colegas de escola vivem debochando de Gisa por conta disso. Então, ela recorre à Bruxa Leleira, que a transforma em alguém que ela não é.
Sobre as diretoras: Thallita Oshiro Meireles é diretora, produtora e assina o roteiro de ‘Fábula de Vó Ita’, que é inspirado em suas avós e nas memórias de infância. Joyce Prado também atua como produtora, roteirista e diretora, e é uma das criadoras da websérie Empoderadas.
 
O FIM DA FILA, 2016, 3min, animação 3 anos
Direção: William Côgo
Sinopse: Animais brasileiros aparecem em fila indiana, dia após dia. Conforme passa o tempo, surgem novos motivos para que os animais sigam em frente, sempre enfileirados – incluindo a aparição de um conhecido personagem do folclore. Afinal, o que tem no fim da fila? Baseado no livro de imagem de Marcelo Pimentel.
Sobre o diretor: William Côgo se formou em Design Gráfico e integrou a equipe de produção de animação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. É ilustrador de livros e cineasta, tendo dirigido outros dois curtas: Alma Carioca, um Choro de Menino (2002) e E o vento...me levou! (2005).
 
A VELHA A FIAR, 1964, 6min, ficção, 3 anos
Direção: Humberto Mauro
Sinopse: A antiga canção popular do interior do Brasil é ilustrada com aspectos, tipos e costumes das velhas fazendas em decadência.
Sobre o diretor: Um dos pioneiros do cinema no Brasil, Humberto Mauro (1893-1983) começou a carreira nos anos 1920 e realizou cerca de 260 filmes como diretor. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão Lábios sem Beijos (1930), Ganga Bruta (1933), A Voz do Carnaval (1933), O Descobrimento do Brasil (1936), A Velha a Fiar (1964) e Carros de Bois (1974).
 
NA BEIRA DA LAGOA, 2014, 5min, animação, 3 anos
Direção: Malas Portam
Sinopse: Uma princesa, um sapo, uma bruxa, uma lagoa, a fauna e a flora. Estes são os ingredientes principais desta linda história de amor, embalada por uma curiosa revelação.
Sobre a direção: A Cia. Malas Portam viaja pelo Brasil afora desde 2007. Seus integrantes dedicam-se ao estudo das múltiplas linguagens artísticas e as aplicam em suas apresentações, unindo teatro, música e literatura. O grupo também criou livros lançados em versões musicais animadas, como A Lagarta Caolha (2014), O Pé de Guaraná (2016) e Na Beira da Lagoa (2016).
 
SESSÃO BRINCANTE 2
Recomendada para crianças a partir de 5 anos


Acompanha atividade recreativa. Duração: 52 min de filmes + 20 min de atividade recreativa
 
NAIÁ E A LUA, 2010, 13min, ficção, 5 anos
Direção: Leandro Tadashi
Elenco: Brandina Benites Guarani, Liviane Arã Mirim de Lima.
Sinopse: A jovem índia Naiá se apaixona pela lua ao ouvir da anciã de sua aldeia a história do surgimento das estrelas no céu.
Sobre o diretor: Leandro Tadashi se formou em Cinema pela Universidade de São Paulo e atua na área audiovisual como diretor, diretor de arte e designer gráfico. Também dirigiu os curtas Encanto (2006) e Nossa Paixão (2006).
 
AS BORDADEIRAS DO JARDIM, 2017, 3min, animação, 5 anos
Direção: Julia Vellutini
Sinopse: Enquanto esperam por um ônibus no sertão, três bordadeiras brincam com seus poderes mágicos.
Sobre a diretora: Julia Vellutini é diretora e roteirista. Criou e escreveu as séries animadas Mapi e Os Firmezas, voltadas para o público infantil. Também dirigiu o curta As Aventuras de Benny Roo, em parceria com Matias Vellutini.
 
VENTO, 2016, 13min, animação, 5 anos
Direção: Betânia Furtado
Vozes: Gabriel Furtado Paz de Oliveira, Fernando Aranha
Sinopse: Uma garrafa com uma mensagem desperta a vontade de aprender a ler em Gabriel, um garoto solitário que mora à beira da praia. E ele pode estar mais perto de realizar este sonho do que imagina.
Sobre a diretora: Betânia Furtado trabalha com cinema e vídeo desde 1998, principalmente como diretora, roteirista e produtora. Dirigiu os curtas Ponto de Vista (2004) e A Princesa do Coração Gelado (2009), além de programas de televisão, clipes e shows.
 
