‘A MOÇA DO CALENDÁRIO’ estreia dia 27 de setembro

FILME DIRIGIDO POR HELENA IGNEZ, ‘A MOÇA DO CALENDÁRIO’ ESTREIA DIA 27 DE SETEMBRO

 

SINOPSE  
 
O filme A Moça do Calendário conta a história de Inácio, quarenta anos, casado, sem emprego fixo.  Ex-gari Inácio trabalha como dublê de dançarino e mecânico da oficina Barato da Pesada, onde sonha com a Moça do Calendário. No filme o real e o sonho se entrelaçam.
 
Ficha Técnica:
 
Direção: Helena Ignez
Roteiro Original: Rogério Sganzerla
Roteiro Adaptado: Helena Ignez
Elenco: Djin Sganzerla, André Guerreiro Lopes, Mário Bortolotto, Zuzu Leiva, Claudinei Brandão, Eduardo Chagas, Naruna Costa e Barbara Vida
Diretora Assistente: Michele Matalon
Direção de Fotografia e Câmera: Tiago Pastoreli
Montagem: Sergio Gagliardi
Direção de Arte: Fabio Delduque
Figurino: Sonia Ushiyama
Seleção Musical: Helena Ignez
Narração: Helena Ignez
Produção Executiva: Sinai Sganzerla
Direção de Produção: Michele Matalon
Produção e realização: Mercúrio Produções
Co-Produção: SPCINE
Distribuição: Pandora Filmes
Classificação: 16 anos
Duração: 86 minutos
País: Brasil
Ano: 2017
 
Prêmios e festivais:
 

  • 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro - Hors Concour, 2017

  • 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, 2017

  • X Janela Internacional de Cinema de Recife, 2017

  • XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema, Bahia, 2017

  • 25º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, São Paulo, 2017

  • 9º Semana Festival de Cinema, Rio de Janeiro (Semana dos Realizadores), 2017

  • 14ª Edição do Festival de Cinema do Vale do Ivinhema, Mato Grosso do Sul, 2017

  • 12ª edição Femina - Festival Internacional de Cinema Feminino, 2017 – Grande Prêmio Femina Competição Nacional

  • Mostra Retrospectiva Expectativa, Cinema do Dragão de Fortaleza, 2018

  • 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Filme de Encerramento, 2018

  • 2ª Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, Salvador, 2018

  • 17ª Mostra do Filme Livre, 2018

  • 21º Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, Portugal, 2018 – Prêmio do Público e Prêmio Melhor Ator André Guerreiro Lopes

  • Tropical Underground – Lecture & Film in Frankfurt no Deutsches Filmmuseum, Alemanha 2018;

  • Mostra Imagem dos Povos, Belo Horizonte, 2018;

  • Mostra Cinema e Reflexão, no Instituto CPFL, 2018;

  • 41º Festival Guarnicê de Cinema, 2018 - Prêmios: Melhor Filme Longa Nacional, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Ator;

  • FIM - Festival Internacional de Mulheres no Cinema, 2018;

  • Queer Lisboa - Festival Internacional de Cinema Queer, 2018.

 
SOBRE A DIRETORA
 
Helena Ignez estreou como atriz em 1959 sob a direção de Glauber Rocha, no curta metragem “Pátio”. A partir de então, atuou em um grande número de filmes do Cinema Novo, como “A Grande Feira”, “O Grito da Terra”, “Assalto ao Trem Pagador” e “O Padre e a Moça”. Em 1968 começou sua parceria criativa com o diretor Rogério Sganzerla e atuou em quase todos os seus filmes.
 
Com mais de 50 anos de produção nos vários campos das artes cênicas e cinematográficas, ela Já foi homenageada na Ásia e também na Europa, a exemplo do 20º Fribourg International Film Festival, na Suíça, cuja Mostra "La Femme du Bandit" apresentou 25 de seus filmes; e do 17º Festival of Kerala, na Índia, que exibiu seis dos filmes em que ela trabalhou como atriz ou diretora. Em 2017 foi a homenageada do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ainda na Suíça, como artista plástica, ela estreou a cine-instalação “Electric Sganzerland”, no Centre D’Art Contemporain – Fri-Art.
 
Após a realização do curta-metragem “A Miss e o Dinossauro”, de 2005, seu primeiro longa como diretora, “Canção de Baal”, ganhou o Prêmio de Melhor Filme da Crítica no Festival de Gramado, em 2009, e o Prêmio Anno Unno no Festival Il Mille Occhi, em Trieste, Itália, um reconhecimento pela sua contribuição à linguagem cinematográfica. Com este filme a diretora foi homenageada no 12º Festival de Cinema Luso Brasileiro em Portugal e no 4º CinePort.  Em 2008, o filme também foi selecionado para o Festival do Rio (Midnight Movies); para 32º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; além do Festival Internacional de Goa, na Índia, e do Festival Internacional de Cine Independente de Buenos Aires – BAFICI-Argentina.
Seu segundo longa, “Luz nas Trevas: A Volta do Bandido da Luz Vermelha” (2010), realizado a partir do roteiro original de Rogério Sganzerla, teve sua premiere em 2010, no 63º Festival de Cinema de Locarno, na Suíça, em Competição Oficial, onde recebeu da crítica o Prêmio Boccalino d’Oro de Melhor Filme.
 
Em 2016 foi lançado nos cinemas o seu longa-metragem intitulado Ralé, o filme também foi exibido no 34º Filmfest Munchen, na Alemanha. Helena recebeu o Prêmio de Melhor Direção no 23º Festival Mix Brasil em 2015 e no 39º Festival Guarnicê de Cinema em 2016, onde o filme também recebeu o Prêmio Melhor Trilha Sonora. Também em 2016 Zé Celso recebeu Menção Honrosa no Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema por sua atuação em Ralé.
 
 
SOBRE A PRODUTORA
 
Mercúrio Produções, produtora fundada em 2001 por Helena Ignez e Rogério Sganzerla, é responsável por toda a obra cinematográfica dos cineastas, com aproximadamente trinta filmes em seu currículo, entre os quais estão: O Bandido da Luz Vermelha (1968), Luz Nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha (2012), Copacabana Mon Amour (1970, restaurado pela Mercúrio Produções com patrocínio da Petrobras, finalizada em 2013), Nem Tudo é Verdade (1985) e produção da Série de TV VAN BORA! patrocinada pelo FSA/FINEP e Mercedes Benz.
 
Além de ampla atuação artística e cultural nas áreas de produção e difusão cinematográfica, incluindo teatro, literatura e artes plásticas e dando a continuidade ao trabalho desenvolvido há mais de cinquenta anos na área de cinema a Mercúrio Produções realizou a restauração em 2008 do filme O Bandido da Luz Vermelha, produziu e distribuiu nas salas de cinema os filmes Luz Nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha (2012) e O Signo do Caos (2005). Produziu Canção de Baal (2008), Reinvenção da Rua (2003), A Miss E O Dinossauro – Bastidores da Belair (2005), Tudo É Brasil (1998) e entre outros importantes filmes.
 
 
SOBRE A PANDORA FILMES
 
A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.
 
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.