DISQUE QUILOMBOLA, 2012, 13min, documentário, 5 anos
Direção: David Reeks
Sinopse: Crianças do Espírito Santo conversam de um jeito divertido e contam como é a vida em uma comunidade quilombola e em um morro na cidade de Vitória. Por meio de uma brincadeira infantil, os dois grupos falam de suas raízes e mostram que têm mais semelhanças do que diferenças.
Sobre o diretor: David Reeks é formado pela State University of New York. Codirige, edita e faz a direção fotográfica dos vídeos dos Projetos Território do Brincar. Entre seus trabalhos como diretor estão o longa-metragem Território do Brincar (2015) e os curtas Disque Quilombola (2012) e Waapa(2017), ambos selecionados para a Mostra Brasileirinhos.
 
MEUS OITO ANOS, 1956, 9min, documentário, 5 anos
Direção: Humberto Mauro
Sinopse: Ao som do poema musicado de Casimiro de Abreu (1839-1860), um homem relembra com nostalgia os tempos de criança: a vida no campo, a captura de passarinhos, o jogo de bolas de gude com os colegas, as brincadeiras com arco e perna de pau. Recorda-se também dos banhos de cachoeira, da pescaria, da companhia de uma menina, da ida à missa, da colheita de frutas e do balanço na rede ao luar. E lembra-se da praia, das ondas do mar e do céu nublado de sua infância.
Sobre o diretor: Um dos pioneiros do cinema no Brasil, Humberto Mauro (1893-1983) começou a carreira nos anos 1920 e realizou cerca de 260 filmes como diretor. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão Lábios sem Beijos (1930), Ganga Bruta (1933), A Voz do Carnaval (1933), O Descobrimento do Brasil (1936), A Velha a Fiar (1964) e Carros de Bois (1974).
 
CINEFILINHOS
Recomendada para crianças a partir de 8 anos

Duração: 80 min
 
O FIM DO RECREIO, 2012, 17min, ficção, 8 anos
Direção: Vinicius Mazzon e Nélio Spréa
Elenco: Weslei Lima, Jackson Neres, Enzo Tommasi, Vinicius Mazzon
Sinopse: Um projeto de lei no Congresso Nacional pretende acabar com o recreio escolar. Ao mesmo tempo, em uma escola municipal de Curitiba, um grupo de crianças pode mudar toda essa história.
Sobre o diretor: Nélio Spréa é músico, produtor cultural, educador, escritor e sócio-diretor da Parabolé Educação e Cultura, especializada em desenvolver projetos culturais de interesse educacional. Vinicius Mazzon é ator e já trabalhou com companhias de teatro no Brasil e na Argentina. É contador de histórias há mais de 15 anos.
 
UMA NOTA SÓ, 2012, 11min, ficção, 8 anos
Direção: Laís Bodanzky
Elenco: Giselly Gonçalves Silva, Thiago Henrique dos Santos, Samuel Gomes, Igor Nascimento Moura.
Sinopse: A diretora Laís Bodanzky conduz o público por entre ruas e becos sonoros, onde caminham passos que parecem divergir da realidade. Mas esses caminhos, certo dia, não serão mais os mesmos. Jovens da comunidade de Heliópolis, em São Paulo (SP), atuaram no curta e também colaboraram com o roteiro.
Sobre a diretora: Laís Bodanzky dirigiu os longas-metragens Bicho de Sete Cabeças (2000), Chega de Saudade (2008), As Melhores Coisas do Mundo (2010) e Como Nossos Pais (2017). Outros trabalhos incluem o documentário Cine Mambembe, O Cinema Descobre o Brasil (1999), a série Mulheres Olímpicas (2013), dois episódios do seriado PSI (2015) e os espetáculos teatrais Essa Nossa Juventude (2005) e Menecma (2011).
 
O MENINO LEÃO E A MENINA CORUJA, 2017, 16min, ficção, 8 anos
Direção: Renan Montenegro
Elenco: JP Fraim, Mariah de Andrade Praia, Juca Soledade, Estela Hyo Eun Kim.
Sinopse: Este é o universo das pessoas-animais, seres que misturam características humanas com as de outro animal. Quando filhotes, eles precisam estudar na Escola Filhote Selvagem, um lugar onde o aprendizado vai muito além da sala de aula.
Sobre o diretor: Renan Montenegro se formou em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual na Universidade de Brasília. Ainda durante o curso, escreveu e dirigiu o curta-metragem Meu Amigo, Meu Avô (2011), exibido em mais de 30 festivais. Entre seus trabalhos também estão o curta Babilônia Norte (2013) e a minissérie Cidade Invisível (2017).
 
WAAPA, 2017, 20min, documentário, 8 anos
Direção: David Reeks, Paula Mendonça e Renata Meirelles
Elenco: JP Fraim, Mariah de Andrade Praia, Juca Soledade, Estela Hyo Eun Kim.
Sinopse: O documentário propõe um mergulho na infância do povo Yudja (Parque Indígena do Xingu/MT). O brincar, a vida comunitária e as influências de uma relação espiritual com a natureza são revelados como elementos que organizam o corpo-alma dessas crianças.
Sobre os diretores: David Reeks é formado pela State University of New York. Codirige, edita e faz a direção fotográfica dos vídeos dos Projetos Território do Brincar. Entre seus trabalhos como diretor estão o longa-metragem Território do Brincar (2015) e os curta Disque Quilombola (2012) e Waapa(2017), ambos selecionados para a Mostra Brasileirinhos.
Paula Mendonça é mestre em Educação pela Universidade de São Paulo, com pesquisa sobre cultura da criança. Trabalhou no Parque do Xingu por cerca de 10 anos e atua como assessora pedagógica do Projeto Criança e Natureza, do Instituto Alana.
Renata Meirelles é mestre em Educação pela Universidade de São Paulo e idealizadora do Projeto BIRA (Brincadeiras Infantis da Região Amazônica) e do Projeto Território do Brincar. Dirigiu o longa Território do Brincar (2015) e é autora de livros como Giramundo e outros brinquedos e brincadeiras dos meninos do Brasil (2007).
 
CORES E BOTAS, 2010, 16min, ficção, 8 anos
Direção: Juliana Vicente
Elenco: Jhenyfer Lauren, Luciano Quirino, Dani Ornellas, Bruno Lourenço
Sinopse: Joana tem um sonho comum a muitas meninas dos anos 1980: ser Paquita. Sua família é bem-sucedida e a apoia em seu sonho. Porém, Joana é negra, e nunca se viu uma paquita negra no programa da Xuxa.
Sobre a diretora: Juliana Vicente é produtora, diretora e fundadora da Preta Portê Filmes. Estudou Cinema na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e na Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba (EICTV). Seus trabalhos incluem o curta Cores e Botas (2010), o média Leva(2011) e a série documental Afronta! (2017). Atualmente, dirige um documentário sobre a atriz Ruth de Souza
 
SESSÃO CURTINHA: TRILHA SONORA AO VIVO
Recomendada para crianças a partir de 5 anos
 
Sessão com trilha sonora apresentada ao vivo pela Cia. Malas Portam + brincadeiras / atividades. Duração: 11 min de filmes + 30 min de atividades
 
AZARES DE LULU, 1940, 6min, animação, 5 anos
Direção: Anélio Latini Filho e Mario Latino
Sinopse: Considerado o mais antigo filme de animação brasileiro integralmente preservado, foi realizado pelos irmãos Mario e Anélio quando tinham 16 e 14 anos, respectivamente. Acompanha as aventuras de Lulu um cachorro trapalhão.
Sobre os diretores: Anélio Latini Filho (1926-1986) e Mario Latino foram pioneiros da animação no Brasil. Além de Azares de Lulu, eles também colaboraram em Sinfonia Amazônica (1953), o primeiro longa-metragem de animação do Brasil, que tem direção de Anélio e fotografia de Mario. O filme também está na programação da Mostra Brasileirinhos.
 
NA BEIRA DA LAGOA, 2014, 5min, animação, 5 anos
Direção: Malas Portam
Sinopse: Uma princesa, um sapo, uma bruxa, uma lagoa, a fauna e a flora. Estes são os ingredientes principais desta linda história de amor, embalada por uma curiosa revelação.
Sobre a direção: A Cia. Malas Portam viaja pelo Brasil afora desde 2007. Seus integrantes dedicam-se ao estudo das múltiplas linguagens artísticas e as aplicam em suas apresentações, unindo teatro, música e literatura. O grupo também criou livros lançados em versões musicais animadas, como A Lagarta Caolha (2014), O Pé de Guaraná (2016) e Na Beira da Lagoa (2016).
 
SESSÃO SOBRE RODAS
Recomendada para crianças a partir de 10 anos
 
Curtas exibidos antes do longa "Sobre Rodas" (73 min). Duração: 89 min
 
O FILHO DO VIZINHO, 2010, 7min, ficção, 10 anos
Direção: Alex Vidigal
Elenco: Ian Bauer, Diego Melo, Ana Paula Braga, Andrade Júnior
Sinopse: Pela janela do seu quarto, Ronaldinho olha maravilhado as aventuras e peripécias de um garoto chamado de várias formas pela vizinhança, que fica enlouquecida com ele. Dos muitos nomes, Ronaldinho o chama de O Filho do Vizinho. Mas por quê?
Sobre o diretor: Professor de audiovisual e videomaker, Alex Vidigal começou a desenvolver projetos audiovisuais ainda na universidade. Faz trabalhos nos gêneros de ficção, documentário, videoclipe e institucional, além de trabalhar a experimentação em vídeos para a internet, como no projeto É Nóis – A Série (2004-2007).
 
UM DIA SEM GRAVIDADE, 2015, 8min, ficção, 10 anos
Direção: Julio Secchin
Elenco: Júlia Martins, Pedro Noronha, Richardo Boechat, Maria Fernanda Fiorenza.
Sinopse: No dia em que a Terra perde a gravidade, uma menina e seu cachorro embarcam em uma aventura épica enquanto tudo flutua ao seu redor.
Sobre o diretor: Julio Secchin começou a carreira dirigindo videoclipes e comerciais e fazendo produção executiva de longas-metragens. Entre seus trabalhos como diretor estão os curtas Reprise(2009) e Copyright Cops (2011).
 
SESSÃO HISTORIETAS ASSOMBRADAS
Recomendada para crianças a partir de 8 anos
 
Exibição do longa “Historietas Assombradas” (90min) e do curta “Josué e o Pé de Macaxeira”(12min)Duração: 102 min
 
JOSUÉ E O PÉ DE MACAXEIRA, 2009, 12min, animação, 8 anos
Direção: Diogo Pereira Viegas
Sinopse: Ao trocar seu burro por uma "macaxeira mágica", Josué descobre que não são apenas feijões que podem nos levar a uma aventura fantástica.
Sobre a direção: Diogo Pereira Viegas é diretor e roteirista. Além de Josué e o Pé de Macaxeira(2009), também dirigiu o curta O Rei Gastão (2013).
 
MOSTRA BRASILEIRINHOS DE CINEMA PARA CRIANÇAS
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Cinema
Data: de 23 de janeiro a 4 de fevereiro de 2019
Ingressos: R$ 5,00 (meia entrada)
Algumas sessões serão gratuitas

Horários e classificação indicativa disponíveis no site:
http://culturabancodobrasil.com.br/portal/sao-paulo/

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo -SP
(Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô)
(11) 3113-3651/3652 | Quarta a segunda, das 9h às 21h
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Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja

Estacionamento conveniado: Estapar - Rua Santo Amaro, 272 (R$ 15, necessário validar ticket na bilheteria). Traslado entre o estacionamento e o CCBB das 14h às 23h.

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MostraSinny Assessoria
‘TEMPORADA’, estreia dia 17 de Janeiro

‘TEMPORADA’, DE ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, ESTREIA DIA 17 DE JANEIRO

Grande vencedor do Festival de Brasília é o lançamento de Janeiro da Sessão Vitrine Petrobras

SINOPSE

Juliana está se mudando de Itaúna, no interior do estado, para a periferia de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, para trabalhar no combate às endemias na região. Em seu novo trabalho ela conhece pessoas e vive situações pouco usuais que começam a mudar sua vida. Ao mesmo tempo, ela enfrenta as dificuldades no relacionamento com seu marido, que também está prestes a se mudar para a cidade grande.

FICHA TÉCNICA

TEMPORADA (Long Way Home)
Direção e Roteiro: ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA
Elenco: GRACE PASSÔ, RUSSO APR, REJANE FARIA, HÉLIO RICARDO, JU ABREU, RENATO NOVAES, SINARA TELES e JANDERLANE SOUZA
Produção: ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, GABRIEL MARTINS, MAURILIO MARTINS, THIAGO MACÊDO CORREIA
Produtor Executivo: THIAGO MACÊDO CORREIA
Diretora de Produção: MARCELLA JACQUES
Fotografia: WILSSA ESSER
Direção de Arte: DIOGO HAYASHI
Figurinos: RIMENNA PROCÓPIO
Som: TIAGO BELLO, MARCOS LOPES
Montagem: GABRIEL MARTINS
País: Brasil
Ano: 2018
Duração: 113 minutos.

SOBRE A SESSÃO VITRINE PETROBRAS
 
Cada filme da Sessão Vitrine Petrobras tem pelo menos uma sessão diária com horário fixo, nos mesmos cinemas de mais de 20 cidades. Os filmes ficam em cartaz por no mínimo duas semanas em cada cidade. A intenção é que uma programação mensal e um horário fixo tornem-se um referencial e criem um público cativo.

Em 2018, a Sessão Vitrine Petrobras está nas seguintes cidades: Rio Branco (Cine Teatro Recreio), Maceió (Cine Arte Pajuçara), Fortaleza (Cinema do Dragão), Brasília (Cine Brasília e Espaço Itaú de Cinema Brasília), Vitória (Sesc Gloria), Goiânia (Cine Cultura Goiânia e Lumiere Bouganville 5), São Luís (Cine Lume), João Pessoa (Cine Bangue), Recife (Cine São Luíz, FUNDAJ Cinema do Museu), Teresina (Cine Teresina), Curitiba (Cineplex Batel e Cinemateca de Curitiba), Niterói (Cine Arte UFF), Rio de Janeiro (Espaço Itaú de Cinema Botafogo e Estação Net Rio), Manaus (Casarão de Ideias), Aracaju (Cine Vitória), São Paulo (Espaço Itaú de Cinema Augusta, Cinesystem Morumbi Town e CineArte), Palmas (Cine Cultura Palmas), Porto Alegre (Cine Bancários), Salvador (Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha), Belo Horizonte (Cine Belas Artes, Cine 104), Santos (Cinespaço Miramar), Belém (Cine Líbero Luxardo) entre outras.

Serviço Sessão Vitrine Petrobras:
Os ingressos são vendidos a preço reduzido, através da bilheteria ou “Cartão Fidelidade SESSÃO VITRINE PETROBRAS”, que pode ser adquirido no site do projeto.
Valor máximo do ingresso: R$ 12(inteira) / R$ 6 (meia) – variando de acordo com a cidade.
 
FESTIVAIS - TEMPORADA
 
71° Festival de Locarno (Suiça) 2018
51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Brasília/Brasil) 2018 
42° Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (São Paulo/Brasil)  2018
XI Janela Internacional de Cinema do Recife (Refice/Brasil) 2018
XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema (Salvador/Brasil) 2018
10° Semana de Cinema (Rio de Janeiro/Brasil) 2018
36° Torino Film Festival (Itália)  2018
40° Festival des 3 Continents Nantes (França) 2018
AFI Fest (EUA) 2018
Forum.doc (Belo Horizonte/Brasil) 2018
15º Festival de Cinema do Vale do Ivinhema (Mato Groso do Sul/Brasil) 2018
Belfort Film Festival (França) 2018
Mostra Vitoria da Conquista (Bahia/Brasil) 2018
 
PRÊMIOS

Melhor Filme de longa-metragem pela mostra competitiva no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Melhor Atriz de longa-metragem pela mostra competitiva no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Grace Passô). 
Melhor Ator Coadjuvante de longa-metragem pela mostra competitiva no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Russo APR). 
Melhor Direção de Arte de longa-metragem pela mostra competitiva no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Diogo Hayashi). 
Melhor Direção de Fotografia de longa-metragem pela mostra competitiva no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Wilssa Esser). 
Melhor Atriz no 36° Torino Filme Festival  (Grace Passô).
Melhor Longa Metragem pelo júri popular no Belfort Film Festival.
Prêmio João Carlos Sampaio de melhor filme no XI Janela Internacional de Cinema do Recife.
Menção honrosa do júri oficial para Grace Passô.
Menção Honrosa do júri do janela crítica no XI Janela Internacional de Cinema do Recife.
Prêmio Indie Lisboa na 10° Semana de Cinema.
Melhor Direção no 15º Festival de Cinema do Vale do Ivinhema
Melhor Atriz no 15º Festival de Cinema do Vale do Ivinhema
 
SOBRE ANDRÉ NOVAIS
 
André Novais Oliveira é formado em História pela Puc-Minas e em Cinema pela Escola Livre de Cinema/BH. Dirigiu e escreveu os curtas Fantasmas, Domingo, Pouco mais de um mês e Quintal e os longas Ela volta na quinta e Temporada. Juntos seus filmes foram exibidos em dezenas de festivais como a Quinzena dos Realizadores em Cannes, Locarno, Rotterdam, Brasília e Tiradentes. Temporada ganhou os prêmios de melhor filme, melhor atriz, melhor ator coadjuvante, melhor direção de arte e fotografia no último festival de Brasília. Junto com Gabriel Martins, Maurílio Martins e Thiago Macêdo Correia, faz parte da produtora mineira Filmes de Plástico.
 
SOBRE A FILMES DE PLÁSTICO
 
Criada em 2009, a Filmes de Plástico é uma produtora mineira, sediada em Belo Horizonte, formada pelos diretores André Novais Oliveira, Gabriel Martins, Maurilio Martins e pelo produtor Thiago Macêdo Correia. É característica e interesse da produtora realizar obras de apelo popular, que retratem com fidelidade e respeito a vida na periferia e os personagens que habitam um universo que é visto de modo marginalizado. Sendo os três diretores naturais de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, fazer filmes sobre o bairro onde cresceram, as pessoas com quem convivem e a lógica sistemática deste “universo” das classes menos privilegiadas é como filmar o quintal da própria casa. E talvez por isso seja tão importante que estes filmes criem um diálogo forte entre quem os realiza e o público.
 
Juntos seus filmes já foram selecionados em mais de 200 festivais no Brasil e no mundo como a Quinzena dos realizadores em Cannes, Festival de Cinema de Locarno, Festival de Rotterdam, FID Marseille, Indie Lisboa, BAFICI, Festival de Cartagena, Los Angeles Brazillian Film Festival, Festival de Cinema de Brasília e Mostra de Cinema de Tiradentes, ganhando mais de 50 prêmios, como a Menção Especial do Júri na Quinzena dos Realizadores em Cannes e o Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Oficial na XI Semana dos Realizadores do Rio de Janeiro e no XI Panorama Coisa de Cinema de Salvador.
 
Entre os próximos projetos da produtora estão os longas-metragens No Coração do Mundo, dirigido
Gabriel Martins e Maurilio Martins, em fase de pós-produção e com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2019; Marte Um, dirigido por Gabriel Martins, em fase de produção e O Último Episódio, dirigido por Maurilio Martins e E os meus Olhos ficam sorrindo, dirigido por André Novais Oliveira, ambos com previsão de filmagem para 2020.
 
Fazem parte da obra da produtora Filmes de Plástico os curtas-metragens:
 
Contagem (2010), Quinze (2014), Dona Sônia pediu uma arma para seu vizinho Alcides e Rapsódia para o Homem Negro (2015), Fantasmas (2010), Pouco Mais de um Mês (2013), Constelações (2016), Filme de Sábado (2009), No Final do Mundo (2009), Pelos de Cachorro (2010), Domingo (2011), Mundo Incrível REMIX (2014), Quintal (2015) e Rapsódia para o Homem Negro (2015)
 
Fazem parte da obra da produtora Filmes de Plástico os longas-metragens: Ela Volta na Quinta (2014) e Temporada (2018)

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, novo longa de Cristiane Oliveira começa a ser rodado no Rio Grande do Sul

NOVO LONGA DE CRISTIANE OLIVEIRA COMEÇA A SER RODADO NO RIO GRANDE DO SUL


A PRIMEIRA MORTE DE JOANA é o segundo longa da diretora que fortalece sua parceira com a Okna Produções

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Começaram as filmagens de A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, segundo longa-metragem da premiada cineasta gaúcha Cristiane Oliveira. Com produção de Aletéia Selonk, o filme é a mais nova realização da Okna Produções. Os trabalhos acontecem em diversas locações na cidade de Osório e arredores, no Rio Grande do Sul.
 
A PRIMEIRA MORTE DE JOANA faz um mergulho, com tons fantásticos, no universo de uma menina de 12 anos. Joana vive os questionamentos típicos do início da adolescência. Enquanto ela experimenta essa fase de transições e descobertas, uma grande usina eólica é construída na pacata cidade em que vive, em meio às lagoas do sul do Brasil.
 
Uma equipe com 40 profissionais está sediada em Osório, cidade escolhida em razão das belas paisagens que possui, como lagoas, morros e o entorno do seu parque eólico. O longa será filmado em cinco semanas entre novembro e dezembro em locais como a Rua Coberta, a escola Rural e lagoas da região.
 
O elenco principal é formado por novos talentos como as atrizes Letícia Kacperski e Isabela Jardim, que atuam pela primeira vez num filme, além de jovens como Joana Vieira, Pedro Nambuco, Graciela Caputti, Kaya Rodrigues e de atores mais experientes como Janaina Kramer, Roberto Oliveira, Lisa Becker, Rosa Campos Velho e Emílio Speck.
 
Na equipe técnica, formada majoritariamente por profissionais gaúchos, destaque para o diretor de fotografia Bruno Polidoro, a diretora de arte Adriana Borba e a diretora de produção Gina O'Donnell, que divide a produção executiva com Graziella Ferst. Eles se juntam aos profissionais de diferentes estados e mesmo de outros países (casos do técnico de som uruguaio Raúl Locatelli e da maquiadora argentina Nancy Marignac), trazendo uma excelente troca de experiência e diversidade de olhares ao projeto.
 
Em 2014, o projeto A PRIMEIRA MORTE DE JOANA foi contemplado no edital de desenvolvimento PRODAV 05/2013, do Fundo Setorial do Audiovisual. Com o investimento do FSA, o projeto ganhou consistência e parceiros que qualificaram a proposta idealizada. O roteiro foi elaborado em parceria com a corroteirista e atriz Silvia Lourenço, de O Homem das Multidões e Contra Todos, e contou com a consultoria de roteiro do cineasta português João Nicolau (diretor de John From e A Espada e a Rosa) e do argentino Gualberto Ferrari (consultor do recente sucesso espanhol Verão 1993). Como resultado desta fase de desenvolvimento, em maio de 2017, o projeto foi contemplado no edital do BNDES para produção de longas que priorizam o reconhecimento artístico e técnico no mercado internacional. Em julho deste ano, foi um dos projetos contemplados no FAMA – Fundo Avon de Mulheres no Audiovisual, prêmio que busca incentivar e valorizar a produção audiovisual feita por mulheres. O projeto tem ainda o selo do Co-production Market, evento com foco em mercado que ocorreu no Festival de Berlin 2018 e selecionou APRIMEIRA MORTE DE JOANA dentre mais de 300 projetos do mundo todo. Na ocasião, a produtora Aletéia Selonk teve a chance de se reunir com potenciais parceiros internacionais e receber consultorias de profissionais especializados.
 
Cristiane Oliveira estreou em longa-metragem com Mulher do Pai (2016), também produzido pela Okna. Uma coprodução Brasil-Uruguai, o filme estreou internacionalmente no Festival de Berlim, em 2017, e arrebatou 19 prêmios em festivais no Brasil e no exterior – entre eles o de melhor direção no Festival do Rio, o prêmio da FIPRESCI no Festival Internacional do Uruguai e o de melhor roteiro no Cinema Jove, na Espanha.
 
A Okna Produções tem 12 anos de atuação e está sediada em Porto Alegre. É uma das produtoras audiovisuais mais ativas da região Sul do Brasil e, entre suas produções mais recentes, além do Mulher do Pai, figuram o longa de animação para o público infantil As Aventuras do Avião Vermelho (dirigido por Frederico Pinto e José Maia) e o longa de ficção Ponto Zero (dirigido por José Pedro Goulart).
 
Ficha Técnica

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA
Direção: Cristiane Oliveira
Roteiro: Cristiane Oliveira e Silvia Lourenço
Elenco: Letícia Kacperski, Isabela Jardim, Joana Vieira, Pedro Nambuco, Janaina Kramer, Roberto Oliveira, Lisa Becker, Rosa Campos Velho e Emílio Speck.
Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de arte: Adriana Borba
Técnico de Som: Raul Locatelli
Montagem: Tula Anagnostopoulos
Produção Executiva: Graziella Ferst, Gina O’Donnell
Produção: Aletéia Selonk
Produtora: Okna Produções
 
Sobre a diretora Cristiane Oliveira:
Nascida em Porto Alegre, Cristiane Oliveira estreou na direção com o curta de ficção “Messalina” (2004), exibido na competição dos Festivais do Rio, Gramado e Brasília. Nesses últimos, o filmeganhou o Kikito de Prêmio Especial do Júri e os Candangos de Melhor Roteiro e Atriz. Ele recebeu outros dez prêmios em mais de 20 festivais mundo afora. Desde então Cristiane dirigiu mais dois curtas (“Hóspedes”, 2008, e “Portualleria”, 2007) e atuou como assistente de direção, roteirista (como do longa “Nove Crônicas para um Coração aos Berros”, de Gustavo Galvão, premiado pelo júri da FIPRESCI no Festival Internacional do Uruguai) e produtora (como do longa “Ainda Orangotangos”, de Gustavo Spolidoro, Melhor Filme no Festival de Milão).
O primeiro longa de Cristiane, “Mulher do Pai” conquistou os prêmios VFF Talent Highlight Pitch Award (no Talent Project Market do Festival de Berlim) e Santander Cultural/APTC/Prefeitura de Porto Alegre para desenvolvimento de projeto; e foi selecionado na oficina Produire au Sud, do Festival 3 Continentes (Nantes, França). Realizado em coprodução com o Uruguai, ganhou ao todo 16 prêmios e foi selecionado para 19 festivais nacionais e internacionais.
Após este processo de amadurecimento como roteirista e diretora, Cristiane foi uma das selecionadas para o Talents, oficina de capacitação do Festival de Berlim 2017. Atualmente, está em fase de filmagens do seu segundo longa, A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, e já começa um terceiro projeto com a Okna, ATÉ QUE A MÚSICA PARE - que ganhou o Edital Brasil-Itália para Desenvolvimento (Ancine/DGC) e já tem coprodução firmada com Itália e Alemanha.
 
Aletéia Selonk - Produtora 
Aletéia é produtora e diretora da Okna Produções. Jornalista, graduada pela Universidade Estadual de Londrina, e pós-graduada em Produção Audiovisual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Doutora em Comunicação Social pela PUCRS, com passagem pela Sorbonne (Paris V – Université René Descartes), foca suas pesquisas na área cinematográfica, em especial nos temas da produção, distribuição audiovisual e ecossistemas criativos. Atua no setor audiovisual desde 1995 e a partir de 2001 iniciou sua carreira como produtora executiva e produtora. Fundou a Okna Produções em 2006, que hoje é uma das empresas mais atuantes da região Sul do Brasil. Professora de produção no Curso Superior de Tecnologia de Produção Audiovisual, na PUCRS, desde 2005, atualmente também coordena o projeto Tecna - Centro Tecnológico Audiovisual do RS.
 
Sobre a Okna
A Okna Produções é uma produtora de conteúdo dedicada à realização de filmes para cinema e televisão. Especializada na produção e produção executiva de produtos audiovisuais, a Okna realiza o gerenciamento não apenas de projetos, mas também de talentos criativos. Em 2018, a empresa completa doze anos de atuação e se mantém como uma das produtoras mais atuantes do Sul do Brasil. Em seu catálogo constam seis longas-metragens, 22 médias, 20 curtas e três séries de TV. Juntos, seus filmes já arrebataram mais de 250 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Entre as suas produções, destacam-se os longas Mulher do Pai (direção de Cristiane Oliviera), Ponto Zero (direção de José Pedro Goulart), e As Aventuras do Avião Vermelho (direção de Frederico Pinto e José Maia).

 
‘A ESPOSA’ estreia no Brasil dia 10 de Janeiro

COM ELOGIADA ATUAÇÃO DE GLEN CLOSE, FILME ‘A ESPOSA’ ESTREIA NO BRASIL EM JANEIRO

Baseado no livro de Meg Wolitzer, filme será distribuído pela Pandora Filmes e Alpha Filmes

Sinopse
Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan (Glenn Close) questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe (Jonathan Pryce) e sua carreira literária.  Assediada por um jornalista (Christian Slater) ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos há muito enterrados finalmente virão à tona.


A ESPOSA (The Wife)
Direção: Björn Runge
Roteiro: Jane Anderson
Elenco: Glenn Close, Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern.
Ano: 2017
País: Reino Unido, Suécia e EUA
Duração: 100 min
Classificação: 12 anos
 
SOBRE A PANDORA FILMES
 
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

‘MEU QUERIDO FILHO’, estreia dia 3 de Janeiro

‘MEU QUERIDO FILHO’, DO ACLAMADO DIRETOR MOHAMED BEN ATTIA, ESTREIA DIA 3 DE JANEIRO

O longa é um drama familiar que pauta a procura de dois pais pelo filho desaparecido

Sinopse
 
Na Tunísia atual, o filme retrata a família de Riadh, um homem que está prestes a se aposentar. Ele e a esposa, Nazli, têm as atenções voltadas para o único filho, Sami, que está se preparando para os exames do ensino médio. Mas as rotineiras crises de enxaqueca do jovem deixam o casal sempre em alerta. Quando tudo parece estar melhor, Sami desaparece de repente.
 
Ficha Técnica
 
Duração: 104 min
Direção: Mohamed Ben Attia
Elenco: Mohamed Dhrif, Mouna Mejri, Zakaria Ben Ayyed mais
Gênero Drama
Nacionalidades Tunísia, Bélgica, França
Ano: 2018
Classificação Indicativa: a definir
 
SOBRE A PANDORA FILMES
 
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

EstreiaSinny Assessoria
'PO' estreia dia 22 de novembro

Distribuído pela Cineart Filmes, filme é dirigido por John Asher

SINOPSE

Após a morte de sua esposa, David Wilson (Christopher Gorham) fica com a responsabilidade de cuidar sozinho do seu filho autista, Patrick (Julian Fader). PO, como o garoto gosta de se chamado, é extremamente inteligente, mas enfrenta dificuldades para ser compreendido e aceito pelas pessoas à sua volta e, assim, se afasta cada vez mais do mundo real ao deixar sua mente viajar para um universo de fantasia, onde se sente mais confortável. Enquanto as dificuldades que cada um deles enfrenta em seu próprio mundo ameaçam separá-los permanentemente, pai e filho lutam para lidar com a perda e para se adaptar a essa nova realidade.
 

Ficha Técnica:

PO(A Boy Called Po)
Direção: John Asher
Elenco: Christopher Gorham, Julian Feder e Kaitlin Doubleday
Gênero: Drama
Ano: 2016
Duração: 95 min
Classificaçâo: a denifir


SOBRE A CINEART FILMES 

A Cineart Filmes é uma distribuidora 100% brasileira e independente que tem, como principal objetivo, compartilhar conteúdos audiovisuais de alta qualidade. Trabalhando tanto com obras nacionais quanto internacionais, independente do gênero, o nosso compromisso é sempre o de oferecer cultura e entretenimento de qualidade ao maior número de pessoas possíveis. Para isso, além de valorizar o cinema nacional e abrir espaço para as produções regionais, a CineartFilmes participa dos maiores festivais e feiras de cinema do mundo, como Cannes, Toronto, Berlim.
 
Nossa intenção é de alcançar cada vez mais o mercado exibidor e as redes de distribuição, sempre buscando conteúdos diversificados e de qualidade dentro e fora do Brasil. Assim, com ética nas relações e compromisso com os parceiros, vamos ampliando as nossas fronteiras, fortalecendo a indústria audiovisual no Brasil e no mundo, levando mais longe a magia do cinema.
Preocupada em trabalhar sempre com conteúdos de alta qualidade, a Cineart Filmes busca um relacionamento próximo com os seus parceiros produtores desde as etapas iniciais, acreditando que esse envolvimento contribui para o sucesso comercial do projeto, através da elaboração de planejamentos específicos e cuidadosamente pensados para cada trabalho, procurando traçar o perfil e o tamanho ideal de cada lançamento.

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